Tradutor

segunda-feira, dezembro 25, 2017

China investimento em Portugal e a criação de emprego

Um artigo recente em The Economist de 30-Nov-2017 diz que Portugal anda a nadar em massa Chinesa, como um dos principais beneficiários do FDI investimento direto chinês na Europa. 

Mas os investimentos chineses trazem pouco valor acrescentado para Portugal.  Os investidores chineses têm comprado empresas maduras, algumas operadores de serviços públicos quase monopolistas, as jóias da coroa.  Criação de novos empregos em investimentos de raiz, greenfield, praticamente zero

O critério de avaliação do valor acrescentado e do muliplicador de investimento deve sempre focar o VAN Valor Acrescentado Nacional, os beneficios no saldo comercial X-M e a criação de emprego líquido. 

Onde está o benefício líquido para Portugal dos investimentos chineses?  
Para financiar a importação de  T-shirts e outros bens de consumo da China ?
Ou apenas na construção de casas de luxo para os vistos Gold e algum turismo.


PPP Lusofonia Dec 17-2017  Comments in The Economist 
Using idiomatic phrases like "Portugal is rolling in Chinese loot" makes for good reading but for bad economics.   Better go back to basics of International Trade 101.
Super net exporters like China and Germany (or OPEC in its high times) can become so cash rich that they can buy up everything in sight. But acquistions of existing (brownfield) companies is just churning "pedtrodollars" and it is not as beneficial as new (greenfield) FDI investments which actually create jobs in the net importing countries.
China is Portugal's main import supplier outside of Europe, so the Chinese incoming "loot" just helps to pay for the bilateral trade deficit, a sort of barter (swap of electricity company shares for T-shirts). The net job creation of the sizable Chinese investments in Portugal is minimal if any, except for some construction jobs for the tourism sector and Golden Visa program. 

VER também http://ppplusofonia.blogspot.com/2011/12/se-o-pai-natal-fosse-chines.html

segunda-feira, dezembro 18, 2017

Concurso: data limite alterada

Comunicado
A data limite para a entrega dos trabalhos para o Concurso de Ideias: Plano Florestal para UMA Floresta Sustentável e UMA Aldeia+VERDE foi alterado para 20-Fevereiro-2018. http://soroptimistapt.blogspot.com/2017/12/concurso-plano-para-floresta.html

sábado, dezembro 16, 2017

Saúde - Bissau

Veuillez indiquer dans votre candidature que vous avez consulté cette offre sur le site web DevelopmentAid.org.
Applications and updated CV should be submitted to 

Expert en santé communautaire (Expert catégorie II) CCM Consulting Group Worldwide Guinea-Bissau 01 Mar, 2018 10 Jan, 2018
Expert en économie de la santé (Expert catégorie II) CCM Consulting Group Worldwide Guinea-Bissau 01 Mar, 2018 10 Jan, 2018
Médecin obstétricien (Expert catégorie II) CCM Consulting Group Worldwide Guinea-Bissau 01 Mar, 2018 10 Jan, 2018
Médecin Pédiatre (Expert catégorie II) CCM Consulting Group Worldwide Guinea-Bissau 01 Mar, 2018 10 Jan, 2018
Médecin en Santé Publique et chef de l'équipe des experts (Expert catégorie II) CCM Consulting Group Worldwide Guinea-Bissau 01 Mar, 2018 10 Jan, 2018
Fonte: DevelopmentAid.org

domingo, dezembro 03, 2017

Comissão Europeia tem os recursos mas precisa de bons projetos diz Corina Cretu | RTP | Últimas | Artigos e Notícias

Comissão Europeia tem os recursos mas precisa de bons projetos diz Corina Cretu | RTP | Últimas | Artigos e Notícias: Artigos e Notícias de Portugal e do Mundo - A comissária europeia para política regional, Corina Cretu, defendeu hoje que Bruxelas tem os recursos necessários e a disponibilidade para apoiar a reconstrução e a reforma da floresta portuguesa, mas frisou que também são necessários bons projetos., RTP, Últimas



Ver Aldeia+VERDE http://soroptimistapt.blogspot.pt/search/label/Aldeia%2BVERDE

domingo, novembro 26, 2017

Floresta e clima: Especialistas precisam-se

Num país de floresta mal gerida, só 23 alunos escolheram engenharia florestal
Primeiro debate sobre o tema "A Floresta Portuguesa em Causa", da UTAD, aflorou problemas na gestão dos territórios do interior do país.
ABEL COENTRÃO 13 de Setembro de 2016

Só uma pequena parte das Zonas de Intervenção Florestal consegue gerir as áreas que tem a seu cargo

Portugal tem pela frente o desafio de gerir melhor um terço do seu território ocupado por florestas mas o país corre o risco de, nos próximos anos, ter poucos quadros qualificados para o fazer. Na primeira fase, o curso de Engenharia florestal da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro atraiu três candidatos, a que se somam os vinte que entraram na mesma licenciatura do Instituto Superior de Agronomia (ISA). “Se não há alunos, como vamos manter a funcionar os centros de investigação?”, questiona o catedrático Rui Cortes, da UTAD, lembrando que outras instituições já deixaram de oferecer esta formação que só não fecha em Vila Real porque a reitoria faz finca-pé no valor do curso para o futuro da região e do país.

Só uma pequena parte das Zonas de Intervenção Florestal consegue gerir as áreas que tem a seu cargoA importância da gestão do território (floresta incluída) para a diminuição do impacto dos incêndios, que em área ardida fazem já de 2016 o quarto pior ano das últimas quatro décadas, esteve bem presente nas múltiplas intervenções do primeiro debate do ciclo “A Floresta Portuguesa em Causa” organizado pelo Departamento de Ciências Florestais e Arquitectura Paisagística da UTAD. A plateia do pequeno auditório do Teatro de Vila Real estava cheia, entre alunos e professores que esta terça-feira ali quiseram ouvir alguns dos mais reconhecidos especialistas no sector procurar, entre os diagnósticos feitos há anos e as lições dos tempos mais recentes, caminhos para essa parte de Portugal que apenas é notícia – queixaram-se – quando arde.

Num país com 35% do território ocupado por floresta, detida esmagadoramente por privados, a invisibilidade do tema fora da “época” dos fogos atinge vários patamares. Um deles é o da formação, assinalou Rui Cortes em declarações ao PÚBLICO após o debate. “A floresta só é assunto pelo seu lado trágico. E isto não atrai os jovens”, admite este docente, preocupado com o futuro do sector. Mas o decréscimo de alunos na engenharia florestal acompanha o despovoamento do interior e a litoralização da população, que se afastou, física e mentalmente, de um mundo rural do qual a floresta era parte integrante.

O presidente do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, Rogério Rodrigues, considerou essencial voltar a criar nas pessoas a noção do valor das áreas florestais, chamando a atenção quer para o que, economicamente, elas valem e podem vir a valer, quer ainda para o que poderemos perder se continuarmos a desleixar a sua gestão. O especialista em Ecologia e Gestão do Fogo José Miguel Cardoso Pereira considera que o contraste entre o investimento anual no combate aos fogos e a despesa em prevenção provam esse afastamento da sociedade – responsáveis políticos incluídos.

“A prevenção é secundária porque a floresta é secundária. E o combate faz-se para proteger casas, pessoas, infraestruturas”, notou. O docente do ISA não pôs em causa essa prioridade, mas insistiu que a protecção da floresta não pode ser considerada uma tarefa colateral e subalternizada”. Palavras de quem lançou um dos desafios deste debate. Que Portugal reflicta sobre a sua “suposta vocação florestal” e se analise se não será melhor, face às capacidades do país, abdicar de dez a 15% da área ocupada com floresta mal gerida criando zonas tampão que, com outras actividades, possam quebrar as manchas de ocupação contínua. “Não vamos lá com faixas de contenção de 100 ou 150 metros”, alertou.

... LER  mais em https://www.publico.pt/2016/09/13/sociedade/noticia/num-pais-de-floresta-mal-gerida-so-23-alunos-escolheram-engenharia-florestal-1744025 

sexta-feira, novembro 24, 2017

NASA mostra o efeito Ophelia - pouco usual ou o novo normal ?

Neste video dos furacões, a NASA mostra o movimento dos furacões, das poeiras do Sahara aqui tão perto, o fumo dos incêndios em Portugal a 15-16 de Outubro. 
Nasa diz que o percurso do furacão Ophelia foi "very unusal, fora do normal ao afetar todar a fachada atlântica de Europa. 

E se o trajecto do Ophelia passar a ser o "new normal"?

  

quarta-feira, novembro 22, 2017

Gestão do Rio Dão: das cheias à seca extrema

 A água, das cheias catastróficas à seca extrema.

Portugal, em boa medida, é um país de extremos climáticos.

Vários meses praticamente sem chover e, quase todos os anos, há cheias e inundações, algumas com danos catastróficos.

Dizem-nos, isto é próprio de um clima mediterrânico, que é o nosso. É verdade.

“Fazer” chover um pouco todos os meses, evitar tempestades de fogo como foi o caso dos grandes incêndios deste ano - o furacão Ophélia espalhou, em poucas horas, o fogo por metade do país, o fogo que alguém ateou, reduzir as situações de seca  extrema, não vai ser fácil, no futuro. Direi que o que aconteceu e está a acontecer este ano vai voltar, e disso não podemos fugir.

Um  país não pode mudar a sua latitude no contexto do globo terrestre mas poderá, com conhecimento, engenho e arte, minorar os efeitos negativos da sua situação geográfica, tomar essa situação como um dado e adaptar-se de modo a reduzir  esses efeitos negativos.´

Este clima mediterrânico também tem aspectos muito positivos. É o caso do nosso SOL, que atrai turistas de muitas paragens, são as temperaturas amenas, etc.

E como não se pode ter  o sol na eira e a chuva no nabal ao mesmo tempo, há que saber viver com as situações e prepararmo-nos melhor para elas.

Considero muitíssimo importante que os responsáveis pela gestão da água venham a público falar sobre estes problemas cadentes e que tocam a todos.

Depois dos grandes incêndios recentes, os riscos sobre a poluição das águas superficiais, em resultado do arrastamento das cinzas que as chuvas vão provocar, precisam de ser ponderados, discutidos e de medidas que reduzam os seus efeitos. Será que a água que bebemos vai ter, nos próximos meses,  a qualidade que todos esperam?

Começa a ser por demais evidente que o país precisa de ser alertado, diria mesmo abanado,  para a necessidade de poupar, usar com parcimónia (como diz o ministro do ambiente), cuidar da qualidade desse recurso essencial água que continua a não ser satisfatoriamente gerido (está à vista) em termos de custos e de quantidade presente e futura.

Como é que se conjuga esta seca extrema e agora a despesa enorme em transporte de água com as cheias que todos os anos acontecem  em muitos dos rios deste país, nomeadamente nas bacias do Dão e do Mondego?

“Existem em Portugal cerca de 250 grandes barragens, com altura superior a 15 metros ou armazenamento superior a 1 hm3 (1 milhão de metros cúbicos). (ver barragens em Portugal)
Algumas destas barragens foram construídas a fim de criar armazenamentos de água capazes de garantir, nuns casos, o fornecimento de água para rega, e, noutros, o abastecimento público, sobretudo nas regiões de maior irregularidade de recursos, em particular no sul e no Interior.” Fonte: Agência Portuguesa do Ambiente”.

“250 grandes barragens” já é muita barragem. Mas das duas uma, ou estão mal distribuídas pelos diversos rios que temos ou o sistema de gestão de todos estes recursos  hídricos não é feito como devido e como o país precisa.

Não terá sido um erro o abandono, em abril de 2016, da construção da barragem de Girabolhos/Bogueira no rio Mondego,  por decisão do atual governo?

O rio Dão, um rio típico de planalto,  nasce em Aguiar da Beira, tem um percurso de 97 Km, chega à barragem da Aguieira, próximo da Santa Comba Dão e tem como afluentes cerca de uma dezena de outros rios e ribeiras (rio Criz, rio Pavia, ribeira de Beijós,etc.).

Não daria para construir uma outra barrgem,  pequena ou média que fosse, a montante das Termas de Sangemil, no rio Dão?  Correndo aí num vale relativamente fundo e encaixado, talvez que os impactos ambientais e de inundação fossem aceitáveis e menores do que o impacto de “altear” a barragem de Fagilde, como que se tem falado.

António Abrantes, economista

domingo, novembro 19, 2017

Adopte uma Aldeia que esteve Cercada pelas Chamas

"População viveu momentos de aflição" na minha Aldeia Cercada pelas Chamas, na noite de 15-16 Outubro, o que deixou de ser notícia nacional.

Em Agosto de 2017, um cerco de fogo abria o telejornal nacional.

Em Outubro foram tantas as povoações em risco que já nem foi noticiado, foi banalizado.
Quantas aldeias foram mesmo cercadas pelas chamas em Portugal em 2017 ?

Adopte uma Aldeia ! Visite, apoie, acompanhe

Fonte: http//www.tvi24.iol.pt/equipatvi24/paulo-salvador/53f6141a3004bbf68d25aa8b/videos/1/video/598e434b0cf21d6c5360a268

sábado, novembro 18, 2017

Viseu - agricultores da região Centro em crise

A seca e os incêndios vistos da minha aldeia



Floresta com bem público justifica pagamento por "serviços ecossistemicos"

UMA Floresta Sustentável, em termos económicos tanto como ambientais, vai exigir novos modelos de negócio.  Sem madeira, sem resina, sem paisagens, sem turismo, com impostos, como manter a floresta em regime de propriedade privada.

Resultado de imagem para peru ecossistemicosEu estive no Peru, os dos países mais vulneráveis ao "cambio climático", em 2015 quando o governo launçou uma inovadora Lei de Mecanismos de Retribuições por Serviços Ecosistémicos, uma lei de 2015 passou sob a liderança do Ministro do Meio Ambiente, Manuel Pulgar-Vidal.
Este regulamento representa uma peça crítica do enigma legal para garantir que Mecanismos de Retribuição por Serviços Ecosistémicos (MRSEs), essencialmente a versão peruana dos "pagamentos por serviços ecossistemicos". 
Por exemplo, no setor de água e saneamento, mais de US $ 30 milhões já foram reservados para mecanismos de MRSE a agricultores a montante para ajudar a garantir o abastecimento de água para as cidades peruanas a jusante, investindo na florestação e conservação das bacias hidrográficas. O novo regulamento fornece a clareza jurídica que permitirá que esses fundos atinjam projetos efetivos no terreno.
http://forest-trends.org/blog/2016/07/27/peru-approves-new-innovative-environmental-policies/
Diretrizes Políticas para a Gestão Participativa dos Serviços Ecossistêmicos Hidrológicos no
Peru: Análise da Experiência piloto “Moyobamba”
http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/286534/1/TipactiMilachay_MiguelAngel_D.pdf



sexta-feira, novembro 17, 2017

Banco Africano de Desenvolvimento quer compacto com Portugal para apoiar mais os países da CPLP

BAD vai olhar para países lusófonos como um bloco promete Presidente
Lusa14 Nov, 2017, 19:13 | Economia
O presidente do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Akinwumi Adesina, disse hoje à Lusa que esta instituição financeira está a preparar um novo olhar sobre os países lusófonos, olhando para os países como um bloco e não individualmente.
"Quero que o BAD olhe para os países lusófonos de uma maneira diferente; estamos a criar um compacto entre o BAD e Portugal para ver como olhar para projetos maiores e usar os nossos instrumentos para tirar risco e dar mais escala aos projetos", disse Adesina em entrevista à Lusa no final de uma visita a Portugal.
"Olhamos para cada país individualmente e de forma diferente, mas um compacto funciona com Portugal e o BAD a juntarem-se e a determinarem os maiores desafios ao desenvolvimento e depois usamos os nossos recursos coletivamente para resolver esses problemas", explicou o antigo ministro da Agricultura da Nigéria.
"Vamos ver como fazer grandes coisas nos países lusófonos juntos", afiançou o banqueiro no final de um conjunto de reuniões em Lisboa com o ministro das Finanças, Mário Centeno, a secretária da Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Teresa Ribeiro, e um grupo das maiores empresas nacionais com investimentos em África.
"Nessa reunião [com as empresas], focámo-nos em como podemos expandir os 2,1 mil milhões de dólares que investimentos nos países lusófonos, como ajudar as empresas nacionais a aceder a financiamento e como podemos ajudá-los a preparar projetos que nos permitam emprestar mais dinheiro", disse Adesina.
Os próximos passos nesta nova estratégia agregadora da lusofonia como ponto de investimento passam pela "elaboração de uma estratégia" que pode ter já continuação "numa reunião de seguimento com os investidores privados à margem do encontro entre a União Africana e a União Europeia, já daqui a umas semanas", disse Adesina.
O banqueiro, que se mostrou "impressionado com o grande conhecimento que as empresas têm de África", anunciou ainda que vai promover uma sessão lusófona no encontro de investidores africanos, o Africa Investment Forum, uma reunião conhecida como "Davos africano", que decorre a 08 e 09 de novembro do próximo ano na África do Sul.

"Tudo está a ser posto em prática para concretizar esta parceria com os países lusófonos", garantiu.