PPP Lusofonia é um blog de economia e finanças, focado nos serviços públicos e no investimento para o desenvolvimento, e nas PPP. O blog dedica-se a (a) conceitos de economia, finanças e banca (b) às necessidades dos PALOPs e (c)oportunidades de consultoria nos PALOPs, com artigos em português ou inglês. PLEASE USE THE TRANSLATE BUTTON. PPPs, development financing in Lusophone Countries Autora: Mariana ABRANTES de Sousa
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segunda-feira, junho 01, 2020
2020 Ano de Todas as Crises
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Ambiente,
Covid19,
Crise,
Desemprego,
Divergence
quinta-feira, abril 23, 2020
Forum Energia e Clima: Consumidor-poluidor passa fatura a outros
Muitos
parabéns pela organização do Forum Energia e Clima e da Conferencia do Dia da
Terra 2020 de ontem.
Aprendi
imenso, especialmente acerca da Economia Circular, e foi um prazer poder
contribuir para a compreensão de um desafio mundial a partir da minha pequena aldeia na Beira
Alta e ouvir participantes de toda a Lusofonia.
Na
minha experiência, a influência dos financiadores na sustentabilidade ambiental
é relativamente modesta, apesar dos movimentos como os Equator Principles
facultativos, as novas normas obrigatórias para a concessão de crédito
implementadas por bancos centrais para os bancos comerciais que supervisionam e
os critérios ESG (Environmental Social and Governance) implementados pelos MDBs
Multilateral Development Banks como o Banco Mundial, IFC, BEI, BAD etc para os
seus financiamentos.
Na
minha opinião, o mais importante seria mesmo obrigar o encerramento de centrais
térmicas onde não são essenciais e limitar a cilindrada e as emissões de GEE
Gases com Efeito Estufa per capita nos países desenvolvidos, onde a mitigação
devia ser obrigatória. Tributar a poluição e os tratamento de resíduos do nosso
consumo seria uma forma importante de mitigar as emissões e incorporar o custo da poluição no preço a
pagar pelo consumidor-poluidor, que está sobretudo nos países mais ricos.
Se
o custo de tratamento de resíduos poluentes parece muito elevado, devemos
comparar com o custo económico e social das doenças e outros danos causados
pela poluição e pelas “epidemias”, incluindo aquelas de doenças não infecciosas como
o cancro.
As
atuais proibições de financiar novas centrais térmicas prejudica bastante os
países mais pobres, alguns dos quais até têm acesso a depósitos de combustível
fóssil e taxas de electrificação de cerca de 50% ou menos.
Seria
muito importante assegurar que o combate às alterações climáticas, à Covid e
outros grandes RISCOS planetários não aumente as disparidades entre países e entre
populações ricas e pobres, aumentando a divergência de fortunas e os riscos de
conflitos.
Apoiar
os países mais vulneráveis implica aumentar bastante mais os investimentos na adaptação
às alterações climáticas e na proteção de populações vulneráveis, sobretudo em
WASH, água, saneamento, resíduos e higiene/saúde, e energia renovável barata e acessível.
Podíamos
começar por TREINAR mais electricistas e canalizadores nos locais mais carentes.
Mariana Abrantes de Sousa
Economista e Consultora Financeira
quarta-feira, maio 29, 2019
Floresta - Serviços ecossistémicos essenciais compensados com subsídios
o O que são os serviços ecossistémicos
Serviços ecossistemicos são atividades de gestão florestal essenciais à sociedade (com externalidades positivas, por reduzirem riscos ou protegerem bacias hidrográficas, biodiversidade, paisagens, etc) mas que não rentáveis em termos económico-financeiros, justificando-se serem compensadas e subsidiadas.
- Quais as atividades e as áreas florestais a serem compensadas?
o Quem presta os serviços ecossistémicos
Os serviços ecossistemicos podem ser prestados por agricultores e profissionais da floresta, e podem incluir “limpeza de matas”, retirada de biomassa, descontaminação de fontes de água, plantação de árvores para combater a erosão, etc.
o Quem paga os serviços ecossistémicos
A compensação tem de ser feita por terceiros, através de receitas fiscais gerais, ou de tarifas ou donativos específicos e dedicados.
Na Finlandia, propõe-se que “o financiamento deve basear-se em pagamentos voluntários de visitantes à floresta e apoio adicional obtido de empresas de turismo” em função do “valor recreativo” da floresta.
A remuneração dos serviços pode ser paga por empresas, em possível compensação da sua pégada de carbono ou CO².
No Peru, propõe-se um incremento na tarifa de água urbana para compensar os serviços ecos sistémicos prestados por populações rurais em redor do lago que abastece a cidade, envolvendo as duas comunidades num diálogo e colaboração ambiental.
Estes Estudos de Caso do projeto SINCERE têm um tema comum: explorar novos meios para melhorar os serviços ecossistêmicos florestais de forma a beneficiar proprietários e gestores florestais, bem como atender a necessidades sociais generalizadas.
Ver mais em https://sincereforests.eu/paying-for-watershed-services-to-cities-in-peru/ e https://sincereforests.eu/bcsd-portugal/
Necessitamos uma campanha contra o minifundio e por uma floresta sustentável.
Serviços ecossistemicos são atividades de gestão florestal essenciais à sociedade (com externalidades positivas, por reduzirem riscos ou protegerem bacias hidrográficas, biodiversidade, paisagens, etc) mas que não rentáveis em termos económico-financeiros, justificando-se serem compensadas e subsidiadas.
- Quais as atividades e as áreas florestais a serem compensadas?
o Quem presta os serviços ecossistémicos
Os serviços ecossistemicos podem ser prestados por agricultores e profissionais da floresta, e podem incluir “limpeza de matas”, retirada de biomassa, descontaminação de fontes de água, plantação de árvores para combater a erosão, etc.
o Quem paga os serviços ecossistémicos
A compensação tem de ser feita por terceiros, através de receitas fiscais gerais, ou de tarifas ou donativos específicos e dedicados.
Na Finlandia, propõe-se que “o financiamento deve basear-se em pagamentos voluntários de visitantes à floresta e apoio adicional obtido de empresas de turismo” em função do “valor recreativo” da floresta.
A remuneração dos serviços pode ser paga por empresas, em possível compensação da sua pégada de carbono ou CO².
No Peru, propõe-se um incremento na tarifa de água urbana para compensar os serviços ecos sistémicos prestados por populações rurais em redor do lago que abastece a cidade, envolvendo as duas comunidades num diálogo e colaboração ambiental.Estes Estudos de Caso do projeto SINCERE têm um tema comum: explorar novos meios para melhorar os serviços ecossistêmicos florestais de forma a beneficiar proprietários e gestores florestais, bem como atender a necessidades sociais generalizadas.
Ver mais em https://sincereforests.eu/paying-for-watershed-services-to-cities-in-peru/ e https://sincereforests.eu/bcsd-portugal/
Necessitamos uma campanha contra o minifundio e por uma floresta sustentável.
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sexta-feira, setembro 21, 2018
Projeto Tejo pretende replicar o sucesso do Alqueva, necessita apoios
Todos aprendemos na escola primária que o rio Tejo representa a maior bacia hidrológica da Peninsula Ibérica. Também Sabemos que o Tagus é muito bem aproveitado por Nuestros Hermanos que construiram barragens e transvases do outro lado da fronteira há mais de 50 anos.
O que parece desconhecermos é que o rio Tejo português é um dos rios mais subaproveitados da Europa.
O Eng. Jorge Froes da Associação Mais Tejo apresentou o interessante e importante Projeto Tejo no recente encontro da Agroglobal, em Valada do Ribatejo e convenceu que este é um projeto para apoiar e implementar.
Com um investimento global na ordem dos 4,5 mil ME, o “Projeto Tejo – Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos do Tejo e Oeste”, pretende a 30 anos fornecer água a 300 mil hectares das regiões do Ribatejo, Oeste e Setúbal. O Engenheiro Jorge Froes explicou o projeto ao mediotejo.net
Fontes:
Ribatejo http://www.oribatejo.pt/2018/05/18/o-projeto-tejo-e-a-indiferenca-dos-nossos-eleitos/
Agroglobal 2018 5-7 Setembro, Valada do Ribatejo
O que parece desconhecermos é que o rio Tejo português é um dos rios mais subaproveitados da Europa.
O Eng. Jorge Froes da Associação Mais Tejo apresentou o interessante e importante Projeto Tejo no recente encontro da Agroglobal, em Valada do Ribatejo e convenceu que este é um projeto para apoiar e implementar.
Com um investimento global na ordem dos 4,5 mil ME, o “Projeto Tejo – Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos do Tejo e Oeste”, pretende a 30 anos fornecer água a 300 mil hectares das regiões do Ribatejo, Oeste e Setúbal. O Engenheiro Jorge Froes explicou o projeto ao mediotejo.net
Fontes:
Ribatejo http://www.oribatejo.pt/2018/05/18/o-projeto-tejo-e-a-indiferenca-dos-nossos-eleitos/
Agroglobal 2018 5-7 Setembro, Valada do Ribatejo
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quinta-feira, março 22, 2018
Floresta portuguesa tem que dar uma volta de 360º
A nossa floresta vai ter que dar uma volta de 360º !
Pergunta:
360 graus é a volta completa, ou seja, vai parar ao mesmo sítio.
Não será antes uma volta de 180º ?
Resposta:
NÃO, tem mesmo que ser mesmo uma volta de 360º, de um equilíbrio antigo quando as matas eram o mealheiro de muitas famílias, para um equilíbrio novo agora que a floresta absorve, não liberta, recursos, e acrescenta, não reduz, riscos. Tem tudo que ser repensado desde a base, que é a estrutura fundiária, os minifúndios que passaram a valer ZERO.
Senão vejamos.
Era uma vez uma aldeia na floresta circa 1960, antes da emigração em massa.
As pessoas, sobretudo as mulheres, juntavam a caruma dos pinheiros e as pinhas para queimar nas lareiras e nos fogões a lenha. Os arbustos rasteiros eram cortados (roçados) e retirados para aplicar no cultivo dos terrenos. Tudo se aproveitava "roçando o estrume" e carregando o "carro do tojo". A floresta ficava efetivamente limpa de biomassa, palavra então desconhecida.
Nascia alguma erva, que alimentava pequenos rebanhos de ovelhas e cabras, à guarda da criança mais nova da família.
Os pinheiros eram resinados e serviam de mealheiro para a família. Quando casava a filha, vendiam-se uns tantos pinheiros para pagar a boda. A rama que os madeireiros não levavam era cuidadosamente aproveitada para lenha, ou para estacas e espeques nas vinhas.
A floresta até servia para suplementar os magros "rendimentos" da agricultura de subsistência orientada para o auto-consumo. Os pinheiros e a resina faziam parte dos "excedentes agrícolas" comercializados, junto com algum azeite, feijão, batatas, milho e vinho. Os da casa bebiam "água-pé".
Este humilde equilíbrio ambiental, mas não económico, foi-se perdendo no interior do país.
Famílias inteiras emigraram, para as cidades ou para o estrangeiro, e as que ficaram têm poucos filhos.
Já não há quem junte a caruma e as pinhas, também porque as pessoas que ficaram envelheceram ou passaram a cozinhar com a botija de gás. Já não há crianças para guardar ovelhas. A resina acabou com a concorrência da China.
As matas foram acumulando matéria orgânica de ano para ano, ardendo aqui e ali.
As silvas tomavam conta de muitos terrenos e matas "abandonadas" sem oposição.
Afinal de contas "as silvas não pedem pão", o "mealheiro" parecia intacto, até reforçado com a plantação avulso de eucaliptos.
Até que vieram os incêndios florestais catastróficos de 2017.
Boa parte deste "mealheiro florestal" na Região Centro ardeu, deixando a nu as pedras e calhaus e todas as fragilidades da uma "gestão florestal" que não merece o nome. Os numerosos proprietários de tiras de floresta sofreram grandes perdas patrimoniais não cobertas por nenhum seguro, nem pelo Estado que se limita a indemnizar a perda de vidas e de explorações agrícolas: 16 euros por oliveira, 5 euros por videira...
Os pinheiros ardidos ficam desvalorizados. Os maiores vendem-se ao desbarato pois os madeiros não têm mãos a medir. Os pinheirinhos pequenos, é necessário pagar para os tirarem. Os terrenos que escaparam têm que ser "limpos" dentro de poucas semanas. Tem que se cortar o mato rasteiro, des-ramar ou esgalhar as árvores, mas a biomassa pode-se deixar no local. Isto é "limpeza da floresta", tirar as migalhas de cima da mesa e deixá-las no chão?
Trata-se de um trabalho sujo, pesado, perigoso, trabalhar com serras eléctricas, roçadoras, tractores. O trabalho de desmatação, de áreas queimadas ou não, é urgente, chega para todos, até para agricultores de fim de semana.
Pergunta-se, em que condições está a ser feito ? Os trabalhadores têm seguros de acidentes de trabalho adequados, quando estão a trabalhar nos seus próprios terrenos, ou uns dos outros em regime de entreajuda, ou "ao dia fora" por conta de algum proprietário, ou como voluntários informais ?
O mealheiro da floresta entrou em rotura.
O desequilíbrio ambiental e económico está à vista.
A Tia Maria, que tem uma pequena mata onde guardou ovelhas em criança, tem que pagar a alguém para cortar o mato, que felizmente não ardeu, talvez 50 euros por dia, acrescido de 30 euros por dia para seguro de trabalhador ocasional. A pensão de reforma média de 365 euros/mês não chega nem para os medicamentos quanto mais para isto. Se não cortar o mato, a Câmara Municipal vai fazê-lo e vai-lhe exigir o reembolso das despesas com os sapadores e provavelmente aplicar alguma coima. Lá se vai a pensão de reforma, naquele mês não vai poder comprar os medicamentos. Confirma-se que a mata da sua infância passou de ativo a passivo, vale muito menos ou mesmo nada se for pequena e inacessível, terreno de cabras. Será que a Câmara aceita a dita mata como dação em pagamento?
Perdas patrimoniais não cobertas.
As matas que arderam perderam boa parte do valor. Em alguns casos os madeireiros já não oferecem dinheiro para cortar os pinheiros queimados. E vai levar anos até voltarem a produzir lenha ou madeira. Esta perda devido à calamidade dos incêndios está a ser suportada por cada proprietário, que geralmente não tinha seguros. Em alguns países, estas perdas não cobertas (uninsured casualty losses) poderiam ser deduzidas em sede de IRS, mas em Portugal não.
O povo que aguente.
Destruição de valor de propriedades no interior.
Com as perdas já sofridas e os riscos acrescidos reflecte-se no valor das propriedades.
Quintas que valiam 500.000 euros são agora vendias por 280.000 euros. E é quando se consegue vender. Agricultores de 60 ou 70 anos já não conseguem retomar a exploração.
Em busca do equilíbrio perdido: Novo equilíbrio florestal precisa-se.
E o povo vai aguentando, empobrecido, á espera de um novo equilíbrio económico que permita voltar a considerar as matas como uma fonte de receita, em vez de fonte de despesa.
Alguém tem que organizar uma gestão florestal sustentável e remunerar os prestadores de serviços eco-sistémicos, como a gestão da biomassa, a gestão das águas pluviais, etc, que não são auto-financiáveis. Para já, vamos ter uma Agência para a Gestão Integrada dos Fogos Rurais.
Não haverá sustentabilidade e segurança ambiental e ecológica sem sustentabilidade económica. E não haverá sustentabilidade económica com o rendilhado de minifúndios.
Da gestão florestal sustentável, em termos económicos, ambientais e de segurança ainda pouco se fala e menos se sabe.
Necessitamos uma campanha contra o minifundio e a favor de uma floresta sustentável com emparcelamento e serviços ecossistémicos remunerados e subsidiados.
Mariana Abrantes de Sousa
Beijós, Aldeia+VERDE
Pergunta:
360 graus é a volta completa, ou seja, vai parar ao mesmo sítio.
Não será antes uma volta de 180º ?
Resposta:
NÃO, tem mesmo que ser mesmo uma volta de 360º, de um equilíbrio antigo quando as matas eram o mealheiro de muitas famílias, para um equilíbrio novo agora que a floresta absorve, não liberta, recursos, e acrescenta, não reduz, riscos. Tem tudo que ser repensado desde a base, que é a estrutura fundiária, os minifúndios que passaram a valer ZERO.
![]() |
| Bjz carro do tojo |
Senão vejamos.
Era uma vez uma aldeia na floresta circa 1960, antes da emigração em massa.
As pessoas, sobretudo as mulheres, juntavam a caruma dos pinheiros e as pinhas para queimar nas lareiras e nos fogões a lenha. Os arbustos rasteiros eram cortados (roçados) e retirados para aplicar no cultivo dos terrenos. Tudo se aproveitava "roçando o estrume" e carregando o "carro do tojo". A floresta ficava efetivamente limpa de biomassa, palavra então desconhecida.
Nascia alguma erva, que alimentava pequenos rebanhos de ovelhas e cabras, à guarda da criança mais nova da família.
![]() |
| Gestão de biomassa aos molhos 1965 |
Os pinheiros eram resinados e serviam de mealheiro para a família. Quando casava a filha, vendiam-se uns tantos pinheiros para pagar a boda. A rama que os madeireiros não levavam era cuidadosamente aproveitada para lenha, ou para estacas e espeques nas vinhas.
A floresta até servia para suplementar os magros "rendimentos" da agricultura de subsistência orientada para o auto-consumo. Os pinheiros e a resina faziam parte dos "excedentes agrícolas" comercializados, junto com algum azeite, feijão, batatas, milho e vinho. Os da casa bebiam "água-pé".
![]() |
| Bjz rebanho capela |
Famílias inteiras emigraram, para as cidades ou para o estrangeiro, e as que ficaram têm poucos filhos.
Já não há quem junte a caruma e as pinhas, também porque as pessoas que ficaram envelheceram ou passaram a cozinhar com a botija de gás. Já não há crianças para guardar ovelhas. A resina acabou com a concorrência da China.
As matas foram acumulando matéria orgânica de ano para ano, ardendo aqui e ali.
As silvas tomavam conta de muitos terrenos e matas "abandonadas" sem oposição.
Afinal de contas "as silvas não pedem pão", o "mealheiro" parecia intacto, até reforçado com a plantação avulso de eucaliptos.
Até que vieram os incêndios florestais catastróficos de 2017.
Boa parte deste "mealheiro florestal" na Região Centro ardeu, deixando a nu as pedras e calhaus e todas as fragilidades da uma "gestão florestal" que não merece o nome. Os numerosos proprietários de tiras de floresta sofreram grandes perdas patrimoniais não cobertas por nenhum seguro, nem pelo Estado que se limita a indemnizar a perda de vidas e de explorações agrícolas: 16 euros por oliveira, 5 euros por videira...
Os pinheiros ardidos ficam desvalorizados. Os maiores vendem-se ao desbarato pois os madeiros não têm mãos a medir. Os pinheirinhos pequenos, é necessário pagar para os tirarem. Os terrenos que escaparam têm que ser "limpos" dentro de poucas semanas. Tem que se cortar o mato rasteiro, des-ramar ou esgalhar as árvores, mas a biomassa pode-se deixar no local. Isto é "limpeza da floresta", tirar as migalhas de cima da mesa e deixá-las no chão?
Trata-se de um trabalho sujo, pesado, perigoso, trabalhar com serras eléctricas, roçadoras, tractores. O trabalho de desmatação, de áreas queimadas ou não, é urgente, chega para todos, até para agricultores de fim de semana.
Pergunta-se, em que condições está a ser feito ? Os trabalhadores têm seguros de acidentes de trabalho adequados, quando estão a trabalhar nos seus próprios terrenos, ou uns dos outros em regime de entreajuda, ou "ao dia fora" por conta de algum proprietário, ou como voluntários informais ?
O mealheiro da floresta entrou em rotura.
O desequilíbrio ambiental e económico está à vista.
A Tia Maria, que tem uma pequena mata onde guardou ovelhas em criança, tem que pagar a alguém para cortar o mato, que felizmente não ardeu, talvez 50 euros por dia, acrescido de 30 euros por dia para seguro de trabalhador ocasional. A pensão de reforma média de 365 euros/mês não chega nem para os medicamentos quanto mais para isto. Se não cortar o mato, a Câmara Municipal vai fazê-lo e vai-lhe exigir o reembolso das despesas com os sapadores e provavelmente aplicar alguma coima. Lá se vai a pensão de reforma, naquele mês não vai poder comprar os medicamentos. Confirma-se que a mata da sua infância passou de ativo a passivo, vale muito menos ou mesmo nada se for pequena e inacessível, terreno de cabras. Será que a Câmara aceita a dita mata como dação em pagamento?
Perdas patrimoniais não cobertas.
As matas que arderam perderam boa parte do valor. Em alguns casos os madeireiros já não oferecem dinheiro para cortar os pinheiros queimados. E vai levar anos até voltarem a produzir lenha ou madeira. Esta perda devido à calamidade dos incêndios está a ser suportada por cada proprietário, que geralmente não tinha seguros. Em alguns países, estas perdas não cobertas (uninsured casualty losses) poderiam ser deduzidas em sede de IRS, mas em Portugal não.
O povo que aguente.
Destruição de valor de propriedades no interior.
Com as perdas já sofridas e os riscos acrescidos reflecte-se no valor das propriedades.
Quintas que valiam 500.000 euros são agora vendias por 280.000 euros. E é quando se consegue vender. Agricultores de 60 ou 70 anos já não conseguem retomar a exploração.
Em busca do equilíbrio perdido: Novo equilíbrio florestal precisa-se.
E o povo vai aguentando, empobrecido, á espera de um novo equilíbrio económico que permita voltar a considerar as matas como uma fonte de receita, em vez de fonte de despesa. Alguém tem que organizar uma gestão florestal sustentável e remunerar os prestadores de serviços eco-sistémicos, como a gestão da biomassa, a gestão das águas pluviais, etc, que não são auto-financiáveis. Para já, vamos ter uma Agência para a Gestão Integrada dos Fogos Rurais.
Não haverá sustentabilidade e segurança ambiental e ecológica sem sustentabilidade económica. E não haverá sustentabilidade económica com o rendilhado de minifúndios.
Da gestão florestal sustentável, em termos económicos, ambientais e de segurança ainda pouco se fala e menos se sabe.
Necessitamos uma campanha contra o minifundio e a favor de uma floresta sustentável com emparcelamento e serviços ecossistémicos remunerados e subsidiados.
Mariana Abrantes de Sousa
Beijós, Aldeia+VERDE
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segunda-feira, dezembro 18, 2017
Concurso: data limite alterada
Comunicado
A data limite para a entrega dos trabalhos para o Concurso de Ideias: Plano Florestal para UMA Floresta Sustentável e UMA Aldeia+VERDE foi alterado para 20-Fevereiro-2018. http://soroptimistapt.blogspot.com/2017/12/concurso-plano-para-floresta.html
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quarta-feira, novembro 22, 2017
Gestão do Rio Dão: das cheias à seca extrema
A água, das cheias catastróficas à seca extrema.
“Fazer” chover um pouco todos os meses, evitar tempestades de fogo como foi o caso dos grandes incêndios deste ano - o furacão Ophélia espalhou, em poucas horas, o fogo por metade do país, o fogo que alguém ateou, reduzir as situações de seca extrema, não vai ser fácil, no futuro. Direi que o que aconteceu e está a acontecer este ano vai voltar, e disso não podemos fugir.
Portugal, em boa medida, é um país de extremos climáticos.
Vários meses praticamente sem chover e, quase todos os anos, há cheias e inundações, algumas com danos catastróficos.
Dizem-nos, isto é próprio de um clima mediterrânico, que é o nosso. É verdade.
“Fazer” chover um pouco todos os meses, evitar tempestades de fogo como foi o caso dos grandes incêndios deste ano - o furacão Ophélia espalhou, em poucas horas, o fogo por metade do país, o fogo que alguém ateou, reduzir as situações de seca extrema, não vai ser fácil, no futuro. Direi que o que aconteceu e está a acontecer este ano vai voltar, e disso não podemos fugir.
Um país não pode mudar a sua latitude no contexto do globo terrestre mas poderá, com conhecimento, engenho e arte, minorar os efeitos negativos da sua situação geográfica, tomar essa situação como um dado e adaptar-se de modo a reduzir esses efeitos negativos.´
Este clima mediterrânico também tem aspectos muito positivos. É o caso do nosso SOL, que atrai turistas de muitas paragens, são as temperaturas amenas, etc.
E como não se pode ter o sol na eira e a chuva no nabal ao mesmo tempo, há que saber viver com as situações e prepararmo-nos melhor para elas.
Considero muitíssimo importante que os responsáveis pela gestão da água venham a público falar sobre estes problemas cadentes e que tocam a todos.
Depois dos grandes incêndios recentes, os riscos sobre a poluição das águas superficiais, em resultado do arrastamento das cinzas que as chuvas vão provocar, precisam de ser ponderados, discutidos e de medidas que reduzam os seus efeitos. Será que a água que bebemos vai ter, nos próximos meses, a qualidade que todos esperam?
Começa a ser por demais evidente que o país precisa de ser alertado, diria mesmo abanado, para a necessidade de poupar, usar com parcimónia (como diz o ministro do ambiente), cuidar da qualidade desse recurso essencial água que continua a não ser satisfatoriamente gerido (está à vista) em termos de custos e de quantidade presente e futura.
Como é que se conjuga esta seca extrema e agora a despesa enorme em transporte de água com as cheias que todos os anos acontecem em muitos dos rios deste país, nomeadamente nas bacias do Dão e do Mondego?
“Existem em Portugal cerca de 250 grandes barragens, com altura superior a 15 metros ou armazenamento superior a 1 hm3 (1 milhão de metros cúbicos). (ver barragens em Portugal)
Algumas destas barragens foram construídas a fim de criar armazenamentos de água capazes de garantir, nuns casos, o fornecimento de água para rega, e, noutros, o abastecimento público, sobretudo nas regiões de maior irregularidade de recursos, em particular no sul e no Interior.” Fonte: Agência Portuguesa do Ambiente”.
“250 grandes barragens” já é muita barragem. Mas das duas uma, ou estão mal distribuídas pelos diversos rios que temos ou o sistema de gestão de todos estes recursos hídricos não é feito como devido e como o país precisa.
Não terá sido um erro o abandono, em abril de 2016, da construção da barragem de Girabolhos/Bogueira no rio Mondego, por decisão do atual governo?
O rio Dão, um rio típico de planalto, nasce em Aguiar da Beira, tem um percurso de 97 Km, chega à barragem da Aguieira, próximo da Santa Comba Dão e tem como afluentes cerca de uma dezena de outros rios e ribeiras (rio Criz, rio Pavia, ribeira de Beijós,etc.).
Não daria para construir uma outra barrgem, pequena ou média que fosse, a montante das Termas de Sangemil, no rio Dão? Correndo aí num vale relativamente fundo e encaixado, talvez que os impactos ambientais e de inundação fossem aceitáveis e menores do que o impacto de “altear” a barragem de Fagilde, como que se tem falado.
António Abrantes, economista
sábado, novembro 18, 2017
Floresta com bem público justifica pagamento por "serviços ecossistemicos"
UMA Floresta Sustentável, em termos económicos tanto como ambientais, vai exigir novos modelos de negócio. Sem madeira, sem resina, sem paisagens, sem turismo, com impostos, como manter a floresta em regime de propriedade privada.
Eu estive no Peru, os dos países mais vulneráveis ao "cambio climático", em 2015 quando o governo launçou uma inovadora Lei de Mecanismos de Retribuições por Serviços Ecosistémicos, uma lei de 2015 passou sob a liderança do Ministro do Meio Ambiente, Manuel Pulgar-Vidal.
Este regulamento representa uma peça crítica do enigma legal para garantir que Mecanismos de Retribuição por Serviços Ecosistémicos (MRSEs), essencialmente a versão peruana dos "pagamentos por serviços ecossistemicos".
Por exemplo, no setor de água e saneamento, mais de US $ 30 milhões já foram reservados para mecanismos de MRSE a agricultores a montante para ajudar a garantir o abastecimento de água para as cidades peruanas a jusante, investindo na florestação e conservação das bacias hidrográficas. O novo regulamento fornece a clareza jurídica que permitirá que esses fundos atinjam projetos efetivos no terreno.
http://forest-trends.org/blog/2016/07/27/peru-approves-new-innovative-environmental-policies/
Diretrizes Políticas para a Gestão Participativa dos Serviços Ecossistêmicos Hidrológicos no
Peru: Análise da Experiência piloto “Moyobamba”
http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/286534/1/TipactiMilachay_MiguelAngel_D.pdf
Este regulamento representa uma peça crítica do enigma legal para garantir que Mecanismos de Retribuição por Serviços Ecosistémicos (MRSEs), essencialmente a versão peruana dos "pagamentos por serviços ecossistemicos".
Por exemplo, no setor de água e saneamento, mais de US $ 30 milhões já foram reservados para mecanismos de MRSE a agricultores a montante para ajudar a garantir o abastecimento de água para as cidades peruanas a jusante, investindo na florestação e conservação das bacias hidrográficas. O novo regulamento fornece a clareza jurídica que permitirá que esses fundos atinjam projetos efetivos no terreno.
http://forest-trends.org/blog/2016/07/27/peru-approves-new-innovative-environmental-policies/
Diretrizes Políticas para a Gestão Participativa dos Serviços Ecossistêmicos Hidrológicos no
Peru: Análise da Experiência piloto “Moyobamba”
http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/286534/1/TipactiMilachay_MiguelAngel_D.pdf
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sábado, julho 15, 2017
Cabo Verde - concurso para preparação de projetos de mitigação e financiamento climático
Republic of CABO VERDE Strategic tools to support mitigation activities in key sectors in Cabo Verde The CABO VERDE has received from the African Development Bank (BAD) for a grant from the African Climate Change Fund (ACCF) to finance Strategic tools to support mitigation activities in key sectors in Cabo Verde.
The project aims to enhance Cabo Verde’s capacity to access climate finance in support of its proposed targets for low-carbon development through the elaboration of climate change mitigation projects for strategic sectors (energy and waste) and by mobilizing climate finance from the Green Climate Fund (GCF) to Cabo Verde.
The project includes two (2) components:
(1) Development of mitigation instruments for strategic sectors (energy and waste); and
(2) Mobilize climate finance inflows to Cabo Verde mitigation activities.
The mode of procurement are: Procurement of consulting services financed from ACCF resources will be carried out in accordance with the AfDB’s rules and procedures for the Use of Consultants, dated May 2008 and revised July 2012, using the relevant standard bidding documents (SBDs) revised November 2013 for the request for Proposals (RFPs) for Consulting firms. The tender documents should be available from June 2017.
Interested bidders may obtain further information and must confirm their intention, at the following address:
The Executing Agency: National Directorate of Environment
C.P. - 115, Chã d’Areia – Praia Republic of Cabo Verde
Contact person: Iderlindo Santos Phone : +238 2618984/IP: +238 (333)7170 / IP: +238 (333)7185
Email address: iderlindo.santos@mahot.gov.cv
Beneficiaries
The direct beneficiaries of ACCF include African governments, NGOs, research organisations and regional institutions. The Bank may also be an indirect beneficiary of the fund. The eligibility of NGOs and research organisation for ACCF funding will depend, among other things, on their credibility and their outcomes in terms of financial governance. Also, they need to be based in Africa.
Ver também o concurso geral https://www.afdb.org/en/news- and-events/africa-climate- change-fund-launches-second- call-for-proposals-17169/
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quinta-feira, outubro 06, 2016
Portugal florestal - floresta como bem público
Portugal é dos países europeus com menos floresta pública, e provavelmente com mais area florestal privada abandonada pelos seus proprietários, o que não aproveita a ninguém.
Os serviços ambientais prestados pelos ecossistemas incluem:
a purificação da água a purificação do ar, amenizar os fenômenos climáticos violentos (como ciclones, tornados e tufões) e proteger contra desastres naturais (por exemplo, tsunamis e deslizamentos de terra); decompor o lixo, manter os solos férteis e ajudar no controle de erosões. Animais, como as abelhas, vespas e formigas, polinizam as plantas que, enquanto crescem, sequestram carbono da atmosfera. Outros, como a cotia e o mico-leão-dourado, ajudam as florestas e matas dispersando sementes. As fezes animais fertilizam o solo. Por sua vez, as florestas fornecem madeira, alimentos, substâncias medicinais, fibras e produzem recursos genéticos (qualquer material de origem vegetal, animal ou microbiana que contenha unidades funcionais de genes e apresentem valor econômico real ou potencial). Os sistemas fluviais disponibilizam água doce, o mais essencial dos recursos, movem hidrelétricas para produzir energia, quando navegáveis substituem estradas e são usados como áreas de lazer. As zonas úmidas costeiras filtram os resíduos, mitigam as cheias e servem de viveiro para a fauna marinha, o que permite a pesca comercial. Todos estes são exemplos de serviços ambientais. Ver http://www.oeco.org.br/dicionario-ambiental/28158-o-que-sao-servicos-ambientais/
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sexta-feira, julho 29, 2016
PMEs convidadas para missão sobre Residuos - Brasil Outubro 2016
INTERNATIONAL BUSINESS PROGRAMME FOR SME'S OF EU MEMBER AND BRAZIL
MATCHMAKING MISSION
WASTE MANAGEMENT
October 3-7, 2016
São Paulo, Brazil
The Call for Applications for the EU-financed matchmaking mission on “Waste Management Solid” will be officially opened next July 4th until August 7th.
The technological areas and business potentials for European small and medium enterprises (SMEs) in the Brazilian Solid Waste Management (SWM) market, both for technology and service providers with the aim to promote joint businesses are:echnologies/Opportunities
a) Equipment for separate waste collection: Mechanized systems, social technologies and mixed systems;
b) Equipment for waste separation, separation of recyclables: Mechanized and automated systems;
c) Upgrading of manual sorting systems, social technologies, mixed systems with equipment for mechanization and automation;
d) Monitoring, tracking, supervision, and communication of collection systems, routing, accounting and balance of material flows, ICT tools;
e) Aerobic composting: Equipment for mechanization and/or automation;
f) Mechanical Biological Treatment: Equipment for mechanization and/or automation;
g) Composting and Mechanical Biological Treatment: Monitoring/metering equipment, process management and supervision;
h) Upgrading of dry recyclables as input materials for production processes (plastics, paper, metals, glass);
i) Recovery of resource materials and precious metals of electro electronic equipment (WEEE);
j) Upgrading of construction and demolition debris as input materials for civil construction;
k) Co-processing of solid waste in kilns and Refuse Derived Fuels (RDF);
l) Production processes using secondary raw materials / conditioned recyclable materials: (Please specify input materials and products).
Selected SMEs will have 80% of travel and accommodation costs reimbursed by the EU action.
Please find more information about technology needs for waste management in Brazil
If you have any questions, please contact through the email: info@lowcarbonbrazil.com
The Matchmaking mission is being organized in coordination with Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa), CNI (Confederação Nacional da Indústria) and ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública), on the premises of FIMAI Ecomondo International Trade Fair.
CESO is part of an international consortium implementing the project “Low Carbon Business Action in Brazil”. Funded by the European Union, it is expected to last 36 months.
The successful implementation of this project is expected to enhance industrial technology cooperation between Brazilian SME and EU technology suppliers within the scope of low emission technologies.
To meet this overall objective, an effective matchmaking between Brazilian Small and Medium Enterprises (SMEs) and European technology providers is currently taking place in targeted sectors in multiple locations across Brazil. In a second phase, these strategic partnerships shall materialise in concrete joint project proposals leading to commercial relations and transactions.
July 2016
Source: http://www.ceso.pt/company_news/qb41uwv2/gemfDQAG
WASTE MANAGEMENT
October 3-7, 2016
São Paulo, Brazil
The Call for Applications for the EU-financed matchmaking mission on “Waste Management Solid” will be officially opened next July 4th until August 7th.
The technological areas and business potentials for European small and medium enterprises (SMEs) in the Brazilian Solid Waste Management (SWM) market, both for technology and service providers with the aim to promote joint businesses are:echnologies/Opportunities
a) Equipment for separate waste collection: Mechanized systems, social technologies and mixed systems;
b) Equipment for waste separation, separation of recyclables: Mechanized and automated systems;
c) Upgrading of manual sorting systems, social technologies, mixed systems with equipment for mechanization and automation;
d) Monitoring, tracking, supervision, and communication of collection systems, routing, accounting and balance of material flows, ICT tools;
e) Aerobic composting: Equipment for mechanization and/or automation;
f) Mechanical Biological Treatment: Equipment for mechanization and/or automation;
g) Composting and Mechanical Biological Treatment: Monitoring/metering equipment, process management and supervision;
h) Upgrading of dry recyclables as input materials for production processes (plastics, paper, metals, glass);
i) Recovery of resource materials and precious metals of electro electronic equipment (WEEE);
j) Upgrading of construction and demolition debris as input materials for civil construction;
k) Co-processing of solid waste in kilns and Refuse Derived Fuels (RDF);
l) Production processes using secondary raw materials / conditioned recyclable materials: (Please specify input materials and products).
Selected SMEs will have 80% of travel and accommodation costs reimbursed by the EU action.Please find more information about technology needs for waste management in Brazil
If you have any questions, please contact through the email: info@lowcarbonbrazil.com
The Matchmaking mission is being organized in coordination with Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa), CNI (Confederação Nacional da Indústria) and ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública), on the premises of FIMAI Ecomondo International Trade Fair.
CESO is part of an international consortium implementing the project “Low Carbon Business Action in Brazil”. Funded by the European Union, it is expected to last 36 months.
The successful implementation of this project is expected to enhance industrial technology cooperation between Brazilian SME and EU technology suppliers within the scope of low emission technologies.
To meet this overall objective, an effective matchmaking between Brazilian Small and Medium Enterprises (SMEs) and European technology providers is currently taking place in targeted sectors in multiple locations across Brazil. In a second phase, these strategic partnerships shall materialise in concrete joint project proposals leading to commercial relations and transactions.
July 2016
Source: http://www.ceso.pt/company_news/qb41uwv2/gemfDQAG
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segunda-feira, abril 04, 2016
Investimento responsável e fundos verdes, Euronext Lisboa, 5-Abril, 14h30
A BCSD convida para um a conferencia sobre Investimento Responsável na Euronext a 5-Abril.
Isabel Ucha, presidente interina da Euronext Lisbon, Flavia Micilotta, diretora executiva do Eurosif, organização que promove a sustentabilidade junto dos mercados financeiros europeus, e Diana Guzman, diretora do Carbon Disclosure Projet para a Europa do Sul, vão estar à conversa sobre investimentos e fundos socialmente responsáveis - fundos que promovem a sustentabilidade através do financiamento de projetos com objetivos de rentabilidade no âmbito da economia de baixo carbono, florestas sustentáveis ou outros temas relacionados com o desenvolvimento sustentável.
O evento (programa em anexo) junta “sustentabilidade” e “mercados financeiros” e tem como objetivo explicar o valor acrescentado que os fundos responsáveis - green funds, ethical funds, carbon funds e outros - têm, não apenas para os asset managers e investors, mas também para as empresas que são incorporadas nos portfolios desses fundos e nos rankings existentes. “À conversa com Isabel, Flavia & Diana” realiza-se a 5 de Abril, entre as 14h30 e as 16h30, na Euronext, em Lisboa.
“À conversa com Isabel, Flavia & Diana” conta com uma introdução sobre a relevância dos investimentos socialmente responsáveis pela Isabel Ucha, para depois a Flavia Micilotta partilhar que fundos existem, como funcionam, o enquadramento legal, as tendências, a informação fornecida pelas empresas, o impacto da crise económica nestes instrumentos e a ascensão do tema no sistema financeiro global. O evento encerra à mesma hora que os mercados financeiros, ocasião que aproveitaremos para realizar a cerimónia do toque do sino pelos fundos socialmente responsáveis.
Cerca de 58,5% do total dos ativos geridos (AuM) na Europa têm critérios de seleção de âmbito ambiental, social e de governance. A nível mundial ronda os 30% dos AuM. Entre 2012 e 2014 os fundos com critérios ambientais, sociais e de governance cresceram 55% na Europa, 76% nos EUA e 61% globalmente (fonte: Global Sustainable Investment Alliance). Recentemente, Jeffrey Sachs reconheceu que os investimentos em tecnologias de baixo carbono, smart power grids nas cidades, entre outros, são investimentos com elevados retornos sociais e que devem ser promovidos pelo sistema financeiro.
As inscrições devem ser feitas através do email: neusa.meneses@bcsdportugal.org
Data: 5 Abril 2016 14h30
Local: Auditório da Euronext Lisbon, Av. da Liberdade 196, 8.º piso, Lisboa
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sexta-feira, dezembro 25, 2015
Caixote de lixo flutuante limpa o mar
Surfistas Australianos criaram caixote de lixo aquático para limpar o mar
http://www.abc.net.au/news/2015-12-20/seabin-designed-by-australian-surfers-to-start-cleaning-up-ocean/7044174
http://www.abc.net.au/news/2015-12-20/seabin-designed-by-australian-surfers-to-start-cleaning-up-ocean/7044174
quarta-feira, agosto 19, 2015
Expo Verde 2014 - Para uma Economia Mais Verde
Mariana Abrantes de Sousa na conferência Expo Verde da Soroptimist International 2014
Os desafios de uma Economia Mais Verde para Portugal
https://youtu.be/w7xI4wEfwLw
Porque é que o bacalhau vem da Noruega ?
Sustentabiliade, tripple bottom line
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segunda-feira, outubro 27, 2014
Portugal com emissões GEE abaixo da média
EU-28 chegam a acordo sobre o Pacote Energia-Clima que
prevê metas vinculativas de redução das emissões de gases com efeito de estufa de 40% em relação ao nível de 1990 e de pelo menos 27% de incorporação de energias renováveis, até 2030.
O compromisso alcançado pelos 28 Países Membros da UE contempla ainda o objectivo indicativo de aumentar igualmente em pelo menos27% a eficiência energética e em 15% as interconexões, que agora limitam a capacidade de exportar energia verde.
Os valores de emissões de Gases com Efeito Estufa (GEE) per capita divergem bastante entre os países da União Europeia, por isso o esforço não devia ser todo igual.
Em 2010, Portugal tinha emissões GEE per capita muito abaixo da média europeia e da grande maioria dos outros países.
Para obter a apresentação completa de Mariana Abrantes de Sousa sobre Economia + Verde, favor solicitar por e-mail.
Fontes: http://zap.aeiou.pt/lideres-europeus-chegam-acordo-sobre-pacote-energia-clima-46413?utm_source=news&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter e http://www.quercus.pt/comunicados/2014/outubro/3957-metas-de-energia-e-clima-para-2030-lideres-europeus-estabelecem-objetivos-pouco-ambiciosos
prevê metas vinculativas de redução das emissões de gases com efeito de estufa de 40% em relação ao nível de 1990 e de pelo menos 27% de incorporação de energias renováveis, até 2030.
O compromisso alcançado pelos 28 Países Membros da UE contempla ainda o objectivo indicativo de aumentar igualmente em pelo menos27% a eficiência energética e em 15% as interconexões, que agora limitam a capacidade de exportar energia verde.
Os valores de emissões de Gases com Efeito Estufa (GEE) per capita divergem bastante entre os países da União Europeia, por isso o esforço não devia ser todo igual.
Em 2010, Portugal tinha emissões GEE per capita muito abaixo da média europeia e da grande maioria dos outros países.
Para obter a apresentação completa de Mariana Abrantes de Sousa sobre Economia + Verde, favor solicitar por e-mail.
Fontes: http://zap.aeiou.pt/lideres-europeus-chegam-acordo-sobre-pacote-energia-clima-46413?utm_source=news&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter e http://www.quercus.pt/comunicados/2014/outubro/3957-metas-de-energia-e-clima-para-2030-lideres-europeus-estabelecem-objetivos-pouco-ambiciosos
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terça-feira, agosto 19, 2014
PT to NO: hold the cod, send governance
Depois de uma das maiores falhas de governação de que há memória, seria importante que o IP Corporate Governance promovesse uma boa reflexão sobre o estado da "coroporate governance" em Portugal e sobre as virtudes da diversidade nos Conselhos de Administração nos bancos e nas empresas, incluindo as empresas públicas.
Para além das notícias do encerramento de um banco, vejamos também a posição de Portugal na cauda da Europa com apenas 5% de mulheres nos Conselhos de Administração de cotadas. E Portugal ainda nem sequer tem quotas ou objectivos definidos.
Em contraste, a Noruega já vai quase em 40%. Ora, se não podemos deixar de importar o petróleo nem o bacalhau da Noruega, poderíamos pelo menos passar a importar também o modelo de governação da Noruega
Mariana ABRANTES de Sousa
PPP Lusofonia
.
VER http://www.bloomberg.com/news/2014-08-18/portugal-has-europe-s-fewest-women-on-boards-chart-of-the-day.html
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sábado, agosto 09, 2014
Devil in the Divergence - energy trade deficit
Portugal's severe energy deficit points to LOCAL renewables
Em português abaixo
A recent article in the Economist (Sun, wind and drain, 26-July-2014 on a Brookings Institution study) concludes, on the basis of some very aggregated and weak analysis) that gas based electricity generation is "cheaper" than solar and wind renewables even with carbon emission priced several times the current market price, after factoring in the availability charges for thermal plants needed to stand-by to compensate for the intermittency of solar and wind power.
These averages, even if they were correct, could be interesting but are a poor policy guide since the "devil is in the divergence", that is the risks. And pricing carbon at USD50/ton internalizes only one of the negative externalities of fossil fuel dependence. How do you price in the negative impact of FF imports on the balance of payments for a country which cannot adjust through devaluation?

For a sunny and windy country like Portugal, with an energy trade deficit of EUR 6.23 billion (in 2103,-3,8% of GDP, down from -6% of GDP in earlier years), cutting energy imports may make all the difference in the ability to repay external debt, which depends on a positive CAB current account balance.
Or Portugal can work to boost other exports of "sunshine in a bottle",such as wine, which reached EUR 725 million in 2013 to pay for imports of coal, oil and gas. We would need to export eight times more wine to cover our energy trade deficit.
That is a lot of Port. Drink up!
Sources: Energy trade balance http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/factura_energetica_portuguesa_cai_para_o_valor_mais_baixo_dos_ultimos_tres_anos.html
Economist Sun Wind and Drain http://www.economist.com/comment/2463065
Instituto da Vinha e do Vinho www.ivv.min-agricultura.pt/ e http://expresso.sapo.pt/exportacoes-de-vinho-cresceram-em-2013=f856799
Défice energético aponta para renováveis Um artigo recente na revista The Economist (Sol, vento e drenagem, 26-Julho-2014 sobre um estudo Brookings Institution) concluiu, com base em uma análise muito fraca e agregada) que a geração de electricidade a partir do gás natural é "mais barata" do que as energias renováveis, mesmo com as emissões de CO2 cobradas a preços muito superiores ao preço de mercado actual, depois de considerar os encargos de disponibilidade de centrais térmicas necessárias para compensar a intermitência eólica e solar.
Estas médias, mesmo que se fossem corretas, podiam ser interessantes, mas não servem como guias, pois o o "diabo está na divergência," isto é nos riscos. E incluir um custo de emissões ao preço de USD 50/tonelada de carvão internaliza apenas uma das externalidades negativas da dependência de combustíveis fósseis. Como internalizar o impacto negativo das importações de combustíveis fosseis na balança de pagamentos de um país que não pode ajustar através da desvalorização?
Para um país soalheiro e ventoso como Portugal, com um défice de comércio externo de energia de EUR 6.230 milhões (em 2103, -3,8% do PIB, abaixo dos -6% do PIB em anos anteriores), cortar as importações de energia pode fazer toda a diferença na capacidade de pagamento da dívida externa, que vai exigir um saldo positivo no BTC balança de transacções correntes.
Ou Portugal pode virar-se para o aumento de exportações de outras formas de "sol engarrafado", tais como o vinho, cujas exportações que atingiram EUR 725 milhões em 2013, a fim de poder pagar as importações de carvão, petróleo e gás. Seria preciso exportar vinho oito vezes mais vinho para cobrir o défice externo de energia, o que parece bastante mais difícil do que aumentar a quota de renováveis.
Seria necessário mesmo muito vinho do Porto. Á nossa !
PS. Na sua tese premiada pela Ordem dos Economistas, Sara Proença estima que a aposta nas energias renováveis poderia aumentar o PIB e baixar o desemprego em 2%.
Ler mais em http://www.ordemeconomistas.pt/xportalv3/file/XEOCM_Documento/27038053/file/Pages%20from%20DE_2014-10-06.pdf
Em português abaixo
A recent article in the Economist (Sun, wind and drain, 26-July-2014 on a Brookings Institution study) concludes, on the basis of some very aggregated and weak analysis) that gas based electricity generation is "cheaper" than solar and wind renewables even with carbon emission priced several times the current market price, after factoring in the availability charges for thermal plants needed to stand-by to compensate for the intermittency of solar and wind power.
These averages, even if they were correct, could be interesting but are a poor policy guide since the "devil is in the divergence", that is the risks. And pricing carbon at USD50/ton internalizes only one of the negative externalities of fossil fuel dependence. How do you price in the negative impact of FF imports on the balance of payments for a country which cannot adjust through devaluation?

For a sunny and windy country like Portugal, with an energy trade deficit of EUR 6.23 billion (in 2103,-3,8% of GDP, down from -6% of GDP in earlier years), cutting energy imports may make all the difference in the ability to repay external debt, which depends on a positive CAB current account balance.
Or Portugal can work to boost other exports of "sunshine in a bottle",such as wine, which reached EUR 725 million in 2013 to pay for imports of coal, oil and gas. We would need to export eight times more wine to cover our energy trade deficit.
That is a lot of Port. Drink up!
Sources: Energy trade balance http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/factura_energetica_portuguesa_cai_para_o_valor_mais_baixo_dos_ultimos_tres_anos.html
Economist Sun Wind and Drain http://www.economist.com/comment/2463065
Instituto da Vinha e do Vinho www.ivv.min-agricultura.pt/ e http://expresso.sapo.pt/exportacoes-de-vinho-cresceram-em-2013=f856799
Défice energético aponta para renováveis Um artigo recente na revista The Economist (Sol, vento e drenagem, 26-Julho-2014 sobre um estudo Brookings Institution) concluiu, com base em uma análise muito fraca e agregada) que a geração de electricidade a partir do gás natural é "mais barata" do que as energias renováveis, mesmo com as emissões de CO2 cobradas a preços muito superiores ao preço de mercado actual, depois de considerar os encargos de disponibilidade de centrais térmicas necessárias para compensar a intermitência eólica e solar.
Estas médias, mesmo que se fossem corretas, podiam ser interessantes, mas não servem como guias, pois o o "diabo está na divergência," isto é nos riscos. E incluir um custo de emissões ao preço de USD 50/tonelada de carvão internaliza apenas uma das externalidades negativas da dependência de combustíveis fósseis. Como internalizar o impacto negativo das importações de combustíveis fosseis na balança de pagamentos de um país que não pode ajustar através da desvalorização?
Para um país soalheiro e ventoso como Portugal, com um défice de comércio externo de energia de EUR 6.230 milhões (em 2103, -3,8% do PIB, abaixo dos -6% do PIB em anos anteriores), cortar as importações de energia pode fazer toda a diferença na capacidade de pagamento da dívida externa, que vai exigir um saldo positivo no BTC balança de transacções correntes.
Ou Portugal pode virar-se para o aumento de exportações de outras formas de "sol engarrafado", tais como o vinho, cujas exportações que atingiram EUR 725 milhões em 2013, a fim de poder pagar as importações de carvão, petróleo e gás. Seria preciso exportar vinho oito vezes mais vinho para cobrir o défice externo de energia, o que parece bastante mais difícil do que aumentar a quota de renováveis.
Seria necessário mesmo muito vinho do Porto. Á nossa !
PS. Na sua tese premiada pela Ordem dos Economistas, Sara Proença estima que a aposta nas energias renováveis poderia aumentar o PIB e baixar o desemprego em 2%.
Ler mais em http://www.ordemeconomistas.pt/xportalv3/file/XEOCM_Documento/27038053/file/Pages%20from%20DE_2014-10-06.pdf
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sexta-feira, dezembro 21, 2012
PPP em falência
Tratolixo: Banca pede falência
http://www.noticiasgrandelisboa.com/2012/12/29/tratolixo-com-dificuldades-de-financiamento/
A Banca pediu a falência da Tratolixo, empresa que trata o lixo de Cascais, Mafra, Oeiras e Sintra. O pedido de recuperação foi rejeitado pelos quatro maiores bancos credores, pondo em risco 120 postos de trabalho e o tratamento de mil toneladas/dia de resíduos.
Tratolixo com dificuldades de financiamento
O financiamento da central de produção de biogás da empresa intermunicipal Tratolixo foi suspenso devido à “incapacidade de negociar com as entidades bancárias”. A empresa é detida por uma associação formada pelas autarquias de Cascais, Sintra, Oeiras e Mafra.
“Poderá estar em causa a qualidade do serviço público”, alertou o presidente do Conselho de Administração, Domingos Saraiva, citado pela Lusa, no passado dia 21 de dezembro.
A suspensão do financiamento do projeto pode levar a “interromper o tratamento de resíduos” e a “encontrar uma solução muito mais onerosa”, justificou o responsável.
De acordo com Domingos Saraiva, há mais de um ano que se arrastam as dificuldades em assegurar, junto da banca, verbas para concluir a central de digestão anaeróbia da Abrunheira, Mafra.
No mesmo dia os presidentes das câmaras de Cascais, Oeiras, Sintra e Mafra apelaram a uma “intervenção urgente do Governo” para ajudar a resolver os problemas de financiamento da empresa de tratamento de resíduos Tratolixo.
“A situação é muito grave e exige uma resposta urgente do Governo e das Águas de Portugal. Já tivemos várias reuniões com eles (Governo e Águas de Portugal), mas até agora ainda não deram resposta”, explicou, citado pela TSF, em conferência de imprensa o presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara. O autarca referiu que as quatro câmaras estão dispostas a “assumir as suas responsabilidades”, mas que espera uma igual resposta do Governo.
http://www.noticiasgrandelisboa.com/2012/12/29/tratolixo-com-dificuldades-de-financiamento/
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domingo, março 18, 2012
O campanha Limpar Portugal 2012 vai ter lugar no próximo sábado, 24-Março-2012
Ver o manual em http://www.amoportugal.org/pt/limparportugal2012/manual
Todos podemos participar a melhorar o nosso ambiente, como podem ver aqui
http://antoniopovinho.blogspot.pt/2009/03/caminheiros-com-espirito-ecologico_31.html
Ver o manual em http://www.amoportugal.org/pt/limparportugal2012/manual
Todos podemos participar a melhorar o nosso ambiente, como podem ver aqui
http://antoniopovinho.blogspot.pt/2009/03/caminheiros-com-espirito-ecologico_31.html
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Voluntariado
sexta-feira, dezembro 24, 2010
Especialista em alterações climáticas para Guiné-Bissau
Conseiller National Spécialiste Du Changement Climatique
UNDP - United Nations Development Program
Apply By: 31 December 2010
Country: Guinea-Bissau
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