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sexta-feira, maio 08, 2020

Conviver com Covid-19 - Reinventar Europa e Portugal como destinos turísticos

O setor europeu de turismo vai ter um Plano Marshall para recuperar e criar resiliência na nova era da Covid-19.

Os setores de HORECA, hoteis, restaurantes e catering e de viagens aéreas estão em cheque. Foram dos mais afetados pelo isolamento social e necessitam de ajudas para se reinventar.
  •  Estadias de turistas serão mais longas, de preferencia de carro ou comboio. Os City Breaks de 3 dias com um saltinho de avião Low Cost deixam de compensar. Desinfetar um quarto após uma estadia de 2 noites fica mais caro, por dia, do que desinfetar a fundo após uma estadia de uma semana.
  • As segundas casas, seja um refúgio na montanha, uma casa de campo, uma casinha de praia, ou até uma caravana ou roulotte, tornam-se mais importantes, mais valorizadas.
  • Os restaurantes grandes podem adaptar-se melhor ao disanciamento social. As tasquinhas necessitam ter esplanadas.
A Europa é um dos grandes destinos turisticos do mundo, pelos seus sítios culturais e históricos, pela oferta organizada, pela sua arte de bem receber. 
O setor de viagens e turismo ocupa  12% dos trabalhadores na Europa, e até 20% nos países do sul como Portugal. O turismo necessita criatividade, vontade e ajudas para se adaptar e resistir.

O Comissario Europeu para o Turismo promete uma  "abordagem de ecossistema" para alinhar todos  em torno de objetivo comum.
Quem quer ir mais longe vai junto.
Mesmo assim, alguns podem acabar por  ficar para trás.

E a nossa linda  Torre de Belém continuará a ser um dos monumentos mais fotografado de todos. 

Ministros Europeus de Turismo  https://www.turisver.com/ministros-do-turismo-manifestam-forte-apoio-a-medidas-para-a-rapida-recuperacao-do-sector/
Travel and Tourism https://www.nytimes.com/interactive/2020/05/06/travel/coronavirus-travel-questions.html
Covid-19 Europe update ECDC https://www.ecdc.europa.eu/en/cases-2019-ncov-eueea?fbclid=IwAR3yNnaZw56tqebmv9wcCWm6EzSCLgT3-TMVBc72iaAe7tt7eHm77Ssq-cM

quarta-feira, fevereiro 05, 2020

Repensar a electrificação em Africa

Eis uma nova abordagem para a expansão do serviço público de electricidade em Africa,
Resultado de imagem para malawi flag+ mais  Verde,
+ mais  Inclusivo,
+ mais  Rápido,
+ mas   Acessível
+++ mais  Sustentável !

Vamos VIRAR ? Tu VIRAS ? Nós VIRAmoS !

RMI Malawi 2019.10 Sustainable Energy Investment Study

Here is a very interesting study for green energy approach in Africa
see the link ! 
http://unohrlls.org/event/study-launch-sustainable-energy-investment-study-in-malawi/

domingo, novembro 26, 2017

Floresta e clima: Especialistas precisam-se

Num país de floresta mal gerida, só 23 alunos escolheram engenharia florestal
Primeiro debate sobre o tema "A Floresta Portuguesa em Causa", da UTAD, aflorou problemas na gestão dos territórios do interior do país.
ABEL COENTRÃO 13 de Setembro de 2016

Só uma pequena parte das Zonas de Intervenção Florestal consegue gerir as áreas que tem a seu cargo

Portugal tem pela frente o desafio de gerir melhor um terço do seu território ocupado por florestas mas o país corre o risco de, nos próximos anos, ter poucos quadros qualificados para o fazer. Na primeira fase, o curso de Engenharia florestal da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro atraiu três candidatos, a que se somam os vinte que entraram na mesma licenciatura do Instituto Superior de Agronomia (ISA). “Se não há alunos, como vamos manter a funcionar os centros de investigação?”, questiona o catedrático Rui Cortes, da UTAD, lembrando que outras instituições já deixaram de oferecer esta formação que só não fecha em Vila Real porque a reitoria faz finca-pé no valor do curso para o futuro da região e do país.

Só uma pequena parte das Zonas de Intervenção Florestal consegue gerir as áreas que tem a seu cargoA importância da gestão do território (floresta incluída) para a diminuição do impacto dos incêndios, que em área ardida fazem já de 2016 o quarto pior ano das últimas quatro décadas, esteve bem presente nas múltiplas intervenções do primeiro debate do ciclo “A Floresta Portuguesa em Causa” organizado pelo Departamento de Ciências Florestais e Arquitectura Paisagística da UTAD. A plateia do pequeno auditório do Teatro de Vila Real estava cheia, entre alunos e professores que esta terça-feira ali quiseram ouvir alguns dos mais reconhecidos especialistas no sector procurar, entre os diagnósticos feitos há anos e as lições dos tempos mais recentes, caminhos para essa parte de Portugal que apenas é notícia – queixaram-se – quando arde.

Num país com 35% do território ocupado por floresta, detida esmagadoramente por privados, a invisibilidade do tema fora da “época” dos fogos atinge vários patamares. Um deles é o da formação, assinalou Rui Cortes em declarações ao PÚBLICO após o debate. “A floresta só é assunto pelo seu lado trágico. E isto não atrai os jovens”, admite este docente, preocupado com o futuro do sector. Mas o decréscimo de alunos na engenharia florestal acompanha o despovoamento do interior e a litoralização da população, que se afastou, física e mentalmente, de um mundo rural do qual a floresta era parte integrante.

O presidente do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, Rogério Rodrigues, considerou essencial voltar a criar nas pessoas a noção do valor das áreas florestais, chamando a atenção quer para o que, economicamente, elas valem e podem vir a valer, quer ainda para o que poderemos perder se continuarmos a desleixar a sua gestão. O especialista em Ecologia e Gestão do Fogo José Miguel Cardoso Pereira considera que o contraste entre o investimento anual no combate aos fogos e a despesa em prevenção provam esse afastamento da sociedade – responsáveis políticos incluídos.

“A prevenção é secundária porque a floresta é secundária. E o combate faz-se para proteger casas, pessoas, infraestruturas”, notou. O docente do ISA não pôs em causa essa prioridade, mas insistiu que a protecção da floresta não pode ser considerada uma tarefa colateral e subalternizada”. Palavras de quem lançou um dos desafios deste debate. Que Portugal reflicta sobre a sua “suposta vocação florestal” e se analise se não será melhor, face às capacidades do país, abdicar de dez a 15% da área ocupada com floresta mal gerida criando zonas tampão que, com outras actividades, possam quebrar as manchas de ocupação contínua. “Não vamos lá com faixas de contenção de 100 ou 150 metros”, alertou.

... LER  mais em https://www.publico.pt/2016/09/13/sociedade/noticia/num-pais-de-floresta-mal-gerida-so-23-alunos-escolheram-engenharia-florestal-1744025 

quinta-feira, agosto 25, 2016

Supplier Diversity in Europe decades behind the US

Resultado de imagem para europe   break upDiversidade de Fornecedores atrasada na Europa

O principal objetivo de um programa de Diversidade de Fornecedores é institucionalizar oportunidades para PMEs, pequenas e médias empresas,  competirem e conseguirem entrar para as cadeias de abastecimento de Governos e de grandes empresas, especialmente dos sectores de distribuição.  
Este processo, conhecido como "diversidade de fornecedores' (Supplier Diversity), é uma forma de compras socialmente responsáveis.

As PMEs são as principais criadoras de emprego em muitos países, e a refletem cada vez mais a diversidade da população.  Já em 2012,    PMEs criavam 85 % dos novos empregos europeus.  E

Expresso | Portugal é o país da Europa que mais aposta nas PME.  


A Diversidade de Fornecedores inclui programas de negócios e estratégias de contratação e compras (procurement and purchasing) que incentivam as organizações a usar uma ampla gama de tipos de fornecedores desfavorecidos, começando com as PME e incluindo diversas empresas detidas e geridas por empresários oriundos de grupos sub-representados, como por exemplo, mulheres, minorias étnicas e culturais.  Na Europa, a lista de pequenos fornecedores desfavorecidos teria que incluir as pequenas empresas oriundas de pequenos países com pequenos mercados locais, empresas do terceiro setor, empresas sociais e outros tipos de organizações.   Os programas de Diversidade geralmente incluem alguns elementos de "descriminação positiva" a favor dos grupos desfavorecidos, ou alguma "reserva de mercado" para assegurar que possam crescer e aparecer.

A Diversidade de Fornecedores torna-se cada vez mais importante para as grandes entidades compradoras, à medida que estas estão sendo questionadas pelos seus  clientes finais sobre a proveniência dos produtos que comercializam.

Ao puxar pelos pequenos fornecedores bons mas desfavorecidos, a Diversidade de Fornecedores pode contribuir tanto para  a actividade económica como para a integração e a inclusão social.  Numa Europa de 2016,  em grande risco de fragmentação, isso poderia beneficiar-nos a todos.

VER+  

Women and Supplier Diversity      http://soroptimistapt.blogspot.pt/2014/10/mulheres-empreendedoras-procuram-se.html
Supplier Diversity Handbook       http://www.bitcni.org.uk/resource/planet-handbook-on-supplier-diversity-in-europe-supplier-diversity-europe/

TTIP US-Europe trade and supplier diversity     http://ppplusofonia.blogspot.pt/2014/11/ged-ttip-and-supplier-diversity-in.html

Supplier Diversity: Is Europe moving fast enough or hardly at all? 


Alis Hemmingsen 

06-Feb-14  

The face of Europe is changing. People are living longer, not only changing the age demographic, but also yielding an increase in the numbers of people with disabilities. Patterns of settlement among ethnic minority immigrant populations are growing and also changing, reflecting in part the nature of the global economy.

Changing attitudes to minorities are reflected in equality legislation. This impacts on the nature of the market place and the needs and preferences of customers and consumers in relation to the goods and services they need and buy.

Also the European SME community is becoming increasingly diverse. Ethnic minority businesses and immigrants have become more established and are now providing products for the wider society. The number of women-owned businesses is steadily increasing. Making this link to the nature of diverse markets and accessing the widest possible pool of potential suppliers is an important part of the supply chain equation.

Procurement plays a key role in the need to respond to this changing external environment and obtain the best strategic fit. Organisations must produce products and services that are appropriate to an increasingly diverse market place, as well as have the ability to find the best suppliers from a diverse supplier base.

Failure to respond in this changing world may lead to strategic drift, loss of competitive advantage, as well as a drop in market share. By implementing supplier diversity procedures businesses can stay aligned with the changing market place.

The payoffs are typically broader than that. When companies make the conscious and active decision to diversify their supply chain they also create stronger relationships with their suppliers, create a more agile supply chain, spread supply chain risks and obtain market knowledge and market goodwill.

Supplier diversity is more advanced in the USA compared to Europe. Awareness levels are greater and practice is more widespread and more embedded in the US business culture.

How can you actively work with implementing supplier diversity in procurement:
  • Start by obtaining the strategic overview. Before you plunge into the actual "doing" of supplier diversity, it is well worth spending some time thinking about your organisations visions for supplier diversity. It is also a good idea to carry out a market survey of the suppliers that are available in the market.
  • Create a supplier diversity policy
  • Review procurement policies, procedures and practices
  • Make opportunities accessible
  • Monitor performance
Alis Hemmingsen is a (Responsible) Procurement thought leader and company owner of "Responsible Procurement Excellence". She is a professional business blogger and expert consultant, facilitator and speaker. Click here to find out more about Alis and here to learn about her newest e-book on supplier diversity in Europe.
Source:  


quinta-feira, janeiro 07, 2016

Eleições à Portuguesa, como defender os Direitos de todos não apenas os direitos de alguns

Em Portugal, às vezes parece que temos eleições mês sim, mês não, um exagero de democracia, mas nem por isso somos bem governados.  Temos um calendário de eleições tonto, contra-producente, caro,  com sobreposições e atropelos.  Não admira que os eleitores se cansem e se afastem do processo. É bem provável que a abstenção nas próximas Eleições Presidenciais de 27-Janeiro-2015 venha a ser superior à abstenção de 53,5%  registada nas presidenciais de 2011.

Porque não fazer eleições em datas fixas, alternando as legislativas com as presidências de 2 em 2 anos ? 
Entretanto, para quem quer ser bem governado vale bem a pena assistir aos debates eleitorais em directo, entre as telenovelas  os jogos de futebol, ou ler os resumos nos jornais. Não podemos ignoar que são sempre os cidadãos e os contribuintes que pagam a factura dos erros de governação. Qualquer pequeno empresário ou trabalhador independente tem que pagar mais impostos para dar mais 3 dias de férias aos funcionários públicos com os seus "empregos" e ordenados garantidos.   Se queremos escolher um bom zelador, é importante não o fazer  às cegas, mas sim fazer perguntas e aplicar critérios de selecção para um Presidente da República, tais como:

O PR  "garante a independência nacional",  o que deve incluir a independência financeira.
- Que deveria ou poderia ter feito, ou pode vir a fazer, o Presidente da República,  para evitar que Portugal continue a sucumbir ao  endividamento externo ou para reduzir o grave impacto da crise financeira ? Pode estar mais vigilante, mais atento aos sinais de alerta, mais actuante? Digam-nos como. 
-
O PR "garante o regular funcionamento das instituições democráticas", o Bom  Governo
-  Alguns candidatos, entre académicos e comentadores,  nem sequer têm experiência governativa, executiva, como podem zelar pela boa governação  e promover o rigor, a transparência e sobretudo o consenso  ?  

O PR "mobiliza  o País e os cidadãos", com ambição e alinhamento.
-  Qual é a visão e ambição dos candidatos para Portugal e para os Portugueses e como tencionam mobilizar e alinhar a malta para a superação, ou como já o fizeram no passado? 

Enquanto vamos ouvindo os debates , a fim de preparar a nossa decisão nas urnas a 27-Janeiro, podemos ir colocando perguntas:

- Será que o comentador Marcelo Rebelo de Sousa  vai perder influência ao passar de Queluz de Baixo para Belém ? 


- A antiga Ministra da Saúde Maria de Belém Roseira vai ter  mais capacidade para construir acordos, compromissos e consensos alargados? 

- O empresário Henrique Neto vai ser mais eficaz em evitar falhas de previsão e de gestão de riscos para o erário público e para a economia ?

- O antigo reitor António Sampaio da Nóvoa vai poder  mobilizar os professores e alunos para a excelência na educação a todos os níveis? 

- A socióloga Marisa Matias vai querer  defender os "direitos adquiridos" de funcionários da administração e das empresas públicas, ou os Direitos de todos os portugueses aos Direitos Humanos e à prosperidade sustentável? 
  
- O antigo autarca Paulo de Morais vai conseguir devolver a dignidade às pessoas que vivem em pobreza, com rendimentos de menos de 200 euros por mês,  combatendo  os privilégios ilegítimos como as isenções fiscais abusivas, as "rendas" nos serviços públicos, e a corrupção ? 

 Comissão Nacional de Eleições http://www.cne.pt/

sexta-feira, dezembro 04, 2015

Greve redistribui de contribuintes accionistas para empregados

As greves anunciam-se nos serviços públicos de transportes, de acordo com  https://hagreve.com/ 
Greve é a cessação colectiva e voluntária do trabalho realizado por empregados com o propósito de obter benefícios materiais da entidade empregadora, e portanto dos seus accionistas.  Quem paga as greves?  
Em poucos casos, a empresa  consegue passar o aumento dos custos salariais aos clientes, aos utentes nos casos dos serviços públicos, que naturalmente resistem pagar a factura.  Mais frequentemente, os aumentos salariais reduzem os lucros da empresa e são suportados pelos  accionistas, isto é pelo Estado e pelos contribuintes no caso das empresas do Sector Empresarial do Estado.  

Muitas das empresas públicas são estruturalmente deficitárias e praticam salários acima da média.  Assim, as conquistas  materiais dos  grevistas acabam por resultar na redistribuição de riqueza dos contribuintes em geral, para os empregados do sector público em particular.   



quinta-feira, agosto 13, 2015

Comércio internacional exige ajustamentos cambiais

China Current Account to GDP
China desvaloriza moeda para "estimular" a economia chinesa. 
Alemanha aproveita a boleia da desvalorização do EURO e continua a bater recordes de comércio externo.  
Germany Current Account to GDP

sexta-feira, junho 12, 2015

Dia de Portugal - Cofres cheios com bolsos vazios

No Conselho Consultivo de hoje a antecipação do discurso do 10 de Junho de Cavaco e os números da economia portuguesa. 

 Marta Rangel



Mariana Abrantes de Sousa considera que a economia portuguesa ainda não é "competitiva e sustentável", como afirmou o Presidente da República, uma vez que existem "cofres cheios com bolsos vazios".
Hélder Oliveira considera que é necessário dar algum fôlego à procura interna, sem incorrer em erros do passado até porque "as pessoas têm memória curta".

domingo, maio 17, 2015

Acordo ortográfico vai servir para aumentar a literacia da lusofonia ?


 

Os linguistas e educadores podem dedicar-se à colocação dos hífens e dos acentos circunflexos, mas o grande "erro" histórico e o verdadeiro desafio  futuro é a baixa literacia da lusofonia.

Eis mais uma bela discussão do "sexo dos anjos".

O analfabetismo é o verdadeiro "indicador de desempenho da lusofonia", o que nos faz chumbar todos os dias na concorrência internacional, e é esse que deveria ser o objectivo da "educação para a prosperidade".

Basta recordar que todos os países lusófonos, com a possível excepção de Cabo Verde, têm níveis de alfabetização inferiores à dos seus países vizinhos. Não serão os ditames burocráticos mas sim a alfabetização, e a passagem da tradição oral para a pratica de escrita e de leitura o que vai fazer convergir o português  dos nossos povos,  o 5º ou 6º idioma mais falado, mas não mais lido, no mundo.

Resultado de imagem para lusofonia imagensSe todos os lusófonos tivéssemos podido LER "Os Lusíadas" estes 500 anos, estaríamos agora todos não apenas a falar,  mas a ler e a escrever, a "língua de Camões".

Quanto a este blog PPP Lusofonia, peço a compreensão dos leitores pelo "facto" de continuar a semear Cs, Ps, hífens e acentos de uma forma mais ou menos aleatória, dependendo do corrector automático do Google para reduzir a confusão.

Se tiverem dúvidas sobre a interpretação de um texto, perguntem.
Eis uma pista: recordem-se que em economia estamos quase sempre a falar de factos (dados, substância) e não de fatos (ternos, aparência, forma).

Mariana Abrantes de Sousa
PPP Lusofonia 
Ver http://ppplusofonia.blogspot.pt/2009/05/improving-literacy-must.html