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domingo, outubro 21, 2012

Divida passou dos limites às escondidas

O montante da dívida pública é  muito importante e necessita de ser bem estudado. Seria importante conhecer a fonte.

De mínimos de 14% do PIB, a dívida pública   não tem parado de crescer, sobretudo na forma de dívida externa.
E não é a primeira vez.  Já no século XIX,  El Rei D. Carlos quis ser o “primeiro nos sacrifícios” quando a dívida ultrapassou os 80% do PIB, como se pode ver  em http://ppplusofonia.blogspot.pt/2011/06/primeiros-nos-sacrificios.html 

E nos tempos recentes, a desorçamentação  escondia  boa  parte da dívida pública.  Já em 2007, a divida das empresas públicas e os encargos com as PPPs acrescentavam cerca de  50 milhões de euros à divida publica directa de 120 milhões de euros.  Por isso, a dívida pública total, directa e indirecta,  já então ultrapassava 100% (ver  http://ppplusofonia.blogspot.pt/2009/12/encargos-extra-orcamentais-com-servicos.html)
Segundo vários estudos internacionais, quando a dívida ultrapassa os 90% do PIB, os  países aproximam-se da desgraça.
O que surpreende é a  surpresa geral perante uma crise mais que anunciada. 
Quem não tem "culpa" deste nosso problema de excesso de endividamento?
Ninguém pode fugir à "responsabilidade" de contribuir para a solução.

Ver mais sobre a crise na Eurozone em http://ppplusofonia.blogspot.com/search/label/Crise  e  sobre a história económica de Portugal em http://www.iseg.utl.pt/aphes30/docs/progdocs/AMELIA%20BRANCO%20NUNO%20VALERIO%20RITA%20SOUSA.pdf