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quinta-feira, fevereiro 27, 2020

Universidades iluminam duas vezes para conhecer melhor Portugal

Diz um ditado popular que a "candeia que vai à frente ilumina duas vezes", para a frente e para trás. 

Faz parte do contributo que esperamos da academia, trabalhar para tornar o futuro melhor, mas nem todos os académicos são visonários.  Muitos catedráticos também vão em modas, também se limitam aos seus próprios interesses mais imediatos. 

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Por isso faz sentido a sociedade e o governo passar alguns TPCs (trabalhos para casa)  aos alumos e professores para que estudem os problemas mais importante do país, e dos contribuintes que lhe pagam os salários e as bolsas. 

Parabéns ao Ministério do Ensino Superior pelo novo programa “Conhecer Portugal”, que vai atribuir  mais de 1.500 bolsas a estudantes que se desloquem para o Interior por períodos de três a seis meses. Seria bom  prepararem trabalhos empíricos sobre as regiões e populações mais esquecidas, trazendo novos contributos e criando novas ligações. 
Ver  https://www.publico.pt/2020/02/26/sociedade/noticia/programa-conhecer-portugal-1500-bolsas-va-interior-1905614

Cerca de 2003, perguntei a um professor de uma notável universidade pública de Lisboa, se havia professores ou alunos a estudar o "Mercado Espanhol", um mercado muito complexo e diverso, quatro vezes maior do que o português e bastante mais rico, com quem tinhamos e temos um défice comercial crónico.  Não havia então nenhum especialista a estudar nuestros hermanos,  pois os professores e alunos todos tinham "outras prioridades".  

Estranhei bastante esta falta de interesse pelos vizinhos, pois na Universidade da California tive um pequena disciplina sobre o mercado mexicano, que era considerado uma prioridade já naquele tempo. 

Agora estamos muito satisfeitos om o  elevado número de estudantes alemães que aproveitam o sol e os preços mais baixos em Portugal. E quantos alunos portugueses vão estudar para a Alemanha, para conhecer melhor e aprender a vender no maior e mais exigente mercado da Europa? 

Mas a Sustentabilidade não passa apenas por vender mais na Alemanha, 
A Sustentabilidade em geral  vai passar mais por Africa. 

Se queremos mesmo contribuir para a SUSTENTABILIDADE global deveriamos ter muito mais estudantes Africanos ... 

Mariana Abrantes de Sousa
Economista 



sábado, maio 05, 2018

TIC e a economia rural

Eis um exemplo interessante de "valor acrescentado por SMS".

Num experimento randomizado procurou-se determinar o impacto de fornecer aos agricultores rurais informações sobre os preços dos seus produtos no mercado através do envio de mensagens de texto SMS para seus telemóveis celulares.
Usando um novo índice de redes de comunicação entre as aldeias, mostra-se que a intervenção:
(1) levou a um aumento positivo sustentado de cerca de 9% nos preços recebidos pelo grupo de agricultores alvo de tratamento que recebeu as mensagens, e
(2) teve benefícios indiretos substanciais nos preços recebido por certos agricultores do grupo de controle.

Discute-se um novo mecanismo de "spillovers" ou efeitos externos de negociação que pode explicar o aumento de tais externalidades positivas, mesmo na ausência de  partilha de informações entre o grupo alvo e os grupos de controle. A contabilização de spillovers é crucial, sem o qual poder-se-ia erroneamente concluir que a intervenção não trazia benefícios a longo prazo para os agricultores.
O retorno direto sobre o investimento do serviço se info-preços por SMS excede 200%, um resultado que ressalta o enorme potencial das intervenções de TIC nos mercados emergentes.

Autora:  Giorgia Romagnoli, Universidade de Amsterdam
Fonte:  NOVAFRICA, seminário 9-Maio-2018 

sexta-feira, janeiro 19, 2018

Bolha e euforia do bitcoin segue modelo estudado por Kindleberger

Um corretor  brasileiro de bitcoin vem agora dizer que não há bolha no bitcoin, até investe algum (!?) dinheiro da sua família em cripto-moedas digitais. 
Aposto que esse corretor entusiasta e eufórico nunca leu um dos meus livros favoritos, que gosto de reler quase todos os anos, e que  já referi neste blog,  um  clássico de história económica:
Charles Kindleberger, 1978,  Manias, Panics and Crashes
Kindleberger foi professor de economia internacional em MIT e é considerado um dos grandes economistas pela elegância em que apresentava  conceitos económicos complexos de uma forma acessivel para o público em geral.
(ver obituário de 2003  http://www.economist.com/node/1923462

A bolha é definida como um fenómeno financeiro em que investidores especulativos
compram um ativo sabendo que o preço está muito acima de qualquer "valor fundamental", na expectativa de que os preços continuem a subir e a subir.

Kindleberger estudou vários eventos de bolhas e pânicos  financeiros, desde a bolha das tulipas no século XVII e identificou um modelo elegante em 5 fases:
  1. Displacement - Deslocamento de investimentos para um negócio novo, por vezes prometedor mas mal conhecido; os primeiros investidores que ganham bastante dinheiro.
  2. Boom - Expansão desenfreada do novo negócio, geralmente alimentada a crédito.
  3. Euforia  e bolha - Pequenos investidores procuram "apanhar a onda" do novo negócio sem analisar.  Primeiros investidores "profissionais" começam a retirar-se vendendo aos novos "investidores de retalho" no pico dos preços.  
  4. Crise -  Expansão revela-se excessiva, muito para além do potencial fundamental do novo negócio, debandada em pânico provoca perdas para quase todos os investidores.
  5. Revulsion - Revulsão e colapso dos preços para níveis abaixo do "valor fundamental subjacente", que pode depois tocar fundo estabilizar se o novo negócio trouxer mesmo valor acrescentado à economia. 
Fonte: https://www.pragcap.com/anatomy-of-bubbles-and-crashes/ 

Para além dos investidores inexperientes e incautos, tipo "maria vai com as outras" na fase atual da Euforia do bitcoin, o que está em causa na bolha do bitcom, é mesmo o "valor fundamental subjacente" das cripto-moedas como novo instrumento financeiro, como meio de pagamento, como reserva de valor, etc.    Será a nova moeda digital se vai tornar tão respeitado e omnipresente como o papel-moeda? 

Uma pista para a análise do "valor fundamental" do bitcoin é a referência frequente nos artigos cheios de entusiasmo à não-tributação dos rendimentos e dos valores aplicados em bitcoin.  Um negócio cujo valor depende da evasão fiscal é um desafio ao fisco de todos os países, assim convidados a fazer esvaziar a bolha com uma penada de legislação. 

Melhor esperar que o Uncle Sam e as outras autoridades tributárias e os reguladores financeiras comecem a tirar o seu quinhão dos negócios em bitcoin antes de aplicar qualquer parte da fortuna familiar na nova moeda-sem-papel

Mariana Abrantes de Sousa
Janeiro 2018

Ver também: http://ppplusofonia.blogspot.pt/2008/10/efficient-market-fallacy.html





domingo, novembro 26, 2017

Floresta e clima: Especialistas precisam-se

Num país de floresta mal gerida, só 23 alunos escolheram engenharia florestal
Primeiro debate sobre o tema "A Floresta Portuguesa em Causa", da UTAD, aflorou problemas na gestão dos territórios do interior do país.
ABEL COENTRÃO 13 de Setembro de 2016

Só uma pequena parte das Zonas de Intervenção Florestal consegue gerir as áreas que tem a seu cargo

Portugal tem pela frente o desafio de gerir melhor um terço do seu território ocupado por florestas mas o país corre o risco de, nos próximos anos, ter poucos quadros qualificados para o fazer. Na primeira fase, o curso de Engenharia florestal da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro atraiu três candidatos, a que se somam os vinte que entraram na mesma licenciatura do Instituto Superior de Agronomia (ISA). “Se não há alunos, como vamos manter a funcionar os centros de investigação?”, questiona o catedrático Rui Cortes, da UTAD, lembrando que outras instituições já deixaram de oferecer esta formação que só não fecha em Vila Real porque a reitoria faz finca-pé no valor do curso para o futuro da região e do país.

Só uma pequena parte das Zonas de Intervenção Florestal consegue gerir as áreas que tem a seu cargoA importância da gestão do território (floresta incluída) para a diminuição do impacto dos incêndios, que em área ardida fazem já de 2016 o quarto pior ano das últimas quatro décadas, esteve bem presente nas múltiplas intervenções do primeiro debate do ciclo “A Floresta Portuguesa em Causa” organizado pelo Departamento de Ciências Florestais e Arquitectura Paisagística da UTAD. A plateia do pequeno auditório do Teatro de Vila Real estava cheia, entre alunos e professores que esta terça-feira ali quiseram ouvir alguns dos mais reconhecidos especialistas no sector procurar, entre os diagnósticos feitos há anos e as lições dos tempos mais recentes, caminhos para essa parte de Portugal que apenas é notícia – queixaram-se – quando arde.

Num país com 35% do território ocupado por floresta, detida esmagadoramente por privados, a invisibilidade do tema fora da “época” dos fogos atinge vários patamares. Um deles é o da formação, assinalou Rui Cortes em declarações ao PÚBLICO após o debate. “A floresta só é assunto pelo seu lado trágico. E isto não atrai os jovens”, admite este docente, preocupado com o futuro do sector. Mas o decréscimo de alunos na engenharia florestal acompanha o despovoamento do interior e a litoralização da população, que se afastou, física e mentalmente, de um mundo rural do qual a floresta era parte integrante.

O presidente do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, Rogério Rodrigues, considerou essencial voltar a criar nas pessoas a noção do valor das áreas florestais, chamando a atenção quer para o que, economicamente, elas valem e podem vir a valer, quer ainda para o que poderemos perder se continuarmos a desleixar a sua gestão. O especialista em Ecologia e Gestão do Fogo José Miguel Cardoso Pereira considera que o contraste entre o investimento anual no combate aos fogos e a despesa em prevenção provam esse afastamento da sociedade – responsáveis políticos incluídos.

“A prevenção é secundária porque a floresta é secundária. E o combate faz-se para proteger casas, pessoas, infraestruturas”, notou. O docente do ISA não pôs em causa essa prioridade, mas insistiu que a protecção da floresta não pode ser considerada uma tarefa colateral e subalternizada”. Palavras de quem lançou um dos desafios deste debate. Que Portugal reflicta sobre a sua “suposta vocação florestal” e se analise se não será melhor, face às capacidades do país, abdicar de dez a 15% da área ocupada com floresta mal gerida criando zonas tampão que, com outras actividades, possam quebrar as manchas de ocupação contínua. “Não vamos lá com faixas de contenção de 100 ou 150 metros”, alertou.

... LER  mais em https://www.publico.pt/2016/09/13/sociedade/noticia/num-pais-de-floresta-mal-gerida-so-23-alunos-escolheram-engenharia-florestal-1744025 

domingo, agosto 06, 2017

Geekie jogo didático apoia acesso a universidades


Resultado de imagem para geekie gamesO Geekie Games é um jogo didático com videoaulas, exercícios e simulados que ajuda milhões de estudantes a se prepararem para o ENEM, o Exame Nacional do Ensino Médio no Brasil que serve também de exame vestibular para entrar em muitas universidades.
O Geekie é utilizado por 450.000 alunos em São Paulo, segundo the Economist.

O Geekie define um cronograma de estudos para o ENEM, tal com com  uma professora particular, que permite aumentar as notas.  Entende os pontos fracos e fortes e define o melhor roteiro de aulas para o aluno passar no ENEM e nos exames vestibulares de acesso ao ensino superior.

O ENEM é o maior exame vestibular do Brasil (reconhecido oficialmente pelo RankBrasil – Recordes Brasileiros) e o segundo maior do mundo, atrás somente do Gāo Kǎo, o exame de admissão do ensino superior da República Popular da China.

VER jogos didáticos em Português  em https://geekiegames.geekie.com.br/
VER história da criação do Geekie https://endeavor.org.br/historia-geekie-claudio-sassaki-eduardo-bontempo/

quarta-feira, novembro 16, 2016

Educação e democracia

"A educação torna um povo fácil de guiar, mas difícil de dirigir, 
fácil de governar, mas impossível de escravizar." 

A primeira vez que li esta citação sobre a importância da educação para a boa governação, foi num folheto da Portuguese American Scholarship Foundation, em Newark, NJ.  A PASF tem apoiado a educação de luso-americanos desde 1966  e eu tive o privilégio de fazer parte da sua Comissão de Bolsas em 1987 e 1988.  

Sabemos que a educação não é panaceia para todos os males.  Mas se o trabalho de educadores e professores for menosprezado ou ineficaz, ficamos todos pior.

Entretanto, surge um (novo?) fenómeno,  os LIVs, Low Information Voters,  eleitores de pouca informação, que desconhecem certos fatos básicos e que carecem do que os psicólogos chamam de "necessidade de cognição".


quarta-feira, novembro 09, 2016

Convite Jornadas de Linguística Português e Espanhol, Lisboa 3-5 Abril 2017

VI International Conference on Hispanic Linguistics. 

Variation and identity.  April 3, 4 & 5, 2017

The Department of General and Romance Linguistics (Faculty of Arts and Humanities, University of Lisbon), announces the VI International Conference on Hispanic Linguistics. Variation and identity, and invites scholars to take part in it. 
The aim of the conference is to offer a space to present and discuss works and researches on linguistic variation and its relation with the speakers' identities, from a historical perspective or from a geographical or sociolinguistic point of view. Abstracts will have a maximum of 500 words -excluding references- and they may focus on Spanish language, but also on all languages in contact with it around the Hispanic world.
E-mail for abstracts:  jornadasdelinguistica@fl.ul.pt
Call deadline: December 2nd, 2016.
Notification of acceptance: January 31st, 2017.
Linguistic subfieldsHistorical Linguistics, Lexicography, Lexicology, Linguistic Anthropology, Morphology, Phonetics, Phonology, Pragmatics, Romance Linguistics, Semantics, Syntax, Sociolinguistics, Spanish varieties.
Offical languages: English, Portuguese & Spanish.
Keynote speakers:
Andrew Lynch (University of Miami, USA)
José Luis Blas Arroyo (University Jaime I, Spain)

sábado, novembro 05, 2016

País que não exporta bens e serviços, exporta pessoas

Eis um artigo no DN, a falar de tudo e mais alguma coisa...

... Escolheu estudar Economia e uma das razões "foi para tentar perceber porque, apesar do clima mediterrânico, de ser tão igual a Portugal, a Califórnia era rica e o nosso país pobre", conta. Pergunto se chegou a uma resposta? "Ainda tento perceber. Nunca é uma causa só. Aliás, nunca existe uma causa única para explicar algo. Por exemplo, porque arde a floresta portuguesa? Uns dizem que é por causa do despovoamento do Interior, outros porque não há escoamento da biomassa, outros ainda que é culpa dos incendiários. Estão todos certos. E haverá mais causas. Só se resolve combatendo todas."

 "Estávamos em 1975 e os excedentes em dólares dos países árabes petrolíferos eram depositados nos bancos americanos que os investiam na América Latina. Como falava português e espanhol puseram-me no departamento de crédito a avaliar o risco-país."

Voltamos a falar de economia, de sair da crise, e de como as nossas empresas têm de exportar porque o mercado nacional é pequeno. E, de novo, uma frase em inglês: "Sales cure all", ou seja, "as vendas curam tudo", como dizem os americanos.

Fonte:  http://www.dn.pt/mundo/interior/hillary-e-uma-mulher-de-armas-se-for-eleita-sera-historico-5480896.html

domingo, maio 01, 2016

NOVA é a 1.ª Universidade fora dos USA a obter a Acreditação GEOINT

A NOVA IMS obteve a Acreditação GEOINT (Inteligência Geoespacial), por parte da United States Geospatial Intelligence Foundation (USGIF), sendo esta a 1ª vez que uma Universidade é acreditada pela USGIF fora dos EUA.

A UNL  NOVA Information Management School (NOVA IMS) obteve a Acreditação GEOINT (Inteligência Geoespacial), por parte da United States Geospatial Intelligence Foundation (USGIF), sendo esta a 1.ª vez que uma Universidade é acreditada pela USGIF fora dos EUA.
O programa de certificação graduada em Inteligência Geoespacial (certificado GEOINT), acreditado pela USGIF, disponibiliza educação e formação em conceitos científicos, métodos e tecnologias geoespaciais chave utilizadas na resolução de problemas de segurança humana a nível global, incluindo desastres naturais, crises humanitárias, riscos ambientais, operações militares, violência política, saúde pública e desafios no acesso a fontes de alimentação.

sexta-feira, fevereiro 19, 2016

Intercâmbio académico continua com o Programa Fulbright

Foi uma honra ser nomeada para a Fulbright Commission Portugal.   
Mariana Abrantes de Sousa 

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Estabelecido pelo governo dos Estados Unidos em 1946, o Programa Fulbright é o programa internacional mais antigo e mais prestigiado para o intercâmbio académico de estudantes e investigadores em mais de 155 países.
Temos uma Viagem a Boston para duas pessoas para oferecer a quem visitar a EducationUSA College fair no dia 19 de março e responder a 9 simples perguntas sobre estudar nos EUA. Nós ajudamos com as respostas!    ‪#‎EducationUSACollegefair‬‪#‎EducationUSA‬ ‪#‎ViagemBoston‬ ‪#‎Passatempo‬ ‪#‎Fulbright‬

terça-feira, junho 02, 2015

Banco Mundial oferece curso sobre PPPs

 Massive Open Online Course (MOOC) on Public-Private Partnerships (PPPs) is being offered the World Bank Group.  The MOOC will be a free, open-access, online education course that will help to engage large numbers of people globally to understand PPPs and their impact on infrastructure and service delivery – particularly in emerging markets. The course will be run on the Coursera platform, starting 1st June 2015
  
This online course comprises of a series of videos, including a video developed by UNECE introducing the PPP model, readings, online discussions and peer-reviewed activities.  Participants are expected to achieve a solid understanding of PPPs, learning from practitioners, government officials, and academics with field experience, hearing firsthand about the opportunities and challenges of procuring and maintaining infrastructure through effective PPPs. 
  
I encourage you to register free of charge and spread the news among your networks. Please find the digital flyer below and the link to register: https://www.coursera.org/course/effectiveppp 

domingo, maio 17, 2015

Acordo ortográfico vai servir para aumentar a literacia da lusofonia ?


 

Os linguistas e educadores podem dedicar-se à colocação dos hífens e dos acentos circunflexos, mas o grande "erro" histórico e o verdadeiro desafio  futuro é a baixa literacia da lusofonia.

Eis mais uma bela discussão do "sexo dos anjos".

O analfabetismo é o verdadeiro "indicador de desempenho da lusofonia", o que nos faz chumbar todos os dias na concorrência internacional, e é esse que deveria ser o objectivo da "educação para a prosperidade".

Basta recordar que todos os países lusófonos, com a possível excepção de Cabo Verde, têm níveis de alfabetização inferiores à dos seus países vizinhos. Não serão os ditames burocráticos mas sim a alfabetização, e a passagem da tradição oral para a pratica de escrita e de leitura o que vai fazer convergir o português  dos nossos povos,  o 5º ou 6º idioma mais falado, mas não mais lido, no mundo.

Resultado de imagem para lusofonia imagensSe todos os lusófonos tivéssemos podido LER "Os Lusíadas" estes 500 anos, estaríamos agora todos não apenas a falar,  mas a ler e a escrever, a "língua de Camões".

Quanto a este blog PPP Lusofonia, peço a compreensão dos leitores pelo "facto" de continuar a semear Cs, Ps, hífens e acentos de uma forma mais ou menos aleatória, dependendo do corrector automático do Google para reduzir a confusão.

Se tiverem dúvidas sobre a interpretação de um texto, perguntem.
Eis uma pista: recordem-se que em economia estamos quase sempre a falar de factos (dados, substância) e não de fatos (ternos, aparência, forma).

Mariana Abrantes de Sousa
PPP Lusofonia 
Ver http://ppplusofonia.blogspot.pt/2009/05/improving-literacy-must.html


sexta-feira, maio 15, 2015

Harvard case teaching seminar in Lisbon, 28-Sept-2015

Harvard Business Publishing in Lisbon offers  a 1-day intensive workshop on teaching with cases.on September 28, 2015 in Lisbon for the first time.  
During the first half of the day, attendees play the role of student, discussing cases as in a traditional participant-centered MBA class. The seminar facilitator uses these sessions to model effective techniques for questioning, listening, and guiding the discussion.
During the second half of the day, attendees shift to the mindset of a professor preparing a case. Participants practice crafting a teaching plan, devise conversation-driving discussion questions, and map out board plans.
By the end of the workshop, seasoned teachers will gain higher levels of proficiency in leading case discussions, while new case teachers can expect to learn core skills.
To see more resources on case teaching, visit the Case Method Teaching web page.


quarta-feira, maio 06, 2015

Comércio Justo apresentado na FCSH da Nova, Av de Berana,

Sabe o que é o Comércio Justo?
Num mundo de oportunidades desiguais face às cadeias nacionais e internacionais de distribuição dominantes nos mercados, as organizações e redes de Comércio Justo promovem práticas de produção e transação enraizadas em imperativos éticos, visando a sustentabilidade não só ambiental, mas também económica e social das populações. Venha aprender mais sobre o que é, como funciona, com que objetivos - e como envolver-se.
DIA DO COMÉRCIO JUSTO
8 de Maio, 10h
FCSH, Departamento de Sociologia, UNL 
Av de Berna 26 C, Auditório 1, Piso 1, Torre B
Entrada livre 
Tel: + 351 21 790 83 74  | Ext.: 1265
Organização:  O Departamento de Sociologia,  e o CIDAC - Centro de Documentação Amílcar Cabral 
Dia do Comércio Justo consiste de palestras, vídeos e debate por investigadores, ONGs, produtores, distribuidores e consumidores de produtos transacionados através de práticas de Comércio Justo.