Tradutor

Mostrar mensagens com a etiqueta Bibliografia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bibliografia. Mostrar todas as mensagens

sábado, março 16, 2013

Conselho Consultivo comenta VII avaliação

A análise de Mariana Abrantes de Sousa, António Gaspar e Mário Caldeira Dias, num debate conduzido por Maria Nobre da Economico TV no "Conselho Consultivo" de 15 de Março de 2013


A fiscalidade não cria valor, e pode criar distorções...
Estamos a tentar fazer uma coisa inédita, e provavelmente impossível, é um ajustamento unilateral pela via fiscal. Mas o ajustamento tem que ser bilateral, e compete tanto aos exportadores e não só aos importadores.
A Alemanha, que é o grande mercado europeu e nosso principal cliente, teria que aumentar a procura interna e as importações.
Keynes e os Custos Económicos da Paz 1919

http://videos.sapo.pt/Kfz5sm1uYtFpqyFBc1eN 

segunda-feira, março 14, 2011

Manual de Auditoria e Controlo Interno no Sector Público, IP Santarém, 16-Março, 18h30

Lançamento de livro

Manual de Auditoria e Controlo Interno no Sector Público
Autores: Francisco Alveirinho Correia e Ilídio Tomás Lopes
Data:  16-Março-2011, 18h30
Local:  ESTG, IP Santarém

domingo, outubro 18, 2009

Livro Remembering Angola sai em 2010

Segundo o Voice of America, VoA -Portuguese, um novo livro sobre Angola vai ser publicado no início de 2010. O livro "Remembering Angola", que está a ser coordenado pelo Prof. Vítor Mendes, do Departamento de Português da Universidade de Massachusetts em Darthmouth, pretende ser um repositório cultural, histórico, social e económico de Angola e do seu relacionamento com os EUA.
Para ouvir conversa de Filipe Vieira com Vítor Mendes, professor universitário de literatura luso-afro-brasileira.

Filipe Vieira - Download (MP3) Filipe Vieira - Ouvir (MP3)

Ferreira Mendes Portuguese-American Archives , UMass, Dartmouth, kbeals@umassd.edu

domingo, julho 26, 2009

Timothy Irwin on how to manage Government Guarantees

O livro de Timothy Irwin, "Government Guarantees: Allocating and Valuing Risk in Privately Financed Infrastructure Projects" pretende ajudar os governos a quantificar and gerir as garantias diversas que concedem aos concessionários no âmbito dos contratos de PPP ou concessões de obras e serviços públicos.

A principal questão no recurso a contratos de concessão para executar o programa de investimento público é a partilha de riscos entre o Concedente (parceiro público) e o concessionário (parceiro privado) não só no momento da adjudicação mas também ao longo da duração do contrato de concessão.

Irwin define "garantia" como um acordo em que o Estado-Concedente garante um determinado resultado, seja um certo nivel de receita ou de custos, etc, de maneira que o Estado-Concedente (isto é o contribuinte) acaba por assume alguns dos riscos de um projecto.

A partilha ou afectação de riscos entre os parceiros pode considerar-se optimizada no momento da adjudicação se resultou de um concurso público internacional bem conduzido, com bom Value for Money para o Concedente e um contrato equilibrado para todas as partes. A partir desse momento, o Concedente vai perdendo poder negocial devido às assimetrias de informação e de capacidades técnicas que favorecem os concessionários nas sucessivas renegociações. Negociações essas que são inevitáveis dada a longa duração e complexidade dos contratos.

Em última instância, o Concedente retém a responsabilidade global pelos projectos, pois os serviços públicos não podem fechar, e os operadores não estão sujeitos à normal disciplina do mercado.

Diz Irwin (pg 3):
The difficulty of knowing how best to allocate risks is compounded by other problems.

First, politics can encourage governments to bear more risk than is in the public interest. Governments are buffeted on all sides by proposals for subsidies, but unless the beneficiaries are widely regarded as deserving, the most transparent of such proposals tend to fail.
Successful proposals tend to have opaque costs and to come with a rationale explaining how they are good for the country and don’t merely redistribute value. Proposals for guarantees can meet these criteria, especially when the government’s accounting and budgeting fail to recognize their costs. They come with plausible rationales about risk sharing, and taxpayers are unlikely to understand the costs.

Second, government decisions would be difficult even in the absence of political pressures. Psychological research shows that people struggle to make accurate judgments about risks and then fail to make the best use of even their imperfect judgments. Most people, for example, are overconfident in their judgments and therefore think the world is more predictable than it is. Government decision makers may fall into the same trap, underestimating the risks to which they are exposing the public when they issue guarantees. They may also make decisions about guarantees that are irrational given their judgments. Research shows that people can switch from being risk averse to being risk seeking just because the framing of a choice changes. They can also be irrationally risk averse when they consider risks one by one, instead of thinking of their total portfolio of assets and liabilities. Sensitized to the risks created by government guarantees by stories such as those of Korea and 19thcentury Argentina, governments may be needlessly timid about taking risks that are small in the scheme of things.

In sum, governments can easily make poor decisions about guarantees.

There is no simple solution to this problem, but good decisions are more
likely if three conditions are met:
1. The government’s advisers and decision makers have a framework for
judging when a guarantee is likely to be justified.
2. The government’s advisers know how to estimate the cost of a guarantee.
3. The government’s decision makers follow rules that encourage careful
consideration of a guarantee’s costs and benefits.
Helping governments fulfill these three conditions is the aim of
this book."

Fonte: Banco Mundial, obter .pdf aqui

quarta-feira, julho 22, 2009

Manual de financiamento para os mercados lusófonos esgotado

O livro "Empresas Portuguesas e Mercados Lusófonos", publicado pelo IICT e a ELO em 2005, foi bem recebido nos mercados financeiros e já esgotou a segunda edição.



O manual, que foi baseado na investigação de Helena Cordeiro e Mariana Abrantes de Sousa sob a direcção de Jorge Braga de Macedo, detalha as fontes e formas de financiamento para a cooperação e desenvolvimento desde o Banco Mundial até ao Fundo Europeu para o Desenvolvimento.
Fotnte:  http://www.iict.pt/revista/imprensa/aftd0504.pdf

Uma das instituições financeiras apresentadas é a Proparco, a EDFI francesa (European Development Finance Institution) que é considerada a melhor do sector graças à sua forte presença com mais de 60 representações em vários países ACP, da África, Caribe e Pacífico.


A SOFID é a nova EDFI portuguesa.
TÍTULO/RESP.: Empresas portuguesas e mercados lusófonos : relatório sobre acesso a fontes de financiamento multilaterais / dir. proj. Jorge Braga de Macedo
AUTOR(ES): MACEDO, Jorge Braga de; Portugal. Instituto de Investigação Cientifica Tropical, ed. lit.; Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Económico e a Cooperação, ed. lit.
EDIÇÃO: 2.ª edição revista
PUBLICAÇÃO: Lisboa: Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT) e Associação para o Desenvolvimento Económico e a Cooperação (ELO), 2005
DESC.FÍSICA: 250 p. : quad., gráficos ; 24 cm
ISBN: 972-672-962-9
NOTAS: DGAE
ASSUNTOS: CPLP; FINANCIAMENTO; COOPERAÇÃO INTERNACIONAL; ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO; PORTUGAL; ANGOLA; MOCAMBIQUE; BRASIL; TIMOR LESTE
AUDIÊNCIAS:adulto, sério
DATA PUBLICAÇÃO:2005
LÍNGUAS:Português
PAÍSES:Portugal

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Comentar o Livro Verde dos Transportes Públicos


Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres promove um conjunto de acções a fim de preparar a resposta nacional à consulta da Comissão Europeia O livro verde contem os seguintes tópicos:
Vilas e Cidades Descongestionadas
Vilas e Cidades mais Verdes
Transportes Urbanos mais Inteligentes
Transportes Urbanos mais Acessíveis
Transportes Urbanos Seguros
Uma nova Cultura de Mobilidade Urbana
Recursos Financeiros

O IMTT está a recolher contributos via Internet (Janeiro a Março). http://livroverde.imtt.pt/
Serão realizados dois worshops nacionais:
Lisboa (13 de Fevereiro 08), no Centro Cultural de Belém
Porto (18 de Fevereiro 08), no Hotel Sheraton

Os resultados dos trabalhos deverão ser enviados à Comissão Europeia até 15 de Março de 2008.

Mais informação em http://www.imtt.pt/noticia12.htm