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quarta-feira, agosto 12, 2009

Notícias sobre PPP e gestão de contratos de concessão

As PPP - parcerias publico-privadas, aparecem como uma solução para suprir as necessidades de investimento em infra-estruturas públicas, mas a gestão destes contratos de concessão ultra complexos e com custos opacos levanta os seus próprios problemas que não devem ser subestimados.

Liscont: quando a explicação menos má é uma grande dose de incompetência
Paulo Ferreira – PUBLICO 20090727

A forma como foi prolongada a concessão do terminal de contentores de Alcântara ao grupo Mota-Engil é um autêntico caso de estudo de "como não fazer"O relatório do Tribunal de Contas (TC) à concessão do terminal de contentores de Alcântara devia ser de leitura obrigatória (está disponível em http://www.tcontas.pt/). Para os decisores do Estado ele é um verdadeiro manual de "como não fazer". Para os cidadãos ele é uma das mais escandalosas amostras de como se tomam decisões ruinosas para o Estado. Ou se trata de manifesta incompetência ou de um descaramento ilimitado. Porque não se vê uma terceira via entre a inaptidão e o caso de polícia.Invocando urgência quando ainda faltam sete anos para o fim da concessão actual, o Ministério das Obras Públicas decidiu alargar o prazo de concessão do terminal por mais 27 anos, ao mesmo tempo que validou um projecto de requalificação para triplicar a capacidade e aumentar a operacionalidade da infra-estrutura.Repare-se como foi feito.Primeiro, foi um ajuste directo.

Como aquele é um monopólio regional, não houve concorrência entre a Liscont e outros potenciais candidatos. Este mecanismo óbvio para melhorar a posição negocial do Estado foi descartado. O grupo privado ficou, naturalmente, em enorme vantagem.Depois, o Estado não estudou devidamente o risco de alternativas a este prolongamento da concessão. Uma delas seria a concessão passar para a APL. Os investimentos previstos para o aumento de capacidade e requalificação somam, a preços correntes, 474,4 milhões de euros. Deste montante, 52 por cento serão encargo ao Estado, entre despesas e isenção de taxas concedida à Liscont. As previsões de tráfego de contentores que serviram de base ao contrato são muito optimistas, diz o TC olhando para o tráfego do ano passado e estimado para este ano. Por que é que isto é decisivo? Porque o Estado ficou para si com uma grande parte do risco do negócio. Se, em cada biénio até 2017, o tráfego ficar 20 por cento abaixo dessas previsões, o Estado compensa a Liscont por isso (até 2031 os desvios permitidos sobem até 25 por cento). Pelo contrário, se o tráfego aumentar em relação ao cenário base e o negócio se mostrar melhor do que se previa, o Estado só partilhará essas receitas extra se "se demonstrar que tal eventual excesso não resultou da eficiente gestão e das oportunidades criadas pela concessionária".

Seria interessante verificar como é que o mesmo Estado que não fez o fácil e assinou esta galeria de horrores conseguirá, mais tarde, demonstrar o que é quase indemonstrável. E, entre outras coisas, verificou-se que ao longo do processo negocial foram sendo efectuadas alterações aos parâmetros da concessão. Sem surpresa, todas elas foram no sentido de prejudicar o Estado e beneficiar a Liscont. A rentabilidade do accionista, que era de 11 por cento no memorando inicial, no contrato final passou para 14 por cento. Fantástico, se tivermos em conta que o risco para a concessionária está, como vimos, extremamente limitado. Na recta final de negociação (em Outubro de 2008), em apenas uma semana, o cálculo dos rendimentos líquidos para a Liscont saltou de 4,2 para 7,4 milhões de euros.Não será isto o sonho de qualquer empresa privada?
Por incompetência ou com intenção, o certo é que as coisas foram feitas assim. Se agora, num assomo de sensatez, alguém decidir rasgar estes contratos ruinosos para o Estado, os contribuintes não se livram de ter que pagar chorudas indemnizações à Liscont.

E porque estas coisas têm protagonistas, eles devem ser nomeados. Do lado do Estado, o principal responsável político por estes contratos está em funções e chama-se Mário Lino. A Liscont é do grupo Mota-Engil, que há mais de um ano tem como gestor principal Jorge Coelho. Antes disso, o ex-dirigente e ministro socialista já era consultor do grupo.Mas até nos processos mais duvidosos se encontram protagonistas dignos. Neste, é Mariana Abrantes, controladora financeira do Ministério das Obras Públicas à data da auditoria do TC, que nas respostas que dá a esta entidade aponta ela própria a generalidade dos grandes problemas deste negócio para o Estado.Das duas uma: ou não foi ouvida durante as negociações, o que é no mínimo estranho dadas as suas funções; ou os seus alertas não foram considerados. Vá-se lá saber porquê.
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1392144

i-Negócios dos contentores
http://www.ionline.pt/interior/index.php?p=news-print&idNota=14645
Terminal de Contentores de Alcântara
Contentores: Governo foi avisado para risco e prejuízos do Estado
por Bruno Faria Lopes e Sílvia de Oliveira, Publicado em 23 de Julho de 2009
O concedente passou a assumir mais risco de tráfego com encargos ou perda de receita já a partir de 2009 ou 2010

A controladora financeira do Ministério das Obras Públicas alertou o governo para os riscos inerentes ao contrato que concedeu à empresa privada Liscont por mais 27 anos a exploração do terminal de contentores de Alcântara. O negócio, que seria fechado em Outubro do ano passado, está agora a ser alvo de duras críticas por parte do Tribunal de Contas (TC), que no relatório de auditoria publicado esta semana o define como um mau exemplo para o sector público, com prejuízos para o Estado.
Mariana Abrantes de Sousa, especialista em parceiras-público privadas e controladora do ministério até Março deste ano, tinha como missão reportar ao ministro Mário Lino e ao ministro das Finanças - precisamente os dois representantes do governo que assinaram o contrato - sobre "iniciativas com impacto financeiro relevante de forma a alertar atempadamente para os respectivos problemas e desvios", estabelece a lei de 2006 que define as funções dos controladores financeiros. Esta figura foi criada pelo governo num quadro de crise orçamental, para reforçar o controlo interno das finanças públicas.

No contraditório à auditoria feita pelo TC, Mariana Abrantes de Sousa deixa claras as suas críticas e o alerta feito. "O agravamento dos rácios de cobertura de serviço de dívida exigidos pelos bancos e o forte aumento na TIR [taxa interna de rentabilidade] accionista no decurso das negociações são sinais de que o Concedente [Administração do Porto de Lisboa] passou a suportar cada vez mais risco, como foi previsto e alertado", assume Abrantes de Sousa.
A avaliação demolidora feita pela controladora - que desempenha agora a mesma função, mas na pasta da Saúde - foi sublinhada nas conclusões da auditoria do Tribunal de Contas (TC) e está repetida nas várias críticas feitas no exercício do contraditório. Mariana Abrantes de Sousa critica o desequilíbrio em termos de partilha do risco (em prejuízo do Estado), o facto de a equipa de negociação do Estado não ser da Parpública (mais experiente) e os riscos para a Administração do Porto de Lisboa (APL) "Os novos encargos e riscos para a APL como concedente parecem ter prejudicado a bancabilidade da APL, que pela primeira vez poderá ter de apresentar aval do Estado para obter financiamento de longo prazo", aponta Abrantes de Sousa. Na resposta à auditoria do TC, Mariana Abrantes de Sousa, considera ainda que a opção por renegociar a "escassos sete anos" do termo do contrato, "por motivos de urgência, sem concorrência e sem critérios objectivos, foi uma opção relativamente arriscada". Juntando a conjuntura adversa, o contrato foi assinado em Outubro de 2008 em plena crise financeira, "resultou na degradação das condições do negócio que vão prejudicar a APL (Administração do Porto de Lisboa) como concedente durante 34 anos".

Ao i, Mariana Abrantes de Sousa preferiu não fazer comentários, remetendo para a lei que define as funções dos controladores financeiros. O Ministério das Obras Públicas - que está sem controlador financeiro desde a saída de Abrantes de Sousa, em Março desde ano - remeteu o i para o contraditório à auditoria do TC, assinado também pelo Ministério das Finanças.
A polémica sobre o negócio de prorrogação da concessão à Liscont - empresa do grupo Mota-Engil, liderada por Jorge Coelho - começou com as críticas do Tribunal de Contas no relatório preliminar de auditoria, críticas que foram mantidas e intensificadas na versão final apresentada esta semana. Segundo o TC há dois problemas centrais: o não lançamento de concurso para o prolongamento da concessão e as projecções sobre o tráfego de contentores entre 2009 e 2013, 75% superior ao tráfego real em 2008. O Correio da Manhã já noticiou que o Ministério Público - que recebeu, como sempre, o relatório do TC - está a preparar uma investigação ao caso.
A controladora, que deixou o Ministério das Obras Públicas em Março para desempenhar as mesmas funções no Ministério da Saúde, assinala também que apesar de ser um projecto estruturante, a "expansão do terminal não terá sido sujeito a consulta pública explítica, nem apresentado ou e aprovado no Parlamento", o que explica de alguma forma a contestação pública a posteriori. E critica as projecções de tráfego: "O concedente [APL] passou a assumir bastante mais risco de tráfego com encargos ou perda de receitas já a partir de 2009 ou 2010".
http://www.smmp.pt/?p=4565


Viver com o dinheiro dos outros
A única coisa boa dos períodos pré-eleitorais é que, no meio da lama que a ventoinha vai atirando, há coisas graves que ficam à vista de todos. E ficamos a ver como é tão bom ter negócios como Estado.
Ricardo Costa
EXPRESSO, 8:00 Segunda-feira, 27 de Jul de 2009

Percebo pouco ou nada de contentores e espero passar pela vida sem ter de dedicar atenção a um assunto em que não descortino grande interesse, para além de Elia Kazan. Mas no alegado 'escândalo' da Mota-Engil com a Administração do Porto de Lisboa há uma coisa que me espanta: a total e absoluta falta de risco das entidades privadas.
Não dou especial valor aos relatórios do Tribunal de Contas (TC). Há por ali um misto de desconhecimento da realidade e de moralismo exacerbado. Mas também há, e justamente, a ideia de que os senhores do TC falam como guardiões dos dinheiros públicos. E ainda bem.
Também não dou especial valor à anunciada atenção que o Ministério Público (MP) vai dar ao assunto. Duvido que exista grande ilegalidade e duvido ainda mais da capacidade do MP em produzir acusações relevantes em matérias económico-financeiras.
Dado o desconto à habitual ortodoxia do TC, ao voluntarismo do MP, aos aproveitamentos políticos (Jorge Coelho lidera a Mota-Engil), ninguém me consegue explicar porque é que o Estado assume o risco que devia ser de privados e garante arcar com os prejuízos de tudo o que possa correr mal? É que eu também gostava de fazer negócios assim. Eu e toda a gente.
Num dos muitos relatórios que se produziram sobre o assunto há uma frase que diz tudo. Está assinada pela ex-controladora financeira do Ministério das Obras Públicas: "Se o risco de tráfego é inaceitável para os bancos, dificilmente será aceitável pelo contribuinte".

O que Mariana Abrantes de Sousa queria dizer era muito simples: os bancos recusavam-se a financiar um negócio em que a 'variável tráfego' era tão incerta e, da mesma forma, o Estado também se devia recusar a fazê-lo. Mas o Estado aceitou e, mais bizarro, quer convencer-nos de que isso é óptimo. Pergunto eu, contribuinte: qual é o risco que os privados assumem nesta história?
A questão da falta de risco é, em Portugal, muito vasta. Está à vista de todos neste negócio. E à vista de quase todos em muitas parcerias público-privadas. Não tenho nada contra os negócios entre o Estado e o sector privado. Há imensos casos em que este modelo é o mais eficiente para as partes, para o contribuinte e, mais relevante, para os utilizadores.
Mas é inaceitável que, a pouco e pouco, a iniciativa privada em Portugal se vá transformando ou reduzindo a uma espécie de prestador de serviços que o Estado não assegura, mas em que o Estado concessiona tudo, garante os risco e ainda paga as contas se correr mal.
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/527645
Público
http://economia.publico.pt/Noticia/motaengil-diz-que-vai-fazer-valer-os-seus-direitos_1439526

VER também  TCA Alcantara Alcantâra
1 Key messages of the Audit Report This is a real case of a contract ...
rebalance financial process. The transfer of risk to the “Port” ... The option of PPP/
PFI can deliver benefits but is not suitable at any price or in every circumstance.

domingo, agosto 02, 2009

Portunhol de bons vizinhos a falsos amigos

Muitos portugueses compreeendem facilmento o espanhol. Já para os espanhois, o português é mais complicado. E o portunhol confunde e convince toda a gente.

Mas há algumas palavras bastante semelhantes que têm significados muito diferentes, que são conhecidas como falsos amigos (false cognates).

Esta lista identifica as palavras traiçoeiras mais conhecidas. Qualquer visitante pode preparar-se antes de cruzar a fronteira. Se não souber utilizar a palavra certa, quem vai a Espanha pode ficar embarassada (embarazada, grávida) e e cair em situações com muita graça (graza, gordura)
Em conjunto, Português e Espanhol estão entre os idiomas mais falados  do mundo.

VER CI Congressos
Ver a confusion de confusiones nesta consulta da nossa incomparável Ana Bola a um "médico cubano" no YouTube http://www.youtube.com/watch?v=E3x1syJaM3E&feature=grec_index

Lighthouse Stevensons tells story of historic PPP


The Lighthouse Stevensons, of Bella Bathurst, tells the story of a grand PPP - public private partnerhip for the building and operating of lighthouses in Scotland.

Great reading.

domingo, julho 26, 2009

Timothy Irwin on how to manage Government Guarantees

O livro de Timothy Irwin, "Government Guarantees: Allocating and Valuing Risk in Privately Financed Infrastructure Projects" pretende ajudar os governos a quantificar and gerir as garantias diversas que concedem aos concessionários no âmbito dos contratos de PPP ou concessões de obras e serviços públicos.

A principal questão no recurso a contratos de concessão para executar o programa de investimento público é a partilha de riscos entre o Concedente (parceiro público) e o concessionário (parceiro privado) não só no momento da adjudicação mas também ao longo da duração do contrato de concessão.

Irwin define "garantia" como um acordo em que o Estado-Concedente garante um determinado resultado, seja um certo nivel de receita ou de custos, etc, de maneira que o Estado-Concedente (isto é o contribuinte) acaba por assume alguns dos riscos de um projecto.

A partilha ou afectação de riscos entre os parceiros pode considerar-se optimizada no momento da adjudicação se resultou de um concurso público internacional bem conduzido, com bom Value for Money para o Concedente e um contrato equilibrado para todas as partes. A partir desse momento, o Concedente vai perdendo poder negocial devido às assimetrias de informação e de capacidades técnicas que favorecem os concessionários nas sucessivas renegociações. Negociações essas que são inevitáveis dada a longa duração e complexidade dos contratos.

Em última instância, o Concedente retém a responsabilidade global pelos projectos, pois os serviços públicos não podem fechar, e os operadores não estão sujeitos à normal disciplina do mercado.

Diz Irwin (pg 3):
The difficulty of knowing how best to allocate risks is compounded by other problems.

First, politics can encourage governments to bear more risk than is in the public interest. Governments are buffeted on all sides by proposals for subsidies, but unless the beneficiaries are widely regarded as deserving, the most transparent of such proposals tend to fail.
Successful proposals tend to have opaque costs and to come with a rationale explaining how they are good for the country and don’t merely redistribute value. Proposals for guarantees can meet these criteria, especially when the government’s accounting and budgeting fail to recognize their costs. They come with plausible rationales about risk sharing, and taxpayers are unlikely to understand the costs.

Second, government decisions would be difficult even in the absence of political pressures. Psychological research shows that people struggle to make accurate judgments about risks and then fail to make the best use of even their imperfect judgments. Most people, for example, are overconfident in their judgments and therefore think the world is more predictable than it is. Government decision makers may fall into the same trap, underestimating the risks to which they are exposing the public when they issue guarantees. They may also make decisions about guarantees that are irrational given their judgments. Research shows that people can switch from being risk averse to being risk seeking just because the framing of a choice changes. They can also be irrationally risk averse when they consider risks one by one, instead of thinking of their total portfolio of assets and liabilities. Sensitized to the risks created by government guarantees by stories such as those of Korea and 19thcentury Argentina, governments may be needlessly timid about taking risks that are small in the scheme of things.

In sum, governments can easily make poor decisions about guarantees.

There is no simple solution to this problem, but good decisions are more
likely if three conditions are met:
1. The government’s advisers and decision makers have a framework for
judging when a guarantee is likely to be justified.
2. The government’s advisers know how to estimate the cost of a guarantee.
3. The government’s decision makers follow rules that encourage careful
consideration of a guarantee’s costs and benefits.
Helping governments fulfill these three conditions is the aim of
this book."

Fonte: Banco Mundial, obter .pdf aqui

quarta-feira, julho 22, 2009

Manual de financiamento para os mercados lusófonos esgotado

O livro "Empresas Portuguesas e Mercados Lusófonos", publicado pelo IICT e a ELO em 2005, foi bem recebido nos mercados financeiros e já esgotou a segunda edição.



O manual, que foi baseado na investigação de Helena Cordeiro e Mariana Abrantes de Sousa sob a direcção de Jorge Braga de Macedo, detalha as fontes e formas de financiamento para a cooperação e desenvolvimento desde o Banco Mundial até ao Fundo Europeu para o Desenvolvimento.
Fotnte:  http://www.iict.pt/revista/imprensa/aftd0504.pdf

Uma das instituições financeiras apresentadas é a Proparco, a EDFI francesa (European Development Finance Institution) que é considerada a melhor do sector graças à sua forte presença com mais de 60 representações em vários países ACP, da África, Caribe e Pacífico.


A SOFID é a nova EDFI portuguesa.
TÍTULO/RESP.: Empresas portuguesas e mercados lusófonos : relatório sobre acesso a fontes de financiamento multilaterais / dir. proj. Jorge Braga de Macedo
AUTOR(ES): MACEDO, Jorge Braga de; Portugal. Instituto de Investigação Cientifica Tropical, ed. lit.; Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Económico e a Cooperação, ed. lit.
EDIÇÃO: 2.ª edição revista
PUBLICAÇÃO: Lisboa: Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT) e Associação para o Desenvolvimento Económico e a Cooperação (ELO), 2005
DESC.FÍSICA: 250 p. : quad., gráficos ; 24 cm
ISBN: 972-672-962-9
NOTAS: DGAE
ASSUNTOS: CPLP; FINANCIAMENTO; COOPERAÇÃO INTERNACIONAL; ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO; PORTUGAL; ANGOLA; MOCAMBIQUE; BRASIL; TIMOR LESTE
AUDIÊNCIAS:adulto, sério
DATA PUBLICAÇÃO:2005
LÍNGUAS:Português
PAÍSES:Portugal

segunda-feira, julho 13, 2009

Assessor em saúde materno-infantil para Moçambique

SCIP Maternal, Newborn and Child Health (MNCH) & HIV/AIDS Nutrition Technical Advisor
Org: World Vision International, www.wvi.org
Country: Mozambique, Quelimane, Zambezia province
Apply By: 31 July 2009 on-line, company website https://jobs.wvi.org/WebJobs.nsf/WebPublished/0101AEDF8ACC2D1D882575ED003A03AB?OpenDocument
Position Start Date: 01 Set 2009, Position End Date: 31 Ago 2011 (2 anos)

Work Description
Provide technical assistance and support to the Program staff and partners for the implementation of the "Strengthening Communities through Integrated Programming - OGUMANIHA Project in Quelimane, Zambézia Province, thus ensuring the technical quality of the program, integration with complementary sectors and providing technical expertise such as technical training, quality assurance, community strengthening and mobilization skills, etc.
Areas of focus to include maternal, newborn and child health, HIV/AIDS prevention and care, immunization, diarrhea disease control, malaria and ARI case management, maternal health, family planning and birth spacing, STIs prevention, participatory health education, nutrition, and epidemic control.
This will include managerial actions related to planning, design, monitoring, reporting and liaison with the Provincial Directorate of Health (DPS), the Provincial office of Social Welfare (DPAS), the Provincial office of the National AIDS Council (NPCS) and any other government coordinating body to ensure that the goal of the project is achieved efficiently and effectively
Provide technical assistance project staff and partners to implement project activities, including staff and health facility and community health provider training and formative supervision, support to data collection and monitoring of site performance, referral systems and linkages for community involvement and support.
Provide technical support for project staff and partners to implement project activities using core values and in accordance to WV mission, vision, and strategic priorities. Ensure that new staff is given appropriate orientation and training on project health, nutrition and HIV/AIDS standards.
Follow World Vision policy on promotion and development of human resources.Responsible for ensuring that project technical contents of activities related to maternal, newborn and child health, nutrition and HIV/AIDS activities are implemented incorporating international and Mozambican Ministry of Health standards. Ensure that standards are understood, accepted, and practicedSupport the project staff and partners to maintain a close follow-up on all project activities and ensure the achievement of the objectives, establishing and maintaining the quality of the interventions.
Provide support in ensuring that project staff, partner agencies and communities understand, accept and adhere to MNCH standards established by the donor in the project implementation and support the adhere to MNCH standards established by the donor in the project implementation and support the dissemination of the MNCH /HIV & AIDS technical information and documentation as required.Provide support to project staff and partners in developing and strengthening the maternal, newborn, child and HIV/AIDS referral systems and linkages between the different departments and services within the health facilities as well as between health facilities and community based services to ensure follow-up of persons enrolled in care and treatment program.
Support and mentor the project staff and partners in the preparation of monthly planning, documentation of maternal, newborn, and child health and HIV & AIDS lessons learned and best practices during project implementation and quarterly reports on project activities and actions, ensuring that project reports and documents are of high quality submitted in a timely fashion.
Review quarterly and annual reports of the project sub-grantees for adherence to the project objectives and timeline as well as technical quality and provide necessary support to improve the quality if found to be deficient Support leadership and management capacity development within the DPS and SDSMASs to perform planning tasks, manage, and supervise the MNCH &HIV/AIDS program.
Participate in project monthly and quarterly meetings at the government provincial level. To foster capacity building and foster sustainabilityCollaborate and integrate World Vision emergency, agriculture, wash/.san, and sponsorship programs to leverage talent and resourcesSupport the project staff and partners to investigate funding opportunities and participate in resource acquisition to enable the communities and capacity of partners (government and local NGOs/FBOs) to assume greater responsibility for service delivery and improve sustainability.Participate in the implementation of the project mentoring and staff development programs and actively work towards greater nationalization of the health program.

Towards this end, the Technical Advisor will support the HIV/AIDS and Health Director to ensure that technical information is obtained, disseminated to staff and documented as required and that staff have opportunities to develop their knowledge and skills.

Qualifications Required:
University degree in Maternal and Child Health

World Vision International www.wvi.org procura Assessor Técnico em Saúde Materno-infantil e HIV/SIDA, durante 2 anos, de 2009-2011, para projecto em Quelimane, provincia de Zambézia, Moçambique

Consultores juridicos para Moçambique - avaliação final de projecto de apoio ao sector da Justiça

Organization(s): B&S Europe
Country/Region: Mozambique
Contract Length: Short-term consulting assignment
Apply by: 17 July 2009

Project Drescription:
Global Objective the Review of the Project to Reform the Justice System is to report and inform Stakeholders of the extent to which the programme has produced or is on track to produce its intended development results, to understand the reasons for such performance, and to identify the key lessons which can inform the design and implementation of activities associated with the Integrated Strategic Plan (PEI) for the sector.
Specific Objective is to undertake a questionaire survey, based on the original Project Logical Framework with list of key evaluation questions intended to focus the work of the reviewers.
The funding agencies are EC and UNDP.

Governance Expert
Description of post: One Expert of Category I (Team Leader)
Qualifications: -Qualified lawyer (graduate in law, preferably from a civil law country) or equivalent. -Minimum 15 years of overseas experience in a post-conflict/development context preferably in the areas of justice or governance policy development;

Planning and Capacity building development Expert
Description of post: One Expert of Category II
Qualifications: -Masters degree in a relevant field; -At least 10 years experience in the design and execution of performance monitoring systems or in the design and implementation of evaluations of large and complex development programmes;

Justice Sector Expert
Description of post: One Expert of Category III
Qualifications: -Qualified lawyer with professional experience as a lawyer in Mozambique; -Minimum 5 years of working experience, preferably in Mozambique. -Extensive knowledge and experience with regard to the institutions of the Mozambican Justice Sector

Social Science Expert
Description of post: One Expert of Category III
Qualifications: -Degree in social sciences, political sciences or related field with excellent analytical skills. -Minimum 5 years of working experience, preferably in Mozambique. -Competence in the field of governance, security analysis, media and communication strategies, public opinion studies.

Qualifications required (general):
- Masters degree in a relevant field;
- At least 10 years experience in the design and execution of performance monitoring systems or in the design and implementation of evaluations of large and complex development programmes;
- At least 10 years experience of institutional capacity-development programmes, including experience in the area of civil society and community development;
- Excellence in both written and conversational English;
- Ability to communicate in Portuguese ;
- Initiative, ability to work independently, sound judgment and good interpersonal skills;- Experience with financial management and accountability issues;
- Experience and knowledge of the socio-political and legal context of Mozambique would be an asset, in particular in relation to the justice sector;

Project FWC 7 - End of Term Review of Support to the justice sectorApplication , submisssion of CVs to B&S website www.bseurope.com , by 17-julho-2009
Country : Mozambique
Contacts : Project Manager: Alix Pillot (apillot@bseurope.com),
Project Director: Ana Vilar (avilar@bseurope.com)

Estudo de avaliação final do projecto de Apoio ao Sector da Justiça em Moçambique. Fazer inquérito de revisão final com base nos objectivos e indicadores definidos no Quadro Lógico original do projecto, a fim de reportar e informar as Partes Interessadas sobre os resultados e progressos obtidos e identificar as melhores práticas para projectos futuros.

quarta-feira, julho 08, 2009

Consultores Jurídicos para Moçambique

Consultores (4) para revisão do sistema de justiça de Moçambique
Apply By: 14 July 2009
SudgestAid, pucciariello@sudgestaid.it

The overall objective of the Mozambique justice system review is to inform stakeholders of the extent to which the justice programme has produced or is on track to produce its intended development results, to understand the reasons for such performance, and to identify the key lessons which can inform the design and implementation of activities associated with the Integrated Strategic Plan (PEI) for the sector.
The team will be composed by four members namely two qualified lawyers, a capacity building expert and a sociologist. The team is expected to apply a multidisciplinary approach to the analysis and evaluation of the project components.

Governance expert (Category I)Qualified lawyer (graduate in law, preferably from a civil law country) or equivalent.
-Minimum 15 years of overseas experience in a post-conflict/development context preferably in the areas of justice or governance policy development;
-Prior experience of conducting evaluations of justice support programmes;
-Experience in the design/implementation of institutional capacity-development projects;
-Knowledge about the application of the Paris Declaration;
-Excellence in both written and conversational English;
-Ability to communicate in Portuguese would be an asset;Initiative, ability to work independently, sound judgment and good interpersonal skills;
-Experience and knowledge of the socio-political context of Mozambique would be an asset, in particular in relation to the justice sector;

Planning and Capacity building development expert (Category II)
Masters degree in a relevant field;At least 10 years experience in the design and execution of performance monitoring systems or in the design and implementation of evaluations of large and complex development programmes;
-At least 10 years experience of institutional capacity-development programmes, including experience in the area of civil society and community development;Excellence in both written and conversational English;
-Ability to communicate in Portuguese would be an asset;
-Initiative, ability to work independently, sound judgment and good interpersonal skills;Experience with financial management and accountability issues;
-Experience and knowledge of the socio-political context of Mozambique would be an asset, in particular in relation to the justice sector;~

Justice Sector Expert (Category III)
Qualified lawyer with professional experience as a lawyer in Mozambique; Minimum 5 years of working experience, preferably in Mozambique.
-Extensive knowledge and experience with regard to the institutions of the Mozambican Justice Sector, covering design and implementation of development projects/programmes related to the justice sector;
-Knowledge on the risks, problems and challenges facing the Sector;
-Understanding of the need for coordination between the various institutions involved in the process of justice administration.
-Experienced in project evaluation methodology.

Social Sciences Expert (Category III)
Degree in social sciences, political sciences or related field with excellent analytical skills. Minimum 5 years of working experience, preferably in Mozambique.
-Competence in the field of governance, security analysis, media and communication strategies, public opinion studies.
-Academic background and publications will be an advantage.
-Fluent in English and Portuguese
-Experienced in project evaluation methodology.
Job keywords: Governance, Justice Sector, Planning, Decentralisation, and Administration of Justice

quinta-feira, junho 25, 2009

PISA representa grandes desafios para os alunos e professores portugueses

PORTUGAL está nos níveis mais baixos em termos de aproveitamento escolar dos alunos de 15 anos, segundo os exames internacionais do PISA de 2006, mas está apenas ligeiramento abaixo dos Estados Unidos e da Espanha.

O Programme for International Student Assessment (PISA) é um teste feito cada 3 anos em todo o mundo, coordenado pela OCDE Organisation for Economic Co-operation and Development .


O objectivo do programa de testes é comparar o aproveitamento escolar de jóvens em todo o mundo a fim de promover melhores resultados.

Rede apoia modernização de Administrações Públicas

A Agência para a Modernização Administrativa lançou a Rede Comum de Conhecimento , uma plataforma colaborativa de apoio à partilha de iniciativas de modernização, inovação e simplificação e melhoramento dos serviços da Administração Pública.

Os organismos da Administração Pública são convidados a apresentar propostas de boas práticas de prestação de serviços públicos.
Sendo uma entidade pública, basta preencher o formulário disponível na RCC e enviá-lo para o seguinte e-mail mailto:rcc@ama.pt?subject=Candidatura.
Contacto: rcc@ama.pt

domingo, junho 21, 2009

Grandes Obras Públicas, problema ou solução

As Grandes Obras Públicas ora são apontadas como a locomotiva que vai arrancar a economia portuguesa da recessão, ora são criticadas como um erro que pode afundar ainda mais a nossa frágil economia, como diz um recente manifesto de 30 economistas.

Não admira que as Grandes Obras Públicas sejam controversas, e que haja opiniões diferentes e até opostas sobre as implicações e consequências de grandes projectos estruturantes. O que surpreende é a insistência para "reavaliar, analisar e estudar" depois do momento da decisão e já em cima do momento da implementação, isto é, depois de lançados os concursos.
Como resultado, os grandes projectos são sujeitos a um "pára-arranca" que cria confusão, ameaça a credibilidade do processo e aumenta custos para todos os intervenientes, sobretudo para os contribuintes.

Parece que só nos lembramos de "parar, escutar e olhar" quando estamos estancados em cima da via com o comboio a aproximar-se a todo vapor. Recorde-se que semanas antes da adjudicação da ponte Vasco da Gama em 1993-1994 havia titulos de jornais a reabrir todas as decisões.

Os alertas para "parar e reavaliar" projectos já em fase de adjudicação são tão frequentes em Portugal que deixam de ser defeito e passam a ser feitio na gestão do investimento público à portuguesa.
Estes “alertas” tardios são um sintoma de que algo não está bem com a gestão do investimento público português. Outro sintoma não menos importante é a baixa produtividade do investimento, mas isso será outro artigo. Considerando a frequência destas movimentações e contestações fora de tempo, convinha rever o processo de investimento público, desde o estudo e selecção do projecto, à concepção e estruturação, à decisão e financiamento, ao lançamento do concurso, à adjudicação e implementação.

Concordemos que a polémica e controvérsia natural seria expectável na fase de estudo e concepção do projecto. Para isso existe a pratica da consulta pública, para que todas os intervenientes (Stakeholders) sejam ouvidos e envolvidos. Bem sabemos que ninguém é indiferente aos grandes investimentos públicos, especialmente se eles dependem do contribuinte actual ou futuro.

Actualmente, a fase de estudo, selecção e concepção dos grandes projectos estruturantes é marcadamente deficiente, sobretudo na componente da consulta pública. Alguns dos estudos dependem excessivamente de consultores contratados e às vezes não envolvem suficientemente os organismos públicos com experiência e responsabilidade pela prestação dos respectivos serviços públicos. As consultas públicas pró-forma não mobilizam efectivamente as partes interessadas que não intervêm atempadamente antes da decisão.

Mas o principal problema poderá estar na forma da tomada de decisão, desde a selecção, à concepção e sobretudo à forma de financiamento dos projectos de investimento público.

Numa empreitada tradicional, o organismo público responsável apresenta o orçamento do projecto na proposta do programa de investimento público PIDDAC que é aprovado pela Assembleia da República, com o Orçamento de Estado, o que é a forma mais fundamental de legitimar a “consulta pública”. Quando os projectos são desenvolvidos por empresas públicas ou tomam a forma de PPP (parcerias público-privadas), este passo essencial de confirmação do consenso é eliminado e os Deputados não são ouvidos nem achados. Por isso, as decisões tomadas em Gabinete não reúnem os consensos imprescindíveis ao sucesso dos grandes projectos estruturantes e por isso não comprometerem quase ninguém.

Mas comprometem, sempre, os contribuintes, que pagam bem caro cada “pára” e cada “arranca”.
Com as consequências que estão à vista.
Portugal necessita de investimento mais produtivo. Mais investimento sim, se fôr melhor investimento.
Manifestos Pros e Contras

sexta-feira, junho 19, 2009

Progresso nos Objectivos do Milénio


Ainda falta muito a fazer para atingir os Objectivos do Milénio.

Governar com um olho na economia e outro nas sondagens


A situação de crise exige medidas corajosas e políticas concertadas.

É inutil tentar governar com um olho na economia e outro nas sondagens.

quarta-feira, junho 17, 2009

Projecto em Nampula entre os melhores

A Federação Europeia da Soroptimist International vai premiar o melhor projecto subordinado ao tema Soroptimistas pela Água, Soroptimists Go for Water, e um projecto Moçambicano está entre os 8 projectos finalistas, que inclui o projecto do Clube de Udine para a vila de Chica, Nampula, Moçambique.

Um juri de peritos vai seleccionar o projecto vencedor e atribuir um prémio de 10.000 Euros no Congresso soroptimista em Amsterdam no início de Julho-2009. O Prémio Público de 5.000 Euros será atribuido em função dos votos registados no portal. Por isso, todas as soroptimistas e amigos são convidados a visitar o mini-portal http://www.soroptimistsgoforwater.nl/, a conhecer o projecto do Clube de Udine e os projectos finalistas e a VOTAR já no seu projecto favorito entre os finalistas para o Prémio de Melhores Práticas da Água, Water Best Practice Award.

O projecto consiste na construção de um poço e instalação de uma bomba manual para fornecer água potável ao Centro de Saúde de Chica, uma vila com população de 40.000 no distrito de Ribaué, na província de Nampula. O projecto , que foi promovido por quatro clubes soroptimistas italianos de Udine, Pordenone, Gorizia e Alto Friuli, é um dos 232 projectos desenvolvidos em linha com a iniciativa da União Italiana, Pax per Aquam. O investimento do projecto de EUR 6.717 foi concluido ainda em 2008, e o poço produz cerca de 1.200 litros de água por hora, quando a bomba é operada por um homem, algo menos quando operada por uma mulher ou criança.

O projecto do Clube Udine, um poço para Chica , a well for Chica, têve origem em contactos entre arquitectos que estudaram juntos em Itália, o Arq. Tecle Mahar e o Arq. de Eccher que acompanharam a implementação do projecto.

Moçambique é classificado em número 171º entre 177 países em termos do índice de desenvolvimento humano. O fornecimento de água potável faz um grande contributo para o desenvolvimento da região.

Parabéns aos Clubes de Udine, Pordenone, Gorizia e Alto Friuli na Italia e votos de boa saúde aos residentes de Chica, Nampula.

VER também projectos portugueses apresentados como boas práticas em Istambul

sexta-feira, junho 12, 2009

Engenheiro Consultor Moçambique

Consultant Engineer (2009066)
Country/Region: Mozambique
Apply By: 10 July 2009
Organization(s): International Relief & Development
Please use company website to apply http://hostedjobs.openhire.com/epostings/submit.cfm?fuseaction=app.dspjob&jobid=213654&company_id=15852&jobboardid=657
Contract Length: Full-time staff position, Duration: 20-30 Working Days
Reference No: 213654

International Relief & Development (IRD) is seeking a qualified Civil Engineer with knowledge of Mozambique's construction business environment and experience in vertical structure projects in Mozambique for a short term consultancy.

General Responsibilities:
- Provide technical input on designs, BOQs and specification;- Interview selected subcontractors and services companies;- Perform site visits and risk assessments with IRD engineers and other staff;- Other duties as required.
Specific Responsibilities:
- Perform an overall evaluation and analysis of the existing design and construction companies in Mozambique;
- Establish practical risk factors and mitigation measures for design/construction of the targeted facilities in Mozambique;
- Participate in and provide detailed inputs during the pre-proposal and proposal development stage;
- Develop cost estimates of design and construction'- Document all findings.
REQUIRED EXPERIENCE
- Bachelor or Masters (preferred) in Civil Engineering or a related degree
- Proven experience in multi-million dollar sized construction projects in a complex environment; experience in Mozambique strongly preferred
- English language required; Good written and oral communications skills
- Knowledge and experience with Portuguese language
- Excellent interpersonal skills, including patience, diplomacy, willingness to listen and respect for colleagues

quarta-feira, junho 10, 2009

Restoring the Beira Transpport Corridor

EIB and EU-Africa Infrastructure trust fund will work together to help rebuild Beira Transport corridor in Mozambique.
At the end of April-2009, The European Investment Bank (EIB) announced it is lending EUR 65 million to the Republic of Mozambique for the rehabilitation of the Beira corridor in Mozambique. The EIB loan will be complemented by a EUR 29 million interest rate subsidy from the EU-Africa Infrastructure Trust Fund. The funding package will support improvements to the Sena railway line and the restoration of the Beira port access channel.
The rehabilitation of the Beira corridor is an emblematic project for Mozambique, restoring efficient links to other countries in the region and facilitating international trade. By improving Mozambique’s transport services by sea to international ports and by rail to the landlocked countries of southern Africa, the project will catalyse local and regional economic growth and contribute to overall poverty alleviation.

SEE europafrica
SEE http://europa.eu/rapid/pressReleasesAction.do?reference=BEI/09/69&format=HTML&aged=0&language=EN&guiLanguage=en

de Abril de 2009

O BEI e o Fundo Fiduciário UE-África para as Infra-estruturas trabalham em parceria para ajudar a reconstruir o corredor de transportes da Beira em Moçambique
O Banco Europeu de Investimento (BEI) concedeu um empréstimo no valor de 65 milhões de euros à República de Moçambique para a reabilitação do Corredor da Beira. O empréstimo do BEI será complementado com uma bonificação de juros no valor de 29 milhões de euros do Fundo Fiduciário UE-África para as Infra-estruturas. O pacote de financiamento irá apoiar melhorias na linha férrea de Sena e a recuperação do canal de acesso ao porto da Beira.
A reabilitação do Corredor da Beira é um projecto emblemático para Moçambique, restabelecendo ligações eficazes a outros países da região e facilitando o comércio internacional. Ao melhorar os serviços de transporte marítimo de Moçambique para os portos internacionais e os serviços de transporte ferroviário para os Estados interiores da África Austral, o projecto irá dinamizar o crescimento económico local e regional e contribuir para a redução geral da pobreza
.
VER comunicado

segunda-feira, junho 08, 2009

Lessons of History


Dizem que quem esquece as Lições da História, está condenado a repeti-la.
"O Orçamento Nacional deve ser equilibrado. As Dívidas Públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos devem ser reduzidos, se a Nação não quiser ir à falência..."
Palavras de Marcus Tullius, Roma, Século I ... ou de um qualquer país Século XXI

sábado, junho 06, 2009

Engenheiro de estruturas para Moçambique, candidatura até 4-Julho-2009

Chief Engineer, Mozambique (2009063) Please use company website to apply http://hostedjobs.openhire.com/epostings/submit.cfm?fuseaction=app.dspjob&jobid=213061&company_id=15852&jobboardid=657

Organization(s): International Relief & Development
Country/Region: Mozambique, Reference No: 213061
Apply by: 4-July-2009

International Relief and Development (IRD) is seeking a qualified Chief Engineer for vertical structure projects in Mozambique. The Chief Engineer will be the primary point of contact with clients, local authorities and will oversee all construction activities.The Chief Engineer will be directly responsible for managing and supervising construction management teams including Project Managers, Quality Control Managers, Field Inspection Engineers, Surveyors, Specialists and other relevant staff and/or consultants, as well as the management and development of implementing contractors.The incumbent will ensure that all construction aspects of the projects are following proposed timelines and are implemented according to client and IRD standards.
Major Responsibilities:
- Represent IRD in Mozambique for specific infrastructure projects;
- Responsible for relationship with clients and timely delivery of outputs/construction activities;
- Manage and supervise performance of respective teams of individual engineering consultants or other field personnel;
- Responsible for timely execution of projects according to IRD's quality standards and project specifications and take corrective actions as needed in case of a problem;
- Assure that implementing contractors comply with the technical requirements of specifications and bill of quantities;
- Provide guidance and direction to Project Managers, Quality Control Managers, consultants and subcontractors;
- Lead the effort of the field team to meet client and national construction, environmental and safety standards;
- Ensure that all construction contracts are managed properly and work flow timelines and all deadlines are met;
- Assure cost scheduling system through Primavera Engineer /Scheduler;
- Address and resolve any major issues in regard construction contract implementation;- Manage and supervise work load of respective staff members;
- Perform other duties as assigned.Required skills
- Bachelor or Masters (preferred) in Civil Engineering or related degree.
- Comprehensive understanding of USAID procedures and policies.
- Working knowledge of FIDIC and FAR conditions of contract.
- English language fluency required; Good written and oral communications skills required.
- Knowledge and experience with Portuguese.
- Excellent interpersonal skills, including patience, diplomacy, willingness to listen and respect for colleagues. Must be capable of working both individually and as part of a team.
- Ability to work effectively in a fast-paced, stressful environment. Must be flexible, willing to perform other duties and work irregular hours.
Experience required: Proven experience in management of multi million dollars size construction projects in a complex environment; experience in Mozambique strongly preferred. --

terça-feira, junho 02, 2009

Infra Finance Specialist, Indonesia

Infrastructure Finance Specialists
Indonesia Senior-level
Apply By: 18 June 2009
Application instructions
Organization(s): DAI, Water@dai.com
Contract Length: Long-term consulting assignment

Infrastructure Finance Specialists
DAI works at the cutting edge of international development, combining technical excellence, professional project management, and exceptional customer service to solve our clients' most complex problems. Since 1970, DAI has worked in 150 developing and transition countries, providing comprehensive development solutions in areas including crisis mitigation and stability operations, democratic governance and public sector management, agriculture and agribusiness, private sector development and financial services, economics and trade, HIV/AIDS, avian influenza control, water and natural resources management, and energy and climate change. Clients include international development agencies, international lending institutions, private corporations and philanthropies, and host-country governments.
We are seeking experienced professionals with experience in the areas identified below for anticipated long-term overseas assignments in Indonesia on projects to be funded by the U.S. Agency for International Development (USAID).
We anticipate that these projects will include components that focus on:
• Capital investment planning for improving basic services- especially working with local government and utilities on planning and prioritizing capital investments for system expansion and rehabilitation.
• Project financing - especially of municipal and utility infrastructure. Thus candidates should have had experience either developing or evaluating proposals for project financing for commercial banks or international financial institutions.
• Evaluating the credit worthiness of municipal governments and utilities and the projects funded by these organizations to improve basic public services in terms of financial feasibility and cost recovery.
• Mobilizing domestic capital in conjunction with public sector financing to finance the expansion /improvement of basic services in growing urban areas.
Qualifications:
• University degree in business management, finance or law (related to mobilizing public financing)
• Minimum ten years professional experience in work related to utility capital planning and linking plans and investment priorities to broader utility objectives.
• Experience having worked in a developing country preferred.

Applicants should submit their CVs to Water@dai.com , http://www.dai.com, by June 18, 2009. Only top candidates will be contacted. No telephone inquiries, please.

Asset Maximisation Board will be oversee PPP in New York State

According to Infrastructure Investor, New York State will create a PPP Unit focusing on management of the State's public assets. The Governor approved the creation of a State Asset Maximisation Board and will invite private equity firms, pension funds and developers to invest in the state's infrastructure.

http://infrastructureinvestor.com/

Estádio em PPP


A empresa portuguesa Lusoarenas participa na Parceria Pública Privada que vai construir o novo estádio Arena das Dunas na cidade brasileira do Natal a tempo para a Copa do Mundo de 2014.

Os investidores têm um contrato de 30 anos. A empresa portuguesa Lusoarenas, presidida por Antônio Espirito Santo Bustorff, será acompanhada na empreitada pela francesa Bouygues e pelas brasileiras Valora e Serveng-Civilsan, vislumbra um quadro dos mais otimistas para o novo empreendimento.

O complexo de Natal será construído por meio de Parcerias Público-Privadas (PPPs). Dessa forma, a venda dos espaços para comércio e residência - em uma área útil de 300 mil metros quadrados.

O estádio é considerado de construção simples, pelo fato de estar todo dividido em módulos. O contrato para implementação do projeto deva ser assinado no início do segundo semestre deste ano. A Lusorarenas contará com o apoio da operadora de instalações Global Spectrum, parceiro exclusivo da Lusoarenas no Brasil na área de gestão de instalações para o grande público no período de administração do novo Estádio das Dunas.

domingo, maio 31, 2009

Enfermeiros a menos em Portugal

Segundo os dados da OMS-Organização Mundial de Saúde, Portugal tem apenas 480 enfermeiros por 100.000 de população, bastante abaixo do nivel de 744 enfermeiros de Espanha e alguns outros países europeus.

Alguns países como a Holanda e a Irlanda, que têm bons resultados de saúde, têm mais de 1.500 enfermeiros por 100.000 de população.
Com o envelhecimento da população, haverá cada vez mais procura de enfeirmeiros e outros profissionais de saúde.

sábado, maio 30, 2009

Votar nas Maravilhas Portuguesas no Mundo

A grande História de Portugal ainda hoje se pode ver além frontreiras, nos lugares onde os portugueses marcaram a sua presença. Os portugueses foram os protagonistas na primeira grande odisseia global dos Descobrimentos e do encontro de culturas.
Portugal é o país do mundo cujos monumentos estão mais dispersos em termos geográficos. Para recordarmos, reconhecermos e apreciarmos esta vertente mundial da história portuguesa, vamos saber mais sobre os 27 monumentos de origem portuguesa que são classificados como Património Mundial, participando e votando no concurso para seleccionar as 7 Maravilhas Portuguesas no Mundo,
http://www.7maravilhas.sapo.pt/
...
Alguns dos monumentos a concurso são:
- Cidadela de Fasil Ghebi, Etiópia
- Ilha de James, Gâmbia

-Fortes e Castelos, Accra, Gana
- Mazagão (El Jadica), Marrocos
- Ilha de Moçambique
-Iha de Goreia, Senegal
- Ruínas de Kilwa de Songo Mnara, Tanzânia
- Missões Jesuitas dos Guarani, Brasil e Argentina
- Centros históricos de Salvador, S. Luis, Diamantina, Góias, Olinda, Ouro Preto, Brasil
- Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas, Brasil
- Missões Jesuítas de Trinidad do Paraná Jesus de Tavaranque no Paraguai
- Bairro histórico da Colónia do Sacramento, Uruguai
- Sítio arqueológico de Qal'at al-Bahrain, Bahrain
- Centro histórico de Macau
- Igrejas e conventos, Gôa, India
- Cidade velha de Galle, Sri Lanka
- Cidade Velha de Santiago, Cabo Verde


VER http://www.7maravilhas.sapo.pt/
e Blog de Viagens às Maravilhas Portuguesas no Mundo

segunda-feira, maio 25, 2009

Moçambique vai avaliar PARPA II Redução da Pobreza

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
DIRECÇÃO NACIONAL DE ESTUDOS E ANÁLISE DE POLÍTICAS

The Government of Mozambique is undertaking an evaluation of its second Poverty Reduction Strategy Paper, the PARPA II. It will contract various consultants for studies to be conducted in the period July-Sept 2009, including
- Poverty reduction;
- agriculture;
- the private sector;
- taxation;
-nutrition;
- decentralization;
- gender; and
-access to justice.
Selection will follow a competitive bidding process.Terms of reference for individual studies will be advertised in national media and on www.mpd.gov.mz in the third week of May.
For further information, and to receive terms of reference for individual studies, please send your contact details to:
Breandanoceallaigh@gmail.com or CTaylor@mpd.gov.mz

Moçambique lança concursos este mês de Maio para seleccionar consultores para um conjunto de estudos de avaliação da PARPA II, a estratégia de redução da pobreza.

sexta-feira, maio 22, 2009

Água no Século XXI em seminário, 23-Maio, 14h30

Soroptimists go for Water é o tema dos projectos das soroptimistas europeias no período de 2007-2011.
Ao celebrar o seu 13º Aniversário, a União de Portugal vai discutir a Água no Século XXI com especialistas portuguesas e internacionais.
Catarina Albuquerque, a primeira relatora especial das Nacões Unidas para o direito à água, vai falar das políticas da água.
Maria Emília Freire, que tem trabalhado durante anos no Banco Mundial, vai falar dos desafios da gestão da água.
Maria Teresa Oliveira vai falar da educação para a sustentabilidade.
Mais de mil milhões de pessoas no mundo não têm acesso a água segura para beber, 2,6 mil milhões de pessoas continuam sem usufruir de saneamento básico e quatro mil crianças morrem diariamente por ingerirem água contaminada. Mas o problema da água existe também em Portugal e outros países desenvolvidos.
Tradicionalmente, são as raparigas e mulheres as responsáveis por carregar a água para toda a família, o que acaba por as afastar da escola.
Este evento das Soroptimistas em Prol da Água é aberto à participação pública.
Data: sábado, 23-Maio-2009, 14h30
Lugar: Casa Fernanda Pessoa
Rua Coelho da Rocha, 16
Campo de Ourique, Lisboa

quinta-feira, maio 14, 2009

Improving literacy a must


A boa notícia é que Portugal tem feito enormes progressos na melhoria da alfabetização nas últimas décadas.

A má notícia é que Portugal continua bem abaixo da média europeia e de outros países de tamanho similar e nível de desenvolvimento, de modo que o investimento em educação deve continuar.

A escolaridade obrigatória só agora vai aumentar de 9 º ano para o 12 º ano com início no ano lectivo de 2009-2010.

Outros países de língua portuguesa também comparam mal com os seus vizinhos no que toca à alfabetização. Precisamos de uma grande campanha conjunta para  estão a atacar o analfabetismo, uma das  más heranças da lusofonia. 

Ver as taxas de alfabetização abaixo, com percentagem da população com 15 ou mais anos de idade.   

The good news is that Portugal has made great progress in improving literacy in recent decades.

The bad news is that Portugal remains well below the European average and other countries of similar size and levels of development, so the investment in schooling needs to continue.

Mandatory schooling will only now increase from 9th grade to 12th grade beginning with the 2009-2010 school year.

None too soon for Portugal and for other Portuguese speaking countries!

Selectedc literacy rates, % of population 15+ or older:
Spain 97.9
Portugal 94.9
Brazil 90.0
Dominican Republic 89.1
Sao Tome and Principe 84.9
Cape Verde 81.2
Angola 67.4
Democratic Republic of the Congo 67.2
Haiti 54.8
Morocco 52.3
Timor-Leste 50.1
Guinea-Bissau 44.8
Mozambique 38.7

Portugal e os outros países lusófonos tem que investir para obter melhores resultados na alfabetização e literacia das suas populações.
Agora que comemoramos o Centenário da República, será que melhorámos o suficiente? 

segunda-feira, abril 27, 2009

Consultores de longo prazo, Moçambique

ADRA, Adventist Development and Relief Agency procura consultores de longo prazo para Moçambique
Apply by: 15 May 2009, http://www.adra.org, adra@agents.icims.com

ADRA is seeking candidates for an upcoming project in Mozambique, focusing on crop disease control and mitigation, smallholder livelihood and agribusiness development, and coastal crop diversification.

Qualifications for all candidates:
Experience in Lusophone Africa (PALOP) is preferred
Fluency in Portuguese and English, written and spoken
Advanced degrees and 5 years of experience is required for mid-level positions
Working knowledge of Microsoft Office applications
Experience on donor projects in program design, management, or implementation is preferred
All positions are contingent upon ADRA being awarded this project.
Please indicate the position sought. Only finalists will be contacted.
Women and minorities are encouraged to apply.

Project Manager, to oversee all aspects of project implementation, including:
Provide overall management and technical direction, and ensure that the project is managed according to the approved yearly work-plans and achieves monitoring and evaluation plan targets.
Identify issues and risks related to program implementation in a timely manner and suggest appropriate program adjustments.
Maintain strong relationships with the home office, donor personnel, partners, collaborators and other stakeholders, represent ADRA and the project to the public and the donor community.
Job Qualifications:
Minimum of Masters degree in agribusiness, agricultural economics or related field
Experience in one or more of the following technical disciplines: establishing and strengthening producer associations, linking producers to markets, establishing/strengthening extension services, building capacity of rural agribusiness

Other positions:
Deputy Project Manager
Disease/Phytosanitary Control Specialist: tree removal in Coconut Lethal Yellowing Disease (CLYD)-infected areas and replanting of coconut trees,training programs and responsible use of fire and quarantine methodologies.
Agronomist: coconut replanting and intercropping efforts.
Marketing/Business Development Specialist: build marketing capacity of the coconut industry and of traders and processors in Zambézia and Nampula A
Social Specialist/Community Participation Specialist: serve as the liaison between stakeholder institutions, project beneficiaries and the project team
Financial Administrator/Grant Manager: develop the operational rules and procedures for the grant fund in accordance with donor specifications
Project Accountant
Monitoring & Evaluation Specialist

Job ID Job Title Location Posted Date
1338 ADRA Mozambique- MCC Monitoring & Evaluation Specialist MZ 04-22-09
1337 ADRA Mozambique- MCC Project Accountant MZ 04-22-09
1336 ADRA Mozambique- MCC Financial Administrator/Grant Manager MZ 04-22-09
1335 ADRA Mozambique- MCC Social Specialist/Community Participation Specialist MZ 04-22-09
1334 ADRA Mozambique- MCC Marketing/Business Development Specialist MZ 04-22-09
1333 ADRA Mozambique- MCC Agronomist MZ 04-22-09
1332 ADRA Mozambique- MCC Disease/Phytosanitary Control Specialist MZ 04-22-09
1331 ADRA Mozambique- MCC Deputy Project Manager MZ 04-22-09
1330 ADRA Mozambique- MCC Project Manager MZ 04-22-09

sábado, abril 25, 2009

Consultores Procuram-se, CDE

A CDE, Centro de Desenvolvimento da Empresa, cto@cde.int
procura consultores para trabalhar sobre
- exportação de cacau
- transporte fluvial
- energia solar

The ACP-EU Centre for the Development of Enterprise (CDE) seeksconsultants and technical organisations (universities, specialisedcentres) from ACP or EU countries, specialised in different fields ofexpertise:

1. SOLAR ENERGY: CDE wishes to hire an experienced consultant with an extensive knowledge of solar energy. The scope of theassignment is to explore investment opportunities within the lattersub-sector and promote private sector investment. The CDE would liketo undertake a preliminary investigation that will lead to acomprehensive understanding of the potential risks and rewards ofinvesting in solar energy.

2. COCOA : CDE provides support for exporting companies in Cocoa, andmore specifically on the original and aromatic cocoa.
To this end, CDE will need experts to carry out the following tasks:
- Audit of production
- Audit of primary processing (fermentation, drying),transport and storage, quality
- The Fair Trade Certifications, organic production and/or biological.
- Feasibility study
- Market networking

Contact in CDE : Erik Rotsaert : ero@cde.int

3. FLUVIAL TRANSPORT: CDE wishes to initiate technical assistance andtraining, in the field of river transport of goods in the Congo Riverbasin. CDE will launch consultations through companies, institutionsor consultants that may take one or both of the following tasks:- Crew training (navigation, safety, loading, etc.)- Training of personnel for the maintenance crew, mechanics andelectricity IWT vessels- Training in business management of inland waterway transport- Interventions for technical assistance and capacity building offluvial transport- Feasibility studies on the development / creation of river transport companies
Send their CV to Mr. Yves DRICOT: ydr@cde.int

Centre pour le Développement de l'Entreprise Centre for the Development of Enterprise
Avenue Herrmann-Debroux
52B - 1160 BRUSSELS - Belgium
Tel: (direct line) +32 2 679 19 01Tel: (switchboard) +32 2 679 18 11Fax: +32 2 6752603
E-mail: jde@cde.int
www.cde.int

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sábado, abril 18, 2009

IV International Consulting Skills Workshop, 23-24 Abril

International Consulting Skills Workshop, 23-24 Abril 2009

Em tempo de crise, é essencial investir no relacionamento com os clientes.
Agora pode participar na IV edição desta formação muito apreciada por um preço especial de apenas €95!

Este workshop, promovido pelo CENTROP, VSFPortugal, INOVISA e a PPP Lusofonia, vai permitir aos especialistas e profissionais, que querem dedicar-se à consultoria internacional, reforçar as suas capacidades de consultoria e de relacionamento com os clientes.
O workshop está estruturado para assegurar que os participantes experimentem os desafios de situações da vida real. Terão a oportunidade de aplicar as ferramentas e as técnicas, apresentadas em pequenas sessões teóricas, a situações simuladas de negócios com limitação de tempo e de recursos.
O workshop representa um desafio considerável, com uma abordagem muito interactiva e com um elevado grau de envolvimento dos participantes. Ao longo do curso, os participantes ganham consciência e desenvolvem as suas capacidades pessoais, incluindo observação, questionamento, construção de consensos, facilitação, construção de equipas, apresentação, resolução de problemas, tomada de decisão, gestão de tempo, para além de dar e receber feedback.
Este workshop constitui uma oportunidade para os participantes de reexaminar processos e objectivos, na procura de respostas com abordagens inovadoras a fim de satisfazer as necessidades de um novo paradigma gerado pela actual situação económica.
Um estudo de caso constitui uma componente fundamental do workshop, que é utilizada como uma ferramenta que permita ajudar os participantes a desenvolver a sua forma de pensar para que possam definir os problemas correctamente. Vão adquirir as competências requeridas, incluindo os elementos essenciais de gestão do projecto e da gestão do tempo.

O seminário centra-se na construção das competências necessárias para:
• identificar o que está a acontecer no mundo e o que tal significa para os clientes;

• ajudar os clientes e colegas de trabalho a identificar os problemas e as soluções apropriadas;

• construir relacionamentos efectivos com colegas, fornecedores e clientes.

Data e duração:
Quinta-feira, 23 de Abril de 2009, 9.00-18:00
Sexta-feira, 24 de Abril de 2009, 9:00-18:00
Local: ISA, Instituto Superior de Agronomia, Universidade Técnica de Lisboa, Tapada da Ajuda

Preço especial: 95 euros, incluindo a documentação, certificado, cafés, almoço em grupo na quinta-feira e sexta-feira.
Incrições on-line efectuadas até ao dia 20 de Abril de 2009.

Coordenação: Jeffrey Frankel (Phd em Química, MBA), formador com 10 anos de experiência na formação de consultores na Europa, vai ministrar o workshop em inglês, para que possam beneficiar profissionalmente aqueles cuja prática da língua inglesa necessita de evoluir.

Para consulta do folheto informativo clique aqui

sexta-feira, abril 17, 2009

Dias do Desenvolvimento em Lisboa 28-29 Abril, 2009

O segundo encontro Dias do Desenvolvimento vai realizar-se em Lisboa sob o tema Por um Mundo Sustentável
Local: Centro de Congressos de Lisboa, à Junqueira

Data: 28 de Abril a 29 de Abril de 2009

Organização: Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD)

Neste encontro estarão em debate os seguintes temas:
-A Água e o Combate à Pobreza;
-As Energias Alternativas e o Desenvolvimento Económico e Sustentável;
-A Gestão dos Recursos e o respeito pelo Meio Ambiente;
-O Desafio Alimentar;
-A Eficácia da Ajuda;
-Saúde e o Desenvolvimento Humano.

Com o objectivo de integrar as questões de saúde e ambiente nos países em desenvolvimento, o terá lugar um evento paralelo subordinado ao tema “Alterações climáticas, Saúde e Cooperação”.

Os Dias do Desenvolvimento pretendem continuar o caminho de reflexão, intercâmbio e divulgação de actividades de cooperação desenvolvidas por entidades portuguesas públicas e privadas, nomeadamente associações empresariais, escolas, universidades, fundações, câmaras municipais, organizações da sociedade civil, entre as quais ONGD. A participação é gratuita.

Saúde e Comportamento, Universidade do Minho, 16-18 Abril

O I Congresso de Saúde e Comportamento nos Países de Língua Portuguesa realiza-se na Universidade do Minho, 16-18 de Abril de 2009
O Congresso conta com o apoio da International Society of Behavioral Medicine, a Sociedade congénere, a nível internacional, da Sociedade Portuguesa de Saúde e Comportamento.

terça-feira, março 31, 2009

Consultores para Timor

Internal Governance Adviser – A051D,
Civil Service Commission
GRM International Timor-Leste March 30, 2009

Human Resource Management Adviser – A051C,
Civil Service Commission
GRM International Timor-Leste March 30, 2009

Human Resource Development Adviser – A051B,
Civil Service Commission
GRM International Timor-LesteMarch 30, 2009

National Priorities & Aid Effectiveness Directorate – A050,
Ministry of Finance
GRM International Timor-Leste March 30, 2009

Fonte: http://www.devex.com

quinta-feira, março 26, 2009

O benefício é o trânsito que passará nela

Segundo o Presidente da República Cavaco Silva, ainda se confunde custos com benefícios quando se trata de investimento público, o que representa uma importante alerta à governação.

"Uma estrada é toda ela custos. O benefício é o trânsito que passará nela. Se não houver trânsito, não há benefício, é zero."

Por isso se fala de TTT, tráfego, tráfego, tráfego, como os principais factores de sucesso no financiamento de infra-estruturas. Este conceito fundamental aplica-se quer o projecto seja financiado pelos bancos, quer pelos contribuintes. "Se uma estrada não tiver trânsito, há um que ganha, o empreiteiro, e há um que perde, o português que paga impostos"
(VER PPP Lusofonia http://ppplusofonia.blogspot.com/2008/03/trfego-trfego-trfego.html)

Como economista, Cavaco Silva apontou também o exemplo de um projecto privado, em que o investimento do empresário é custo, o benefício seria a sua produção. "Se não produzir nada, não ganha". Neste caso, valia a pena fazer uma pequena EMENDA: O investimento na fábrica é o custo, o benefício é a produção VENDIDA. Se não produzir e VENDER o SUFICIENTE, não ganha.

Presidente da República inaugurou Museu Municipal de Penafiel
Poderá consultar este texto completo em http://www.presidencia.pt/?idc=10&idi=25997
VER video em www.presidencia.pt

Fontes:Agência Financeira
Público.pt
Dinheiro Digital
Diário Digital
Jornal da Madeira
Newstin
Correio da Manhã
Penafiel