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segunda-feira, dezembro 05, 2016

Impact Investment Africa

Investimento orientado para o impacto consiste de investmentos com bons retornos financeiros E bons retornos ESAG -  económicos, sociais, ambientais e de governação 

http://www.cnbcafrica.com/video/?bctid=5235985873001 

domingo, novembro 20, 2016

Sleeping with an elephant 2.0

"Living next to you is in some ways like sleeping with an elephant. No matter how friendly and even-tempered is the beast, if I can call it that, one is affected by every twitch and grunt."

Resultado de imagem para republican elephantÊtre votre voisin, c'est comme dormir avec un éléphant; quelque douce et placide que soit la bête, on subit chacun de ses mouvements et de ses grognements.
 Pierre Trudeau, Washington, DC 1969

Dizia o Primeiro Ministro do Canada Pierre Trudeau em 1969 que morar ao lado dos Estados Unidos era como dormir como um elefante.
Afinal, onde é que um elefante se deita ?    Onde quiser!

Que estarão dizendo o Mexico e Canada, os vizinhos do elefante,  em 2016?


sexta-feira, novembro 18, 2016

EdM compra electricidade de nova central carvão

Resultado de imagem para Ncondezi Coal CompanyCentral a carvão de Ncondezi (300MW), com um custo de US $ 1.000,00m (Capital: US $ 300,00m, Dívida: US $ 700,00m)localizada em Tete, Moçambique.

O projeto está sendo desenvolvido pela Ncondezi Energy, que espera finalizar seu acordo de desenvolvimento conjunto com a Shanghai Electric Power (SEP). O acordo prevê que a SEP tome uma participação de 60% na empresa de projetos Ncondezi Power Company, fornecendo US $ 25,5 milhões em fundos de ações para corresponder aos US $ 17 milhões de custos históricos de desenvolvimento da Ncondezi.
O projeto deverá custar cerca de US $ 1 bilhão no total, incluindo o custo de uma linha de transmissão de 90 km conectando o projeto à rede. Financiados em grande parte por instituições de financiamento do desenvolvimento.
A central  vai queimar carvão de uma mina a céu aberto de propriedade da Ncondezi, produzindo cerca de 1,2 milhão de toneladas de carvão por ano. Está em negociação um contrato de abastecimento de energia de 25 anos à  EdM Electricidade de Moçambique, como offtaker,  pago em dólares norte-americanos.
A central consumiria 7,2 milhões de toneladas métricas anualmente de carvão fornecido por uma mina de carvão térmico a céu aberto.
A operação de mineração produzirá 1,3 milhão de toneladas de carvão ao longo de uma vida útil de 25 anos, com reservas de carvão estimadas em 4,7 bilhões de toneladas e recursos de 120 milhões de arqueação lavável in situ.
Fontes; IJGlobal, http://www.sourcewatch.org/index.php/Ncondezi_power_station

Encontro de cientistas portugueses, 22-Nov, 17h30 Pavilhão do Conhecimento

Resultado de imagem para pavilhão do conhecimentoA rede Global Portuguese Scientists (GPS.PT) quer contribuir para ajudar a conhecer a mobilidade dos investigadores portugueses pelo mundo, de modo a aumentar a sua visibilidade e reconhecimento em Portugal, facilitar contactos, colaborações e transferências de conhecimento.

Todos se podem registar, mas os que aparecem no mapa são apenas os investigadores que em qualquer fase da sua carreira trabalharam por um período de pelo menos três meses fora de Portugal.

A rede GPS terá uma sessão pública de apresentação no próximo dia 22 de Novembro, no Pavilhão do Conhecimento, às 17h30. A entrada é livre, mediante inscrição em:

https://www.ffms.pt/conferencias/detalhe/1763/apresentacao-gps-global-portuguese-scientists

É uma iniciativa da Fundação Francisco Manuel dos Santos, concretizada através de uma colaboração com a Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica - Ciência Viva, a Universidade de Aveiro e a Altice Labs. Tem como parceiros várias associações de portugueses com qualificações superiores residentes no estrangeiro: a Associação de Pós-Graduados Portugueses na Alemanha (ASPPA), a Association des Diplômés Portugais en France (AGRAFr), a Portuguese American Post-graduate Society (PAPS), a Portuguese Association of Researchers and Students in The UK (PARSUK) e a Native Scientists.

A rede GPS são todos os investigadores que nela se registam e a dinamizam.

Registe-se em gps.pt e ajude a construir esta rede!

David Marçal
dmarcal@cienciavia.pt
Coordenador da rede GPS

quarta-feira, novembro 16, 2016

Educação e democracia

"A educação torna um povo fácil de guiar, mas difícil de dirigir, 
fácil de governar, mas impossível de escravizar." 

A primeira vez que li esta citação sobre a importância da educação para a boa governação, foi num folheto da Portuguese American Scholarship Foundation, em Newark, NJ.  A PASF tem apoiado a educação de luso-americanos desde 1966  e eu tive o privilégio de fazer parte da sua Comissão de Bolsas em 1987 e 1988.  

Sabemos que a educação não é panaceia para todos os males.  Mas se o trabalho de educadores e professores for menosprezado ou ineficaz, ficamos todos pior.

Entretanto, surge um (novo?) fenómeno,  os LIVs, Low Information Voters,  eleitores de pouca informação, que desconhecem certos fatos básicos e que carecem do que os psicólogos chamam de "necessidade de cognição".


sábado, novembro 12, 2016

2016 Presidential Election Interactive Map

2016 Presidential Election Interactive Map: Interactive map for the upcoming 2016 presidential election. Use it to predict which candidate will reach the necessary 270 electoral votes.

Numa democracia, não há candidatos errados, apenas eleitores tontos

Resultado de imagem para hillary never stop believingPrognósticos só no fim das eleições

Economista não deve fazer previsões políticas, mas todo o cidadão deve ter uma opinião bem informada, e sobretudo preparar-se para enfrentar as consequências da decisão colectiva.  Apesar de ter ganho o voto popular, Hillary Clinton ganhou apenas em 20 dos Estados.  E nos Estados Unidos, a eleição presidencial depende do sumatório das eleições estaduais, o tal Electoral College.  
Fala-se muito do apelo de  Donald Trump aos eleitores sofredores e esquecidos, mas a taxa de desemprego americana é de apenas 4,9%, o que pode ser considerado pleno emprego.
Dos 20 Estados com desemprego acima da média, 8 Estados votaram em Hillary, incluindo New Mexico. Dos 30 Estados que votaram no Trump, 17 Estados têm desemprego abaixo da média nacional americana.

Em Portugal o desemprego  é bastante superior (acima de 12% desde 2019) mas os portugueses votam com os pés, emigram.  Em suma,

      In a democracy, people get the leaders they deserve.
      In a democracy, there are no wrong candidates, only foolish voters.

A 5-Novembro-2016 o DN convidou para almoço e conversa acerca das eleições americanas.  Eis alguns excertos da entrevista no DN, que pode ser vista em:
http://www.dn.pt/mundo/interior/hillary-e-uma-mulher-de-armas-se-for-eleita-sera-historico-5480896.html  

"Quando Mariana chegou aos Estados Unidos, Lyndon Johnson era o presidente. Seguiram-se Nixon, Gerald Ford, Jimmy Carter e Ronald Reagan. Confessa que desde que obteve a dupla cidadania passou a votar, mas "nunca automaticamente". Olha sempre com atenção para o boletim de voto, que costuma ser complexo, com candidatos a presidente, a congressista, a mayor, e admite que votou já "ocasionalmente num ou noutro partido. O meu voto não está cativo".

Por isso hoje vota, à distância, como residente de Nova Jérsia. Pousa o garfo e a faca e procura mais uma folha com gráficos. Desta vez é o peso eleitoral de cada um dos 50 estados e de como os americanos no exterior valeriam tanto como o Colorado se fossem considerados um círculo.

pergunto se alguma vez teve atividade partidária. Responde que não, que não a atrai. Mas que sente vontade de intervir na sociedade, seja como economista seja como cidadã. Por isso tem os blogues PPP Lusofonia e beijozxxi, integra a Soroptimist Portugal (uma espécie de Rotários só para mulheres) e é tesoureira da Sousa Mendes Foundation (dos Estados Unidos), além de presidente do American Club de Portugal.

Regressamos à política americana. Mariana não gosta quando ouve falar mal dos Estados Unidos. "Têm coisas más e coisas boas, como qualquer país. Mas têm de ter muitas coisas boas mesmo, já que são tão bem-sucedidos." Sobre estas eleições, em que o favoritismo de Hillary Clinton no campo democrata se comprovou apesar do desafio de Bernie Sanders, mas em que os republicanos se deixaram surpreender nas primárias e têm agora Trump como candidato, a economista admite ter feito um esforço para estar a par. Conta que há uns meses, para se preparar para uma entrevista, esteve a ver vários vídeos de Trump: "Tinham todos três ou quatro minutos. E sempre o mesmo formato. Os primeiros 30 segundos era a falar de barbaridades, tipo excluir os imigrantes. Mas depois, quem ainda não tivesse desligado, ouvia Trump a falar do desemprego de longa duração, de cidades que já tinham tido tempos bons mas agora viviam os maus, como Cleveland. E isto fez-me pensar nos riscos que é a democracia ignorar os perdedores da globalização. É que se em Portugal esses votam com os pés, emigram;  nos Estados Unidos votam nas urnas."

Que Trump consiga apelar a muitos americanos "é assustador", acrescenta a luso-americana. "Não está preparado para ser presidente. Aproveitou-se da notoriedade para ganhar apoio. E muitos republicanos tardaram demasiado a afastar-se. Ainda no outro dia ouvi a Condoleezza Rice a dizer que era contra Trump. Não percebo porque só agora." Além de impreparado, que seja sexista e xenófobo também a incomoda.


Já sobre Hillary, realça que se trata de "uma mulher muito inteligente, o que nem sempre é fácil. Tem uma capacidade de assustar muita gente. Mas tem sido uma líder desde a universidade. E possui uma visão estratégica. O problema é que para ganhar não é preciso o mesmo que para governar". Insisto se não quer mesmo dizer em quem votou para as presidenciais de dia 8. "O voto é secreto", responde, com um sorriso.

Pedimos a conta e preparamo-nos para nos despedir. Chega um licor de menta, oferta da casa (quando chega a conta, descubro que também as entradas foram uma gentileza). Mariana elogia o restaurante (Ingrediente no Alto de Algés), diz que almoça aqui várias vezes, outras vezes compra-lhes comida para levar para casa, ali perto. "Gosto do comércio de proximidade. Nos Estados Unidos é comum o zoning, zonas bem separadas para habitação e comércio. É um daqueles casos em que prefiro Portugal à América. Mas temos de dar o nosso contributo para defender estes restaurantes de bairro", salienta. É a tal "citizenship", ou cidadania, palavra que ouviu pela primeira vez quando chegou à América. Outra foi "leadership", liderança.


Em 2017, o American Club celebra 70 anos como forum de diálogo e discussão. E prepara uma grande conferência em outubro com os American Club da Europa. Entretanto, continuará a promover os "american values", diz Mariana, e os almoços-debate. Há dias foi Catarina Albuquerque a convidada, a portuguesa que foi a primeira relatora da ONU para a Água. No dia 9-Nov, acontecerá um jantar Day After, com Nicholas Kralev, um politólogo americano, que vai analisar o resultado das eleições da véspera. Falará certamente da clivagem entre democratas e republicanos, que a presidente do American Club considera um dos grandes problemas dos Estados Unidos." 

sexta-feira, novembro 11, 2016

Demography is destiny

Quando os desequilíbrios  demográficos entre países vizinhos se acentuam, as migrações tornam-se inevitáveis.  

Na Europa, as taxas de natalidade estão muito abaixo de 2.1 (o nível de sustentabilidade populacional), enquanto no Norte de Africa estão bastante acima de 5 filhos por mulher.

 Até nos Estados Unidos, a taxa de natalidade está em cerca de 1.88, enquanto no México se mantém acima de 2.22.

Quando as fortes divergências demográficas se combinam com divergências económicas, as migrações aumentam. E com diferenças políticas, culturais ou religiosas, os migrantes são mais difíceis de integrar e as inevitáveis migrações podem ter consequências explosivas.

Não há mar, não há muros que possam resistir aos tsunamis migratórios.  Há sinto muito sofrimento e muitos abusos pelo caminho, especialmente para os migrantes.

Os políticos que prometem bloquear as migrações com muros e perseguições estão a promover as piores ilusões e criar condições para confrontos sociais virulentos.  E os eleitores mal informados facilmente acreditam que a culpa de todos os males são os imigrantes, os "estranhos".

Até nos países de imigrantes do continente americano, os descendentes de imigrantes anteriores podem tornar-se xenófobos em menos de duas ou três gerações, virando-se contra os imigrantes recém-chegados.
A demografia e a geografia ditam o destino dos países, deveriam ser mais estudadas.



quarta-feira, novembro 09, 2016

Convite Jornadas de Linguística Português e Espanhol, Lisboa 3-5 Abril 2017

VI International Conference on Hispanic Linguistics. 

Variation and identity.  April 3, 4 & 5, 2017

The Department of General and Romance Linguistics (Faculty of Arts and Humanities, University of Lisbon), announces the VI International Conference on Hispanic Linguistics. Variation and identity, and invites scholars to take part in it. 
The aim of the conference is to offer a space to present and discuss works and researches on linguistic variation and its relation with the speakers' identities, from a historical perspective or from a geographical or sociolinguistic point of view. Abstracts will have a maximum of 500 words -excluding references- and they may focus on Spanish language, but also on all languages in contact with it around the Hispanic world.
E-mail for abstracts:  jornadasdelinguistica@fl.ul.pt
Call deadline: December 2nd, 2016.
Notification of acceptance: January 31st, 2017.
Linguistic subfieldsHistorical Linguistics, Lexicography, Lexicology, Linguistic Anthropology, Morphology, Phonetics, Phonology, Pragmatics, Romance Linguistics, Semantics, Syntax, Sociolinguistics, Spanish varieties.
Offical languages: English, Portuguese & Spanish.
Keynote speakers:
Andrew Lynch (University of Miami, USA)
José Luis Blas Arroyo (University Jaime I, Spain)

domingo, novembro 06, 2016

Crédito ao consumo mais que meio caminho andado para um novo resgate

São se fala dos riscos de um novo resgate, do regresso da troika, nunca se fala do aumento do crédito ao consumo, nem mesmo da quebra acentuada da poupança nacional para níveis insustentavelmente baixos.

Mas se as famílias não poupam, se Portugal continuar a ser o país mais endividado do mundo, já devíamos saber que um segundo resgate vai tornar-se cada vez mais necessário.

Falta reunir as notícias dispersas para ter a visão de conjunto:

+ Crédito ao consumo acelera
+  Sobre endividamento sobe
+  Taxas de juro de depósitos baixas penalizam aforro
+  Taxa da poupança sobre rendimentos abaixo de 5%
+  Crédito mal parado aumenta
=  Necessidade de resgate  aumenta

Até agosto 2016 , o valor e o número de créditos para consumo dispararam.

A estratégia de marketing dos bancos regressou ao período pré-crise. A média mensal do montante dos novos créditos pessoais concedidos aos portugueses nos primeiros oito meses deste ano disparou 75% face a 2012, quando a troika já estava no país. Segundo o Banco de Portugal (BdP), a média mensal deste ano ronda os 471,1 milhões de euros, enquanto, que em 2012 era de 268,7 milhões de euros. Em termos de novos contratos, o número médio mensal aumentou 18% naquele mesmo período, passando de 97 037 (2012) para 114 485 (média mensal de oito meses de 2016). A associação de consumidores Deco alertou para o fenómeno atual da subida do crédito pessoal e, essencialmente, para o regresso em força da “publicidade feita pelas instituições bancárias para este tipo de produto”. 

 Veja mais em: https://www.dinheirovivo.pt/banca/credito-pessoal-subiu-75-em-apenas-quatro-anos/?utm_source=Push&utm_medium=WebApp#sthash.ZNX8Gmuj.dpuf

DN Crédito ao consumo é o único que não só cresce como acelera 

sábado, novembro 05, 2016

País que não exporta bens e serviços, exporta pessoas

Eis um artigo no DN, a falar de tudo e mais alguma coisa...

... Escolheu estudar Economia e uma das razões "foi para tentar perceber porque, apesar do clima mediterrânico, de ser tão igual a Portugal, a Califórnia era rica e o nosso país pobre", conta. Pergunto se chegou a uma resposta? "Ainda tento perceber. Nunca é uma causa só. Aliás, nunca existe uma causa única para explicar algo. Por exemplo, porque arde a floresta portuguesa? Uns dizem que é por causa do despovoamento do Interior, outros porque não há escoamento da biomassa, outros ainda que é culpa dos incendiários. Estão todos certos. E haverá mais causas. Só se resolve combatendo todas."

 "Estávamos em 1975 e os excedentes em dólares dos países árabes petrolíferos eram depositados nos bancos americanos que os investiam na América Latina. Como falava português e espanhol puseram-me no departamento de crédito a avaliar o risco-país."

Voltamos a falar de economia, de sair da crise, e de como as nossas empresas têm de exportar porque o mercado nacional é pequeno. E, de novo, uma frase em inglês: "Sales cure all", ou seja, "as vendas curam tudo", como dizem os americanos.

Fonte:  http://www.dn.pt/mundo/interior/hillary-e-uma-mulher-de-armas-se-for-eleita-sera-historico-5480896.html

sexta-feira, novembro 04, 2016

Divergência socioeconomica continua na Europe

Das Logo der Friedrich-Ebert-Stiftung, Name in drei Zeilen, mit Weltkugel. Link zur Hauptseite der FES.Um estudo da Friedrich Ebert Stiftung indica que a divergência de fortunas que  aflige a Europa Social continua. A desigualdade dentro dos países aumentou na maioria em 2014, especialmente na Alemanha.

Coesão em toda a UE não registou progressos, mesmo com os países mais pobres a crescer acima da média da UE.   O desenvolvimento social continua deficiente nos países mediterrânicos, onde os estratos mais pobres são particularmente atingidos pela austeridade e o sobre endividamento.

Os dados mais recentes para 2014 confirmam  que o rácio de rendimentos S80 / S20,  que indica a relação entre os rendimentos no quintile mais rico (quinto) e os do  quintile mais pobre, era cerca de  8,5 vezes em euros às taxas de câmbio correntes e 5,6 em termos de  poder de compra (PPS).
Isto é claramente superior ao valor  atribuído pelo Eurostat à  UE como um todo - cerca de 5  nas suas estatísticas oficiais, baseadas na média dos rácios S80 / S20 de todos os Estados-Membros da UE, o que não considera as enormes diferenças  entre os países.

Fonte:  http://library.fes.de/pdf-files/id/ipa/12668.pdf