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sexta-feira, maio 15, 2020

Cá se vai escapando ... da crise COVID19...das outras não

Em 2020, no Ano de Todas as Crises, sanitárias, economicas, financeiras, sociais e politicas...

Os Portugueses continuam atolados numa crise económica das mais persistentes da Europa com a pior evolução salarial desde 2000, numa Europa cada vez mais divergente, sem solidariedade eficaz.

VER https://www.economist.com/briefing/2020/05/14/the-covid-19-pandemic-puts-pressure-on-the-eu


Entretanto Portugal é apontado como um caso de sucesso, escapando ao pior da COVID19 com uma resposta rápida e eficaz
https://www.politico.eu/article/how-portugal-became-europes-coronavirus-exception/
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quinta-feira, maio 14, 2020

TARGET2 aponta para outra crise, pior

TARGET2  rising (in)balances point to another Eurozone crisis  in 2020, worse than 2018-2012 

Os saldos do sistema TARGET2 de pagamentos entre os Bancos Centrais da Eurozone são um indicador-chave da crise da balança de pagamentos intra-europeia e continua a ser um marcador da instabilidade financeira da Eurozone.  A partir de setembro de 2015, o BCE fornece os valores num banco de dados comum.

Os saldos a receber e a pagar entre os Bancos Centrais nacionais deveriam reverter sempre para perto de zero. 

Parte do superavite do Bundesbank alemão reflete a fuga de capitais voláteis (hot money) para a Alemanha, que aumenta em momentos de incerteza e de maior risco e podem moderar em tempos da acalmia.

Mas outra parte destes desequilibrios refletem os saldos comerciais em desquilibrio persistente, crescente e perigoso.

A divergência acentuada e progressiva dos saldos TARGET2 desde 2015 vai ser, mais uma vez,  insustentável.
A crise financeira e politica vai rebentar, só não sabemos quando e como.

Mariana Abrantes de Sousa 
Economista
Fonte: http://www.eurocrisismonitor.com/

The problem with GERMANY is not the ECB nor COVID19

The problem with GERMANY is the same as always.

Mais uma vez, a Europa tem um problema com a Alemanha. E desta vez não é diferente.
Na visão da Alemanha e dos mercados financeiros, a Europa é a Alemanha e o resto é paisagem.

Em vez de perguntar se a politica do BCE de comprar  Obrigações dos  Tesouros nacionais é legal, deve-se perguntar porque é necessário aumentar a liquidez no  mercado financeiro europeu de tal forma que as taxas Euribor se tornam negativas e deixam de dar os sinais necessários para a poupança.
A excessiva liquidez do BCE é necessária porque a União Europeia é INCAPAZ de instaurar o estímulo fiscal necessário e urgente nesta crise Covid19 como foi nas outras crises.
O grosso do estimulo orçamental europeu é lançado na Alemanha para os alemães, incluindo para os produtores de automóveis que enganaram os consumidores no Dieselgate  durante anos mas não indemnizaram a maioria dos clientes europeus, como eu.
EU Court Faces 'Declaration of War' From German Top Judges - Bloomberg

O Tribunal  STJ alemão até pode ter razão em temos jurídicos, bem argumentados em latim. 


Mas a Alemanha está muito errada em termos económicos. 

A lei dos homens não se consegue sobrepôr às leis da economia, que ditam que todos os deselibrios económicos têm que ser corrigidos, mais cedo num suave vai e vem ou bruscamente em fortes crises mais tarde.

Se a Alemanha não quer ser a "locomotiva da Europa" , se quer defender os seus excedentes comerciais e os seus superavites orçamentais a todo custo de todos nós, o Sonho Europeu desvanece-se.  Por isso se deixou de falar da "convergência" prometida até 1999.

Não há União, comercial, aduaneira e/ou monetária, que aguente desequilibrios e divergencias permanentes e crescentes.

Mariana Abrantes de Sousa 
Economista
#COVID19 #EuropeanUnion #Divergence

FT ECB and the German court ruling 
The European Central Bank is deluding itself over German court ruling.
A smart response would be for the EU to address the problems of the eurozone head on.
The ruling last week highlighted the toxic idea that the eurozone can forever rely for its survival on its central bankers, and their enthusiasm in pushing EU laws to the limits.
https://www.ft.com/content/fc487cac-9105-11ea-9207-ace009a12028?fbclid=IwAR2q8Z11efZhPlV6AvXLDkgy4B4SPmLX27eHuIlrfa7XhxISSVF0sAk5uf4

 Germany is vastly outspending other countries with its coronavirus stimulus
  • Germany is going to need “as much support as possible” and it has “the fiscal space” to do it, Zsolt Darvas, a senior fellow at the Brussels-based think tank Bruegel and one of the authors of the data study, told CNBC Friday.The data study also shows that European countries with more limited fiscal space have been “cautious” in stepping up their immediate contributions.
  • Volkswagen strikes 'dieselgate' compensation deal with German consumers  https://www.france24.com/en/20200228-volkswagen-strikes-dieselgate-compensation-deal-with-german-consumers The mass lawsuit is one of the biggest legal hangovers from VW's 2015 admission to fitting 11 million vehicles worldwide with software to make the engines appear less polluting in regulatory tests than in real driving conditions.

sexta-feira, maio 08, 2020

Conviver com Covid-19 - Reinventar Europa e Portugal como destinos turísticos

O setor europeu de turismo vai ter um Plano Marshall para recuperar e criar resiliência na nova era da Covid-19.

Os setores de HORECA, hoteis, restaurantes e catering e de viagens aéreas estão em cheque. Foram dos mais afetados pelo isolamento social e necessitam de ajudas para se reinventar.
  •  Estadias de turistas serão mais longas, de preferencia de carro ou comboio. Os City Breaks de 3 dias com um saltinho de avião Low Cost deixam de compensar. Desinfetar um quarto após uma estadia de 2 noites fica mais caro, por dia, do que desinfetar a fundo após uma estadia de uma semana.
  • As segundas casas, seja um refúgio na montanha, uma casa de campo, uma casinha de praia, ou até uma caravana ou roulotte, tornam-se mais importantes, mais valorizadas.
  • Os restaurantes grandes podem adaptar-se melhor ao disanciamento social. As tasquinhas necessitam ter esplanadas.
A Europa é um dos grandes destinos turisticos do mundo, pelos seus sítios culturais e históricos, pela oferta organizada, pela sua arte de bem receber. 
O setor de viagens e turismo ocupa  12% dos trabalhadores na Europa, e até 20% nos países do sul como Portugal. O turismo necessita criatividade, vontade e ajudas para se adaptar e resistir.

O Comissario Europeu para o Turismo promete uma  "abordagem de ecossistema" para alinhar todos  em torno de objetivo comum.
Quem quer ir mais longe vai junto.
Mesmo assim, alguns podem acabar por  ficar para trás.

E a nossa linda  Torre de Belém continuará a ser um dos monumentos mais fotografado de todos. 

Ministros Europeus de Turismo  https://www.turisver.com/ministros-do-turismo-manifestam-forte-apoio-a-medidas-para-a-rapida-recuperacao-do-sector/
Travel and Tourism https://www.nytimes.com/interactive/2020/05/06/travel/coronavirus-travel-questions.html
Covid-19 Europe update ECDC https://www.ecdc.europa.eu/en/cases-2019-ncov-eueea?fbclid=IwAR3yNnaZw56tqebmv9wcCWm6EzSCLgT3-TMVBc72iaAe7tt7eHm77Ssq-cM

domingo, maio 26, 2019

Eleitor- Quem quer votar para uma Europa mais equilibrada, vota HOJE


Os votos dos portugueses serão ouvidos no Parlamento Europeu?

Resultado de imagem para parlamento europeu edifícioDizem alguns eleitores (abstencionistas) e comentadores políticos que as eleições europeias não servem para nada, senão para "legitimar a concentração de poder nos grandes partidos dos grandes países membros".
Talvez, mas isso não justifica ficar em casa hoje.  
De facto, mesmo se os portugueses votassem todos no mesmo partido, os nossos 21 Deputados seriam sempre diluídos nos 751 Membros do Parlamento Europeu em Estrasburgo. 

A União Europeia ainda é uma federação jovem, com pouca tradição de representatividade. Compare-se o PE com o Congresso da federação americana, um modelo desenhado para ser mais equilibrado com um parlamento de duas câmaras, em que ambas têm que aprovar toda a legislação.  O número de Representantes para câmara baixa, a House of Representatives, depende da população do Estado, e são eleitos pelo nome, não pelo partido, por mandatos de 2 anos. São apenas 435 no total, de maneira que cada Congressman pode ter bastante mais influencia. O Senado tem 2 Senadores por Estado com mandatos mais longos de 6 anos.  Assim, o Alaska tem (2-1=)3 representantes em Washington, e a California tem (53+2=)55 representantes seus em Washington, todos eleitos em círculos uninominais. Mais, cada eleito tem liberdade de voto na legislação, os votos, os votos desalinhados dos partidos são frequentes e conhecidos pelos eleitores. 

Não havendo modelos ideais em democracia, uma federação diversa e dispersa necessita de mecanismos desenhados para encurtar distâncias e  aproximar e aumentar a representatividade entre os eleitos e os eleitores.  

O Winston Churchill teria razão quando disse um dia que "a democracia é o pior dos regimes, à exceção de todos os outros".  Mas as democracias não são todas iguais, e todos estamos interessados em que funcionem e governem cada vez melhor.

Mariana Abrantes de Sousa 


segunda-feira, maio 20, 2019

EU-UE - Quem quer votar ... vota de CRUZ ?

Quem não vota não conta.
Eu vou votar nas Eleições Europeias para escolher o próximo Parlamento Europeu, que eu considero uma das eleições mais importantes dos últimos anos. 

Mas como não gosto de votar apenas segundo os logotipos dos partidos,  fui ver as listas dos candidatos. Isto é, "a lista" porque em Portugal só há uma lista nacional, e torna-se difícil saber quem está mais "ligado à terra" e pode representar melhor o meu distrito de Viseu. 

Eu gosto de conhecer os candidatos.
Curiosamente a lista de candidatos ao Parlamento Europeu não é publicada pela CNE, mas sim pelo MAI, num .pdf interminável de 17 páginas, manhoso e inviesado, que não dá para fazer "copy-paste" para poder mais fácilmente ser divulgado.  Uma falha evidente de "eGov".
Cerca 17 páginas de nomes para eleger os 21 Deputados de Portugal para um Parlamento Europeu de 750 membros.    Parece desenhado para promover a abstenção.

Vamos desafiar a CNE Comissão Nacional de Eleições a corrigir a lacuna e divulgar. correctamente a lista de candidatos a Deputado Europeu 2019?
Não tendo tempo para transcrever as 17 páginas, deixo aqui o primeiro nome que aparece...
1. Paulo Teixeira de Morais, partido NC- Nós Cidadãos
2....VER a lista completa em
https://www.sg.mai.gov.pt/…/Parlame…/Documents/ListasDAM.pdf

quarta-feira, julho 11, 2018

EurAfrican Forum 2018 - Of Boats and Dragons

EurAfrican Forum - Barcos sem Porto, Fantasma do Dragão
Estoril, 10-Julho-2018

Foi muito interessante assistir à conferência sobre o EurAfrican Forum e encontrar amigos da Diáspora portuguesa.
O evento reuniu líderes africanos e europeus, de governos, empresas e da sociedade civil para discutir objetivos partilhados e explorar novos tipos de cooperação e coligação num momento em que o contexto geopolítico global está mudando rapidamente, trazendo consigo tanto promessas como riscos.

O evento foi organizado por José Manuel Durão Barroso, antigo Presidente da Comissão Europeia e Primeiro Ministro de Portugal e o Conselho da Diáspora Portuguesa, uma associação privada sem fins lucrativos, fundada em 2012, cujo principal objetivo é valorizar a imagem e reputação internacional de Portugal envolvendo a Diáspora portuguesa de comprovada influência que se tenha destacado em vários campos, nomeadamente em Cultura, Cidadania, Ciência e Economia. Esta Rede Mundial Portuguesa conta atualmente com 92 Conselheiros, de mais de 25 países e 45 cidades, nos 5 continentes.

Entre os oradores do EurAfrican Forum estiveram o Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, e numerosos ministros, embaixadores e representantes de países europeus e africanos.

Todos focaram a necessidade de intensificar o diálogo Europa-África, considerando que a África está se tornando cada vez mais importante para a Europa, não só como vizinha o fonte de migrações mas também como parceiro comercial. Os países dos dois continentes necessitam de lidar melhor com os enormes desequilíbrios demográficos, com os fluxos resultantes de migrantes e refugiados e de  saber ajudar a África a responder aos seus enormes desafios de investimento, não apenas em infra-estruturas (EUR 100 biliões/ano), mas também em saúde, educação, segurança alimentar, justiça ...

Eis algumas impressões:

1. A ideia peregrina de que a Europa pode "fechar as rotas do Mediterrâneo" do Oriente Médio e da África é uma "ilusão do pior tipo", considerando famílias pobres com 5,2 filhos na margem sul e famílias ricas com 1,2 filhos na margem norte.  Esta tentativa pode vir a acontecer, com um sofrimento incalculável. Recorde-se os barcos superlotados à deriva no Mediterrâneo, sem porto de abrigo.
Os fenómenos são paralelos:  enquanto os "boat people" asiáticos ruma à Austrália, os "refugiados" africanos rumam à Itália.

2. Os oradores africanos falaram da a sua preferência pelo financiamento do livro de cheques (checkbook financing) da China (le modele chinois) comparado  à lista de condições (checklist financing)  da Europa, com exigências numerosas. Sentia-se mesmo a presença do "dragão na sala".   O deslumbramento dos Africanos com "o cliente chinês" que eu detectei pela primeira vez em Angola em 2004 continua.

3. É claro que a China está importando (e às vezes fazendo permutas ou pagando antecipadamente) as matérias-primas da África sob condições menos transparentes.

4. Em alternativa, a Europa poderia concentrar os seus esforços na importação de outros bens e serviços africanos para gerar crescimento económico sustentável, industrialização e empregos ao sul do Mediterrâneo. Os países pobres que não conseguem exportar bens e serviços, acabam por exportar as pessoas, sejam elas classificadas como meros "migrantes" ou "refugiados" desesperados (ver ponto 1 acima).

Mariana Abrantes de Sousa
PPP Lusofonia

It was very interesting to attend the the conference on EurAfrican Forum in Estoril  and to meet friends from the Portuguese Diaspora.  

The Forum brough toghether African and European leaders from government, business and civil society to discuss shared goals and to collectively explore new types of cooperation and coalitions at a time where the global geopolitical landscape is rapidly changing, bringing with it both promises and risks.

The Forum was organized by José Manuel Durão Barroso, a former President of the European Commission and former Prime Minister of Portugal and the Portuguese Diaspora Council, a  non-profit private association, founded in 2012, aiming to enhance Portugal’s image and international reputation  involving the Portuguese diaspora of proven influence who have distinguished themselves in fields such as Culture, Citizenship, Science and Economics. The World Portuguese Network currently comprises 92 Counselors, from over 25 countries and 45 cities, on the 5 continents.

Forum speakers included President of the Portuguese Republic Marcelo Rebelo de Sousa and numerous ministers, ambassadors and representatives from European and African countries, who all focused on the need to step up the Europe-Africa dialogue. Africa is  becoming more and more important to Europe, as a neighbor, as much as a trading partner.  Toghether, countries from the two continents need to deal with the huge  demographic imbalances and the resulting migration and refugee flows and to help Africa meet its huge investment challenges, not just in infrastructure, but also in health, education, food security, justice... 

Here are a few impressions: 
1. The idea that Europe can "close off  Mediterraneum routes" from the Middle East and Africa is a "fantasy, an illusion of the worst kind", considering poor families with 5.2 children on the southern shores and rich families with 1.2 children on the northern shores. It might just happen anyway, with untold suffering.  Recall the overloaded boats bobbing in the Mediterraneum sea. 

2. The African speakers spoke often about their preference for China's "checkbook investments" over Europe's "checklist-based funding"  with all-too-numerous conditions. We could really  feel the presence of "the dragon in the room".  

3.  Of course China is importing (and sometimes bartering or pre-paying for) raw materials from Africa under less than transparent conditions.   

4. Alterantively, Europe might focus its efforts on importing other African goods & services to generate sustainable economic growth, industrialization and jobs south of the Mediterraneum.  Poor countries which cannot export goods & services, WILL export people, whether they are classified mere "migrants" or desperate "refugees" (see point 1 above). 

Sources: https://www.un.org/sg/en/content/sg/statement/2018-07-10/secretary-generals-video-message-euro-african-forum

segunda-feira, setembro 25, 2017

Europeus votam, imigrantes não - 2017

Os sistemas eleitorais europeus são todos tão diferentes: parlamentares, semi-presidencialistas, presidencialistas, etc.   Alguns  países têm primeira e segunda volta, outros grandes coligações, outros geringonça.    
Vá-se lá entender  as linhas com que nos governam aqui no velho continente Europeu.

Na França, a  extrema direita da Front National  recebeu 21,5% dos votos na primeira volta em Abril 2017.
Na Alemanha, a extrema direita da AfD conseguiu "apenas" 13% dos votos ontem , mas entrou para o Parlamento pela primeira vez.

A realidade é que os refugiados e a maior parte dos emigrantes/imigrantes não votam nas urnas.  Os migrantes deslocados  já votaram,  com os pés.

Já os  muitos dos eleitores que têm acesso às urnas votam para que os refugiados e os imigrantes "voltem para a terra deles".    Eis a ilusão da realidade impossível, dado os enormes desequilíbrios demográficos e/ou económicos entre os países de origem e os países de destino. A realidade possível vai passar por integrar eficazmente os imigrantes nas economias europeias.  Outra coisa não é apenas populismo, é mentira.  E as mentiras pagam-se caras.

https://www.richardcyoung.com/politics/immigration-politics/can-merkel-put-genie-back-bottle/

quinta-feira, agosto 25, 2016

Supplier Diversity in Europe decades behind the US

Resultado de imagem para europe   break upDiversidade de Fornecedores atrasada na Europa

O principal objetivo de um programa de Diversidade de Fornecedores é institucionalizar oportunidades para PMEs, pequenas e médias empresas,  competirem e conseguirem entrar para as cadeias de abastecimento de Governos e de grandes empresas, especialmente dos sectores de distribuição.  
Este processo, conhecido como "diversidade de fornecedores' (Supplier Diversity), é uma forma de compras socialmente responsáveis.

As PMEs são as principais criadoras de emprego em muitos países, e a refletem cada vez mais a diversidade da população.  Já em 2012,    PMEs criavam 85 % dos novos empregos europeus.  E

Expresso | Portugal é o país da Europa que mais aposta nas PME.  


A Diversidade de Fornecedores inclui programas de negócios e estratégias de contratação e compras (procurement and purchasing) que incentivam as organizações a usar uma ampla gama de tipos de fornecedores desfavorecidos, começando com as PME e incluindo diversas empresas detidas e geridas por empresários oriundos de grupos sub-representados, como por exemplo, mulheres, minorias étnicas e culturais.  Na Europa, a lista de pequenos fornecedores desfavorecidos teria que incluir as pequenas empresas oriundas de pequenos países com pequenos mercados locais, empresas do terceiro setor, empresas sociais e outros tipos de organizações.   Os programas de Diversidade geralmente incluem alguns elementos de "descriminação positiva" a favor dos grupos desfavorecidos, ou alguma "reserva de mercado" para assegurar que possam crescer e aparecer.

A Diversidade de Fornecedores torna-se cada vez mais importante para as grandes entidades compradoras, à medida que estas estão sendo questionadas pelos seus  clientes finais sobre a proveniência dos produtos que comercializam.

Ao puxar pelos pequenos fornecedores bons mas desfavorecidos, a Diversidade de Fornecedores pode contribuir tanto para  a actividade económica como para a integração e a inclusão social.  Numa Europa de 2016,  em grande risco de fragmentação, isso poderia beneficiar-nos a todos.

VER+  

Women and Supplier Diversity      http://soroptimistapt.blogspot.pt/2014/10/mulheres-empreendedoras-procuram-se.html
Supplier Diversity Handbook       http://www.bitcni.org.uk/resource/planet-handbook-on-supplier-diversity-in-europe-supplier-diversity-europe/

TTIP US-Europe trade and supplier diversity     http://ppplusofonia.blogspot.pt/2014/11/ged-ttip-and-supplier-diversity-in.html

Supplier Diversity: Is Europe moving fast enough or hardly at all? 


Alis Hemmingsen 

06-Feb-14  

The face of Europe is changing. People are living longer, not only changing the age demographic, but also yielding an increase in the numbers of people with disabilities. Patterns of settlement among ethnic minority immigrant populations are growing and also changing, reflecting in part the nature of the global economy.

Changing attitudes to minorities are reflected in equality legislation. This impacts on the nature of the market place and the needs and preferences of customers and consumers in relation to the goods and services they need and buy.

Also the European SME community is becoming increasingly diverse. Ethnic minority businesses and immigrants have become more established and are now providing products for the wider society. The number of women-owned businesses is steadily increasing. Making this link to the nature of diverse markets and accessing the widest possible pool of potential suppliers is an important part of the supply chain equation.

Procurement plays a key role in the need to respond to this changing external environment and obtain the best strategic fit. Organisations must produce products and services that are appropriate to an increasingly diverse market place, as well as have the ability to find the best suppliers from a diverse supplier base.

Failure to respond in this changing world may lead to strategic drift, loss of competitive advantage, as well as a drop in market share. By implementing supplier diversity procedures businesses can stay aligned with the changing market place.

The payoffs are typically broader than that. When companies make the conscious and active decision to diversify their supply chain they also create stronger relationships with their suppliers, create a more agile supply chain, spread supply chain risks and obtain market knowledge and market goodwill.

Supplier diversity is more advanced in the USA compared to Europe. Awareness levels are greater and practice is more widespread and more embedded in the US business culture.

How can you actively work with implementing supplier diversity in procurement:
  • Start by obtaining the strategic overview. Before you plunge into the actual "doing" of supplier diversity, it is well worth spending some time thinking about your organisations visions for supplier diversity. It is also a good idea to carry out a market survey of the suppliers that are available in the market.
  • Create a supplier diversity policy
  • Review procurement policies, procedures and practices
  • Make opportunities accessible
  • Monitor performance
Alis Hemmingsen is a (Responsible) Procurement thought leader and company owner of "Responsible Procurement Excellence". She is a professional business blogger and expert consultant, facilitator and speaker. Click here to find out more about Alis and here to learn about her newest e-book on supplier diversity in Europe.
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