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domingo, maio 17, 2015

Acordo ortográfico vai servir para aumentar a literacia da lusofonia ?


 

Os linguistas e educadores podem dedicar-se à colocação dos hífens e dos acentos circunflexos, mas o grande "erro" histórico e o verdadeiro desafio  futuro é a baixa literacia da lusofonia.

Eis mais uma bela discussão do "sexo dos anjos".

O analfabetismo é o verdadeiro "indicador de desempenho da lusofonia", o que nos faz chumbar todos os dias na concorrência internacional, e é esse que deveria ser o objectivo da "educação para a prosperidade".

Basta recordar que todos os países lusófonos, com a possível excepção de Cabo Verde, têm níveis de alfabetização inferiores à dos seus países vizinhos. Não serão os ditames burocráticos mas sim a alfabetização, e a passagem da tradição oral para a pratica de escrita e de leitura o que vai fazer convergir o português  dos nossos povos,  o 5º ou 6º idioma mais falado, mas não mais lido, no mundo.

Resultado de imagem para lusofonia imagensSe todos os lusófonos tivéssemos podido LER "Os Lusíadas" estes 500 anos, estaríamos agora todos não apenas a falar,  mas a ler e a escrever, a "língua de Camões".

Quanto a este blog PPP Lusofonia, peço a compreensão dos leitores pelo "facto" de continuar a semear Cs, Ps, hífens e acentos de uma forma mais ou menos aleatória, dependendo do corrector automático do Google para reduzir a confusão.

Se tiverem dúvidas sobre a interpretação de um texto, perguntem.
Eis uma pista: recordem-se que em economia estamos quase sempre a falar de factos (dados, substância) e não de fatos (ternos, aparência, forma).

Mariana Abrantes de Sousa
PPP Lusofonia 
Ver http://ppplusofonia.blogspot.pt/2009/05/improving-literacy-must.html


terça-feira, dezembro 03, 2013

Angolanos na Diaspora circa 1619

Jamestown, a primeira colónia inglesa na América, recebeu os primeiros africanos em 1619.
Em Abril daquele ano,  dois navios fortemente armados (inglês e holandês)  capturaram  nas Caraíbas um navio mercante português  São João Baptista que transportava angolanos para o Mexico.     Incluídos no saque retirado do navio Português foram cerca de 100 africanos, muitos dos quais foram vendidos aos  comerciantes mais ricos de Jamestown.

O navio português  considerado os africanos capturados em Angola como escravos. No entanto, porque a escravidão tinha sido eliminada como qualificação no direito Inglês, os africanos tiveram de ser legalmente classificados como "servos", ou trabalhores vinculados por periodos definidos.
Mais tarde a escravatura generalizou-se nas colónias americanas no sul.
Ver http://www.project2019.com/blkmayflower.htm
http://www.encyclopediavirginia.org/Virginia_s_First_Africans e http://historyisfun.org/pdf/Curriculum-Materials/AngolanConnection.pdf
Malungu - http://www.eclectica.org/v5n3/hashaw.html

segunda-feira, dezembro 02, 2013

Governação nos países lusófonos, Euronext, 12-Dez, 18h

ealiza-se no dia 12 de Dezembro, no auditório da Bolsa Portuguesa, a sessão de lançamento do mais recente livro do Governance Lab, intitulado A Governação das Sociedades Anónimas nos Sistemas Jurídicos Lusófonos.
Este evento pretende contribuir para o fomento do tratamento das matérias ligadas ao Corporate Governance numa perspectiva lusófona e conta com uma intervenção do Professor Manuel Ennes Ferreira, do ISEG, e a abertura da sessão ficará a cargo de Luís Laginha de Sousa, Presidente da NYSE Euronext Lisbon.
Convite A Governação de Sociedades Anónimas nos Sistemas Jurídicos Lusófonos