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terça-feira, outubro 13, 2020

Con-viver com Covid: uma máscara, duas máscaras ou nenhuma?

Quem foi que disse:

Usar máscara é o PIORIO, fora a ALTERNATIVA?

Nenhum Governo pode fazer tanto quanto os cidadãos comuns no que diz respeito à luta contra esta pandemia.
Usar máscaras, manter distâncias, seguir regras de higiene, não assistir a reuniões, incluindo familiares, em espaços fechados, ou se estiver a sentir-se mal.
Tudo isso pode ajudar muito mais a combater o contágio do que as restrições impostas pelo Estado.

Aonde quer fazer chegar o seu BAFO?

No inverno vemos melhor o alcance do nosso bafo, especialmente se estamos a falar, a cantar, a gritar! Esta imagem pode valer mil vidas.


 

segunda-feira, fevereiro 18, 2019

Saude.pt 2019 ADSE como Seguro de Saúde

ADSE
Se a ADSE funciona como um seguro de saúde facultativo (e complementar do SNS) de alguns funcionários e ex-funcionários publicos, porque é que necessita de continuar a ser um Instituto Público? 
O Instituto de Proteção e Assistência na Doença, I.P. (ADSE, I.P.) é um instituto público de regime especial e de gestão participada, integrado na administração indireta do Estado, com dupla tutela do Ministério da Saúde e do Ministério das Finanças, dotado de autonomia administrativa e financeira e património próprio. 
A ADSE, I. P. tem por missão assegurar a proteção aos seus beneficiários nos domínios da promoção da saúde, prevenção da doença, tratamento e reabilitação.
Recordemos que a "autonomia financeira" não garante a "sustentabilidade financeira" do programa admnistrado por um Instituto público, nem mesmo os lucros de um qualquer ano, quando se assumem encargos futuros.  Apesar de estar dotado de "autonomia adminstrativa e financeira" e fazendo parte do SPA Sector Publico Administrativo e do Orçamento do Estado, o ADSE, Instituto Público usufrui, na practica, da garantia implicita para os riscos atuariais crescentes dado o envelhecimento dos seus segurados, um "aval do Estado" que teria que passar a ser explicito no caso de uma privatização.  Sendo um seguro complementar ao SNS, Serviço Nacional de Saúde, semelhante aos outros seguros de saúde em Portugal, a sustentabilidade e rentabilidade da ADSE depende (i) das necessidades de cuidados de saúde dos seus utentes, (ii) dos preços que paga aos prestadores de serviços de saúde em ambiente concorrencial, e (iii) de como consegue optimizar a partilha de encargos com sáude, com os próprios utentes através do copagamento e/ou prémio calculado em função do seu rendimento;  e especialmente, com o contribuinte como "terceiro pagador", quando os doentes são obrigados a recorrer ao SNS para situações clínicas mais complicadas. 

Os sistemas de seguros avaliam-se mais pela análise financeira e atuarial do que pela análise politica e ideológica.  A tentativa de privatizar a ADSE seria certamente muito elucidativa dos riscos atualmente suportados pelos contribuintes.  Vamos lá fazer as contas ! 

Mariana Abrantes de Sousa 
ex-Controladora Financeira do Ministério da Saúde 

Ver também neste blog: 
Mais recursos para a saúde ? 
Que venham os turistas e pensionistas, mas ... BYOHI - Bring Your Own Health Insurance  http://ppplusofonia.blogspot.com/2012/11/que-venham-os-pensionistas-com-seguro.html  

E outras fontes: 
Jornal de Negócios Não são os privados o problema da ADSE
Expresso  ADSE a capturar ou a privatizar ? 

 

terça-feira, janeiro 30, 2018

Portugal de braços abertos a turistas e pensionistas

De acordo com o Eurostat, os estabelecimentos hoteleiros em Portugal acolheram cerca de 71,3 milhões de dormidas em 2017, que se traduz  num aumento de 8,0% face ao período homólogo. Os não residentes continuam a ser responsáveis pela maioria das dormidas (48,3 milhões, 68% do total) e superam as taxas de crescimento homólogas das dormidas dos residentes.
 Face ao ano anterior de 2016, os maiores aumentos do número de dormidas em estabelecimentos hoteleiros em países da União Europeia verificaram-se na Letónia (12,0%), Eslovénia (11,3%), Croácia (10,6%), Portugal (8,0%) e República Checa (7,7%).

Portugal está na moda, para turistas, visitantes, e não só. 

A qualidade de vida atrai também "snow-birds", pensionistas do norte que gostam de aproveitar o bom clima e o bom ambiente como residentes em Portugal.  

Com estes novos residentes já não estão no ativo, pagam poucos impostos em Portugal. Sendo mais idosos, podem ter maiores necessidades de cuidados de saúde, pelo que é essencial que tragam o seu próprio seguro de saúde para não sobrecarregarem as finanças públicas e os contribuintes residentes. 

VER BYOHI Bring your own health insurance 
http://ppplusofonia.blogspot.pt/2012/11/que-venham-os-pensionistas-com-seguro.html

sábado, dezembro 16, 2017

Saúde - Bissau

Veuillez indiquer dans votre candidature que vous avez consulté cette offre sur le site web DevelopmentAid.org.
Applications and updated CV should be submitted to 

Expert en santé communautaire (Expert catégorie II) CCM Consulting Group Worldwide Guinea-Bissau 01 Mar, 2018 10 Jan, 2018
Expert en économie de la santé (Expert catégorie II) CCM Consulting Group Worldwide Guinea-Bissau 01 Mar, 2018 10 Jan, 2018
Médecin obstétricien (Expert catégorie II) CCM Consulting Group Worldwide Guinea-Bissau 01 Mar, 2018 10 Jan, 2018
Médecin Pédiatre (Expert catégorie II) CCM Consulting Group Worldwide Guinea-Bissau 01 Mar, 2018 10 Jan, 2018
Médecin en Santé Publique et chef de l'équipe des experts (Expert catégorie II) CCM Consulting Group Worldwide Guinea-Bissau 01 Mar, 2018 10 Jan, 2018
Fonte: DevelopmentAid.org

segunda-feira, agosto 22, 2016

Mais recursos para a saúde ou mais saúde para os recursos

De tempos a tempos, vem alguém argumentar a favor de mais recursos para a saúde em Portugal. A saúde é, afinal, um bem de valor incalculável.  Parte-se do princípio implícito que os recursos disponíveis para a saúde em Portugal são insuficientes, menos que nos outros países, etc.  Já os números explícitos contam uma história algo diferente:  A Despesa Total em Saúde (publica, privada e do utente) sobre o PIB varia em função da  estrutura etária da população como se vê neste gráfico.

Despesa Total em Saúde em % do PIB,  versus                               População com 65 ou mais anos de idade

X - % of population aged 65+ years, 2013
Y - Total health expenditure as % of GDP, WHO estimates, 2013
Portugal (mais envelhecido, a verde)  gasta mais do que a Espanha (a cor de rosa), mas ambos estão em "cima da linha" de correlação.   A Grécia (a amarelo) e a Itália (a azul escuro) estão mais gastam relativamente menos apesar de estarem mais envelhecidos. Países como a Áustria (a vermelho), que gastam relativamente mais, mas esses têm outra capacidade financeira.

Em 2013, Portugal com 19,62% com 65+ anos, gastou  9,55% do PIB em Saúde , Espanha com 17,91% de idosos gastou 9,15% do PIB em Saúde.   Curiosamente, mais de 70 % dos espanhóis considerem gozar de boa saúde versus menos de 50% dos portugueses, um intervalo enorme nos resultados que não se explicará apenas pela diferença de envelhecimento nem pela diferença de gastos.  Resta saber porquê não conseguimos melhores resultados, mas considerando as dificuldades financeiras do país, dificilmente mais recursos vão nos garantir "boas melhoras".

Austria
Belgium
France
Greece
Hungary
Ireland
Italy
Netherlands
Portugal
Slovenia
Spain
Fontes:  http://data.euro.who.int/hfadb/
Despesas em Saúde acima da média http://ppplusofonia.blogspot.pt/2010/01/despesas-totais-em-saude-acima-da-media.html


sexta-feira, março 18, 2016

Moz - Novo papel para parteiras tradicionais

Histórias do campo, Zambézia, Moçambique 25 de março de 2015.

Dorca Taulo deu à luz seu primeiro filho há 6 anos na casa da parteira tradicional na sua comunidade em Milange, Zambézia. Quando ela recentemente engravidou novamente, Fany Pitala, sua parteira tradicional, acompanhou-a ao centro de saúde mais próximo em Dachudua, Milange para que ela pudesse dar à luz em uma clínica.

"Eu tive meu primeiro filho na casa de Fany", explica Dorca. "Ela é a parteira tradicional na minha comunidade em Mulepa. Quando fiquei grávida novamente, ela me levou ao centro de saúde aqui em Dachudua para cuidados pré-natais. A última vez que veio, a enfermeira  me disse para ficar em casa de maternidade, porque eu vivo 10 km de distância e eu vou dar à luz em breve. "

Partos institucionais e cuidados especializados, antes, durante e após o parto pode salvar as vidas de mulheres e recém-nascidos. província da Zambézia tem algumas das mais altas taxas de mortalidade materna e neonatal em Moçambique.

"Para dar à luz com uma parteira tradicional é arriscado", diz Dorca. "Se a mãe ou o bebê tem problemas, o atendente tradicional não tem condições para resolver os problemas, por exemplo, se você começar a perder sangue ou uma infecção."

Para certificar-se que as mulheres chegar aos centros de saúde para os cuidados pré-natais e em tempo para dar à luz, uma nova colaboração entre centros de saúde e parteiras tradicionais foi estabelecida. Baseia-se na rede única e conexão cultural que as parteiras tradicionais têm de comunidades rurais.

Como Dorca, muitas pessoas na Zambézia vivem longe dos centros de saúde. Maternidade casas de espera, portanto, foram construídos para acomodar as mulheres grávidas nos últimos dias de sua gravidez para que eles possam dar à luz em um centro de saúde com enfermeiros treinados.

"Após a introdução desta nova metodologia há grandes mudanças", diz Saúde Materna e Infantil enfermeira, Sinanoya Miranda. "As parteiras tradicionais agora ajudar a sensibilizar informações nas comunidades sobre os benefícios do parto na maternidade. No passado, as parteiras tradicionais realizados os partos em casa e que criou muitos problemas para nós, porque as mulheres que chegam aqui exausto depois de ter começado a pressionar antes do tempo. "

Para garantir que as mulheres recebam atendimento de qualidade ao chegar nos centros de saúde, enfermeiras de saúde materna e infantil foram treinados em cuidados obstétricos essenciais, incluindo pré-natal e pós-parto. Parteiras tradicionais também têm sido treinados para reconhecer sintomas críticos de doenças comuns e encorajados a submeter as mulheres aos centros de saúde.

"Somos seis parteiras tradicionais que cobrem as comunidades em torno do centro de saúde Duchudua", diz Fany. "Agora que Dorca é ficar em casa de maternidade, eu estou tomando voltas com as outras parteiras tradicionais por isso há sempre alguém para cuidar dela."

Fany e os outros médicos tradicionais se reúnem mensalmente com as enfermeiras de saúde materna para planejar as mudanças em casa da maternidade e para compartilhar informações sobre a saúde nas comunidades que estão cobrindo.

"Quando Dorca veio me ver para essa gravidez", diz Fany, "fomos juntos ao centro de saúde Daduchua para os cuidados pré-natais e para abrir o cartão de registro de saúde materna. Vou ajudá-la durante o nascimento e depois disso vamos voltar juntos para a comunidade ".

O projeto ODM 4 e 5 tem como objetivo melhorar a saúde materna e infantil, com especial enfoque na província da Zambézia. Quatro Agências da ONU trabalham em conjunto para concretizar esse projeto: WHO, UNFPA, UNICEF e PAM com financiamento do Departamento de Relações Exteriores, Comércio e Desenvolvimento canadense. Um dos objetivos é aumentar a demanda e melhorar a qualidade de atendimento especializado antes, durante e após o parto.

VER  http://www.mz.one.un.org/por/Noticias/Noticias/The-new-role-of-traditional-birth-attendants

The new role of traditional birth attendants 
The new role of traditional birth attendants
Stories from the field, Zambezia, Mozambique 25 March 2015.
Dorca Taulo gave birth to her first child 6 years ago in the house of the traditional birth attendant in her community in Milange, Zambezia. When she recently became pregnant again, Fany Pitala, her traditional birth attendant, accompanied her to the nearest health centre in Dachudua, Milange so she could give birth in a clinic.
“I had my first son in Fany’s house,” explains Dorca. “She is the traditional birth attendant in my community in Mulepa. When I got pregnant again, she took me to the health centre here in Dachudua for ante-natal care. The last time we came, the nurses told me to stay in the maternity home because I live 10 kilometers away and I will give birth soon.”
Institutional deliveries and skilled care before, during and after childbirth can save the lives of women and newborn babies. Zambezia province has some of the highest rates of maternal and neonatal mortality in Mozambique.
“To give birth with a traditional birth attendant is risky,” says Dorca. “If mother or baby has problems, the traditional attendant does not have the conditions to solve the problems for example if you start to lose blood or get an infection.”
To make sure that women get to the health centres for ante-natal care and in time for giving birth, a new collaboration between health centres and traditional birth attendants has been established. It is based on the unique network and cultural connection that traditional birth attendants have to rural communities.
As Dorca, many people in Zambezia live far away from health centres. Maternity waiting homes have therefore been built to accommodate pregnant women the last days of their pregnancy so they can give birth in a health centre with trained nurses.
“After introducing this new methodology there are big changes,” says Maternal and Child Health Nurse, Sinanoya Miranda. “The traditional birth attendants now help sensitizing information in the communities about the benefits of giving birth in the maternity ward. In the past, the traditional birth attendants carried out the births at home and that created many problems for us because the women would arrive here exhausted after having begun to press before time.”
To make sure women receive quality care when arriving at the health centres, maternal and child health nurses have been trained in essential obstetric care including ante-natal and postpartum care. Traditional birth attendants have also been trained to recognize critical symptoms of common diseases and encouraged to refer the women to the health centres.
“We are six traditional birth attendants who cover the communities around Duchudua health centre,”says Fany. “Now that Dorca is staying in maternity home, I am taking turns with the other traditional birth attendants so there is always someone to look after her.”
Fany and the other traditional practitioners meet monthly with the maternal health nurses to plan to the shifts at the maternity home and to share information about health in the communities they are covering.
“When Dorca came to see me for this pregnancy,” says Fany, “we went together to Daduchua health centre for ante-natal care and to open the maternal health registration card. I will help her during the birth and after that we will return together to the community.”
The MDG 4&5 project aims to improve maternal and child health with particular focus on Zambezia province. Four UN Agencies work together to make this project happen: WHO, UNFPA, UNICEF and WFP with funding from the Canadian Department of Foreign Affairs, Trade and Development. One of the goals is to increase demand for and improve quality of skilled care before, during and after childbirth.

segunda-feira, março 14, 2016

RBF Financiamento por Resultados - Saúde Materna, webinar, 14-Março 16h30

Performance-Based Financing for Maternal and Child Health: 

Non-Experimental Evidence from Cambodia and Burundi

March 14, 2016 12:30 - 02:00 pm EST
I 2-210, World Bank I Building, 1850 I St NW, Washington, D.C.

Ellen Van de Poel presents the findings of two studies that evaluate the impact of Performance-Based Financing (PBF) in Burundi and Cambodia. Both studies exploit the geographic expansion of PBF to estimate its effect on the utilization of maternal and child health services using data from the Demographic Health Surveys.
The studies found that PBF raised institutional deliveries, but the effects were larger among the non-poor. In Cambodia, a substantial part of this effect arose from switching the location of institutional births from private to public facilities. The impact of PBF on births in public facilities is much greater if accompanied by maternity vouchers that cover user fees. No effect on the volume of antenatal care was found in either study, although in Burundi the quality of antenatal care did improve substantially. The effects of PBF pilots were typically larger than those of the nationwide scale-up.
Cambodia has over a decade of experience with various PBF programs. Heterogeneous effects across schemes differing in design suggest that maintaining management authority within a health district while giving explicit service targets to facilities is more effective in raising utilization than contracting management to an NGO while denying it full autonomy and leaving financial penalties vague. 
Speaker  Ellen Van de Poel, associate professor of Health Economics at the Institute of Health Policy and Management of the Erasmus University Rotterdam, Netherlands.
To RSVP for this event, email Aissa Socorro at asocorro@worldbank.org.
To attend the event online via WebEx 
Click 
here 
Meeting number: 732 549 675
Password: March14

sábado, fevereiro 13, 2016

DG SANCO 2012 Study of European PPP Hospitals

Some conclusions
Public sector comparisons
Calculation, application and monitoring of a Public Sector cost Comparator is highly recommended. Since PPP contracts generally specify target outputs and outcomes, rather than inputs, this is a useful exercise for the public NHS/SNS authorities even when the probability of using the traditional procurement option is low. The PSC is published and used initially in examining the PPP /PFI option and later it serves to monitor the maintenance of Value for Money over the life of the contract.

Disclosure
Promote disclosure similar to that proposed by the World Bank, which should include concession contracts, side-agreements and subsequent changes, renegotiations and arbitrations, regular progress monitoring reports of the public concedent, and the concessionaire as well. This. should be mandatory, and would different from the situation today when the parties hide behind principles of “commercial or political confidentiality” or the non-commercial nature of some of the private operators which may exempt them from publishing financial statements.


http://ec.europa.eu/health/expert_panel/documents/publications/docs/ppp_finalreport_en.pdf

quinta-feira, maio 14, 2015

Portugal vai e vem na saúde

As iniciativas sucedem-se na saúde em Portugal.

A Health Cluster Portugal reune esforços nas seguintes areas: 
- Bem-estar e envelhecimento ativo 
- Medicina preventiva, personalizada e participativa (doenças neurodegenerativas, cancro, cardiovasculares, degenerativas osteoarticulares, inflamatórias, infecciosas, metabólicas) 
- turismo de saúde e  eHealth
Saber mais em   http://healthportugal.com/ e info@healthportugal.com  

Life Sciences US Trade Mission to Portugal 2015, 1-3 June 2015 
De 1-3 junho de 2015, a Embaixada Americana vai trazer uma comitiva comercial a Portugal dedicada às Ciências da Vida, liderada pelo  Prémio Nobel 2006 Dr. Craig Mello 
A Missão irá fomentar a cooperação e criar sinergias entre os EUA e os empresários portugueses, empresas, investidores e instituições de investigação. Os participantes terão a oportunidade de interagir com os principais líderes de Portugal na indústria de ciências da vida e descobrir oportunidades de investimento, desenvolvimento de novos negócios, e de colaboração em I & D. 
Um dos principais focos da missão é acelerar a inovação e trazer ideias, medicina e tecnologia do laboratório para o mercado.
VER https://www.eventbrite.com/e/life-sciences-trade-mission-to-portugal-registration-16376614896 

Clinia Malo internacionaliza-se 
Mas o mais interessante for ver um anúncio da MALO SMILES no comboio suburbano em Newark, New Jersey 
Afinal de contas, toda a gente merece um sorriso bem aberto! 

Porquê investir na saúde em Portugal?
O setor de Ciências da Vida é um setor importante e em rápida evolução em Portugal
Portugal acolhe várias instituições excelentes de I & D de classe mundial apoiando investigadores na vanguarda da ciência médica.
Portugal tem mão de obra técnica altamente qualificada e instruída.
Portugal posiciona-se como um dos países da Europa em termos de número de médicos por 1.000 habitantes.
Portugal acolhe a única organização internacional de pesquisa na Europa no domínio da nanociência e da nanotecnologia.

Instituições académicas de prestígio como o MIT, Harvard, Carnegie Mellon e UT Austin têm formado parcerias com Portugal para promover I & D e   intercâmbio académico.

sábado, janeiro 10, 2015

Oportunidade USAID Angola - controlo e avaliação na saúde

Monitoring and Evaluation Technical Team Leader

Home Base of Applicant (D.C. or other location) with travel to Luanda, Angola

USAID Health Finance and Governance Project
Approximate Level of Effort: 50 days
Anticipated Period of Performance:   February – June 2015
Project Description: USAID’s Global Health Bureau’s Health Finance and Governance (HFG) Project is a five-year (2012–2017), $209 million global project designed to improve health finance and health governance systems in partner countries in ways that expand access to health care and improved health outcomes.
HFG has supported the Angolan Ministry of Health (MINSA) to complete their Health Sector Strategy (PNDS 2012–2025). HFG worked closely with the Ministry’s technical team to collect data, produce a validated budget, train staff, and present a budget to the Multi-Sector Commission. HFG will now provide assistance to develop a plan for monitoring and evaluation of PNDS progress. This will allow MINSA to ensure sustainability through securing and prioritizing funding.
HFG will collaborate closely with a PNDS technical group and other MINSA staff to review international best practices of monitoring and evaluating health sector strategies. The work will develop a plan for programmatic and financial monitoring and evaluation of the PNDS at national, provincial, and municipal levels.
Position Description: The Technical Team leader will be responsible for the overall design and production of the M&E plan for the PNDS. S/he will lead a small team, including a public financial management expert, and monitoring and evaluation specialist on this task. S/he will work from her/his home base and make multiple trips to Luanda, Angola to meet with USAID and MINSA officials to lead the following tasks:
  • Review of best practices of how countries monitor and evaluate performance of health sector strategies, with a focus for long-term National Public Health Plans.
  • Prioritize and organize the approximately 420 PNDS indicators to allow for assessment of implementation at three levels – municipal, provincial and central – within existing MINSA data collection and analysis systems.
  • Develop a practical plan for monitoring and evaluation the programmatic and financial execution of the PNDS. The plan will include detailed steps required for implementation.
Responsibilities: The responsibilities of the Technical Team Leader include:
  • Facilitate collaboration between HFG and PNDS technical group on monitoring and evaluation.
  • Draft a review of international best practices for monitoring performance of sectoral strategies, and present to MINSA officials.
  • Develop a work plan for the overall program, working closely with other team members.
  • Facilitate development of Key Performance indicators (KPIs) for PNDS.
  • Define the scope for the review of MINSA public financial management systems.
  • Lead the development of the M & E Plan for the implementation of the PNDS.
  • Lead requirements for reporting information and briefings to USAID.
Qualifications: The qualifications for the Technical Team Leader include:
  • Fluent Portuguese, written and verbal.
  • 10 years of experience in monitoring and evaluation, including developing key performance indicators.
  • Demonstrated experience with developing monitoring and evaluation plans for national sector strategies, with preference for health.
  • Strong interpersonal skills.
  • Strong report writing skills in English and Portuguese
  • Willingness and ability to travel internationally during the period of performance.
Application Instructions:
Please submit your Cover Letter and Resume (or CV). Please note that this is a prospective position. Terms, conditions, including, but not limited to, scope of work, period of performance, position description, responsibilities, and qualifications are all subject to change.

domingo, junho 29, 2014

Oportunidade - finanças públicas e orçamento saúde, Moçambique

Trainer – Budgeting Processes And Utilization Of Budget Analysis Data
Futures Group
Apply by 08 July 2014
Job Description

Grm_futures-alllogos_thumb_220x100N’weti Health Communication has received funding to implement accountability, access, quality improvement, and demand generation activities for sexual, reproductive and HIV-services targeting youth ages 15-24 in Maputo City, Maputo Province, Gaza, and Nampula. This program will include activities to engage civil society organizations and community groups in learning about health rights and entitlements, the types of health services that are available, and the benefits of seeking services. Communities will use simple tools such as community score cards to monitor and influence service provision in their respective districts and health facilities on issues such as wait times, communication, stigma and discrimination, and availability of health staff and medications. These monitoring data will then be used to influence improvements in service provision and quality at the local/clinic level and to influence health policies in macro-level policy discussions.

 

Position Summary

The Trainer – Budgeting Processes and Utilization of Budget Analysis Data will provide training to professional and technical participants on national and sub-national budgeting processes in Mozambique and how to use budget analysis and expenditure data to evaluate impact of budgeting and expenditures on service coverage and quality. Consulting individuals or organizations will also assist by reviewing and providing feedback on communication materials for how civil society can influence government budgeting processes. The consulting individual or organization will be required to work collaboratively with N’weti Health Communication and to exercise judgment within broadly defined practices and policies in selecting methods, techniques, and evaluation criteria for obtaining results. Presentations and materials will be delivered in Portuguese.

This posting is an initial gathering of CVs or capacity statements of potential candidates or organizations. It is anticipated that this consulting agreement would cover 10 days in July-August 2014.

 

Key Responsibilities

  • Collaborate with N’weti leadership to identify priority content of training
  • Deliver training and training materials
  • Evaluate changes in participant knowledge
  • Report on training and evaluation findings
  • Assist in the review of communication materials developed by N’weti staff to inform civil society of how to influence government budgeting processes

Qualifications

  • Knowledge of national and sub-national budgeting processes in Mozambique and utilization of budget analysis and expenditure data to evaluate impact of budgeting and expenditures on service coverage and quality
  • Experience delivering training to professional and technical staff
  • Experience implementing adult learning methodologies
  • Experience evaluating training outcomes
  • Strong interpersonal, writing, presentation, and organizational skills are required
  • Professional and mature demeanor and conduct
  • Fluent written and spoken Portuguese preferred, functional English preferred
All CVs and capacity statements detailing qualifications and ability to fulfill responsibilities of this position should be submitted online at www.futuresgroup.com via the Careers page by 8 July 1014.  Futures Group provides equal consideration to all applicants without regard to race, color, religion, gender, age, disability, sexual orientation, veteran or marital status.
Organization Description

Company Profiles

Futures Group develops and delivers innovative, locally relevant, evidence-based solutions to improve the health and well being of people around the world. Since 1971, we have assisted governmental and non-governmental agencies, foundations, and the private sector by designing, implementing and evaluating programs in HIV/AIDS, sexual and reproductive health, population and family planning, maternal and child health, infectious diseases, and gender. Futures Group has deep expertise in policy and advocacy, research and strategic information, health markets and private sector engagement, modeling and economic analysis, patient monitoring and management/HMIS, strategic consulting, and program management.






Trainer – Legal and Policy Environment
Futures Group
MozambiqueJune 26, 2014
Trainer – Budgeting Processes and Utilization of Budget Analysis Data
Futures Group
MozambiqueJune 26, 2014
Consultant – Policy Tracking and Monitoring Systems
Futures Group
MozambiqueJune 26, 2014
Consultant – Policy Advocacy Monitoring and Evaluation Systems
Futures Group
MozambiqueJune 26, 2014
Seconded Technical Advisor – Policy Advocacy
Futures Group
MozambiqueJune 26, 2014

sábado, junho 07, 2014

Oportunidade Saúde Moçambique

Anúncio de emprego - Coordenador Laboratório Regional, Nampula -MalariaCare – Moçambique
MCDI é uma divisão da Medical Care Development, Inc., uma organização privada de desenvolvimento, internacional constituída em 1966 no estado do Maine, Estados Unidos da América. A missão da MCDI é melhorar o bem-estar dos povos e comunidades nos países em desenvolvimento por meio de assistência técnica superior na área da saúde e sócio-económico. MCDI implementou programas financiados pela USAID na Moçambique desde 1993.
MCDI procura um Coordenador Regional para integrar a parceria MalariaCare em Moçambique. MalariaCare é um projeto global financiado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional sob Malária Iniciativa do Presidente. A parceria liderada por Path-objetivos para alcançar o diagnóstico universal e manejo adequado dos casos de malária, através do reforço da capacidade dos países afetados por malária em todos os níveis do sistema de saúde para prestar serviços de diagnóstico e tratamento de alta qualidade para a malária e outras doenças febris. Com sede em Nampula, o Coordenador Regional será responsável por facilitar a execução das atividades MalariaCare na província. Esta posição se reportará ao gerente de projeto para MalariaCare em Maputo.
Requisitos:
• Deve ser um professional ou técnico de laboratório (por exemplo, biólogo) relacionada com a experiência recente no trabalho em testes de laboratório, de preferência no diagnóstico da malária.
• Pelo menos 5 anos de experiência profissional, com pelo menos 3 dedicado à prestação de serviços, treinamento, supervisão ou assessoria relacionada ao diagnóstico de malária (microscopia e PDR)
• experiência anterior de trabalho na área de prevenção da malária, o diagnóstico, o tratamento eo controle é desejável.
• Familiaridade e experiência de trabalho com organizações não-governamentais e da sociedade civil em Moçambique.
• Experiência e conhecimento na prevenção da malária, diagnóstico, tratamento e controle.
• Capacidade para oferecer treinamento em diagnóstico de malária (microscopia e PDRs)
• Boa capacidade de comunicação e apresentação interpessoais.
• Escrito e falado fluência em pelo menos uma língua local na região operacional.
• Escrito e falado fluência em Inglês é desejável.
• Disponibilidade para trabalhar em áreas de difícil acesso com viagens freqüentes, se necessário.
 Experiência com gerenciamento básico de banco de dados e Microsoft Word, Excel e PowerPoint.
Os candidatos interessados devem enviar para o Dr. Luis Benavente (lbenavente@mcd.org ) e antes de 25 de junho de 2014: 
• um resumo atualizado, incluindo informações de contato e
• uma declaração de duas páginas sobre a consistência das suas qualificações e experiência com as exigências da posição.
Fonte:  https://www.devex.com/en/jobs/nampula-malaria-diagnostics-coordinator-19459-3


terça-feira, junho 03, 2014

Evaluation of PPP in Healthcare accross the EU, 2013

Healthcare is universally considered as a public service across all member states, whether a social security insurance system is in place (Bismarck model) or national (welfare) health system funded by general taxes (Beveridge model) is applied. There does not seem to be any definable relationship as between the two health service concepts and the model of PPP adopted. The structure of each deal depends mainly on
the provision of national legislation in terms of law on enterprises, fiscal regulations or procurement models for the public sector and of course political / ideological conviction.

The study has shown that apart from standard PPP legal provisions, specific PPP legislation for the health sector, as such, does not need to be in place – all PPPs in the case studies made use of the existing or updated generic PPP legal frameworks, though some such as Portugal and Italy had specific enabling legislation.

A useful way of categorising and understanding health PPP is in terms of the extent of services covered by the private partner: the concept of bundling the services in the contract of the private partner.

Portugal (PPP in health service is the second biggest market after UK, implemented the integrated hospital twin-SPV-model from 2002 and switched in 2005 to PFI - type infrastructure only contracts);

The Portuguese “twin-SPV” integrated hospital PPP models have less impressive financial than clinical results, so they may not be sustainable (this may be a start-up problem). It is unusually difficult to attract funding for them from international sources, and they are contractually complicated having two contracts, one for the building and another for the clinical services. Their efficiency, however, makes them less problematic for the state than most other sector Portuguese PPP programmes such as transport, because of the use of a disciplined PSC/VfM and contract management process.

See full report, conclusions and recommendations in  http://ec.europa.eu/health/expert_panel/documents/publications/docs/ppp_finalreport_en.pdf
Avaliação de Hospitais PPP na Europa, S. Wright, M. Abrantes 

quinta-feira, abril 24, 2014

SEE acumula dívida em excesso com consequências apenas para contribuintes

As empresas do sector empresarial do Estado (SEE/SOE)  continuam a ser o calcanhar de Aquiles da gestão financeira portuguesa.  Sujeitas à Tutela técnica do respectivo ministério, transportes ou saúde, e à Tutela financeira do Ministério das Finanças, pouca das empresas públicas cumprem princípios básicos de disciplina financeira apesar da tutela dupla.

Apesar da redução louvável dos  défices de 699,4 milhões de euros  em 2012 para   330 milhões de euros em 2013,   a dívida financeira continua a aumentar mais do que o previsto em algumas das empresas (CP, Metro do Porto, STCP, Carris, Estradas de Portugal, RTP),  provavelmente devido a passivo comercial ou outros riscos escondidos. O  passivo financeiro ultrapassou  os 32.500 milhões de euros, uma parte do qual já estará classificado como "divida pública" na em que algumas das empresas já estão incluídas no perímetro da consolidação da Administração Pública. 

Durante anos, senão décadas, as empresas apresentavam IPG-instrumentos provisionais de gestão no inicio do ano, com  orçamentos detalhados às duas Tutelas, mas não acontecia nada quando os resultados finais mostravam o dobro do défice ou de dívida.    Consequências negativas da acumulação de dívida pública em excesso, só mesmo para os contribuintes. 

Um dos problemas fundamentais é a separação artificial das tutelas, que permite demasiada liberdade aos gestores, como filhos malcriados de pais desavindos.  A tutela principal devia ser a tutela técnica, que tem a função equivalente a "concedente" nestas "concessões de facto".
Todo o esforço financeiro do Estado, incluindo subsídios ao investimento,  subsídios à exploração deviam passar pelo orçamento sectorial, pelo Programa Orçamental de Transportes ou o Programa Orçamental da Saúde, etc. Até os aumentos de capital, créditos e garantias de pagamento deveriam ser reconhecidos como encargos com a prestação daquele serviço público, para assegurar que a contabilidade reflecte a realidade económica dos encargos para o contribuinte de cada passageiro transportado e de cada doente tratado. 

A prazo, seria necessário transformar os mecanismos de remuneração e financiamento da prestação de serviços públicos para "performance based financing",  uma metodologia de financiamento promovida pelo Banco Mundial para os países emergentes.

Fonte: http://www.publico.pt/economia/noticia/empresas-publicas-violam-limites-ao-endividamento-1633360 
Performance based financing http://www.publico.pt/economia/noticia/empresas-publicas-violam-limites-ao-endividamento-1633360