Tradutor

Mostrar mensagens com a etiqueta Alfredo de Sousa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Alfredo de Sousa. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, novembro 03, 2014

Recordando Alfredo de Sousa 1931-1994

Alfredo de sousa














Toponímia
Rua Professor Alfredo de Sousa, Lumiar 1600-188 LISBOA
Rua Alfredo de Sousa, São Julião Barra   2780-176 Oeiras
Praceta Professor Alfredo de Sousa,         1495-241 Algés
Residencia Alfredo de Sousa  http://sas.unl.pt/alojamento/ras/residencia-alfredo-de-sousa


domingo, outubro 26, 2014

Quem foi Alfredo de Sousa, 3-Nov, 18h30, UNL

 "Quem foi Alfredo de Sousa?

O Professor. O Economista. 
O Fundador da Nova. O Gestor. O Homem
Data:  Segunda-feira, 3 de Novembro  18h30 
Local:  UNL Faculdade de Economia, Auditório A120, Campus de Campolide, Lisboa

Oradores:
José António Girão | Ex Vice-Reitor da Universidade Nova de Lisboa
José Luís Cardoso | Diretor do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de LisboaCarlos Melo Ribeiro | CEO da SiemensMiguel Beleza | ProfessorJoão Salgueiro | EconomistaManuel Brandão Alves | Professor e antigo assistente do Professor Alfredo de Sousa
Moderador:
Ricardo Costa | Expresso
Os lugares são limitados e a confirmação de presença obrigatória.

Confirmações até 31 de Outubro. Registe-se aqui

segunda-feira, outubro 20, 2014

UNL - Ciclo de Debates Alfredo de Sousa - Investimento Investimento, 20-Outubro, 18h Campolide


The Strategy of Public Investments

ciclodedebates

3rd debate of Cycle of Debates 

in Memory of Alfredo de Sousa

20 October 2014, 18h  


The third debate in memory  of Professor Alfredo de Sousa in under the theme "The Strategy of Public Investments" will take place on 20 October 2014, Monday, 18:00 
in room A120 - Campus Campolide, Lisbon 

Speakers
Miguel Poiares Maduro | Minister in the Cabinet of the Prime Minister and for Regional Development
José Soares dos Santos | Board Member do Grupo Jerónimo Martins
João Salgueiro | Economista
José Tavares | Moderator
Source:  http://www.novasbe.unl.pt/en/news-articles/news/862-foreign-investment-in-portugal-2nd-debate-of-cycle-of-debates-in-memory-of-alfredo-de-sousa-2
O que é mais importante para dinamizar o crescimento da economia portuguesa? 
O investimento público ou o investimento privado ? 


quinta-feira, junho 19, 2014

UNL - Ciclo de Debates Alfredo de Sousa - Investimento Estrangeiro, 30-Junho, 18h, Salão Nobre, Campolide

UNL - Ciclo de Debates Alfredo de Sousa
Investimento Estrangeiro em Portugal 

Data:         segunda-feira,  30 Junho 2014,  18h00
Local:        Salão Nobre - Campus de Campolide, Lisboa

Oradores:António Melo Pires | CEO da AutoeuropaMiguel Lopes Cardoso | 
    Membro do Conselho de Administração da SodeciaThierry Ligonnière | COO da ANA Aeroportos de PortugalJosé Mata | Professor da Nova SBE

Moderação:

Ricardo Costa | Jornal Expresso 

Os lugares são limitados e é obrigatórioconfirmar a presença até  27 Junho. Registe-se aqui.

 

sábado, maio 24, 2014

Batota cambial dava mais batatas

É curioso ouvir dizer em campanha eleitoral que desvalorizar a moeda é uma "batota", como fizemos em crises de endividamento anteriores. Mesmo na actual crise da Eurozone, não consta que tenha havido "batota" com as fortes desvalorizações na Islândia, no Reino Unido ou na Suécia  em 2008-9.

Afinal, a desvalorização cambial é um instrumento de ajustamento económico clássico, bem conhecido e bem provado em todo o mundo. E a importância dos câmbios flutuantes para o pleno emprego é ensinada em qualquer cadeira de macro economia,  pois geralmente quando "a taxa cambial desce, sobe o nível de rendimento compatível com o equilibrio externo" (Alfredo de Sousa, 1988 Analíse Economica, 2ªed, pg 536).

O próprio mercado financeiro se encarrega de impor a desvalorização cambial aos países deficitários, a fim de ajustar os preços relativos, tornando as importações mais caras e as exportações mais baratas.  De facto, é geralmente mais  "fácil desvalorizar a moeda do que reduzir salários e pensões", a dita desvalorização interna,  porque o ajuste de preços relativos é generalizado e o risco cambial é bastante previsível. Em termos de equidade, uma desvalorização externa  é  quase sempre preferível a uma desvalorização interna porque  permite partilhar o custo o ajustamento externo com os parceiros comerciais superavitários que passam a exportar menos e a importar mais.

O que torna esta crise de balança de pagamentos diferente das outras, das quais Portugal têve demais, é a rigidez das normas do Mercado e da Moeda Única que têm consequências muito mais graves do que a "inconstitucionalidade" de cortar rendimentos, deixando o país manietado (shackled diz Krugman)  perante o descalabro das contas externas e a perda de competitividade.

O gráfico 4 do Relatório Anual  de 2012 do Banco de Portugal mostra claramente o que  mudou depois do Euro, comparando com anteriores ajustamentos baseados em Programas de Assistência Financeira.

A taxa de câmbio efectiva nominal manteve-se desta vez, mas as exportações cresceram  pouco, o desemprego disparou, e o consumo e o PIB caíram muito mais. Da dívida externa nem é bom falar.

Pode concluir-se que sem a "batota" da desvalorização que era a o elemento central dos programas de ajustamento anteriores, tem menos batatas na mesa.
Recorrendo a outro ditado tradicional, pode dizer-se que a politica cambial foi "chão que deu uvas".

Mariana Abrantes de Sousa
PPP Lusofonia 

Fonte: Económico-21/05/2014   Não vamos escolher o próximo primeiro-ministro nestas eleições”
O primeiro-ministro foi explicar por que razão a Europa foi importante para Portugal e lembrar que hoje não existe a "batota" de desvalorizar a moeda, como em ...

Fonte:   http://www.bportugal.pt/pt-PT/EstudosEconomicos/Publicacoes/RelatorioAnual/Publicacoes/RA_12_p.pdf

sábado, maio 10, 2014

UNL - Ciclo de Debates Alfredo de Sousa - Energia, 27-Maio, 18h, Salão Nobre, Campolide


UNL - Ciclo de Debates Alfredo de Sousa
  
O Mercado da Energia em Portugal e na Europa  

Data:         terça-feira,  27 de Maio 2014,  18h00
Local:        Salão Nobre - Campus de Campolide, Lisboa

Oradores:
  João Manso Neto |    CEO da EDP Renováveis
  Paulo Pinho |            Professor da Nova SBE, 
                                  Ex-Administrador da REN
Moderação:  
    Ricardo Costa |         Expresso
Os lugares são limitados e a confirmação de presença obrigatória.
Confirmações até 23 de Maio. Registe-se aqui.

sexta-feira, maio 17, 2013

Somos Todos Peões

Publicação


Em memória do Professor Alfredo de Sousa, que faria anos esta semanos, chamamos atenção para a  Segunda Semana Mundial da Segurança Rodoviária.   A Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M) editou o folheto "Somos Todos Peões", destinado ao público infanto-juvenil. Esta publicação tem por objetivo sensibilizar a população mais jovem para questões relacionadas com a segurança rodoviária.

Veja este folheto em: www.aca-m.org 

quarta-feira, abril 06, 2011

A economia portuguesa cresceu mais nos 60 desde sempre ...

A década de 1960 para 1970 foi talvez a mais importante na história económica portuguesa dos últimos duzentos anos. Foi certamente aquela em que a economia portuguesa  cresceu mais rapidamente desde sempre, foi aquela em que se operaram algumas das maiores transformações sociais em Portugal e foi também  aquela década em que se lançaram as sementes da maior transformação politica do país, pelo menos no século XX.

Sobre este tema é interessante ler a conferência  proferida pelo professor Alfredo de Sousa na Culturgest a 29-Março-1994, que foi transcrita e publicada na revista Análise Social, a título póstumo, em em 1995.    

A década de 1960 a 1970 teve três grandes acontecimentos:  
1. A assinatura do acordo EFTA, o Tratado de Estocolmo, em 1959, o acordo aduaneiro com a Inglaterra, os três países escandinavos, a Áustria, e a Suiça,que ofereceu mercados novos onde Portugal ainda não tinha penetrado.
2.  O segundo acontecimento mais  foi a guerra colonial, pois Portugal chegou a ter 250 000 homens de guarnição ultramarina, o que representou um esforço enormíssimo em termos humanos e financeiros muito grande, cerca de 40% do orçamento do Estado.
3.   Mas os maior elemento da década de 60 foi a emigração, com a maior parte dos emigrantes a saírem da zonas rurais, com efeitos demográficos muito importantes.
Ler mais....
http://dl.dropbox.com/u/13583205/AdSousa_Anos60_ANALISE%20SOCIAL_1995.pdf

terça-feira, novembro 03, 2009

Alfredo de Sousa recordado

Alfredo de Sousa, economista  
1931-1994


Um dos economistas mais importantes da sua geração, Alfredo de Sousa faleceu a 3 de  Novembro 1994, atropelado mortalmente na Avenida Dom Vasco da Gama no Restelo, Lisboa.


Alfredo de Sousa foi professor, investigador, promotor do ensino de economia e comentador das grandes questões de economia política em Portugal, com uma dedicação e exigência invulgares


Magnífico Reitor Alfredo de Sousa pintado pela Maluda
Deputado na Assembleia Constituinte, 1975
Toponímia em 1600Lisboa e Praceta Prof Alfredo de Sousa 1495-241 Algés, Oeiras
Homenagem, discurso do Presidente da República Jorge Sampaio


Bibliografia - África
Alfredo de Sousa, "Os Anos 60 da Nossa Economia", Análise Social, vol XXX, 1995 
Alfredo de Sousa, "Políticas Monetária e Orçamental. A Viragem: 1973-1974" Nova Economia em Portugal - Estudos de Homenagem ao Prof. António Manuel Pinto Barbosa, FEUNL.
Recebeu o grau de Grande Oficial da Ordem de Santiago da Espada em Junho 1994  que se destina  a distinguir o mérito literário, científico e artístico.