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quinta-feira, agosto 25, 2016

Supplier Diversity in Europe decades behind the US

Resultado de imagem para europe   break upDiversidade de Fornecedores atrasada na Europa

O principal objetivo de um programa de Diversidade de Fornecedores é institucionalizar oportunidades para PMEs, pequenas e médias empresas,  competirem e conseguirem entrar para as cadeias de abastecimento de Governos e de grandes empresas, especialmente dos sectores de distribuição.  
Este processo, conhecido como "diversidade de fornecedores' (Supplier Diversity), é uma forma de compras socialmente responsáveis.

As PMEs são as principais criadoras de emprego em muitos países, e a refletem cada vez mais a diversidade da população.  Já em 2012,    PMEs criavam 85 % dos novos empregos europeus.  E

Expresso | Portugal é o país da Europa que mais aposta nas PME.  


A Diversidade de Fornecedores inclui programas de negócios e estratégias de contratação e compras (procurement and purchasing) que incentivam as organizações a usar uma ampla gama de tipos de fornecedores desfavorecidos, começando com as PME e incluindo diversas empresas detidas e geridas por empresários oriundos de grupos sub-representados, como por exemplo, mulheres, minorias étnicas e culturais.  Na Europa, a lista de pequenos fornecedores desfavorecidos teria que incluir as pequenas empresas oriundas de pequenos países com pequenos mercados locais, empresas do terceiro setor, empresas sociais e outros tipos de organizações.   Os programas de Diversidade geralmente incluem alguns elementos de "descriminação positiva" a favor dos grupos desfavorecidos, ou alguma "reserva de mercado" para assegurar que possam crescer e aparecer.

A Diversidade de Fornecedores torna-se cada vez mais importante para as grandes entidades compradoras, à medida que estas estão sendo questionadas pelos seus  clientes finais sobre a proveniência dos produtos que comercializam.

Ao puxar pelos pequenos fornecedores bons mas desfavorecidos, a Diversidade de Fornecedores pode contribuir tanto para  a actividade económica como para a integração e a inclusão social.  Numa Europa de 2016,  em grande risco de fragmentação, isso poderia beneficiar-nos a todos.

VER+  

Women and Supplier Diversity      http://soroptimistapt.blogspot.pt/2014/10/mulheres-empreendedoras-procuram-se.html
Supplier Diversity Handbook       http://www.bitcni.org.uk/resource/planet-handbook-on-supplier-diversity-in-europe-supplier-diversity-europe/

TTIP US-Europe trade and supplier diversity     http://ppplusofonia.blogspot.pt/2014/11/ged-ttip-and-supplier-diversity-in.html

Supplier Diversity: Is Europe moving fast enough or hardly at all? 


Alis Hemmingsen 

06-Feb-14  

The face of Europe is changing. People are living longer, not only changing the age demographic, but also yielding an increase in the numbers of people with disabilities. Patterns of settlement among ethnic minority immigrant populations are growing and also changing, reflecting in part the nature of the global economy.

Changing attitudes to minorities are reflected in equality legislation. This impacts on the nature of the market place and the needs and preferences of customers and consumers in relation to the goods and services they need and buy.

Also the European SME community is becoming increasingly diverse. Ethnic minority businesses and immigrants have become more established and are now providing products for the wider society. The number of women-owned businesses is steadily increasing. Making this link to the nature of diverse markets and accessing the widest possible pool of potential suppliers is an important part of the supply chain equation.

Procurement plays a key role in the need to respond to this changing external environment and obtain the best strategic fit. Organisations must produce products and services that are appropriate to an increasingly diverse market place, as well as have the ability to find the best suppliers from a diverse supplier base.

Failure to respond in this changing world may lead to strategic drift, loss of competitive advantage, as well as a drop in market share. By implementing supplier diversity procedures businesses can stay aligned with the changing market place.

The payoffs are typically broader than that. When companies make the conscious and active decision to diversify their supply chain they also create stronger relationships with their suppliers, create a more agile supply chain, spread supply chain risks and obtain market knowledge and market goodwill.

Supplier diversity is more advanced in the USA compared to Europe. Awareness levels are greater and practice is more widespread and more embedded in the US business culture.

How can you actively work with implementing supplier diversity in procurement:
  • Start by obtaining the strategic overview. Before you plunge into the actual "doing" of supplier diversity, it is well worth spending some time thinking about your organisations visions for supplier diversity. It is also a good idea to carry out a market survey of the suppliers that are available in the market.
  • Create a supplier diversity policy
  • Review procurement policies, procedures and practices
  • Make opportunities accessible
  • Monitor performance
Alis Hemmingsen is a (Responsible) Procurement thought leader and company owner of "Responsible Procurement Excellence". She is a professional business blogger and expert consultant, facilitator and speaker. Click here to find out more about Alis and here to learn about her newest e-book on supplier diversity in Europe.
Source:  


sábado, junho 13, 2015

BdP elabora novo Livro Branco para o Sistema Financeiro

Depois do colapso de três bancos, cada um maior que o anterior, e de um longo ciclo de expansão, bolha, colapso, contracção e finalmente recuperação financeira, o Banco de Portugal anuncia que vai elaborar um Livro Branco da supervisão bancária, incluindo um programa de acção para a melhoria do quadro regulamentar e da eficácia da supervisão. 


Os primeiros contributos já aí estão: 
A Comissão de Avaliação da Governação Bancária, presidida por Rui Cartaxo com especialistas académicos,  publicou 36 recomendações, incluindo  o "conhecimento e desempenho efetivo" das respectivas funções e obrigações da parte dos membros dos conselhos de administração da banca.  

Outros contributos incluem os do Grupo de Avaliação de Desempenho do Banco de Portugal no colapso do BES, liderada por João Costa Pinto e as  Propostas de Alteração Legislativa feitas pelos diferentes grupos parlamentares.  

Esperemos que esta iniciativa do Livro Branco venha a precaver a repetição de crises financeiras com os seus graves impactos económicos e sociais  para Portugal, uma economia frágil e sem margem para erros.  

Para se evitar novas tragédias financeiras, a regulação terá que ser mesmo "prudencial" e deverá focar os 3P:  
Princípios: As normas da  regulação e supervisão deverão estar alinhadas com os princípios fundamentais da boa gestão da intermediação financeira como um serviço público, assegurando a sustentabilidade continuada da actividade económica ao longo do ciclo de conjunturas mais e menos expansionistas. 

Procedimentos: Os procedimentos de gestão e supervisão devem seguir as melhores praticas para lidar com circunstâncias esperadas e inesperadas, atalhar consequências não desejadas, explicitar e gerir conflitos de interesses, etc 
Pessoas: As equipas de supervisão e de gestão bancárias deveriam ser experientes e capazes, com profissionalismo e independência a toda a prova, o que só se consegue com diversidade,  e com uma cultura de integridade, rigor, transparência e prestação de contas.

O sistema financeiro existe para gerir riscos, como diria Dominic Casserly,  intermediando entre aforradores e devedores, transformando prazos, afectando recursos para as actividades mais produtivas, etc.    O desempenho e a eficácia da supervisão mede-se pelo gestão prudente dos riscos inerentes à actividade bancária, e a boa gestão de riscos faz-se com os princípios e procedimentos certos, mas sobretudo com as pessoas certas.  

O mais importante são mesmo as pessoas, os gestores e supervisores bancários que têm de conhecer e exercer bem as funções que lhe são confiadas.
Mariana Abrantes de Sousa
PPP Lusofonia

Fontes:   
BdPortugal   http://www.bportugal.pt/pt-PT/OBancoeoEurosistema/ComunicadoseNotasdeInformacao/Lists/FolderDeListaComLinks/Attachments/546/combp20150612.pdf 
Jornal de Negócios http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/carlos_costa_banco_de_portugal_elabora_livro_branco_para_melhorar_eficacia_da_supervisao.html  e 
Sapo http://www.sapo.pt/noticias/proposta-proibicao-de-bancos-financiarem_557b3791d5a5f62f193e0f1e

domingo, junho 07, 2015

Diversidade.PT

Uma breve busca na Internet bastou para verificar que a  a imagem publicada no Expresso de hoje, 6-Junho-2013, pg 14, não reflectia a real diversidade da  "elite da gestão da PT" presente na momento zero do Centro de Dados da PT na Covilhã 2013.

Afinal a grande "foto de família" da PT 2013 tem uma senhora de vestido branco e dois homens de gravata vermelha.

Ver Expresso semanário 6-Junho-2015 http://expresso.sapo.pt/semanario/economia-2223
Gestores prudentes tinha de conhecer os riscos http://expresso.sapo.pt/economia/administradores-do-bes-na-pt-tinham-de-conhecer-riscos-mas-calaram-se=f913492

domingo, maio 31, 2015

DN Dinheiro Vivo entrevistou executivas para saber "Onde mandam as mulheres?"

Onde mandam as mulheres? Ainda é onde os homens querem - Dinheiro Vivo



Sandra Correia, Kim Sawyer, Ulla Madsen, Mariana Abrantes de Sousa, Estela Barbot e Maria Cândida Rocha e Silva
D.R.
O valor da diversidade nos centros de decisão é tangível e mede-se pelos resultados.

domingo, maio 24, 2015

Europe failing to grow together, will grow apart

English below 
Um artigo recente em The Economist elogia o trabalho de Margrethe Vestager, a Comissária Europeia para a Concorrência ao atacar a Google, Gazprom, etc.  No entanto,  desafiar grandes multinacionais  e outros cartéis é essencial para promover a competitividade na Europa, mas não é suficiente.

A Dinamarca pode ser o modelo do "pequeno país que consegue", mas a Europa precisa de ir muito mais longe na promoção e protecção da concorrência.   A EU precisa de adoptar programas de diversidade de fornecedores, como os que existem nos EUA desde a década de 1960, para priveligiar pequenos fornecedores  desfavorecidos e reverter os resultados do "vencedor leva tudo " e a divergência económica que ameaça a estabilidade e a prosperidade da Europa.

Se na Europa continuarmos a falhar em "crescer juntos" vamos crescer, inexoravelmente, cada vez mais afastados e de costas voltadas.
Mariana Abrantes de Sousa 

VER PPP Lusfonia  http://ppplusofonia.blogspot.pt/2014/11/ged-ttip-and-supplier-diversity-in.html  e
The Economist http://www.economist.com/news/europe/21650169-margrethe-vestager-danish-competition-commissioner-tests-her-mettle-enforcer

A recent article in the Economist Challenging big multinationals and other cartels is essential to promote competitiveness in Europe, but it is not enough.  

Denmark may be the very model for the "little country that could" but Europe needs to go much farther, such as adopting  supplier diversity programs like those established in the US since the 1960s to favour smaller disadvantaged suppliers and reverse the "winner-takes-all" economic divergence that threatens European stability and prosperity.   

If Europe continues to fail to "grow together" it will grow, inexorably, apart.   

sexta-feira, maio 15, 2015

Oportunidade - Especialista de género, Moçambique, 5 anos

I.. International is seeking a Gender Advisor for a proposed 5 year, USAID-funded Mozambique Monitoring and Evaluation Mechanism and Services (MMEMS) project. The goal of the project is to make USAID/Mozambique a more effective and adaptive development organization by building the Mission’s capacity for performance planning, monitoring and reporting systems. The MMEMS project has three (3) objectives:

1) Improved Activity Management and Learning Capacity
2) Improved Monitoring and Performance Data
3) Ensure high quality and efficient Evaluation services
Responsibility:
The Gender Advisor will lead contractor support to USAID, stakeholders, and within MMEMS in all aspects of gender data collection and analysis to ensure that the overall emphasis of the CDCS on women’s empowerment is included in all monitoring, evaluation, and learning work. S/he will provide guidance on the use of performance indicators and evaluations to reflect progress toward gender equality outcomes and impacts throughout the life of the project. The Gender Advisor will be responsible for the design of gender analyses to assess gaps between men and women in Mozambique, and provide recommendations on empowering leadership and expertise of women and girls, and devise strategies for meeting their needs. S/he will ensure identified indicators incorporate consideration of gender sensitivities, geographic focus, population segmentation, and similar crosscutting strategic issues of importance to USAID/Mozambique, and will establish genderdisaggregated information requirements for data collection activities and reports; and highlight gender-based constraints and issues in connection with all assessments, surveys, studies, etc.
Qualifications:
  • Master’s degree or other advanced degree in international development, women’s/gender studies, research and evaluation, or other social sciences field;
  • Minimum 7 years’ experience in gender assessments and gender mainstreaming for international development programs including incorporating gender concerns in the design and implementation of USAID evaluations.
  • Demonstrated track record of successful capacity building with various counterparts, beneficiaries, and stakeholders, including government officials, USAID representatives, private sector associations, local universities, etc.;
  • Proven experience working with a diverse group of stakeholders, including donor/development organizations, government officials, civil society leaders, community leaders, and project beneficiaries;
  • Excellent written and oral communication and outstanding interpersonal skills;
  • Familiarity and experience working in sub-Saharan African context, culture, and society; experience in Mozambique desired;
  • Fluency in Portuguese preferred. At minimum, fluency in Spanish required.
  • About the Organization
  • ...International is a US-based firm providing exemplary research and consulting services to domestic and international clients in the areas of impact evaluation and program evaluation studies, applied research, policy analysis, quantitative and qualitative data analysis, and technical assistance.
  • Contact:  ppplusofonia@gmail.com
  • SEE original RfP https://www.fbo.gov/index?s=opportunity&mode=form&id=0fdc41b61421804fded9ec8e256f5a1b&tab=core&_cview=0

quinta-feira, outubro 02, 2014

Diversificar fornecedores favorece mulheres empresárias WOB

SUPPLIER DIVERSITY  goES GLOBal   
Supplier Diversity programs  seek to source  products and services from previously  underutilized suppliers, such as those owned by  minorities and women, war veterans and others.
These policies originated with the US Government in the 1970 in response to the Civil Rights Movement to open doors in order to correct disparities of opportunity.  Other goverments and corporations had since joined this trend. Corporations started  implementing their own Supplier Diversity programs more than 30 years ago, in order to reflect the diversity  of their (mostly female) customer base, since women control 80 percent of consumer spending.  Big corporations also seek to gain access to fresh ideas and to innovative products and processes more attuned to customer preferences as well as to contribute to the economic strengthening of the communities in which they operate. Small businesses in general and minority and Women Owned Businesses (WOB) in particular, are creating more US jobs than any other sector.
Currently there are  Supplier  Diversity programs benefiting women-owned businesses based in the United States and Canada, but also in Eastern Europe and South Africa.  The EU funded program  “Small Suppliers in Global Supply Chains – Partnerships for Competitive Sustainability -  works with  large companies to recruit small and medium-size suppliers in Central and Eastern Europe (managed Copenhagen Centre).
Os programas de Supplier Diversity, diversidade de fornecedores, destinam-se a aumentar a compra de produtos e serviços a fornecedores desfavorecidos anteriormente subutilizados, promovendo activamente a inclusão de empresas detidas e geridas por mulheres e minorias nos processos de compras.  
Estas praticas de diversidade de fornecedores  tiveram origem no Governo dos Estados Unidos em resposta aos movimentos cívicos dos  anos 70s,.  Destinam-se corrigir disparidades de oportunidade, passando a beneficiar empresas sediadas nos Estados Unidos detidas, pelo menos a 51%,  e geridas por afro-americanos, hispânicos, (incluindo luso-americanos), mulheres, veteranos de guerra, entre outros. A elegibilidade das empresas é certificado por entidades independentes, como a WEBNC,  Women's Enterprise National Business Council.   As pequenas e médias empresas criam mais postos de trabalho que qualquer outro sector da economia Americana. 
Os programas de  Supplier Diversity generalizaram-se no  Canada , na Africa do Sul e na  Europa Oriental.  Cada vez mais empresas privadas americanas  têm vindo a criar programas de Diversidade de Fornecedores, definindo metas ambiciosas de originar até 20% das suas compras de bens e serviços em empresas sediadas nos Estados Unidos  detidas por minorias ou mulheres   Cerca de 97% das empresas da lista Fortune 500 já aderiram a estas politicas, incluindo Walmart, General Motors, IBM, Toyota e Microsoft, em parte para demonstrar a sua responsabilidade social e para reflectir a demografia dos seus clientes que são maioritariamente mulheres.  Adicionalmente, a Diversidade de Fornecedores tem outros benefícios, como  o acesso a ideias,  produtos e processos inovadores mais alinhados com as preferências das clientes e para  contribuir para a reforço  económico  das  comunidades onde as empresas estão preentes.  Algumas grandes empresas compradoras já alargaram os programas de diversidade  aos seus fornecedores internacionais, sobretudo a empresas baseadas em países em desenvolvimento. 
A Diversidade de Fornecedores ainda tem pouca expressão na Europa.  Actualmente, a EU patrocina o programa Parcerias para Cadeias de Abastecimento Global a fim de recrutar pequenos fornecedores baseados na Europa Central e Oriental, mas ainda não em Portugal. 
Da esquerda, Vasco Rato, Presidente da FLAD, Maggie Berry, Embaixatriz Kim Sawyer e Embaixador Sherman. (Foto: Embaixada Americana)WEConnect International,  uma NGO que certifica que as empresas são efectivamente detidas por mulheres, estima que, em média, menos de 1% das compras  de empresas e governos a nível global  provêem de fornecedores pertencentes a mulheres.  Actualmente os  programas  de Diversidade de Fornecedores do governo americano e de 97% das empresas da Fortune 500, beneficiam fornecedores sediados em apenas alguns países  http://weconnectinternational.org/en/get-certified#.  

Em Portugal, as mulheres empreendedoras precisam de Aparecer para Crescer para fazerem  crescer os seus negócios,  beneficiando dos programas de Diversidade de Fornecedores.  Por isso precisamos de  responder ao ao desafio de Maggie Berry de WEConnect Europe  que  apresentou a campanha de auto-registo gratuito   na sessão Connect to Success  patrocinada pela Embaixada American na FLAD a 15-Setembro-2014. 

O primeiro passo é auto-identificar-se como tendo um negócio detido e gerido por mulheres em Portugal.   Se é mulher, empresária, empreendedora e chefe de empresa, registe o seu negócio em 
http://weconnectinternational.org/en/get-self-registered 

O segundo passo  é aderir a programas de mentoria de negócios e de apoio mútuo: 
Connect to Success  Portugal, mais informações em 
https://www.facebook.com/connecttosuccessportugal, ou através do email CTSLisbon@state.gov 
WPO Women Presidents' Organization  http://www.womenpresidentsorg.com/join-wpo 

E o terceiro passo?  O terceiro passo é vender MAIS! 

Mariana ABRANTES de Sousa 
PPP Lusofonia 

HP Supplier Diversity    http://www.hp.com/hpinfo/globalcitizenship/07gcreport/supplychain/supplier.html

Walmart Supplier Diversity  program to double purchasing from women owned businesses   http://corporativo.walmart.com/proveedores/diversidad-de-proveedores/1qte/
http://grandeconsumo.com/noticia/644/walmart-lanca-gama-de-produtos-criados-exclusivamente-por-mulheres
Walmart and WEConnect International search for women owned businesses as suppliers http://womenownedlogo.com/home.html
União Europeia, contratação pública e PMEs  http://ec.europa.eu/enterprise/policies/sme/business-environment/public-procurement/index_en.htm

terça-feira, agosto 19, 2014

PT to NO: hold the cod, send governance

Depois de uma das maiores falhas de governação de que há memória, seria importante que o IP Corporate Governance promovesse uma boa  reflexão sobre   o estado da "coroporate governance" em Portugal e sobre as virtudes da diversidade nos Conselhos de Administração nos bancos e nas empresas, incluindo as empresas públicas.  

Para além das notícias do encerramento de um banco, vejamos também a posição de Portugal na cauda da Europa com apenas 5% de mulheres nos Conselhos de Administração de cotadas.  E Portugal ainda nem sequer tem quotas ou objectivos definidos. 

Em contraste, a Noruega já vai quase em 40%. Ora, se não podemos deixar de importar o petróleo nem o bacalhau da Noruega, poderíamos pelo menos passar a importar também o  modelo de governação da Noruega

Mariana ABRANTES de Sousa 
PPP Lusofonia 
.  
VER http://www.bloomberg.com/news/2014-08-18/portugal-has-europe-s-fewest-women-on-boards-chart-of-the-day.html

ALSO  Mark Kurlansky, 1997,  Cod: A Biography of the Fish That Changed the World,

http://www.culinate.com/books/book_reviews/cod