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segunda-feira, Novembro 17, 2014

Pequenos agricultores crescem em Moçambique

Ver video sobre pequenos agricultores  em Moçambique
A Empresa de Comercialização Agrícola (ECA) é uma empresa agro-alimentar, que trabalha com cerca de 5 mil pequenos produtores sendo o elo de ligação entre estes e o mercado. A empresa fornece aos agricultores insumos (sementes, fertilizantes, etc.) a crédito e garante apoio nos serviços de extensão por forma a possibilitar-lhes melhores colheitas de milho, amendoim e soja.



http://www.enterprisefordevelopment.org/2014/06/23/efd-funds-a-video-about-eca-mozambique/

quinta-feira, Novembro 13, 2014

Project Finance more dependent on Government support

Here is the link to the World Bank webinar on project finance trends in 2014. It shows increasing recourse to  Government support for project financing which creates direct and contingent liabilities for the Government concedent. 


Date: November 11, 2014




This webinar will discuss the current state of project finance markets globally in the context of public-private partnership projects, specifically in Asia, Europe and Africa, focusing on market characteristics and project structure. It will also discuss whether governments can change market dynamics substantially through policy initiatives, including key reasons why project finance has not taken off to any significant extent in large PPP markets (for example in India) where there is still significant recourse to the corporate sponsor. In addition, it will briefly look at the potential presented by emerging PPP markets in Africa. 

INA forma em Cooperação para o Desenvolvimento 2014

Diploma de Especialização em Cooperação para o Desenvolvimento (DECODE) 2015

DECODE2015 1
O Diploma de Especialização em Cooperação para o Desenvolvimento (DECODE) é um curso de formação profissional, com equilíbrio entre o saber e o saber fazer, que tem como objetivo geral conferir aos seus participantes uma qualificação que lhes assegure uma visão holísta em matéria de Cooperação para o Desenvolvimento, bem como capacitá-los com os instrumentos operacionais destinados à promoção das ações das instituições, organizações não-governamentais, fundações e empresas que intervêm, ou venham a intervir, nas áreas da cooperação internacional, independentemente da área específica da sua atuação.
O INA já formou cerca de 500 profissionais na área da Cooperação para o Desenvolvimento, dos quais 134 concluíram o DECODE.
O DECODE tem a duração de 120h presenciais (com suporte de uma plataforma e-learning).
Ver mais em    www.ina.pt   e o video   
Contactos   ina@ina.pt 

sexta-feira, Novembro 07, 2014

Engenharia do Técnico de Lisboa entre os melhores do mundo

Muitos Parabéns !  

IST - o Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa   foi considerado uma das melhores Escolas de engenharia de mundo de acordo com o Best Global Universities Rankings (BGUR), divulgado a 28 de outubro de 2014.
O BGUR, supervisionado pela Thomson Reuters e divulgado pela U.S.&World Report News, disponibiliza uma lista com as 500 melhores universidades de 49 países, tendo por base dez indicadores de desempenho que avaliam a investigação e a reputação a nível regional e global.
Nesta 1.ª edição do BGUR, a ULisboa é a melhor universidade portuguesa, colocada em 265.º lugar, sendo a 113.ª europeia, destacando-se neste  ranking a área de  Engenharia que coloca o Técnico na lista das 15 melhores Escolas de engenharia europeias
http://tecnico.ulisboa.pt/pt/noticias/2014/11/Tecnico_na_lista_das_melhores_Escolas_de_engenharia_do_mundo_

quarta-feira, Novembro 05, 2014

Gestores do Novo Banco querem privilegiar "clientes de confiança"

A crise financeira portuguesa continua fértil em erros, omissões, falhas de regulação e outros equívocos

A mais recente ideia peregrina é a dos gestores temporários do Novo Banco de indemnizarem os investidores em EUR 700 milhões papel comercial da Rioforte e da ESI Espirito Santo  Internacional cujo valor veio a revelar-se praticamente nulo. 

Falta confirmar se alguém  tem responsabilidades perante estes investidores desastrados.  
Na tradição e regulação bancária, os aforradores que investem em papel comercial e obrigações não podem recorrer ao banco gestor no caso de falha de reembolso pelo emitente.
Se alguém no antigo BES deu alguma “garantia” formal or informal, essa responsabilidade deve  ficado com o antigo BES, e não ser assumida pelo Novo Banco. 

O argumento que os investidores foram enganados ou induzidos em erro  também não colhe.   Na tradição bancária internacional, apenas os pequenos aforradores particulares (widows and orphans) podem argumentar a sua falta de conhecimentos, para ser protegidos e ressarcidos.  Mesmo assim, devem saber distinguir os instrumentos.  Quando aplicam em depósitos bancarios, estes aforradores inexperientes ficam  protegidos pelos Fundos de Garantia de Depósitos até montantes limitados.

Já os investidores profissionais tinham toda a obrigação de distinguir o papel comercial de um emitente de um depósito bancário garantido, e devem ter capacidade para absorver as perdas resultantes.    

Assim, as categorias incluem (1) os investidores inexperientes, que em qualquer caso deveriam ficar no antigo BES e (2) os investidores profissionais imprudentes que deveriam ter capacidade para absorver as perdas. 

Mas os gestores temporários do  Novo Banco introduzem agora uma nova categoria  3) os investidores “clientes de confiança” consideram importantes para a sua futura estratégia comercial. 

Esta ideia peregrina parece ser uma “inovação” da pior espécie.  Deve ser considerada  inaceitável num banco que depende do apoio do contribuinte, pois implica  investidores, muitos dos quais grandes profissionais, seleccionados  com base em critérios bastante subjectivos.  

Já que as autoridades reguladoras não conseguiraram evitar a má gestão no banco BES, espera-se que evitem perpetuar a mesma má gestão no Novo Banco.  

Mariana Abrantes de Sousa 
PPP Lusofonia 

VER noticia http://economico.sapo.pt/noticias/novo-banco-vai-indemnizar-clientes-enganados-com-divida-do-ges_205347.html 


terça-feira, Novembro 04, 2014

Crédito ao consumo alimenta a crise

De 2000 a 2007 boa parte do problema da economia portuguesa  derivou  de uma má afectação de recursos financeiros, de má intermediação bancária pelos bancos portugueses e internacionais. Tivemos muito capital a entrar e não o alocamos bem.  Segundo o economista Ricardo Reis, o que falhou em Portugal desde 2000 não foi o montante de capital nem o Estado. Foi o facto deste capital ter sido mal aplicado

O fluxo de capital  vindo de credores como a Alemanha acabou por  financiar  o sector de construção e empresas pequenas, com menos de 10  trabalhadores,   em vez de apoiar as empresas  que podiam lançar-se no mercado exportador.

Mais recentemente, o crédito  concedido ao sector privado em Portugal tem  continuado a registar variações negativas em todos os segmentos com uma redução anualizada de -5,2% a Agosto 2014.  

Mas isto esconde uma divergência significativa.  O crédito a empresas não financeiras caiu -7,6% enquanto o crédito ao consumo caiu apenas -0.8% no mesmo período.  Isto demonstra que o má afectação dos recursos escasso continua a agravar-se.  E o crédito ao consumo reflecte-se directamente nas importaçãoes de bens de consumo inclusive bens duráveis como os automóveis,  cujas vendas aumentaram mais de 40%.   As importações voltaram a aumentar desde o final de 2014, em paralelo com a redução no desemprego do pico de 17,5% no terceiro semestre de 2013 até 13,9% recentemente. 



As empresas com  maior contracção de crédito foram as micro  e pequenas empresas, que apresentaram uma diminuição de quase 2 mil milhões de euros, face a dezembro de 2013.
o peso dos créditos de cobrança duvidosa no total do crédito concedido aumentou em Portugal, particularmente no segmento das empresas não financeiras (13,8%, +2 p.p. do que emdezembro de 2013).

Nas crises financeiras anteriores dos anos 1970s e 1980s, boa parte do ajustamento foi conseguido por aplicação dos plafonds de crédito e do imposto do selo sobre o crédito ao consumo, incluindo o crédito automóvel.   

Desta vez, parece que as autoridades  não conseguem or não querem contrariar esta má afectação de recursos escassos, outro erro de omissão das autoridades monetárias e fiscais.  

VER ROE 2015 e  http://www.negocioseempresas.info/#!ricardoreis/c19ep 







segunda-feira, Outubro 27, 2014

Portugal com emissões GEE abaixo da média

EU-28 chegam a acordo sobre o Pacote Energia-Clima que
prevê metas vinculativas de redução das emissões de gases com efeito de estufa de 40% em relação ao nível de 1990 e de pelo menos 27% de incorporação de energias renováveis, até 2030.
O compromisso alcançado pelos 28 Países Membros da UE contempla ainda o objectivo indicativo de aumentar igualmente em pelo menos27% a eficiência energética e em 15%  as interconexões, que agora limitam a capacidade de exportar energia verde. 

Os valores de emissões de Gases com Efeito Estufa (GEE) per capita divergem bastante entre os países da União Europeia, por isso o esforço não devia ser todo igual. 

Em 2010, Portugal tinha emissões GEE per capita muito abaixo da média europeia e da grande maioria dos outros países. 

Para obter a apresentação completa de Mariana Abrantes de Sousa sobre Economia + Verde, favor solicitar por e-mail. 

Fontes:  http://zap.aeiou.pt/lideres-europeus-chegam-acordo-sobre-pacote-energia-clima-46413?utm_source=news&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter  e  http://www.quercus.pt/comunicados/2014/outubro/3957-metas-de-energia-e-clima-para-2030-lideres-europeus-estabelecem-objetivos-pouco-ambiciosos 

domingo, Outubro 26, 2014

Conferência PPP, 29-Outubro, Bissau


Conferência "Parcerias Público-Privadas para a Competitividade"

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A Confederação Empresarial dos PALOP vai realizar, de 29 a 30 do corrente mês de Outubro, em parceria com o Governo da Guiné-Bissau, a primeira Conferência “Parcerias Público-Privadas para a Competitividade”, no quadro de um ciclo que irá percorrer anualmente todos os países membros. A Conferência de Bissau, que conta ainda com o apoio da CE-CPLP, CCIAS-GB e de associações empresariais nacionais, será organizada à margem da Sessão Extraordinária do Conselho de Ministros da CPLP, agendada para 29 de Outubro de 2014.

Pretende a organização aproveitar a presença em Bissau de Membros dos Governos e de delegações empresariais dos países da CPLP para apresentar as potencialidades da Guiné-Bissau nos sectores considerados prioritários pelo Governo. Vidé Programa em anexo. 

Para ampliar as sinergias de tão importante evento, a par de palestras sobre temas estruturantes e/ou sectoriais, serão organizados encontros de negócio entre empresários participantes (fichas de projeto para serem divulgados por todos os países membros estão disponíveis junto da organização), para avaliação e montagem de parcerias entre promotores privados ou ainda de parcerias público-privadas. 

Projetos incluídos nos Programas de Investimento Público serão apresentados no evento.

Está também disponível o portfolio de projetos nacionais, em carteira para os encontros de negócios a realizar durante a conferência.

A presença e participação ativa de empresários e associações representativas do empresariado dos países da nossa Comunidade será motivo de encorajamento para a Organização, para o país e suas autoridades, que contam com o empenho do Secretariado Geral da CE CPLP e de todas as suas Delegações ou representações nacionais para que esta iniciativa constitua mais um momento importante na caminhada ora iniciada pelo Governo e pelo sector privado da Guiné-Bissau, para o relançamento económico do país.

Os interessados que disponham ou não de projetos deverão inscrever-se para participar no evento até ao dia 21 de Outubro de 2014 mediante preenchimento de Fichas de Inscrição em anexo.

A ficha deverá ser enviada aos seguintes contactos: bcvoss@hotmail.com / areovaldoadekson@hotmail.com

+245 678 85 87 / +245 598 55 25
Consulte  programa da conferência em http://www.cecplp.org/conferecircncia-parcerias-puacuteblico-privadas-para-a-competitividade.html 

Quem foi Alfredo de Sousa, 3-Nov, 18h30, UNL

 "Quem foi Alfredo de Sousa?

O Professor. O Economista. 
O Fundador da Nova. O Gestor. O Homem
Data:  Segunda-feira, 3 de Novembro  18h30 
Local:  UNL Faculdade de Economia, Auditório A120, Campus de Campolide, Lisboa

Oradores:
José António Girão | Ex Vice-Reitor da Universidade Nova de Lisboa
José Luís Cardoso | Diretor do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de LisboaCarlos Melo Ribeiro | CEO da SiemensMiguel Beleza | ProfessorJoão Salgueiro | EconomistaManuel Brandão Alves | Professor e antigo assistente do Professor Alfredo de Sousa
Moderador:
Ricardo Costa | Expresso
Os lugares são limitados e a confirmação de presença obrigatória.

Confirmações até 31 de Outubro. Registe-se aqui

segunda-feira, Outubro 20, 2014

UNL - Ciclo de Debates Alfredo de Sousa - Investimento Investimento, 20-Outubro, 18h Campolide


The Strategy of Public Investments

ciclodedebates

3rd debate of Cycle of Debates 

in Memory of Alfredo de Sousa

20 October 2014, 18h  


The third debate in memory  of Professor Alfredo de Sousa in under the theme "The Strategy of Public Investments" will take place on 20 October 2014, Monday, 18:00 
in room A120 - Campus Campolide, Lisbon 

Speakers
Miguel Poiares Maduro | Minister in the Cabinet of the Prime Minister and for Regional Development
José Soares dos Santos | Board Member do Grupo Jerónimo Martins
João Salgueiro | Economista
José Tavares | Moderator
Source:  http://www.novasbe.unl.pt/en/news-articles/news/862-foreign-investment-in-portugal-2nd-debate-of-cycle-of-debates-in-memory-of-alfredo-de-sousa-2
O que é mais importante para dinamizar o crescimento da economia portuguesa? 
O investimento público ou o investimento privado ?