Tradutor

segunda-feira, abril 13, 2015

Há mar e mar, há ir ...e voltar


quarta-feira, abril 01, 2015

Brasil quer relançar cooperação económica com São Tomé e Príncipe

Brasil quer relançar cooperação económica com São Tomé e Príncipe: O Brasil quer relançar a cooperação económica com São Tomé e Príncipe, anunciou na capital santomense o ministro brasileiro das Relações Exterior, Mauro Viera.

Brasil e Moçambique assinam acordo de estímulo a investimentos

Brasil e Moçambique assinam acordo de estímulo a investimentos: Os governos brasileiro e moçambicano assinaram um acordo para facilitar os investimentos entre os dois países. Os dois países iniciarão projetos de internacionalização, focados na cooperação industrial, por meio de um grupo de trabalho bilateral que antecipará algumas parcerias do acordo, como a diversificação da presença empresarial brasileira em Moçambique e o estímulo às exportações.

Não haverá regresso às PPP com risco para os contribuintes

Passos Coelho: 'Não haverá seguramente nenhum regresso às PPP' com risco para os contribuintes - Economia - Jornal de Negócios

O Governo anuncia investimento total do plano Juncker para Portugal no valor de 31,9 mil milhões de euros e as PPP ascendem a 13,6 mil milhões, mas promete o nosso "plano de investimento Juncker" não contempla parcerias público privadas (PPP) que sejam danosas para o Estado português.

Esperemos bem  que tenhamos aprendido a seleccionar, realizar e monitorizar projetos inteligentes em Portugal,  com os erros do investimento inprodutivo anterior, francamento "burro" que contribui significativamente para as crises duplas do baixo crescimento e do sobre endividamento. 

Bancos já aprovaram seis acordos para reduzir custos das PPP - Transportes - Jornal de Negócios

Bancos já aprovaram seis acordos para reduzir custos das PPP - Transportes - Jornal de Negócios

terça-feira, março 31, 2015

Candidate-se a participar no evento da Diaspora Africanca, 9-10 Junho, Viena


image

‪#‎VAS‬ is pleased to inform you about our event “African Diaspora Youth Forum in Europe” that will take place the 9-10 June 2015 in Vienna.
The aim of the Forum is in function of sharing of experiences and best practices to empower youth by building their capacity, leadership skills, responsibilities and providing access to information in policy making and project initiatives, so they can truly actively participate in our societies. The Forum is the first of its kind held in Europe and presents a significant opportunity for African leaders and youth to network and work closely together in order to coordinate international dialogue amongst important stakeholders for African development. Specifically, through panel discussions, lectures and training session, conference will tackle topics such as: access to quality jobs, entrepreneurship, economic development etc. We aim for the Forum to gather experts, leaders, change makers and 200 of young people from all around Europe – toward development of African continent, as well as better position of African youth in diaspora.
This project is supported by: UNIDO (United Nations Industrial Development Organization), the partnership of Austrian Development Cooperation/Agency (ADA) and African Diaspora Youth Network in Europe (ADYNE).
More details about us and our work can be found here
If you would like to participate, please refer to the attached Call for participants and the Application Form for more details. We would be happy to provide you with further information and reply potential questions by email (corinne@vas-oesterreich.at), if you decide to honor us with your participation.

From 2015-06-09 to 2015-06-10 at Vienna, Austria
Link: http://www.vas-oesterreich.at/youth-conference/a-d-y-c-e-2015/
Deadline: 2015-04-15
Eu participei no evento  Angolanos na Diaspora, Luanda, 2004 

domingo, março 29, 2015

Euro illusions - How wrong was that ?

Analyses of the European Single Market  and the Euro as the Single Currency, then and now, suffer from a fundamental analytical error about the sustainability of external debt denominated in Euro, a currency not controlled by the Single Currency members.

Already in 1990 (see below) the DG ECOFIN  was telling us the intra-EU external imbalances wouldn't matter within the Single Currency.  And we foolishly beleived them.  

Reality in the diverging Eurozone turned out to be radically worse: A country's CAB Current Account Deficit is financed by increases in External Debt, which has to paid by net exports, as if it was FX-denominated.

Resultado de imagem para eurozone imbalancesNot only did the external constraint not disappear, it became nearly uncontrolable as the smaller countries lost access to the traditional balance of payments adjustment instruments, like devaluation or capital controls.

In effect, for a Eurozone country, the Euro functions as a foreign currency, so its debt can be considered FX denominated.

In 2015, 25 years later, we see   intentional confusion between exiting the Euro or defaulting on debt repayment.  A weakened debtor country may be unable to repay its external debt and forced to default, regardless of whether it stays or leaves the single currency.
.
Credit risk is currency-blind, so risk analysts need to be very clear eyed.

"CEC 1990: The problems arising from external current account deficits that may occur from the fixing of exchange rates before inflation rates have converged should only be of a transitional nature. After the initial adjustment period the expectations that underlie the process of wage and price formation should adjust and inflation rates should converge. However, the countries with initially high inflation might have accumulated in the mean time a considerable stock of external debt because they will have had a current account deficit in the mean time. In EMU an external debt should net create any particular problems by itself since the intra-Community balance of payments constraint will disappear. But the debt service will, of course, reduce the standard of living of the population, unless the debt has been used to finance productive investment."

Source:  CEC 1990  One Market  One Money pg 95 DIRECTORATE-GENERAL FOR ECONOMIC AND FINANCIAL AFFAIRS http://ec.europa.eu/economy_finance/publications/publication7454_en.pdf
See also Big creditor and 16 Hong Kongs http://ppplusofonia.blogspot.pt/2012/12/the-big-creditor-and-the-16-hong-kongs.html

quinta-feira, março 26, 2015

PPP Lusofonia celebra 9 anos entre as PPP e a Crise.

Este blog PPP Lusofonia foi criado em Março 2006, 

num espírito de serviço público, para partilhar,  em português, a experiência e notícias sobre PPP e o financiamento de infraestruturas públicas,  

Com o rebentar da crise de sobre-endividamento em 2010, a Crise na Eurozone passou a ser o tema quente, e muitos dos artigos passaram a inglês, para que possam ser lidos também pelos credores internacionais.

Os dois temas  PPP e a Crise estão bastante inter-relacionados, pois os contratos PPP foram mesmo uma das grandes causas do sobre endividamento externo de Portugal.
O grande número de contratos PPP pecaram pelo excesso de quantidade e pela falta de qualidade do investimento, sobretudo pela falta de "tráfego".

Depois de 9 anos e de quase 200.000 visitas de páginas, vamos continuar a oferecer informações e opiniões sobre estes temas importantes:
  • PPPs e financiamento de projectos de infra-estrtutura
  • Gestão bancária 
  • Finanças públicas 
  • Balança de pagamentos 
  • Crise de sobre-endividamento de Portugal e da Eurozone
  • Países PALOP 
  • Oportunidades de consultoria 






Foi você que vendeu gato por lebre ?

Comissão BES/GES: Governador do BdP admite perdas para os clientes lesados
A análise de Mariana Abrantes de Sousa, economista, e Hélder de Oliveira, Ordem dos Economistas, num programa conduzido por Sandra Xavier. "Conselho Consultivo" de 25 de Março de 2015.  http://videos.sapo.pt/ac6lrryVlKyAefEMACWM
O caso dos investidores que compraram papel comercial do GES aos balcões do BES demonstra mais uma vez a importância de segregar o negócio de banca de investimento do negócio de banca comercial simples, de depósitos bancários e de crédito bancário. A desintermediação financeira é interessante, mas não é para todos. Deve ser reservada apenas para profissionais e outros investidores sofisticados.

Cabe ao supervisor bancário proteger as poupanças dos aforradores particulares comuns (widows & orphans), assegurando o seu acesso a depósitos bancários cobertos pela garantia de depósitos.

Já no caso do BPP, os aforradores ambiciosos mas inexperientes e imprudentes tinham sido levados a aplicar os seus fundos em tudo menos depósitos bancários.

O caso do papel comercial do GES vendidos pelo BES  a aforradores não
sofisticados de retalho é mais um exemplo das falhas de regulação que são a principal causa da crise financeira.  Por isso, justifica-se ser o  Fundo de Garantia de Depósitos a proteger os aforradores mais vulneráveis.

Ver mais sobre a separação de banca comercial de banca de investimento e o Glass Steagall Act de 1933 em  http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_Glass%E2%80%93Steagall
e outra legislação do New Deal http://ppplusofonia.blogspot.pt/2012/06/new-deal-essential-to-overcome-european.html 

segunda-feira, março 16, 2015

Folia dos Fiados - 2015

O aumento excessivo do crédito ao consumo e o sobre-endividamento das famílias portuguesas foi uma das principais causas diretas da crise financeira e da acumulação de dívida externa de Portugal.
A DECO diz que as famílias sobre endividadas estão no limite quando finalmente pedem ajuda. 
Até algumas das notícias da violência doméstica referem o desespero do sobre endividado.

Infelizmente, parece que os Reguladores, e os próprios devedores, aprenderam pouco ou nada com a má gestão da política de crédito, que é um dos poucos instrumentos de ajustamento que restam às autoridades nacionais dentro do espartilho do Mercado Único e da Moeda Única. O alerta e a recomendação de aumentar a carga fiscal do crédito ao consumo,  que tem sido repetida numerosas vezes neste blog PPP Lusofonia, nem sequer são discutidos.
O crédito ao consumo  financia sobretudo a importação de bens e serviços de luxo, e o sector das SFAC, do crédito ao consumo e dos importadores de bens de consumo duráveis é muito forte. Afinal, são esses gastos  publicitários que sustentam a comunicação social.

Por isso, a concessão de crédito a particulares voltou a crescer, especialmente no sector automóvel.
Resultado de imagem para importações
“Financiamento para a compra de automóvel explica o aumento na concessão de crédito ao consumo no arranque do ano. Praticamente metade do valor concedido pelas instituições financeiras é crédito sem fim específico.
O crédito ao consumo voltou a aumentar no arranque deste ano. Em Janeiro, face ao mesmo mês do ano passado, o montante concedido pelas instituições financeiras registou um crescimento de 15%, evolução explicada em grande parte pela maior procura por financiamento para a compra de automóveis. Contudo, a maior "fatia" destes créditos continua a ser a de empréstimos sem fim específico.” diz Jornal de Negócios

Não há crédito à exportação, mas o crédito à importação é abundante. Os importadores agradecem, e voltam a ser elogiados como grandes empresários. 
Com as taxas de juros internacionais artificialmente baixas, a FOLIA dos FIADOS voltou, e em força

Mariana Abrantes de Sousa 

domingo, março 15, 2015

Islândia prefere ficar de fora da EU

Islândia desiste da entrar na União Europeia, considerando que os seus interesses nacionais são melhor servidos fora da União.

Islândia retira candidatura de adesão à União Europeia - Globo - DN

“Iceland’s interests are better served outside the European Union,” Gunnar Bragi Sveinsson, the Icelandic foreign minister, said in a letter to the European Commission and the Latvian presidency of the Council of the EU.
Iceland, along with Norway, is part of the European Economic Area (EEA), which gives it access to the EU single market. In return, Iceland must follow most areas of EU law, but it does not get a vote in deciding those laws because it is not an EU member.
http://www.europeanvoice.com/article/iceland-drops-eu-bid/

Mulheres na Lusofonia, 26-Março, Centro Cultural de Cascais

Encontros da Matriz Portuguesa – Esfera Femina na Lusofonia

Esfera FemininaA Matriz Portuguesa irá realizar a primeira edição dos "Encontros da Matriz Portuguesa – Esfera Femina na Lusofonia", sob os auspícios da Câmara Municipal de Cascais, em 26 de Março, no Centro Cultural de Cascais. Este encontro visa o debate e a reflexão sobre o papel e a postura da Mulher da Esfera Lusófona do novo milénio – os cargos que ocupa, as decisões que toma, os novos desafios, entre outros – com um painel de personalidades de notoriedade em várias áreas.
Ver mais em http://issuu.com/universidadefemina/docs/encontros_matriz_portuguesa_esfera_




sábado, março 14, 2015

Eurozone debt crisis - Exit, Voice, Loyalty or Default

The game creditors and borrowers play is anything but.
The socio-economic impact of a financial crisis is so great, that the debt problems are so great that they are remembered for generations.   

Even today, Herbert Hoover and Franklin Roosevelt are castigated and revered by their contrasting reactions to America's Great Depression of the 1930's.  

It is not difficult to see who will be the Herbert Hoover of the Eurozone in crisis, insisting on austerity in the face of unemployment of over 20% in some countries, and youth unemployment creating a new European lost generation

The Eurozone appears to be increasingly dysfunctional (Eurozone monster says Piketty).  Creditors and Borrowers take more and more extreme, even desperate negotiating, positions,   

Following the Hirschman model, we can see the evolution of the Eurozone crisis as  follows: 

Loyalty - Austerity:  The hapless borrowers who had been allowed to accumulate huge external debts initially agreed to adopt austerity measures.  The creditos provided some new debt and shifted the existing debt among themselves (the bailouts)

Voice - Negotiations: Giving  the enormous social costs,  borrower sought to renegoatiate and soften the austerity conditions.

Exit - The threat of exit from the Eurozone relationship is still pending, not only from desperate borrowers, but also from frustatated creditors. 

Neglect - Default:  If the relationship cannot be fixed, nor resolved in an orderly manner, there's always the neglect or  default option.  The D word !

The creditors will win as usual. But history will not see it as a  victory worth celebrating.
Mariana Abrantes de Sousa
PPP Lusofonia

Mais fácil votar com os pés - http://beijozxxi.blogspot.pt/2012/10/cada-vez-mais-facil-votar-com-os-pes.html
Der Spiegel - Power struggle in the  Eurozone http://www.spiegel.de/international/europe/merkel-and-juncker-in-stand-off-over-greece-a-1023365.html#ref=nl-international

sexta-feira, março 13, 2015

Inovar é ... EXPORTAR





Existem numerosos prémio e instrumentos de apoio à inovação em Portugal e na Europa.

No Programa Horizon 2020  - The EU Framework Programme for Research and Innovation
http://ec.europa.eu/programmes/horizon2020/ 

No Portugal 2020   http://www.portaldosincentivos.pt/index.php/portugal-2020 e https://www.portugal2020.pt/Portal2020/aprovada-estrategia-de-investigacao-e-inovacao-de-portugal-para-uma-especializacao-inteligente

Até prémios para mulheres inovadoras
http://www.scoop.it/t/eu-funds-and-project-management/p/4038784645/2015/03/11/h2020-european-union-women-innovators-prize-has-been-lunched

Resultado de imagem para exportar portugalMas a grande inovação em países estruturalmente deficitários como Portugal é mesmo EXPORTAR.
E mais.  As exportações são a única saída para a crise de sobre-endividamento.  É essencial exportar para pagar a divida externa. Sem exportações não haverá reembolso, sobretudo como já estamos no limite dos cortes ao consumo de bens essenciais, e não conseguimos limitar as importações de bens não-essenciais,  como os carros de luxo, dentro do Mercado Único da UE.

A grande questão é mesmo:  Quais sãos os prémios e os apoios financeiros e não-financeiros à exportação de bens e serviços dos países  deficitários?

Onde estão os programas de apoio à exportação de bens e serviços portugueses ?
Onde estão os programas de Supplier Diversity na Europa, os apoios aos pequenos fornecedores europeus?

Mariana Abrantes de Sousa
PPP Lusofonia 
Ver   http://ppplusofonia.blogspot.pt/2014/11/ged-ttip-and-supplier-diversity-in.html

The really big business innovation in some countries is ... EXPORTS! 
Where are the prizes and support programs for aspiring exporters ?