segunda-feira, maio 30, 2011

PPP measures in the MOU Memorandum of Understanding with IMF/EU/ECB

Ref:   Public Private Partnerships
The Government [of Portugal] will:
3.1.      Avoid engaging in any new PPP agreement before the completion of the reviews on existing PPPs and the legal and institutional reforms proposed (see below).  [Ongoing]
3.2.      Perform with the technical assistance from EC and the IMF, an initial assessment of at least the 20 most significant PPP contracts, including the major Estradas de Portugal PPPs, covering a wide range of sectors. [Q3-2011]
3.3.      The Government will recruit a top tier international accounting firm to undertake  a more detailed study of PPPs in consultation with INE and the Ministry of Finance. The review will identify and, where practicable, quantify major contingent liabilities and any related amounts that may be payable by the Government . It will assess the probability of any payments by Government in relation to the contingent liabilities and quantify such amounts. The study will assess the feasibility to renegotiate any PPP or concession contract to reduce the Government financial obligations. All PPPs and concession contracts will be available for these reviews. [Q4-2011]
3.4.      Put in place a strengthened legal and institutional framework, within the Ministry of Finance, for assessing fiscal risks ex-ante of engaging into PPP, concessions and other public investments, as well as for monitoring their execution. The Court of Auditors (Tribunal de Contas) must be informed of this ex-ante risk assessment.  Technical assistance may be provided if necessary. [Q1-2012]
3.5.      Enhance the annual PPP and concessions report prepared by the Ministry of Finance in July with a comprehensive assessment of the fiscal risks stemming from PPPs and concessions. The report will provide information and analysis at sectoral level. 
The annual review of PPPs and concessions should be accompanied by an analysis of credit flows channelled to PPPs through banks (loans and securities other than shares) by industry and an impact assessment on credit allocation and crowding out effects. This particular element should be done in liaison with the Bank of Portugal. [Q2-2012] 

- Include PPPs in the monthly reporting of commitments and arrears of Public Administration (Q3-2012) 
- Ensure full implementation of the Budgetary Framework Law, including art. 31 (Q3-2011) 

quarta-feira, maio 25, 2011

Especialista rural para Guiné-Bissau

FWC Lot 1 Guiné Bissau: " Evaluation finale des programmes et appui à la révision de l'orientation stratégique du secteur développement rural". Buscamos perito junior (42 WD). 

Inicio 14/08/2011

Perfil requisitado:
- Diplôme universitaire dans le domaine du développement rural ou qualification similaire dans le domaine de l'environnement (de préférence BAC+5 ou équivalent).
- Expérience d'au moins 3 ans dans l’évaluation, identification et/ou mise en œuvre des programmes de développement rural et dans l’élaboration des politiques de développement rural.
- Planification et développement rural institutionnel,
- Economie du secteur développement rural,
- Analyse et évaluation financière des programmes,
- Connaissance de la situation économique et sociale de la Guinée Bissau, des problématiques de développement et de lutte contre la pauvreté.
- Français : excellent (écrit et parlé); Portugais: bonnes connaissances (écrit et parlé).

Candidatos qualificados e interessados podem enviar o seu CV para:  ou 

quinta-feira, maio 19, 2011

Forum PMEs em Africa, 6-7 Junho em Lisboa, antes da Reunião do BAD

Antes reunião do Banco Africano de Desenvolvimento em Lisboa, vai realizar-se o Forum PMEs BAD-EMRC que tem como objectivo promover e mobilizar apoios para Pequenas e Médias Empresas em África, "the missing middle".  
As empresas participantes podem também  agendar reuniões individuais B2B  e mostrar os seus productos e serviços no  Market Place que decorre de 6-10 de Junho.  

Fórum PME's BAD-EMRC e reuniões B2B 
Datas:    Segunda e terça-feira, 6-7 Junho 2011 
Local: Lisbon Congress Center, Praça das Indústrias 1300 - 307 Lisboa

Contacto:  EMRC 2011
Idit Miller, VP & Managing Director (email:
Samuel Pulido, Project Manager (email:

09h15 Sessão Plenária 1: Análise da situação do Missing Middle em África
Thorsten Beck, Professor, European Centre for Economic Research, Tilburg University, Holanda
09h45 Sessão Plenária 2: O papel dos Bancos Comerciais na resposta à lacuna de financiamento
Moderador: Peer Stein,  International Finance Corporation (IFC, World Bank Group)
Clive Tasker, CEO, Standard Bank, África do Sul
Fabian Kasi, Managing Director  Centenary Bank, Uganda
Tony Okpanachi, Managing Director, Cluster Head EAC, Ecobank, Quénia
Prince Amoabeng, Managing Director, UT Bank, Ghana*

11h30 Sessão Plenária 3: Soluções Inovadoras para responder às necessidades financeiras 
das PMEs
Moderador:  Chris West, Director, Shell Foundation (speaking for GroFin Africa Fund)
Dennis DiDonna, Director, Entrepreneurial Finance Labs, Harvard University, EUA
Paul Lamontagne, CEO, Enablis Entrepreneurial  Network, Canadá
Navin Kumar Maini, Director Small Industry Development Bank of India (SIDBI),  India*
Jurie Willemse, Managing Director, GroFin, Ilhas Maurícias
12h45 Almoço de Networking 
13h45 Sessão Plenária 4: Comércio Intercontinental e investimentos através de parcerias com 
Moderador:   Arthur Levi,  Consultant, EMRC(antigo IFC), Bélgica
Diogo Araújo, CEO, SOFID (Sociedade para o Financiamento do Desenvolvimento,)Portugal
Cheikh Diarra,  Africa ChairmanMiddle East & Africa, Microsoft Corporation
Patricia Francis, Director Executivo, ITC (International Trade Centre), Suíça
Moussa Sidibé, Chefe de programa, CampusFrança,  França
Pierre Carpentier, Investment Officer, Investisseur & Partenaire pour le Développement, 
Sessão Plenária 5: O papel e actividades do BAD e dos seus parceiros no apoio do 
“Missing Middle”
Moderador:  Arthur Levi,  Consultant  EMRC (Antigo IFC), Bélgica
Robert Zegers, Coordinator SME Financing, Private Sector Activity, AfDB, Tunísia
Pietro Calice, Task Manager, Africa Guarantee Fund (AGF), AfDB, Tunísi
....Programa integral
.... Reunião do BAD

EMRC is an international non-profit organisation whose mission is to promote sustainable economic development in Africa through the growing of business partnerships with a specific focus on economic and trade relations with the private sector.

domingo, maio 15, 2011

Portugal explicado ao finlandeses

Aristides de Sousa Mendes, salvou mais pessoas que Oskar Schindler.

from youtube

No video feito pela Câmara Municipal de Cascais "O que os finlandeses precisam de saber sobre Portugal?".
No final da Conferências do Estoril - 2011, o Presidente da Câmara de Cascais, Dr. Carlos Carreiras, apresentou os portugueses aos finlandeses.
Lopussa Estoril Conference - 2011, kaupunginjohtaja, Dr. Carlos Carreiras esitteli Portugalin suomalaisille.

O que os Finlandeses precisam de saber acerca de Portugal.
What the Finns need to know about Portugal.
Mitä suomalaiset tarvitsee tietää Portugali.


Midgets can't guarantee intra-Eurozone CAB adjustments

One problem with the Maastricht’s criteria, the Eurozone’s fiscal rules, was certainly the lack of enforcement , with an acquiescent Eurostat standing idly as the perimeter Public Administration was shrunk, and more and more expenditures and debt were reclassified as non-public.

Enforcement is done by people, who are naturally subject to various influences, and no one had any incentives to look at the growing debt icebergs as Governments borrowed off-budget.  Even the rating agencies and creditor seemed to have their "debt sonars" turned off.

But the more critical issue is that the poorly designed Maastricht criteria focused attention only on the intermediate and instrumental targets, the domestic fiscal deficit, rather than on the true ultimate goal, the current account balance. Worse than defining objectives is to establish the wrong objectives.

External imbalances were ignored because it was convenient to believe that intra-Eurozone trade imbalances  could be financed forever. In fact, having put aside the normal adjustment tools, the Single Market and the Single Currency make balanced external accounts all the more imperative.  But even in mid-2011, many continue to believe in this Single Curency illusion, and its collarary that trade surplus countries need do nothing to participate in the “intra-Eurozone external adjustments”, which are  seen as wholly the responsibiliity of trade deficit countries.

These fragile Eurozone economies are now being asked to do all the work necessary for the intra-Eurozone CAB adjustments, without the benefit of any of the usual balance of payments adjustment tools.

Economic  midgets with their policy hands tied behind their back playing trade volleyball against economic giants.

It is not going to work.

Mariana Abrantes de Sousa
PPP Lusofonia

Artigo de Helena Garrido, Jornal de Negócios
It's the total external debt, stupid 
Balança comercial agrava-se 
This time is different 
 The Portuguese Economy: Portugal’s bailout: reinventing the wheel

terça-feira, maio 03, 2011

Mais juízo orçamental não depende de mais "juízes"

Ken Rogoff diz:  "Para aumentar a credibilidade (orçamental), vários governos estão a avançar prudentemente com a criação de conselhos consultivos em matéria orçamental que gozam de uma maior independência, tendo frequentemente o papel dos bancos centrais como modelo. Entre estes países da nova vanguarda estão a Suécia, o Reino Unido, a Eslovénia e o Canadá."

Para aceder ao “podcast” deste texto em inglês, deve utilizar o seguinte link:

Sim, precisamos certamente de mais “juízo” orçamental, mas isso não implica necessariamente mais “juízes”Já temos muitas instituições que falharam no cumprimento das suas funções estatutárias de garantir a  gestão prudente da despesa pública, da dívida pública e dos encargos extra-orçamentais.

Quem falhou nas suas funções de controlo orçamental?  
Quem não falhou? 

A DGO, a DGTF, a IGF e o Ministério das Finanças, os Controladores Financeiros, o INE  e o Eurostat, o Banco de Portugal, o Tribunal de Contas, a Assembleia da República, as Assembleias  Regionais e Municipais, as agências de rating, etc.

Para não esquecer os eleitores, que eles próprios fizeram vista grossa à insustentabilidade orçamental de todo tipo de politicas públicas.  Enquanto a dívida vai e vem, vamos nos governando. 

Agora prepara-se um novo Conselho de  Finanças Públicas que se pretende ser um órgão independente to Governo e até do próprio Tribunal de Contas.  

A nova LEO - Lei de Enquadramento Orçamental  propõe a criação de uma entidade independente, o Conselho das Finanças Públicas, cuja missão consiste  em

-avaliar a consistência dos objectivos relativamente aos cenários macroeconómico e orçamental

- a sustentabilidade de longo prazo das finanças públicas, e 

- o cumprimento da regra sobre o saldo  

- o cumprimento da regra sobre a despesa da administração central

- o cumprimento das regras sobre o endividamento das regiões autónomas e das 
autarquias previstas nas respectivas leis de financiamento. 

Este conselho deve integrar personalidades, de reconhecido mérito, com experiência nas áreas económica e de finanças".

Dito isto, a vigilância orçamental baseada em especialistas independentes (people-based fiscal vigilance) pode ser marginalmente mais eficaz do que a vigilância baseada em normas (rules-based fiscal vigilance), que podem revelar-se mal definidas ou fáceis de tornear.  Desde que haja vontade política firme e persistente para incomodar muitos interesses instalados. 

Por exemplo, os critérios de Maastricht definidos em 1999 (défices inferiores a 3% da despesa pública e divida pública inferior a 60% do PIB),  focavam o défice interno, ignorando o défice externo que se revelou muito mais crítico.  Considerando a avalanche de crédito fácil, todos os intervenientes tiveram grandes incentivos para evadir esta normas "macro-prudenciais", com desorçamentação cada vez mais "inovadora" e descarada.  

Mariana Abrantes de Sousa

domingo, maio 01, 2011

1º CISEGUR - Congresso Internacional de Segurança Pública e Privada

1º CISEGUR  - Congresso Internacional de Segurança Pública e Privada
Datas:  6 e 7 de Julho de 2011 
Local:  Auditório da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa,  Lisboa,  Portugal

Coordenação Executiva: Dr. Nelson Faria de Oliveira,
Coord  Científica: Prof. Eduardo Vera-Cruz Pinto e Prof. Marco Antonio Marques da Silva

Di 6 de Julho de

9.00h  Abertura
11.00h 1ª Sessão: Segurança e Ordem Pública
11.00h 2ª Sessão: Segurança do Estado e Comunicação social

15.00h 3ª Sessão: Segurança Privada e Interesse Público
15.00h 4ª Sessão: Segurança Energética
15.00h 5ª Sessão: Segurança Bancária

Dia 7 de Julho

10.00h 6ª Sessão: Segurança Financeira
10.00h 7º Sessão: Segurança e Cidadania

15.00h 8ª Sessão: Segurança Judiciária e Penitenciária
15.00h 9ª Sessão: Segurança nos Transportes
15.00h 10ª Sessão: Segurança Militar e Relações Externas
18.00h Encerramento