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quarta-feira, junho 03, 2020

Para eletrificar aldeias em Africa, treinar mais eletricistas

How many electricticians are there in an African village ? Not enough 
Quantos eletricistas havia na sua aldeia ?

Eu tinha cerca de 10 anos quando a eletricidade chegou à minha aldeia na Beira Alta, um grande dia. Algumas famílias tinham um enorme aparelho de rádio, alimentado com a bateria suplente de um carro. Abriram logo cafés com televisão, mas era obrigatório consumir, nem todos podiam entrar. 

Acho que não havia eletricistas na aldeia até então. Só mais tarde compensava aos rapazes investir numa bicicleta para ir à vila mais próxima "aprender eletricidade".

Recordei este passado que me pareceu muito presente em Africa em 2019.  Vários países Africanos ainda não chegaram a 20% de eletrificação e estão agora a investir em mini-redes solares. 
Faltam os eletricistas, para a instalação e ainda mais para a manutenção, para que o equipamento continue em serviço ano após ano. 

E não basta só treinar rapazes.  Há 40 anos que a
Barefoot International treina mulheres e raparigas nos mistérios da energia elétrica em 1300 aldeias em  80 países.
Mas parece que ainda não chegaram aos PALOPs. 
Desta vez não podemos desperdiçar 50% do talento se queremos progredir mais depressa.

Fez-se LUZ  https://antoniopovinho.blogspot.com/2007/06/e-de-repente-fez-se-luz.html

quinta-feira, fevereiro 27, 2020

Universidades iluminam duas vezes para conhecer melhor Portugal

Diz um ditado popular que a "candeia que vai à frente ilumina duas vezes", para a frente e para trás. 

Faz parte do contributo que esperamos da academia, trabalhar para tornar o futuro melhor, mas nem todos os académicos são visonários.  Muitos catedráticos também vão em modas, também se limitam aos seus próprios interesses mais imediatos. 

Resultado de imagem para politécnico viseu
Por isso faz sentido a sociedade e o governo passar alguns TPCs (trabalhos para casa)  aos alumos e professores para que estudem os problemas mais importante do país, e dos contribuintes que lhe pagam os salários e as bolsas. 

Parabéns ao Ministério do Ensino Superior pelo novo programa “Conhecer Portugal”, que vai atribuir  mais de 1.500 bolsas a estudantes que se desloquem para o Interior por períodos de três a seis meses. Seria bom  prepararem trabalhos empíricos sobre as regiões e populações mais esquecidas, trazendo novos contributos e criando novas ligações. 
Ver  https://www.publico.pt/2020/02/26/sociedade/noticia/programa-conhecer-portugal-1500-bolsas-va-interior-1905614

Cerca de 2003, perguntei a um professor de uma notável universidade pública de Lisboa, se havia professores ou alunos a estudar o "Mercado Espanhol", um mercado muito complexo e diverso, quatro vezes maior do que o português e bastante mais rico, com quem tinhamos e temos um défice comercial crónico.  Não havia então nenhum especialista a estudar nuestros hermanos,  pois os professores e alunos todos tinham "outras prioridades".  

Estranhei bastante esta falta de interesse pelos vizinhos, pois na Universidade da California tive um pequena disciplina sobre o mercado mexicano, que era considerado uma prioridade já naquele tempo. 

Agora estamos muito satisfeitos om o  elevado número de estudantes alemães que aproveitam o sol e os preços mais baixos em Portugal. E quantos alunos portugueses vão estudar para a Alemanha, para conhecer melhor e aprender a vender no maior e mais exigente mercado da Europa? 

Mas a Sustentabilidade não passa apenas por vender mais na Alemanha, 
A Sustentabilidade em geral  vai passar mais por Africa. 

Se queremos mesmo contribuir para a SUSTENTABILIDADE global deveriamos ter muito mais estudantes Africanos ... 

Mariana Abrantes de Sousa
Economista 



quarta-feira, fevereiro 05, 2020

Repensar a electrificação em Africa

Eis uma nova abordagem para a expansão do serviço público de electricidade em Africa,
Resultado de imagem para malawi flag+ mais  Verde,
+ mais  Inclusivo,
+ mais  Rápido,
+ mas   Acessível
+++ mais  Sustentável !

Vamos VIRAR ? Tu VIRAS ? Nós VIRAmoS !

RMI Malawi 2019.10 Sustainable Energy Investment Study

Here is a very interesting study for green energy approach in Africa
see the link ! 
http://unohrlls.org/event/study-launch-sustainable-energy-investment-study-in-malawi/

sábado, outubro 12, 2019

XXIX Encontro de Lisboa reuniu Bancos Centrais da Lusosofonia

XXIX Encontro de Lisboa
Ontem 11-Out-2019, teve lugar o XXIX Encontro de Lisboa que continua a criar sinergias ao reunir as autoridades do sector financeiro dos países de língua portuguesa.Reunir representantes dos Bancos Centrais da Lusofonia tem criado sinergias há quase 30 anos a tratar de questões financeiras importantes para a Lusofonia.
Eis um grande exemplo da valorização da língua portuguesa, há décadas, a replicar em todos os setores.  

Em tempos, adorei o grande desafio de criar um Manual de Financiamento ao Desenvolvimento "Empresas Portuguesas e Mercados Lusófonos", IICT 2005 que foi distribuído aos Bancos Centrais da Lusofonia numa das edições dos Encontros de Lisboa.

Certo, um idioma vale pelo numero de falantes. Mas valoriza mais pelo numero de publicações, eventos, conteúdos na Internet, e sobretudo pelo numero de escritores e de LEITORES.

A Literacia continua a ser o GRANDE desafio de desenvolvimento da Lusofonia. 
Precisamos de trabalhar muito mais  a literacia financeira.

https://ppplusofonia.blogspot.com/2016/03/literacia-financeira-portugueses-nao.html
Mariana Abrantes de Sousa, Economista 

quinta-feira, fevereiro 28, 2019

Nos PALOP, projetos bancáveis precisam-se

Em Africa, os projetos bancáveis não se encontram, fazem-se, constroiem-se, montam-se.
O mesmo foi feito em Portugal nos anos 1990's quando foi necessário criar a LISBOR para poder financiar em moeda local os projetos de muito longo prazo como a Tejo Energia.

CIP 005Esta dura realidade subjacente ao dilema de quem trabalha  para o desenvolvimento nos países emergentes é ainda mais aguda nos países da Lusofonia.

Na sessão de apresentação do BEI e da SOFID de ontem 27-Fev-2019 no CCB,  organizada pela CIP, houve uma troca de comentários significativos:


--Só estamos interessados em projetos bancáveis, disse um participante...

-- O que não falta  é dinheiro para financiar projetos, disse outro, há dinheiro a rodo, mas os países não oferecem condições...

-- Falta dinheiro mas é para a preparação e desenvolvimento de projetos, disse outro... 

-- O que falta são dossiers bem preparados e estruturados de acordo com os ODS Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para atrair os investidores e financiadores... 

-- É necessário investir na preparação,  "incubar" os projetos...

Resultado de imagem para SOUTHERN AFRICA CLIMATE FINANCE PARTNERSHIPSIM, sim  todos têm razão, e nunhum tem a razão toda.

Senão vejamos o que fazem os outros países, como no caso da Southern Africa Climate Finance Partnership, a parceria para o financiamento de projetos climáticos na Africa austral.

DfID, o Departament for International Development do Reino Unido, aplicou GBP 4.9 milhões (EUR 5.7 milhões)  como "capital semente" de um  progama regional de desenvolvimento e preparação de projetos climáticos para alguns países da Commonwealth,   Botswana, Lesotho, Namibia, South Africa, Zambia and Zimbabwe.

O objectivo é  criar uma carteira de (dossiers de) projetos  que possam ser candidatos ao financiamento concursado do novo Fundo Verde do Clima, Green Climate Fund (GCF).  Com um investimento, modesto mas imprescindível, na identificação e preparação de vários projetos, o Reino Unido vai ajudar alguns países a passarem à frente na corrida ao Fundo Verde do Clima.

É que tudo começa pelo início: Sem e dossiers bem estruturados de projetos ditos "bancáveis", não há financiamento, não há investimento, não há impacto para o desenvolvimento sustentável.  E criar um bom dossier de projeto, visionário, tanto ambicioso como rigoroso, leva meses e anos, custa milhares e milhões...

Sem o capital semente, na forma de subsídios a "fundo perdido" mas bem aproveitados, no final acabamos  sempre no mesmo BECO sem saída - a falta de projetos ditos "bancáveis, prontos a financiar, com tudo que isso exige.  E os países  vão ficando cada vez mais ultrapassados pelos seus vizinhos.   

E os PALOP, os países da Lusofonia, como vão financiar este  "trabalho de casa" de identificação e formulação, de estudos prévios, e toda a preparação de candidaturas aos financiamentos disponiveis ?

Mariana Abrantes de Sousa
Economista e Consultora Financeira 

Ver mais em: 
Southern Africa Clima Finance Partnership - https://southsouthnorth.org/portfolio_page/southern-africa-climate-finance-partnership-sacfp/
DfID - https://www.gov.uk/government/organisations/department-for-international-development
LISBOR - http://ppplusofonia.blogspot.com/2012/08/os-indexantes-de-taxas-de-juro-ou-as.html
Como financiar projetos climáticos - http://ppplusofonia.blogspot.com/2018/11/como-financiar-projetos-climatico-nos.html
Fundo Verde do Clima (GCF) - http://finance.southsouthnorth.org/

A CIP – Confederação Empresarial de Portugal, em parceria com o BEI – Banco Europeu de Investimento e a SOFID – Sociedade para o Desenvolvimento do Financiamento, está a organizar o Seminário “Investment Financing in Africa“, que terá lugar no próximo dia 27 de fevereiro 2019, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, entre as 9h00 e as 13h00.  
O evento tem como objetivo a apresentação dos instrumentos financeiros do BEI para a região ACP – África, Caraíbas e Pacífico, destinados às empresas europeias. 
Programa:  http://cip.org.pt/financing-investment-in-africa-27-fevereiro/

A Gulbenkian e outras fundações tiveram um Mecanismo de Apoio à Elaboração de Projetos bastante bem sucedido com um efeito catalizador e multiplicador notável. https://gulbenkian.pt/project/mecanismo-de-apoio-a-elaboracao-de-projetos/

quarta-feira, novembro 14, 2018

Como financiar projetos climáticos nos PALOP no Miranda Forum Africa, 15-Nov

Foi uma honra e um prazer participar como oradora Keynote Speaker na conferência Miranda Forum Africa, que promoveu o debate sobre “O Papel do Setor Privado na Promoção do Crescimento Económico em África", no dia 15 de Novembro de 2018, em Lisboa.

Na minha intervenção sobre “Financiamento de Projetos Climáticos nos PALOP: Necessidades e Oportunidades”,  abordamos sobretudo as fontes e formas de financiamento dedicadas a projetos climáticos, tais como o  blending de recursos do Fundo Verde do Clima (Green Climate Fund – GCF), com outras fontes.  Analizamos  também vários  casos de estudo de projetos africanos relevantes e replicáveis. 

Um dos projetos  discutido foi Bambadinca Sta Claro, uma mini-rede de energia solar criada e implementada pela TESE Associação para o Desenvolvimento na Guiné-Bissau e financiada pela União Europeia, a Global Environmental Facility GEF e o Instituto Camões. 

Falamos também de um dos temas mais críticos, as PPF ou  Project Preparation Facilities,  iniciativas que apoiam a formulação de projetos para apresentar candidaturas aos organismos financiadores. Sem bons dossiers de candidaturas não há financiamento nem investimento. Mais uma vez, lancei o desafio à criação de uma "incubadora de projetos para os PALOP",  que dinamizasse a elaboração de dossiers e candidaturas de projetos nos países Lusófonos. 

O evento reuniu representantes governamentais e multilaterais bem como promotores e consultores privados,  que partilharam as  melhores praticas para trabalharmos juntos a favor do Desenvolvimento Sustentável em Africa, articulando  capacidades e vontades do setor publico e e do setor privado nesta grande campanha. 
Consulte o programa e as apresentações da conferência M-Forum em: https://mirandaforafrica.com/program/

Os países da Lusofonia, alguns dos PALOP mas também Portugal, estão entre os países mais vulneráveis às alterações climáticas. 

M-Forum  15-Nov-2018, 9h00-19h00  
Conference Miranda Forum Africa brings over 20 speakers,  including  DG DEVCO,  BAfD and government officials. 
Climate Finance: Financing Climate Projects in Portuguese-speaking countries in Africa, Mariana Abrantes de Sousa 

A conferência pode ser acompanhada em direto (streaming) e no youtube.
As apresentações, incluindo a minha, estão disponíveis aqui:  https://mirandaforafrica.com/program/

Favor ver no Linkedin: 

sexta-feira, novembro 17, 2017

Banco Africano de Desenvolvimento quer compacto com Portugal para apoiar mais os países da CPLP

BAD vai olhar para países lusófonos como um bloco promete Presidente
Lusa14 Nov, 2017, 19:13 | Economia
O presidente do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Akinwumi Adesina, disse hoje à Lusa que esta instituição financeira está a preparar um novo olhar sobre os países lusófonos, olhando para os países como um bloco e não individualmente.
"Quero que o BAD olhe para os países lusófonos de uma maneira diferente; estamos a criar um compacto entre o BAD e Portugal para ver como olhar para projetos maiores e usar os nossos instrumentos para tirar risco e dar mais escala aos projetos", disse Adesina em entrevista à Lusa no final de uma visita a Portugal.
"Olhamos para cada país individualmente e de forma diferente, mas um compacto funciona com Portugal e o BAD a juntarem-se e a determinarem os maiores desafios ao desenvolvimento e depois usamos os nossos recursos coletivamente para resolver esses problemas", explicou o antigo ministro da Agricultura da Nigéria.
"Vamos ver como fazer grandes coisas nos países lusófonos juntos", afiançou o banqueiro no final de um conjunto de reuniões em Lisboa com o ministro das Finanças, Mário Centeno, a secretária da Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Teresa Ribeiro, e um grupo das maiores empresas nacionais com investimentos em África.
"Nessa reunião [com as empresas], focámo-nos em como podemos expandir os 2,1 mil milhões de dólares que investimentos nos países lusófonos, como ajudar as empresas nacionais a aceder a financiamento e como podemos ajudá-los a preparar projetos que nos permitam emprestar mais dinheiro", disse Adesina.
Os próximos passos nesta nova estratégia agregadora da lusofonia como ponto de investimento passam pela "elaboração de uma estratégia" que pode ter já continuação "numa reunião de seguimento com os investidores privados à margem do encontro entre a União Africana e a União Europeia, já daqui a umas semanas", disse Adesina.
O banqueiro, que se mostrou "impressionado com o grande conhecimento que as empresas têm de África", anunciou ainda que vai promover uma sessão lusófona no encontro de investidores africanos, o Africa Investment Forum, uma reunião conhecida como "Davos africano", que decorre a 08 e 09 de novembro do próximo ano na África do Sul.

"Tudo está a ser posto em prática para concretizar esta parceria com os países lusófonos", garantiu.

terça-feira, outubro 10, 2017

Intern Impact Investment Mozambique





Investment Associate 

at Impacto Capital in Maputo, Mozambique

About the Job

6 to 12-month internship in Maputo, Mozambique.
  • Support investment pipeline development through: due diligence, financial analysis, financial modelling, valuation, investment structuring, preparation of information memoranda and other investment documentation.
  • Visit target companies, liaise with management teams to gather information, discuss growth plans and key business risks.
  • Support fundraising efforts.
  • Work with other team members, share experiences and knowledge.
  • Participate in the Company's learning programme.

Qualifications

  • Experience in finance advisory or management consulting. Ideally with experience in corporate finance (M&A, project finance, due diligence), finance management or strategic advisory.
  • Above average skills in team working, methodical work, structured analysis, analysing and interpreting data, communicating complex issues orally and in writing.
  • Highly motivated to work in a Company "investing with a cause", supporting SMEs and entrepreneurs and participating in the development of a high growth frontier market.
  • Fluent English speaker. Portuguese language fluency is an important plus.

To apply

Submit CV and motivation letter to info@impacto-capital.com, until 24-Nov-2017

Impacto Capital

IMPACTO CAPITAL is a Mozambique-based impact investment firm supporting entrepreneurs and SMEs with high potential for economic, social and environmental impact.
IMPACTO CAPITAL aims to contribute to an economic model that is more inclusive, balanced and sustainable by applying best practices and extensive experience in business and investment management to impact investing.
IMPACTO CAPITAL currently manages one portfolio company and is actively developing further pipeline and fundraising.
We look to integrate professionals with the right combination of talent, skills and motivation, and that share our vision for a more inclusive, balanced and sustainable economic development model.



Portfolio company support

at Impacto Capital in Maputo Mozambique

About the Job

6 to 12-month internship in Maputo, Mozambique.
Mozambique Good Trade (www.goodtrade.co.mz) is Impacto Capital's first portfolio company. A start-up dedicated to supporting the access of local products to national and international markets.
The intern will integrate Mozambique Good Trade's team by supporting management in task related with:
  • improving management procedures, information and control;
  • improving operational processes in view to reducing risks and improving profitability;
  • support the development of a marketing and communications plan;
  • support definition of an M&E strategy;
  • identify external financing opportunities.

Qualifications

  • Experience in business administration and management. Ideally with management consulting.
  • Above average skills in team working, methodical work, communicating complex issues orally and in writing.
  • Highly motivated to work for a business with a purpose and participating in the development of a high growth frontier market.
  • Fluent English speaker. Portuguese language fluency is an important plus.

To apply

Submit CV and motivation letter to info@impacto-capital.com  by 24-Nov-2017


segunda-feira, abril 10, 2017

Solicitação de Estudos de Caso: Mini-redes nos PALOP

Solicitação de Estudos de Caso: Mini-redes nos PALOP27 DE MARÇO 2017 
No âmbito do acordo assinado com o RECP, a ALER está neste momento a traduzir o documento Mini-Grid Policy Toolkit para português e a complementar o documento com novos estudos de caso de mini-redes nos PALOP.

Neste sentido, vimos por este meio solicitar a todos os que tenham informação sobre projectos de mini-redes nos PALOP que nos enviem toda informação existente sobre os mesmos através do email geral@aler-renovaveis.org, afim de os podermos incluir no website e no documento Mini Grid Policy Toolkit e assim contribuir para a divulgação dos projectos lusófonos nesta área.

A título de exemplo, o Estudo de Caso "Monte Trigo" em Cabo Verde poderá ser consultado aqui. Todos os novos estudos de caso deverão seguir esta mesma estrutura.
ALER
Agradecemos desde já a colaboração de todos para esta compilação!
Apoiar a promoção dos mercados das energias renováveis ​​nos Países de Língua Portuguesa
A ALER e o RECP - Programa África-UE para a Cooperação nas Energias Renováveis assinaram um acordo de cooperação para apoiar a promoção dos mercados das energias renováveis ​​nos Países de Língua Portuguesa.

No âmbito do acordo, ambas as partes irão cooperar para contribuir para o desenvolvimento amplo e sustentado do mercado das Energias Renováveis ​​(ER) em África. O objectivo específico é a mobilização das empresas Europeias e Africanas de ER para o desenvolvimento conjunto de negócios na área das ER nos mercados Africanos de Língua Portuguesa.
O acordo prevê diversas actividades a fim de reunir stakeholders Africanos e Europeus a operar no mercado das ER, proporcionando uma plataforma para criação de negócios e projectos nos países Africanos de Língua Portuguesa. As actividades previstas incluem a tradução para Português de documentos relevantes, a recolha e divulgação activa de informação sobre as ER nos mercados Africanos de Língua Portuguesa e dos serviços e instrumentos de apoio internacionais, e a organização de eventos informativos e de matchmaking.

O projecto tem a duração inicial de 16 meses, e estará em vigor até Dezembro de 2017.
http://www.aler-renovaveis.org/pt/comunicacao/noticias/solicitacao-de-estudos-de-caso-mini-redes-nos-palop/ 

domingo, janeiro 15, 2017

ODS Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Conheça os resultados dos Objetivos do Milénio ODM 2000-2015 e os novos desafios dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável  ODS 2015-2030.    
Trabalhando juntos vamos fazer grandes porgressos nos países da Lusofonia! 

Fonte:  
http://www.guiasdeportugal.org/index.php/12-projetos/267-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel

sábado, outubro 22, 2016

I Agroforum da CPLP, 28-Outubro, 8h30, FIL


I Agroforum da CPLP reúne especialistas e responsáveis da segurança alimentar para focar as necessidades e oportunidades do sector agro-alimentar nos países lusófonos

Data:     28-Outubro-2016, 8h30 
Local:   Grande Auditório da FIL
            Parque das  Nações, Lisboa 
Contactos: Tel: +351 213 018 426
                 info@agroforum.pt,     
     
 
PortugalAgro             Ver program e inscrição em  www.agroforum.pt 
 
⦿ Mais de 1200 congressistas
⦿ Apresentação de estudos de caso
⦿ Ministros da Agricultura e do Comércio de todos países da CPLP
⦿ Embaixadores acreditados em Portugal dos países da CPLP
⦿ Embaixadores portugueses acreditados nos países da CPLP
⦿ 8 salas temáticas por país
⦿ 8 agências de investimento estrangeiro dos países da CPLP
⦿ Delegados da AICEP nos países da CPLP

CAL Câmara Agrícola Lusófona é membro da Conferência Empresarial da CPLP e apoia o 
Mecanismo de Facilitação da Participação do Setor Privado no Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

quinta-feira, outubro 20, 2016

First UN Rapporteur for Water Rights speaks about Water and Sanitation for All, 28-Oct

American Club of Lisbon invites us to hear: 

Catarina de Albuquerque
Executive Chair at Sanitation
and Water for All
Lisbon and New York
« Challenges and Opportunities in Sanitation and Water for All »
12:15 - 3:00 pm
Friday October 28th
Sheraton Lisboa Hotel and SPA
Photo
Catarina de Albuquerque
The ACL joins PPA - the Portuguese Water Partnerhsip in celebrating the  achievements  in the water sector, Catarina de Albuquerque will offer remarks in Portuguese on the progress thus far and the challenges still facing us in making this most fundamental Human Right to clean water a reality for all.

  Portuguese Water Partnership
 Please E-mail your reservation to office@americancluboflisbon.com  

Access to clean water and sanitation is now, rightly, considered a Human Right but it still remains is a major problem in many parts of the world, for more than one in ten people. In this context, Portugal has the capacity and the will to help change this for the better, with water companies and professionals joining together in the PWP Portuguese Water Partnership to offer Portugal’s water sector expertise where it can have the greatest impact.


Catarina de Albuquerque, the first United Nations special rapporteur on the human rights to water and sanitation has recently been recognized with the Global Water Award 2016 of the International Water Association for her “exceptional role as the driving force behind the recognition of the Human Rights to Water and Sanitation". Seen as a visionary leader and advocate influencing policy makers who has had a significant impact on the world of clean water, she helped to enshrine the right to water and sanitation in the Sustainable Development Goals, in order to align all our efforts.

Do join us ! 
Mariana Abrantes de Sousa, President, American Club of Lisbon 

quinta-feira, outubro 13, 2016

Conferência Guiné Bissau, 20-Outubro, Uni. Lusófona Lisboa

Resultado de imagem para bandeira bissauConferência «Guiné-Bissau: Porta de Entrada da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental»

A Câmara de Comércio e Indústria Portugal Guiné-Bissau (CCIPGB), a Embaixada da Guiné- Bissau, a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias e o Observatório Lusófono de Actividades Económicas (OLAE), com o apoio da RTP África e da AICEP Portugal Global,promovem a 
Conferência internacional intitulada «Guiné-Bissau – A Porta de Entrada da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental» 
Data:   20-Outubro-2016 
Local:  Auditório Agostinho da Silva da Universidade Lusófona
Alguns temas abordados na conferência; 
A taxa de bancarização da Guiné-Bissau é de apenas 20%.  Crédito mal parado está a ser reduzido. 
Portugal é o segundo fornecedor depois do vizinho Senegal. Os países da CPLP importantes nas exportações portuguesas. 
Carvão continua a ser o principal combustível utilizado nas cozinhas guineense.  
Guiné-Bissau precisa de um porto de águas profundas.   
O ajuda ao desenvolvimento vai  passar de apoio orçamental geral para o financiamento de projetos específicos,  o financiamento por resultados (results based financing).  Isto implica a necessidade de eleborar projetos que respondem às necessidades das populações e acompanhar e avaliar a sua execução. 
Vai ser publicado brevemente um Guia de Investimento na Guiné-Bissau.  
A instabilidade politica não se reflecte em instabilidade social.  
Ver mais noticias em   http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=255900 
Conferência «Guiné-Bissau: A Porta de Entrada da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental»

terça-feira, julho 19, 2016

FMI comenta países da CPLP

QUESTIONER: Good morning. The finance ministers of the EU announced sanctions on Spain and Portugal for violating rules and budget deficit targets. So how do you see, how does IMF see those sanctions on Portugal and which implications it might have for this country? OECD said the sanctions on both countries were the last thing Europe needed after Brexit, so I just wanted to have some comments from you on this.
It seems you have an update on Guinea-Bissau if you could give some considerations in case you do? There was a remaining installment of €9 million to be paid this year. In case you got any information?
And on Mozambique, it has been on the news that the financial aid by the IMF might not happen this year, and I would like to confirm that with you. In Angola, I just wanted to ask, in case you have some follow up…
MR. RICE: A whole press conference in itself. Well, thank you. Let me try and give you something on each of those. On Portugal, look, on the issue of sanctions, that’s clearly for the European Commission to propose sanctions if that’s what they do. My understanding is, that would happen within the next 20 days or so, so that’s not an issue for the IMF. It’s for the Commission, so you might want to ask them about that.
On Guinea-Bissau, thanks for the question, seriously. It’s good to talk about other countries about important issues. What I can tell you is the IMF’s Extended Credit Facility program with Guinea-Bissau is off track as a result of two expansive bank bail-outs that violate the end December 2015 net credit to government performance criteria.
This also prompted development partners, including the World Bank, the African Development Bank, and the EU to hold their budget support. I can tell you that in an effort to bring the program back on track, the new government which, as you know, has been in place since last month, declared the bail-outs to be null and void, and, you know, we continue in that context to provide policy advice and technical assistance, and continue the discussions with the new government.
On Angola, we talked a bit about it two weeks ago in your absence, but I think it’s been reported that the government of Angola has decided to continue their close policy dialogue with the Fund only in the context of the Article IV consultation, and not through discussions concerning an EFF supported program. So, again, we continue to work. We stay engaged, but it’s not on discussions on a financial program.
Then on Mozambique, again, we’ve discussed it quite a bit here. We had a mission in Maputo ending toward the end of June. That was the fact finding process related to the previously undisclosed borrowing, and to assess the macroeconomic situation. We welcomed the government’s investigation into this previously undisclosed debt. We thought that was important.
Additionally, the staff mission said that further measures are needed. In particular, we felt that an international and independent audit would be needed. That’s of Ematum, Proindicus, and MAM companies. The latter two being the companies that received the funding under the previously undisclosed loans. We did issue a press statement on all of this, so it’s all public.
Our understanding is at this stage the government is not ready to move forward with the audit. That’s kind of where we stand. So the review with the Fund has not been completed, and, of course, for any disbursement that review would need to be completed.
QUESTIONER: On Portugal you’re telling me you don’t have any comments on the sanctions? Because if just released, the Article IV June 30 --
MR. RICE: We did. That’s right.
QUESTIONER: -- so how do you see those sanctions? No comments on that? Aren’t you worried?
MR. RICE: We just released the Article IV consultation report a few days ago on Portugal, so I’m going to let that speak for itself. It was pretty comprehensively covered and I’ll leave it there.

domingo, maio 22, 2016

Seminário Cooperação para o Desenvolvimento Empresas e ONGD, AICEP, Av 5-Outubro, 101, Lisboa7-Junho,14h

Resultado de imagem para lusofonia braços abertosA AICEP Portugal Global, o GPEARI do Ministério das Finanças e a Plataforma Portuguesa das ONGD, organizam 
Seminário “Networking entre ONGD e Empresas – Promover Parcerias Win-Win no âmbito do mercado das multilaterais, 
no próximo  dia 7 de junho, pelas 14h, 
em Lisboa, no Auditório da AICEP, Av. 5 de Outubro, 101.
Este evento tem por objetivo promover o networking e as parcerias entre Empresas e ONGD (Organizações Não Governamentais de Desenvolvimento), visando nomeadamente:
·      maximizar as possibilidades de acesso às oportunidades de negócio e de financiamento das multilaterais;
·         garantir benefícios comuns, aproveitando as respetivas valências e áreas especificas de atuação;
·         trazer um maior impacto e sustentabilidade às iniciativas.
Para além das necessárias intervenções de enquadramento das oportunidades no âmbito do mercado das multilaterais, serão partilhados casos e experiências concretos. Haverá espaço para promover contactos e o diálogo entre os participantes.
A ação tem especial interesse para empresas com projetos ou intenção de investimento nos Países em Desenvolvimento, empresas que já trabalham no mercado das multilaterais e pretendam potenciar resultados, assim como empresas com soluções sustentáveis e particularmente adequadas a estes mercados. Igualmente, este evento se dirige a ONGD com atividade internacional.

A participação nesta ação é gratuita mas de inscrição obrigatória, através do preenchimento do formulário de inscrição online até ao próximo dia 6 de junho.(inscreva-se aqui).

Para esclarecimentos adicionais, queira por favor contactar a área das Multilaterais da AICEP, 
através do endereço eletrónico gt.multilaterais@portugalglobal.pt ou do telefone 217 909 549 / 217 909 775 ou
contactar a Plataforma Portuguesa das ONGD, através do endereço eletrónico pedro.cruz@plataformaongd.pt  ou do telefone 218 872 239.