Tradutor

sexta-feira, julho 29, 2016

Engenharia Sanitária e Ambiente, Setembro 2016 Guimarães

 17.º Encontro de Engenharia Sanitária e Ambiental (ENASB), o qual terá lugar entre os dias14 a 16 de setembro de 2016, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.

Este evento está a ser organizado pela  APESB - Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária, em conjunto com outras entidades dos sectores da água e da gestão de resíduos, estando prevista a presença do Senhor Ministro do Ambiente, Eng.º João Pedro Matos Fernandes, na sessão de abertura e do Senhor Ministro da Economia, Prof. Manuel Caldeira Cabral, na sessão de encerramento.

Destacam-se igualmente os seguintes painéis temáticos, moderados por proeminentes  peritos do sector:

·         Tema Especial: Cidades do Futuro - Eng.ª Rafaela Saldanha Matos (LNEC)
·         Painel 1: Águas Pluviais - Prof. Paulo Ramísio (APESB/Universidade do Minho)
·         Painel 2: Economia Circular - Prof.ª Lígia Pinto (APESB/Universidade do Minho)
·         Painel 3: Financiamento do Sector - Eng. Jaime Melo Baptista (LNEC)

Ver mais no site do evento www.17enasb.apesb.org 

Formação em montagem e financiamento de projetos de água, Lisboa, Maio 2016

Resultado de imagem para ppa aguaO curso de contratação de projetos nos países em desenvolvimento - O sector da água e o mercado de Multilateral" aconteceu em Lisboa último dias 17 e 18 de Maio 2016 . 

O curso foi concebido para proporcionar um melhor conhecimento e uma maior intervenção neste mercado; ela foi dirigida principalmente para os gestores e técnicos responsáveis ​​pela gestão dos procedimentos de adjudicação, nomeadamente no que respeita à identificação, prospecção e seleção de oportunidades, elaboração de propostas e procedimentos contratuais.

Embora o Sector da Água foi o principal objetivo deste curso, ele também foi destinado a empresas interessadas em projetos de infraestrutura, gestão de resíduos, energia, transportes e obras públicas com financiamento de instituições multilaterais.

O curso centrou-se nas seguintes questões fundamentais:

Identificação e oportunidades de monitoramento - área de trabalho de investigação / redes locais e contatos;
Elaboração de propostas - componentes formais e técnicas;
Definir consórcios de negociação e;
Gestão de Compras e processo de acompanhamento - boas práticas;
Gerenciamento de projeto de pós prêmios - mitigação de riscos, questões regionais.
O curso foi uma iniciativa conjunta da Parceria Portuguesa para a Água  e do Instituto Superior Técnico, com a participação da Associação para a Formação e Desenvolvimento em Engenharia Civil e Arquitectura. Ele teve o apoio institucional da AICEP, Portugal Global e do GPEARI
  
  http://www.ceso.pt/company_news/qb41uwv2/VZoCFKsL

Manual de Ciclo do Projeto em português

GESTÃO DO CICLO DE PROJETOS
O novo livro de Rui Miguel Santos, "Gestão do Ciclo do Projecto" foi apresentado em janeiro 2015 em Lisboa  . VER https://www.youtube.com/watch?v=SBA-rh_L9o0 

Este livro "é a primeira divulgação o em Portugal quanto à metodologia para a identificação, formulação e gestão de projetos de desenvolvimento utilizados, há décadas, por instituições multilaterais, em particular pela União Europeia eo sistema das Nações Unidas.

Fornece-se direções para uma grande universo de profissionais interessados e curiosos para ter acesso aos projectos de cooperação de gestão de conhecimento ".

O livro foi editado por INA (Direcção-Geral para a qualificação dos funcionários públicos  ).
A presente obra constitui o primeiro esforço realizado em Portugal de divulgação das metodologias de identificação, formulação e gestão de projetos de desenvolvimento, utilizadas desde há décadas por instituições multilaterais, em particular pela União Europeia e pelo Sistema das Nações Unidas.

Nela fornecem-se indicações para que um universo alargado de profissionais, interessados e curiosos tenha acesso a competências especificas de gestão de projetos de cooperação, como sejam:

> Elaboração de árvores de problemas, recorrendo a modelos lógicos;
> Definição de cadeias de resultados, em resposta aos problemas identificados
> Formulação de uma lógica de intervenção que permita gerar a mudança necessária face a um problema de partida;
> Caracterização dos pressupostos e gestão dos riscos subjacentes à lógica de intervenção;
> Definição de sistemas de monitorização de projetos, através de indiicadores e fontes de verificação adequados;
> Estruturação de critérios de avaliação, tendo por base os atributos de qualidade definidos pelas agências multilaterais e bilaterais.

http://www.ceso.pt/intelligences/tqfSbv5I
http://ina.pt/index.php/dbae/ina-editora/loja-on-line/loja-teste/monografias/gestao-do-ciclo-de-projetos-detail?fb_ref=Default


PMEs convidadas para missão sobre Residuos - Brasil Outubro 2016

quinta-feira, julho 21, 2016

CGD promove financia consumo apesar do sobre endividamento das famílias

Resultado de imagem para caixa imagem cgdO "nosso banco" continua,  desorientado, a promover o consumo de bens e serviços importados.

E depois o INE  e o BdP dizem que a poupança está nos mínimos insustentáveis. 

Será coincidência ?

Crédito Automóvel Caixa Leasing e Factoring ?
Qual é o Banco que dá sinal verde para adquirir automóvel?
A Caixa. Com Certeza.
TAEG: 7,3% (viaturas novas), 8,4% (viaturas usadas).

Qual o Banco que o deixa pagar as despesas depois das férias?
A Caixa. Com Certeza.
TAEG 17,6%

Estado condenado a pagar 150 milhões ao consórcio do TGV

Fonte:  Dinheior Vivo
Estado condenado a pagar 150 milhões ao consórcio do TGV

Fonte:  Público
https://www.publico.pt/economia/noticia/estado-condenado-a-pagar-150-milhoes-ao-consorcio-do-tgv-1738948 

O Estado foi condenado a pagar quase 150 milhões de euros ao consórcio que ganhou a obra de execução do TGV. Ao fim de dois anos, o Tribunal Arbitral constituído para julgar o caso decidiu a favor da Elos, considerando que lhe é devida uma parte substancial da indemnização que reclamava, num total de 169 milhões. 

quarta-feira, julho 20, 2016

Barcelos com PPP insustentável

Supremo confirma. Câmara de Barcelos tem de pagar 172 milhões no "caso da água"

11 jul, 2016 - 
O presidente da autarquia diz que a decisão, no imediato, não terá qualquer efeito. uma vez que a Câmara e a concessionária, a Águas de Barcelos, acordaram não reclamar os direitos resultantes da mesma enquanto decorrem as negociações para o resgate da concessão pelo município.
O Supremo Tribunal Administrativo confirmou a condenação da Câmara de Barcelos a pagar 172 milhões de euros à concessionária da água e do saneamento do concelho, revelou, esta segunda-feira, o presidente da autarquia.
“Já estávamos à espera”, disse Miguel Costa Gomes, sublinhando que aquela decisão, no imediato, não terá qualquer efeito prático, uma vez que a Câmara e a concessionária (Águas de Barcelos) acordaram não reclamar os direitos resultantes da mesma enquanto decorrem as negociações para o resgate da concessão pelo município.
Essas negociações têm o dia 28 de Setembro como novo prazo limite para serem fechadas e desenvolvem-se à volta do “acordo de princípios” celebrado em Novembro de 2015, segundo o qual o município pagará à Águas de Barcelos (AdB) 87 milhões de euros pelo resgate da concessão.
“Agora é cumprir o que está no acordo e fechar até 28 de setembro o acordo”, referiu Costa Gomes.
Em Janeiro de 2012, o Tribunal Arbitral de Lisboa condenou a Câmara de Barcelos a pagar, até 2035 e em tranches anuais, uma indemnização total de 172 milhões de euros à AdB, para assegurar o reequilíbrio financeiro da concessão.
Os consumos previstos no contrato nunca foram atingidos e a AdB, em 2010, requereu a constituição do tribunal arbitral, com vista à reposição de equilíbrio económico-financeiro da concessão.
A Câmara recorreu para os tribunais administrativos, mas estes consideraram a acção improcedente, confirmando assim a condenação ao pagamento dos 172 milhões de euros.
Um pagamento que terá de ser efectuado se as negociações para o resgate da concessão não tiverem sucesso.
Entretanto, a questão da água e saneamento de Barcelos está a ser investigada pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), que já constituiu 12 arguidos, entre os quais o antigo presidente da Câmara Fernando Reis e os vereadores da maioria de então.
Fonte:  http://rr.sapo.pt/noticia/58787/supremo_confirma_camara_de_barcelos_tem_de_pagar_172_milhoes_no_caso_da_agua

terça-feira, julho 19, 2016

FMI comenta países da CPLP

QUESTIONER: Good morning. The finance ministers of the EU announced sanctions on Spain and Portugal for violating rules and budget deficit targets. So how do you see, how does IMF see those sanctions on Portugal and which implications it might have for this country? OECD said the sanctions on both countries were the last thing Europe needed after Brexit, so I just wanted to have some comments from you on this.
It seems you have an update on Guinea-Bissau if you could give some considerations in case you do? There was a remaining installment of €9 million to be paid this year. In case you got any information?
And on Mozambique, it has been on the news that the financial aid by the IMF might not happen this year, and I would like to confirm that with you. In Angola, I just wanted to ask, in case you have some follow up…
MR. RICE: A whole press conference in itself. Well, thank you. Let me try and give you something on each of those. On Portugal, look, on the issue of sanctions, that’s clearly for the European Commission to propose sanctions if that’s what they do. My understanding is, that would happen within the next 20 days or so, so that’s not an issue for the IMF. It’s for the Commission, so you might want to ask them about that.
On Guinea-Bissau, thanks for the question, seriously. It’s good to talk about other countries about important issues. What I can tell you is the IMF’s Extended Credit Facility program with Guinea-Bissau is off track as a result of two expansive bank bail-outs that violate the end December 2015 net credit to government performance criteria.
This also prompted development partners, including the World Bank, the African Development Bank, and the EU to hold their budget support. I can tell you that in an effort to bring the program back on track, the new government which, as you know, has been in place since last month, declared the bail-outs to be null and void, and, you know, we continue in that context to provide policy advice and technical assistance, and continue the discussions with the new government.
On Angola, we talked a bit about it two weeks ago in your absence, but I think it’s been reported that the government of Angola has decided to continue their close policy dialogue with the Fund only in the context of the Article IV consultation, and not through discussions concerning an EFF supported program. So, again, we continue to work. We stay engaged, but it’s not on discussions on a financial program.
Then on Mozambique, again, we’ve discussed it quite a bit here. We had a mission in Maputo ending toward the end of June. That was the fact finding process related to the previously undisclosed borrowing, and to assess the macroeconomic situation. We welcomed the government’s investigation into this previously undisclosed debt. We thought that was important.
Additionally, the staff mission said that further measures are needed. In particular, we felt that an international and independent audit would be needed. That’s of Ematum, Proindicus, and MAM companies. The latter two being the companies that received the funding under the previously undisclosed loans. We did issue a press statement on all of this, so it’s all public.
Our understanding is at this stage the government is not ready to move forward with the audit. That’s kind of where we stand. So the review with the Fund has not been completed, and, of course, for any disbursement that review would need to be completed.
QUESTIONER: On Portugal you’re telling me you don’t have any comments on the sanctions? Because if just released, the Article IV June 30 --
MR. RICE: We did. That’s right.
QUESTIONER: -- so how do you see those sanctions? No comments on that? Aren’t you worried?
MR. RICE: We just released the Article IV consultation report a few days ago on Portugal, so I’m going to let that speak for itself. It was pretty comprehensively covered and I’ll leave it there.

Moçambique contrata consultora Lazard para avaliar a dívida externa

Moçambique contrata consultora Lazard para avaliar a dívida externa: O governo moçambicano contratou a Lazard como consultora financeira para avaliar a sua dívida externa e a White & Case LLP como consultora legal.

terça-feira, julho 12, 2016

Artigo sobre Gestão de PPPs brevemente em português

O artigo que faz parte da bibliografia do PPP Knowledge Lab da  PPIAF/Banco Mundial sairá brevemente em português.

Managing PPPs for Budget Sustainability
The case of PPPs in Portugal, from problems to solutions
Mariana Abrantes de SousaPPP Lusofonia, Portugal
September 2011     

Abstract
Considering that Portugal is currently suffering one of the most severe financial crisis in its history, this paper examines to what extent PPPs have contributed to Portugal’s external debt problems and evaluates how Portugal’s PPP contracts can be managed in order to contribute to the necessary solution.  Although the interests of the various PPP Stakeholders are acknowledgedthe focus is on the Government as the public partner, from a sovereign risk and taxpayer perspective. The paper shows how countries like Portugal with large PPP programmes but fragmented PPP institutions and   inadequate budget practices can be exposed to greater fiscal risks, leading to the accumulation of excessive PPP liabilities which later contribute to public sovereign debt problems. 

VER https://library.pppknowledgelab.org/PPP%20Lusofonia/documents/2213
http://ppplusofonia.blogspot.pt/2011/10/managing-ppps-for-budget-sustainability.html

segunda-feira, julho 11, 2016

Europa das regras demonstra falhanço dos regimes

Neste artigo, o economista Ricardo Reis acerta no alvo das regras contraproducentes, inadequadas e confusas da União Europeia.  Com uma abordagem mais legalista do que economista, a UE/EU  tem "regras" a mais e economia a menos.   Temos uma União Europeia e uma Eurozone  dos juristas. 

Mas falta sublinhar que são os países pequenos e frágeis que pagam mais por esta desorientação das politicas económicas europeias, uma governação que ignora a realidade económica enquanto obedece aos poderes políticos, e que vai ser avaliada severamente pelos maus resultados obtidos, de divergência persistente e insustentável entre os países membros. 


Desde que a introdução da moeda única em 1999 impôs um teto de 3% ao défice público, Portugal não respeitou este limite uma única vez
DINHEIROVIVO.PT


VER mais em  O falhanço dos regimes

domingo, julho 10, 2016

terça-feira, julho 05, 2016

Sanções uni-direcionais apontam falhas na União Europeia

Tradicionalmente seria o "mercado", a tal mão invisível, a aplicar a sua severa disciplina aos parceiros comerciais, obrigando-os a corrigir desequilíbrios financeiros insustentáveis através de desvalorizações e ajustes cambiais multilaterais, cujos custos seriam partilhados por todos, quer os países superavitários e quer os países deficitários.  

No contexto da União Europeia e da Eurozone, esta disciplina dinâmica e multilateral é substituida por sanções administrativas da União Europeia, decididas de uma forma opaca e longe dos cidadãos que sofrem as suas consequências.  Ainda pior, as ditas "sanções" aplicadas pela União Europeia são uni-direcionais, isto é, são aplicadas apenas aos países deficitários, e aos países pequenos com economias mais frágeis que têm menos margem de manobra económica e financeira.  

É importante recordar que não há défices sem superávites, e que cada "défice excessivo" tem contraparte num "superávite excessivo" algures no sistema económico europeu e mundial, uma vez que ainda não exportamos para Marte!  

O Procedimento de Défice Excessivo (PDE)  sofre deste erro de desenho, não está correctamente fundamentado nos conceitos de economia e finanças internactionais e de uniões alfandegarias e monetárias.  O PDE parece estar baseado em conceitos mais jurídicos que económicos, e reflete os desequilíbrios de poder e a preponderância dos países superavitários no processo de tomada de decisões da União Europeia e da Eurozone. 

Podemos dizer que as regras e a governação da União Europeia são tão desequilibradas como o comércio intra-europeu, e que esse défice de governação ameaça a "união dos europeus", o grande objectivo que todos deviamos partilhar. 

Em 1952, aos países do Benelux juntaram-se à Alemanha Ocidental, França e Itália e fundaram a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA).  A ideia brilhante de uma Europa unida, pacífica e próspera celebrou 60 anos (as bodas de dimante) em 2012 no meio de uma crise sem precedentes.   Agora tornou-se evidente que a União Europeia, desequilibrada e mal estruturada, pode não chegar às bodas de platina (65 anos) em 2017 a não ser que haja a vontade para repensar e refocar no que é verdadeiramente importante, a paz e a prosperidade para todos, e capacidade para corrigir os erros de desenho e reinventar a "nossa" União Europeia.  

Se a União Europeia continuar a ser "deles" não vai ser de ninguém. 

sábado, junho 25, 2016

Brexit, European divergence and the demographic tsunami

The economic divergence in the European Union is so serious,  with winners and losers growing apart, that the risks of unsustainability is severe.  

Resultado de imagem para brexitListening to the post-voting commentary from UK , many voters seemed to be voting "against migration".  One interviewee said that migration was supposed to happen only "over there in the Mediterranean", not on the British side of the English channel!.  Britain was never a member of the Schengan (passport free zone), but they have a dynamic labor market which has been pulling migrants in, from the rest of Europe and further away (pulll factors).  Add push factors like persecution and civil wars and nothing will keep migrants from leaving home and seeking better locations. 

The (British) voters may need to brush up on demographic statistics:  With as many as 5.5 children per (mostly poor) families on the south side of " the Med", and as litlle as 1.5 children per (mostly rich) families on the north side of "the Med", you don't need to be a demographer to know that  migration WILL happen. Trying to stop migration flows in these circumstances is like trying to hold back a TSUNAMI. 

Trying to manage population flows in the XXI century is an illusion, giving the instantaneous info.  Do you know there are apps for migrants to download to their smartphones to guide them through the maze?   For example, some refugees received in Portugal recently actually  left Mangualde to join relatives in northern Europe within the month.  Why stay in a country with 13% unemployment and a "safety net" full of holes?  

But the critical underlying issue may be  the persistent divergence between the economic  winners and losers from European integration and globablization, among and within countries.  It seems that exit vote was stronger in working class districts.   Small countries like Portugal can be steamrolled, but big democratic countries like the UK have other means of defense by turning the decision over to the voters.  A real lesson in practical  democracy. 

Another critical issue may be the return of the border walls and the raising of the barriers in and around Europe, and the desperation to escape the persecution in the countries of origin.  Of course, the refugees of 1940 were different,  but for many of the refugees today the existential threat is as serious today as it was then.   

Can we  see a parallels between the raising of the walls in 2016  versus 1936 or 1939? 

For Portugal, we are a net exporter of (economic) migrants and Portuguese workers were already suffering effective discrimination in the UK (restricted access to Social Security).  Some recent Portuguese emigrants may need to come back, pushing unemployment in Portugal up again.  

There is a Portuguese saying for every occasion: For this one:  "Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguem tem razão."  In a home without bread, everyone argues and  and no one is right.