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domingo, março 25, 2007

Espanha é o 5º país mundial em redes de franchising

Segundo um estudo apresentado pela Consultora "Tormo & Associados", o mercado espanhol de marcas de franchising, é pelo terceiro ano consecutivo, líder europeu. Espanha ocupa o quinto lugar a nível mundial no que diz respeito a redes de franchising, com 968 marcas a operar no mercado, mais 7% do que em 2006 (902). Acima de Espanha, encontra-se a China (2.100 redes), Estados Unidos (1.500), Japão (1.088) e Brasil (971). No total, Espanha tem 68.775 establecimentos franchisados, que a colocam no quinto lugar do ranking mundial. Para além disso, continua a ser pelo terceiro ano consecutivo líder mundial de marcas europeias. A facturação dos franchisings espanhóis atingiu os 19.585 milhões de euros, ocupando o oitavo lugar mundial, uma lista encabeçada pelos Estados Unidos.
Paralelamente, o número de cadeias de franchising estrangeiros cujos planos de expansão englobam Espanha, aumenta de ano para ano, assim como o número de empresas nacionais que apostam na internacionalização.
Neste estudo, a consultora destaca o crescimento do sector um ano mais, em número de cadeias de franchising, estabelecimentos franchisados, facturação, investimento e emprego.
O sector do franchising espanhol encontra-se numa fase sólida e estável, contando com cerca de 150 cadeias de franchising plenamente consolidadas, as quais possuem mais de 50.000 estabelecimentos, aumentando em cada ano o número de novos projectos. Só em 2006, foram criadas 244 novas redes de franchising.
Outra das conclusões do estudo, é de que o sector dos serviços continua a ser o mais dinâmico com a criação permanente de novos nichos de mercado, agrupando uma ampla oferta de marcas, dispondo de um total de 453 redes e 38.752 estabelecimentos. Seguem-se o sector do Retalho, com 368 cadeias que operam através de 22.824 estabelecimentos e Hotelaria e Restauração com 7.199 establecimentos franchisados e 147 redes de franchising.
Do total de cadeias do sector, apenas quatro Comunidades Autónomas congregam 80% do mercado. Madrid lidera o ranking -com 304 cadeias de franchising e 15.629 establecimentos franchisados, seguida por Barcelona, com 237 cadeias e 13.990 establecimentos franchisados, Andaluzia e a Comunidade Valenciana, ambas com 103 cadeias de franchising e 9.903 e 7.312 establecimentos, respectivamente. A maioria das empresas de franchising a operar no país são de origem nacional, 81% do total, enquanto que as restantes (19%) são oriundas de vários países, com maior presença dos E.U.A., França e Itália. Por seu lado das empresas criadas este ano (244), 24 destas são de origem internacional, especialmente da EE.UU (7), França (4), Itália (3), Suécia (3), Portugal (2), Suiça (2), e Reino Unido (1), entre outros.
Cerca de 15% das marcas espanholas já se internacionalizaram. O que se traduz, segundo um estudo anual elaborado em 2006 pela empresa "Franquicias Hoy", num total de 132 marcas espanholas a operar em 98 mercados internacionais. Este número concentra-se sobretudo no conjunto dos 26 países pertencentes à União Europeia (sem contar com Espanha), onde existem 108 redes de franchising e um total de 3.639 establecimentos repartidos por 26 países do Velho Continente. Embora, devido à sua proximidade geográfica e similitude cultural, Portugal, França e Itália, continuem a ser os destinos preferenciais da internacionalização espanhola.
Tal como Espanha também Portugal deve apostar na internacionalização dos seus conceitos de negócio para Espanha, sendo este mercado fundamental no processo de desenvolvimento dos conceitos portugueses de franchising. Com uma facturação total neste sector de 19.585 milhões de euros, Espanha é o país que apresenta o maior nível de crescimento ao nível do mercado de franchising.
http://mercadoespanhol.blogspot.com/2006/10/empresas-franchisadas-apresentam.html

Fonte: "Revista Capital/ MADRID", 23 de Março de 2007.

quinta-feira, março 22, 2007

Reino Unido e Espanha concentram maior número de projectos turísticos

O Reino Unido e a Espanha concentram quase metade das unidades hoteleiras europeias em projecto nos próximos três anos, onde estão previstos 513 novos estabelecimentos hoteleiros, segundo noticiou o “site” de turismo Hosteltur. Do total dos hotéis previstos, 224 unidades estarão situadas no Reino Unido e em Espanha, de acordo com a análise realizada pela consultora Lodging Econometrics (LE). A Inglaterra tem previstos 147 hotéis, já em consequência dos Jogos Olímpicos que se realizarão em Londres em 2012. Já Espanha, tem em curso 74 projectos. A construção dos 513 projectos irá pressupôr a criação de mais 93.669 quartos na Europa, de acordo com o mesmo estudo. O presidente da consultora LE, assegura que após uns anos de crescimento modesto, a região está a beneficiar da expansão da economia global, da disponibilidade de capital para investir e de uma indústria de turismo em crescimento, que agora aproveita para expandir ao máximo o seu capital. Paralelamente, a taxa de ocupação hoteleira também tem vindo a aumentar, assim como o número de camas disponíveis, o que demonstra que a Europa tem um clima de investimento atractivo, o qual está a provocar alguma agitação no sector da indústria hoteleira.

Fonte: "Câmara de Comércio e Indústria Luso-espanhol", (CCILE), 22 de Março de 2007.

quarta-feira, março 21, 2007

Voluntário de microcredito em Angola

Portuguese Speaking Volunteer - Financial Experience
Angola - 2 weeks all expenses covered

University of Maryland Eastern Shore along with LandO'Lakes are implementing Farmer To Farmer program in Angola and Mozambique.

USAID is looking for Portuguese speaking volunteer with some financial background (but strong Portuguese language skills) to work in a team of three specialists on assignment in Angola for two weeks in November. The assignment is focused on the work with the government agencies and lending instituitions/banks to develop the microcredit system in agricultural sector in Angola. We cover all expenses including travel expenses, visas, travel insurance, lodging,etc. There are no "out of pocket" expenses but under the requirements of the program we can't pay the consulting fees. For more information, please contact Tatiana at:
E-mail: tatianabullock@comcast.net , phone (703)497-4963, cell (202)821-2774.

See www.palcus.org
http://www.palcus.org/comm/jobs/0920portvolunteer.html

Ver

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

À conquista do mercado espanhol - 2005

A performance de Portugal no “mercado ibérico” tem de ser vista em termos do impacto no PIB e no rendimento nacional, focando todas as atenções na competitividade e na quota de mercado dos produtos e serviços portugueses. Mais precisamente, trata-se de aumentar as exportações para Espanha, de cativar os turistas espanhóis e de atrair investimento produtivo espanhol para Portugal

A Espanha tornou-se no nosso maior fornecedor, com cerca de 30 por cento das nossas importações e é também o nosso maior cliente, com 30 por cento das nossas exportações.

No entanto, o défice comercial Portugal-Espanha tem-se agravado, representando 5,0 por cento do PIB português em 2004. Para a Espanha, Portugal é apenas o 3º mercado europeu em termos de exportações, depois da França e da Alemanha, mas o primeiro em termos do saldo comercial, que acresce 1,0 por cento ao PIB espanhol.

O défice comercial

A taxa de cobertura do comércio de mercadorias que era superior a 58 por cento em 1991, desceu abaixo de 40 por cento em 2001, mas recuperou para 47 por cento até 2004. Esta degradação era previsível já em 1986, dado o impacto das economias de escala na afectação dos benefícios de uma união alfandegária. No entanto, é urgente tomar medidas para reforçar a recente inversão que é sobretudo conjuntural e que tem a ver com o diferencial de crescimento. Considerando a dimensão do mercado espanhol, quatro vezes maior que Portugal em população e seis vezes maior em compras, as exportações portuguesas continuam muito aquém do potencial.

O turismo pouco contribui para compensar este défice comercial, apesar do volume de turistas espanhóis ser cerca de quatro vezes o de turistas portugueses em Espanha.

O contributo do investimento directo também sofre de algumas assimetrias estruturais. O que importa para o PIB é a atraccão de importantes investimentos espanhóis de raiz que possam contribuir para o valor acrescentado nacional. Mas os investimentos “greenfield” escasseiam entre 3.000 empresas com capital espanhol em Portugal. Estas consistem mais em aquisições no sector financeiro e de distribuidoras e comercializadoras de produtos espanhóis.

O investimento directo português em Espanha pode ser “instrumental” para fomentar mais exportações e criar mais valor acrescentado nacional ao acercar os nossos produtores cada vez mais do consumidor espanhol. Satisfazer melhor o cliente espanhol não tem que implicar a deslocalização da produção para Espanha. Segundo o ICEP Madrid, os negócios portugueses em Espanha são maioritariamente B2B e caracterizados pela subcontratação ou a venda através de agentes e distribuidores locais que controlam o acesso ao cliente final. Seria importante investir a longo prazo, para fazer chegar as marcas e as mensagens dos fornecedores portugueses directamente aos consumidores espanhóis, através de redes de distribuição próprias.

Algumas empresas já investiram em produtos, marcas e redes comerciais apropriadas para o mercado espanhol. Mais interessante ainda é a experiência de agregação sectorial dos exportadores para ganhar massa critica e economias de escala. O êxito comercial em Espanha tem de ser visto como a prova real para os produtos ou serviços portugueses com ambição internacional. Assim, um bom conhecimento do mercado espanhol, em toda a sua exigência e complexidade, pode ser o principal determinante de sucesso a longo prazo. Seria caso para perguntar, onde está El Corte Inglês português?

... E do conhecimento do mercado

O êxito comercial das exportações espanholas em Portugal baseia-se num forte conhecimento do mercado português. Neste domínio de marketing internacional, os espanhóis aproveitam e optimizam as economias de escala, recorrendo aos apoios do ICEX e às suas associações empresariais, câmaras de comércio e universidades. Para os fornecedores portugueses, as (des)economias de escala são ainda mais determinantes nos estudos de mercado, na criação de marcas e redes de distribuição e logística e na recolha e tratamento de informação de clientes. Este investimento no grande mercado espanhol pode ser colectivo, pelo menos a nível sectorial. Os maiores rivais no mercado doméstico necessitam de colaborar fora de portas.

Tal como acontece a alguns outros países pequenos, Portugal tem um vizinho mais rico, mais dinâmico, mais pujante e muito maior. Reconhecendo que não é fácil penetrar o mercado espanhol, cabe-nos alinhar esforços e mobilizar energias para conquistar esse mercado. Isto exige um forte empenho desde a formação nas universidades, ao ICEP, às empresas, aos bancos, e sobretudo às associações empresariais. É urgente tornar a ameaça numa oportunidade, começando por conhecer melhor o cliente espanhol para vender mais em Espanha.

Mariana Abrantes de Sousa, economista
2005
Ver também artigo de Mariana Abrantes de Sousa, De Nuestros Proveedores a Nuestros Clientes
Ver também http://www.forum-empresarial.pt/110_mariana.htm

Governo chinês vai apoiar investimento em Portugal

O governo chinês vai encorajar as empresas chinesas a investir nos sectores de ponta da indústria portuguesa, como tecnologias de informação, segundo revelou a "Nova China", agência noticiosa oficial chinesa. Durante um encontro com José Sócrates, um alto responsável do "PCC" (Partido Comunista Chinês) referiu que espera que o "PCC" e o "Partido Socialista Português" possam reforçar os intercâmbios e a cooperação. Este revelou que o governo chinês vai apoiar empresas chinesas que desejem investir em Portugal nos sectores da logística, tecnologias de informação e nas indústrias automóvel e electrónica. Por outro lado, o primeiro-ministro chinês assegurou que a China está empenhada em aprofundar as relações comerciais e económicas com Portugal. Os responsáveis dos ministérios das Finanças da China e de Portugal assinaram um memorando de entendimento para abertura de uma linha de crédito de 300 milhões de euros com vista a apoiar exportações portuguesas para o mercado chinês e que envolverá a Caixa Geral de Depósitos e o Banco da China. A linha de crédito destina-se sobretudo a contribuir para importações chinesas de bens de equipamento portugueses. O primeiro-ministro português apelou entretanto à constituição de parcerias empresariais luso-chinesas, para que se opere em conjunto nos mercados dos países africanos de expressão portuguesa e no Brasil. O apelo do primeiro-ministro foi feito durante a abertura do Fórum de Cooperação Empresarial entre Portugal e China 2007 e na cerimónia de lançamento da Archway - uma empresa de direito chinês detida pela Portugal Telecom e por uma firma dependente do Ministério das Comunicações da China.
Mais do que uma ameaça, a China é, hoje, uma oportunidade de mercado para as empresas portuguesas com bons produtos, imagem de marca e agilidade. À excepção de alguns sectores-chave, já não é necessário estabelecer uma «joint-venture» para entrar no mercado chinês, mas encontrar um importador ou um parceiro que conheça bem o mercado e os canais de distribuição. Os chineses querem produtos competitivos e fazer dinheiro de uma forma rápida.
Com a Missão China o governo português pretende reforçar os laços económicos e políticos entre os dois países, promovendo igualmente o aumento das exportações nacionais e a captação de um maior volume de investimento chinês.

Fonte: "Agência Lusa"/"Jornal SOL", 1 de Fevereiro de 2007.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

I Congresso da Lusofonia, 8-10 Fev-2006 centra-se na educação


Decorreu entre 8 e 10 de Fevereiro-2006, na Sociedade de Geografia de Lisboa, o I Congresso Internacional da Lusofonia, realizado pela Universidade Lusófona com os patrocínios das Fundações Calouste Gulbenkian, Oriente e Luso-Americana.
Contactos: flube@ulusofona.pt.

Organizada pela Universidade Lusófona, a primeira edição do Congresso Internacional da Lusofonia, que decorre na Sociedade de Geografia de Lisboa até sábado, pretende abordar vários aspectos relacionados com a língua portuguesa, como a educação, cultura, história, desporto, turismo, sociologia e economia.

Alguns dos temas em debate:
- A educação e a formação como factor de desenvolvimento e afirmação da lusofonia
- A cultura como elemento de integração inter cultural e de desenvolvimento comunitário
-A implementação de políticas de saúde no desenvolvimento dos países lusófonos
-O papel das PME nas economias locais e regionais no mundo da lusofonia
-O desenvolvimento do turismo como fundamento estratégico para o desenvolvimento económico lusófono» são

A iniciativa contou com a presença do administrador da Universidade Lusófona, Manuel Damásio, o embaixador de Cabo Verde em Portugal, Arnaldo Andrade, o administrador da Fundação Calouste Gulbenkian, Marçal Grilo, o presidente da Câmara de Comércio Luso- Brasileira, António Bustorff e o deputado do Bloco de Esquerda Francisco Louça.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

China versus Índia

Ao investigar as causas do maior dinamismo da economia chinesa, cujo PIB cresceu 9,7% a.a. no período 1993-2004 versus apenas 6,5% a.a.na Índia, alguns analistas referem a maior rigidez do mercado de trabalho indiano e o menor aumento de produtividade, especialmente no sector industrial.

No entanto, as diferenças entre as fábricas serão menores do que entre os sistemas de distribuição de produtos indianos e chineses. Estes últimos beneficiam de uma forte rede de distribuição de “lojas chinesas” em praticamente todo o mundo, com o apoio logístico e o patrocínio dos órgãos oficiais chineses.

Se a Índia e outros países querem acompanhar o ritmo de crescimento da China, terão certamente de estudar e imitar a sua logística de distribuição e a sua capacidade comercial.

E a capacidade de marketing dos chineses não deve ser subestimada. Quando as primeiras vitórias da Selecção Portuguesa no EURO 2004 fizeram esgotar os stocks de bandeiras nacionais, foram as “lojas chinesas” que vieram acudir ao surto de nacionalismo provocado pelo Figo, o Cristiano Ronaldo e os outros craques de Scolari.

Mas algo se perdeu na tradução dos símbolos nacionais, e os castelos lusitanos passaram a ter um ar mais de pagodes...

Ver artigo The Economist, 27-Jan-07, pg 70

Consultor técnico ao Tribunal de Contas de Cabo Verde

Data Limite: 14- Fev- 2007

Project Starting date: March 15th, 2007
Duration: 200 days of input
Location: Cabo Verde
Release date: February 1st, 2007

EMS Expert Search is in the process of identifying one expert for the EC tender "Assistance Technique au Tribunal des Comptes du Cap Vert".

Objectivo Geral: A emissão do PCGE deve ser um processo contínuo, abrangendo a preparação, a aprovação e a execução orçamental (receitas, despesas e operações financeiras), o património do Estado, as operações à margem do orçamento, os subsídios, as subvenções, os benefícios fiscais e outras formas de apoio concedidos pelo Estado. Para tal, pressupõe a existência de condições técnicas, organizacionais e humanas que permitam ao Tribunal de Contas, através dos seus serviços de apoio técnico, acompanhar de forma permanente a execução do orçamento do Estado durante o ano económico e realizar auditorias às operações orçamentais e extra - orçamentais que entender necessárias.

Objectivos Específicos:
- a formação "on the job" da equipa técnica do TC no domínio de auditorias às contas públicas;
- a preparação do plano de auditorias;
- a organização dos papéis de trabalhos;
- o acompanhamento de missões de verificação e de auditorias a realizar pela equipa técnica do TC;
- a concepção e operacionalização, com apoio técnico do NOSI, de um sistema de acompanhamento da execução do orçamento do Estado pelo TC;
- a preparação dos relatórios de base ao PCGE;
- a emissão de PCGE.

The expert will have an input of 200 days and will be able to start from March 15th, 2007.

Required qualifications:
- Ter formação universitária superior (pelo menos o grau de Licenciatura) em finanças públicas e auditoria financeira, ou áreas afins;
- Ter experiência comprovada em chefia de equipas de auditoria do sector público, de preferência inseridas no quadro das ISC e/ou Auditores Gerais (pelo menos 15 anos);
- Experiência em capacitação de pessoal na matéria;
- Experiência de trabalho nos países da sub-região ou nos Países de Língua Oficial Portuguesa
- Conhecimentos do Regime Financeiro, da Contabilidade Pública e do processo de reforma da administração financeira do Estado em curso;
- Domínio oral e escrito da língua portuguesa.

General remarks:
Please send resumes in English to The ToR of this assignment is available upon request.
Please note that being included in a tender does not yet constitute a job and does not guarantee employment. Please also note that references are appreciated, but cover letters are not.
Because of the high volume of applications we rereceived, we are unable to respond to all candidates personally and are unable to accept phone calls related to the position.

Professional Development Expert for PALOP countries, Cabo Verde

Procuras-se especialista em Desenvolvimento Profissional
Data limite: 7-Fev-2007

Project Starting date: Late February/early March, 2007 Duration: 48 days of inputLocation: PALOP Release date: January 30th, 2007EMS Expert Search is in the process of identifying one expert for the EC tender "Estudo de identificação do projecto de apoio ao sector da foramcao professional nos PALOP".
Objectivo geral: O objectivo geral da missão é de apoiar o Governo de Cabo Verde e dos outros países PALOP, e a Comissão Europeia, a identificar, no sector do emprego e da formação profissional, preocupações e necessidades comuns e formular um programa concreto de apoio que possa proporcionar a troca de experiências e a potencialização de sinergias, tendo em vista a sua repercussão no espaço PALOP e também em África.
Objectivo específico da missãoO objectivo específico da missão é a realização dum estudo de identificação e a formulação de uma proposta de financiamento do ‘Programa de Apoio ao Emprego e a formação profissional nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP "Emprego e Formação Profissional").
The expert will have an input of 48 working days and will be able to start from late February/early March, 2007.
Required qualifications:- Graduado pós-universitário (de preferência PhD ou equivalente) na área directamente relacionada com os temas do desenvolvimento social e humano, do emprego e formação profissional e da inserção laboral, a saber, economia do desenvolvimento, sociologia ou ciências do trabalho e da formação. - Ter um mínimo de 10 anos de experiência em programas de desenvolvimento e, mais particularmente, de apoio ao emprego, inserção laboral e formação profissional e ter experiência na identificação e formulação de projectos.- Conhecer a gestão do ciclo do projecto, análise de custos e benefício e análise de impacto e de procedimentos CE, particularmente do FED. - Experiência relevante em África e nos países PALOP, em particular, assim como nas outras regiões da cooperação da CE.- Deverá ser comunicador especializado, com experiência em abordagens participativas, ao nível institucional, nomeadamente do governo, bem como possuir excelentes experiências e competências nas relações interpessoais e sensibilidade inter cultural.
General remarks:Please send resumes in English to ToR of this assignment is available upon request. Please note that being included in a tender does not yet constitute a job and does not guarantee employment. Please also note that references are appreciated, but cover letters are not. Because of the high volume of applications we receive, we are unable to respond to all candidates personally and are unable to accept phone calls related to the positions.

Oportunidades em consultoria

quarta-feira, janeiro 24, 2007

PPPs para praticantes, 16-18 Abril, Maastricht

Evento: Public-Private Partnerships (PPP) - Practitioners' Workshop

Making Public-Private Partnerships Work - A Practical Guide

organised by the

European Institute of Public Administration
Maastricht (NL), 16-18 April 2007

Mr Michael Burnett
Project Leader

This practitioners’ workshop is an opportunity to learn how to use the new Competitive Dialogue procedure in practice to implement PPP.
Public Private Partnerships

For registration and information on organisational matters, please do not hesitate to contact:
Ms Diane Urlings, Programme Organiser, EIPA,
Tel.: +31.43.3296 280, Fax.: +31.43.3296 296,
E-mail: d.urlings@eipa-nl.com


Diane Urlings

Programme Organiser/Organisatrice de Programmes
EIPA/IEAP
O.L. Vrouweplein 22
P.O. Box 1229
NL-6201 BE MAASTRICHT
Tel: +31-43-3296 280
Fax: +31-43-3296 296
E-mail:d.urlings@eipa-nl.com


PPPs são opção para financiar obras de grande porte

Santos, Quinta-Feira, 18 de Janeiro de 2007, 09:48

Da Reportagem
Fonte: A TRIBUNA

A falta de capacidade de investimento do Poder Público faz das parcerias público-privadas (PPPs) a principal opção financeira para a realização de grandes obras, principalmente na área de transporte público. A opinião, do presidente da Associação Brasileira do Parceiro Público-Privado, Orlando Augusto da Silva, fez parte da palestra PPP no Transporte Público, ministrada por ele ontem, no Hotel Fenícia Praia, no José Menino.
‘‘A aplicação das PPPs é uma necessidade’’, avaliou o presidente da associação, salientando que os investimentos privados são a melhor forma de trazer benefícios para a sociedade sem necessidade de gastos públicos.
Segundo ele, o investimento do Poder Público resulta em aumento de impostos, o que não ocorre com as PPPs, que não transferem os gastos das obras para a população.
‘‘O dinheiro é investido pelos parceiros, que depois recuperam o valor explorando o serviço’’, resume, destacando apenas que ainda falta cultura política para que o sistema de parcerias deslanche.
Pólo de atração
Para Silva, a necessidade de grandes obras de transporte público para a integração da Região Metropolitana faz da Baixada Santista um pólo de atração de investimentos para as PPPS.
Segundo ele, a utilização de investimentos particulares será a solução para obras há muito tempo planejadas, mas que ainda dependem de verbas elevadas, como o túnel sob o estuário ligando Santos e Guarujá, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), entre Santos e o Litoral Sul, e o projeto do monotrilho, entre Praia Grande e Santos, com trajeto pela orla.
Dono do hotel onde ocorreu a palestra e principal entusiasta do monotrilho, o empresário Anuar Assad David apresentou o DVD sobre sua proposta, expondo todos os benefícios que o monotrilho poderá trazer.
‘‘Tenho 40 mil assinaturas a favor do projeto e vou levá-las para o governador José Serra’’, garantiu David.


Colaboração

ABPPP
Associação Brasileira do Parceiro Público-Privado
Avenida Paulista, 777, 15º andar, Capital – SP
011-3323-1982
“financiando o desenvolvimento urbano”

domingo, janeiro 07, 2007

Marketing e o défice de produtividade

Um estudo do McKinsey Global Institute em 2003 concluiu que o défice de produtividade em Portugal era elevado (PIB€/hora de trabalho cerca de metade da média dos 5 melhores países europeus) mas que era em grande medida não estrutural.

Isto pode ser visto como uma conclusão optimista, pois mostra que depende de nós eliminar uma grande parte do problema com a aplicação de políticas económicas desenhadas para ultrapassar as 6 principais barreiras identificadas

1. Informalidade cultura de falta de rigor, profissionalismo e evasão fiscal
2. Regulamentação de mercados/produtos pouco concorrenciais
3. (Des) ordenamento do território e burocracia no licenciamento e outros processos
4. Prestação qualidade e preço de serviços públicos
5. Legislação laboral, rigidez e distorção do mercado de trabalho
6. Herança industrial de concentração em actividades de pequena escala, baixo valor acrescentado e pouca visibilidade junto do consumidor final

Curiosamente, fala-se pouco da falta de marketing, da fraca acção comercial, que contribui bastante para a falta de produtividade, que se pode considerar a 7ª barreira a ultrapassar com medidas e esforços concertados.

Para ver a importância do marketing, consideremos o simples exemplo de uma fábrica de sapatos, que produz 100 pares de sapatos mas consegue vender apenas 90 pares.

Para melhorar a produtividade, que pode o gerente fazer?
- Aumentar o ritmo de produção 110 pares de sapatos por hora, ou
- Aumentar o esforço de vendas para vender os 10 pares que tinham ficado na prateleira

Em contraste com as outras seis macro-barreiras na lista acima, esta 7ª barreira da falta de marketing distingue-se por ser muito mais micro, isto é, mais susceptível à acção do empresário individual ou da associação empresarial. Marketing, marketing, marketing !

E o que importa é mesmo o esforço inteligente a nível micro, que prometa resultados tangíveis a curto ou médio prazo.

Porque se tivermos que esperar pelo fim da evasão fiscal...

Produtividade em Espanha

sábado, janeiro 06, 2007

Empresários espanhóis de olho no aeroporto de Beja

Os empresários espanhóis, com interesses próximos da raia, na Andaluzia e Estremadura, depositam confiança nas potencialidades de um aeroporto em Beja, estando convictos de que também eles vão ter as suas oportunidades. Os empresários portugueses por seu lado defendem que o sector agrícola assume-se como um dos principais utilizadores do futuro aeroporto, sendo indispensável para o desenvolvimento hortifrutícola da região e permitindo a internacionalização para novos mercados.
Estes alegam aínda que o futuro aeroporto só deverá ser rentável em 2015, começando as obras jé em 2007 e sendo prevista a conclusão em 2008, pois só nessa altura deverá ter um número aceitável de passageiros. Justificando que os projectos turísticos previstos para esta zona do país terão um papel preponderante no tráfego aéreo, mas só num horizonte de oito a dez anos, quando a capacidade hoteleira instalada atingir as 60 mil camas. A oferta prevista para o litoral alentejano é de 35 mil camas, com capacidade para receber mais de sete mil pessoas. Para além disso, com a existência de uma base aérea em Beja, situada a 170 quilómetros de Lisboa e a cem do Algarve, esta poderá ser utilizada como aeroporto comercial.

Sem dúvida que a localização é bastante favorável, tanto para os portugueses como para os espanhóis, que vêem neste investimento uma forma de captar mais turistas para a região, sobretudo de Londres, Paris e alguns países nórdicos. No caso espanhol, já exitem infra-estruturas montadas para receber os turistas, como é o caso da oferta de campos de golfe, turismo de aventura, desportivo e cultural na zona da fronteira, sendo mais vantajoso para estes ter um aeroporto a 100 Kms em Beja, em vez do actual de Sevilha que se encontra a 200 Kms. Se as acessibilidades aéreas e terrestres forem boas e a capacidade hoteleira adequada à procura, os turistas que visitam Espanha poderão ficar alojados em Beja e aproveitar a sua estadia para visitar Portugal, especialmente as zonas mais próximas como a barragem do Alqueva, o maior lago artificial da Eurpa e a costa alentejana.
De facto, toda toda a zona do Alentejo poderá afirmar-se finalmente como destino turístico de qualidade, oferecendo condições naturais e históricas que em nada diferem das que tornam poderosa a região de turismo da Extremadura espanhola, toda essa região passará a estar servida por um aeroporto internacional de grande qualidade. Também as low cost terão em Beja uma base operativa com condições económicas e técnicas muito favoráveis, que lhes permite cobrir, com os adequados interfaces com as estruturas rodo e ferroviárias, uma extensa região, a uma distância de voo de até pouco mais de duas horas de duração, com origem em qualquer das maiores cidades espanholas e do centro da Europa. Foi assim que o turismo residencial do Sul de França conheceu um boom fantástico na década de 90. O Alentejo e as regiões limítrofes terão, assim, a possibilidade de alcançar finalmente uma dimensão macroeconómica ajustada aos enormes atributos naturais e histórico-culturais que possuem.


Fonte: Jornal "Diário de Notícias", 27 de Dezembro de 2006.

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Galiza quer reaver médicos a trabalhar em Portugal

Nos últimos anos, a Espanha tem sido o grande exportador de profissionais de saúde para Portugal. Esta situação provocou um défice de clínicos na Galiza, levando o governo regional da Galiza a avançar com uma política agressiva para fixar especialistas naquela região. Para o bastonário da Ordem dos Médicos a situação é preocupante, pois Portugal pode perder médicos espanhóis mas também médicos portugueses. Ou seja, se as condições oferecidas pelo governo espanhol forem atractivas, também os portugueses que trabalham nas zonas transfronteiriças podem mudar para o país vizinho. Segundo dados divulgados esta semana pelo governo regional, as vagas livres na área da saúde daquela região autónoma fronteiriça de Portugal, ascendem, actualmente, a 687, das quais 585 correspondem a médicos especialistas. O responsável do governo regional espanhol considera que este défice, nomeadamente de pediatras e anestesistas, apresenta-se como um problema estrutural de toda a UE, tendo em conta o número de profissionais formados. Para este cenário, as autoridades locais apontam como uma das causas da saída da Galiza, nos últimos anos, de médicos e enfermeiros especialmente para Portugal, a busca de melhores condições e a carreira profissional. Apesar disso, este responsável pretende recuperar os profissionais que emigraram e contratar no exterior. Em 1997, existiam dezenas de vagas para preencher em Centros de Saúde do Alto Minho, a Sub-Região de Saúde de Viana do Castelo (SRSVC), tendo sido contratados em regime de avença, clínicos da vizinha Galiza. Como as condições oferecidas aos médicos espanhóis eram melhores em Portugal estes acabaram por ficar, verificando-se neste momento a situação contrária, pois o Governo espanhol pretende agora oferecer melhores condições aos médicos espanhóis e estrangeiros por forma a combater o défice de médicos no país.
O número de clínicos espanhóis inscritos na Ordem dos Médicos em 2005 era de 1935. Se muitos estudantes de medicina portugueses escolhem as universidades espanholas para estudar, os espanhóis são a maioria entre os estrangeiros a exercer cá. No que diz respeito ao total de médicos estrangeiros inscritos na Ordem portuguesa, este é de 3355. Depois dos espanhóis, surgem os profissionais oriundos dos países africanos de língua oficial portuguesa, em particular de Angola (170). Por último, o número de enfermeiros estrangeiros a exercer no país, segundo números da Ordem dos Enfermeiros é de 2402. Também neste caso Espanha é a grande exportadora de profissionais, com 70% do total. Ao todo, há 1860 provenientes do país vizinho.


Se a situação de saída dos médicos espanhóis se verificar, o distrito de Viana do Castelo perderia 23,6% dos seus médicos, segundo noticiou a Agência Lusa. Segundo o coordenador da Sub-Região de Saúde de Viana do Castelo, nos 13 centros de saúde do distrito trabalham actualmente 242 médicos, 57 dos quais espanhóis. Desta forma, o Governo português deverá tomar igualmente medidas que permitam a fixação dos médicos espanhóis e portugueses no país, bem como a absorção dos estudantes de medicina que estão a estudar em Espanha e Portugal.
http://www.medicosdeportugal.iol.pt/
http://www.xunta.es/galicia2003/ES/13_02_02.htm
http://www.turgalicia.es/sit/ficha_datos.asp?ctre=recintos&crec=15925&cidi=P


Fonte: Jornal "Diário de Notícias", 27 de Dezembro de 2006.

terça-feira, janeiro 02, 2007

Prémio de Jornalismo Económico anunciado a 13-Dezembro-2006

O Banco Santander Totta e a Universidade Nova de Lisboa instituíram o Prémio de Jornalismo Económico para reconhecer a excelência de trabalhos jornalísticos nas áreas de economia, gestão, e mercados financeiros.

Serão atribuídos anualmente 3 prémios, um grande premio de 15.000 euros e dois prémios adicionais de 7.500 euros cada, no total anual de 30.000 euros.

São elegíveis trabalhos originais de jornalistas profissionais escritos em língua portuguesa. As candidaturas devem ser entregues à UNL.

Seria bom que este prémio motivasse alguns trabalhos de investigação de fundo sobre a realidade da economia e negócios em Portugal. Nada substitui a recolha e análise rigorosa de dados.

Para simples notícias curtas e foros de troca de opiniões, actualmente o canal mais dinâmico de longe são os econoblogs, como este. Ver econoblogs em português

http://www.totta.pt/

quarta-feira, dezembro 20, 2006

Portugal está abaixo de Espanha em produtividade

De acordo com o relatório de 2006 sobre a Competitividade apresentado pela Comissão Europeia, Portugal foi um dos três países da União Europeia onde o crescimento médio da produtividade laboral foi pior no período 2000-2005. O documento revela que a produtividade em Portugal cresceu menos de 0,5 por cento, abaixo da média europeia (entre 1 e 2 por cento). Trata-se do terceiro pior desempenho, apenas melhor que Malta e Luxemburgo, os quais registam, apesar disso, bons índices de produtividade definida como percentagem do PIB por empregado. O rácio entre o PIB e cada trabalhador para Portugal situa-se entre 60 e 70 por cento da média europeia - um valor superior a apenas seis países da UE-25 e inferior aos de Espanha, Chipre e Eslovénia.Os valores mais altos registam-se no Luxemburgo (mais de 140 por cento), Holanda, Irlanda, França, Alemanha, Bélgica e Áustria. Letónia, Estónia, Lituânia, Hungria, República Eslovaca e Grécia são os países onde a produtividade laboral mais cresceu nos últimos cinco anos.
A Comissão não especifica as causas concretas do desempenho de cada país mas dá conselhos sobre a melhor maneira de reforçar a competitividade e aumentar o crescimento e o emprego, como sejam, liberalizar os mercados de energia, reduzir barreiras administrativas e investir mais na inovação. Domínios em que os indicadores de desempenho portugueses não são os melhores, segundo o relatório, no qual Portugal aparece referenciado no grupo de países com um baixo grau de interconexão da rede eléctrica e de geradores/fornecedores activos. A Comissão calcula que a economia portuguesa pode crescer uns 1,5 a 2% adicionais se o país reduzir em 25% a carga administrativa sobre as empresas. Tal como Espanha, Itália, Lituânia, Polónia e República Eslovaca, Portugal integra o grupo dos estados com os quadros regulamentares mais restritivos. Em matéria de competitividade no sector das tecnologias de informação e comunicação, que Bruxelas considera estratégico, Portugal surge muito atrás da maioria dos países da UE-25. O seu indicador relativo à percentagem de exportações nos anos 1995-2004, abaixo de 0,5%, manteve-se inalterado durante todo o período. Pior só a República Eslovaca, Malta e Estónia (a Comissão não dispõe de dados para Grécia, Lituânia, Letónia e Chipre).
Como é sabido, Portugal necessita de melhorar a sua competitividade e para isso tem de melhorar a produtividade a par com políticas que promovam uma maior flexibilidade salarial e diminuição da carga administrativa, o que pode promover um maior ajustamento entre Portugal e os restantes Estados membros.
Em paralelo, a Comissão Europeia avaliou positivamente em Dezembro deste ano o relatório de progresso da implementação do Programa Nacional de Acção para o Crescimento e o Emprego (PNACE2005/2008)
Fonte: Jornal de Notícias (5 de Dezembro de 2006)

Banco Mundial financia combate à SIDA em Cabo Verde

Cabo Verde recebe financiamento para reforçar o seu program de combate contra o SIDA, para promover a utilização de preservativos entre as pessoas de 15-49 anos, para alargar os cuidados às mulheres grávidas e aumentar a oferta de medicamentos contra o SIDA.
O projecto procura envolver empresas com 30 ou mais empregados na forma de parecerias público-privadas.

Cape Verde Receives Additional Funding for HIV/AIDS Activities
WASHINGTON, December 19, 2006
The World Bank Board of Executive Directors today approved an International Development Association (IDA) credit of US$5 million to provide additional funding for the ongoing HIV/AIDS project in Cape Verde.
The original HIV/AIDS project approved in March 2002 aims to support the governments national HIV/AIDS strategy to reduce the spread of HIV infection in the country. It also aims to strengthen national capacity to respond to the epidemic and to mitigate health and socio-economic impacts at the individual, household, and community levels.

The proposed additional financing will help scale up key interventions and identify ways to ensure the sustainability of current efforts in the fight against HIV/AIDS.
The expected outcome will be the higher use of condoms among persons 15-49 years old and among commercial sex workers. The project will also encourage pregnant women to use ante-natal services including voluntary counseling testing (VCT). Finally, the project will support the continuous supply anti-retroviral drugs (ARV), so that facilities providing ARV treatment do not run out of supply.
The cost of the fight against HIV/AIDS cannot be covered at 100 percent in the short to the medium term, noted Maurizia Tovo, the World Bank Task Team Leader for the project. The Coordination Committee to Combat AIDS Secretariat will explore ways to develop partnerships with the private sector, and in particular with sub-sectors that by nature are more exposed to the risk of HIV/AIDS and/or more effective in reaching at-risk groups.
Finally, the public-private partnership will push for 10 percent involvement of private enterprises with 30 or more employees in supporting the National HIV/AIDS Strategic Plan.
News Release No. 2007/190/AFR
Contacts:
In Washington: Timothy Carrington (202) 473 8133 - Email: tcarrington@worldbank.org
In Senegal: Mademba Ndiaye (221) 8495000 - Email: mademba@worldbank.org

Ver Luta contra o SIDA
Ver Porto de Praia

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Curso Avançado de Gestão Pública forma dirigentes para a Administração Pública


O Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública (CEAGP), que tem vindo a ser ministrado pelo INA há 7 anos, foi alargado a outros institutos reconhecidos incluindo a Universidade Lusófona, a Universidade Nova de Lisboa, o ISCTE e o Intituto Superior de Gestão Bancária .

O curso é dirigido principalmente a jóvens licenciados que pretendem ingressar na Administração Pública, senddo-lhes garantido na categoria de Técnico Superior de 2ª classe no final do curso. (ver DL 54/2002 e Portaira 1296/2005 e despacho nº 3804/2006 de 30 de Janeiro)

O CEAGP é um curso de um ano, com 445 horas de ensino presencial, e inclui nocões de economia e finanças públicas, contabilidade, estatística, gestão orçamental, estratégia e gestão de organizações, liderança, sistemas de informação, direito administrativo, políticas públicas, gestão de contratos, gestão de projectos, gestão de compras e concepção e aplicação de políticas públicas.

A admissão ao curso é competitiva por prova escrita de conhecimento em Setembro 2007, e o INA, a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e o Instituto de Ciências Juridico-Politicas oferecem um mini-curso de preparação de 80 horas em Junho-Julho/2007.

sábado, dezembro 16, 2006

Combate à mortalidade materno-infantil na Guiné



A taxa de mortalidade materna na Gunié-Bissau é das mais altas do mundo, segundo o relatório da UNICEF publicado no 60º aniversário da organização mundial.
O ministro da Presidência do Conselho de Ministros guineense, Rui Diã de Sousa, afirmou que mil m ulheres morrem em cada cem mil em idade materna.
O também ministro da Comunicação Social e dos Assuntos Parlamentares reconheceu que é necessário trabalhar "seriamente na melhoria das condições sociais da mulher" e a apostar na ensino e saúde das raparigas e mulheres.
A taxa de frequência escolar de 50 por cento para rapazes e apenas pouco mais de 30 por cento para as raparigas.
No que concerne à taxa de mortalidade infantil, a Guiné-Bissau regista um nível também elevado na ordem de 100 óbitos por cada 1.000 recém-nascidos, si tuando-se essa cifra na casa dos 200 mortos por cada mil crianças dos zero aos c inco anos de idade.

Segundo Jean Dricot da UNICEF, a mulher guineense confronta-se com situações como a violência, casamento precoce, mutilação genital, desigualdade na proporção tra balho/salário em relação ao homem e tem pouca ou quase nula presença nos órgãos de decisão política.

A UNICEF escolheu para a apresentação do relatório mundial da infância em 2007 o lema "Mulheres e Crianças - O Duplo Dividendo da Igualdade de Género".

Agência Lusa

Ver Bissau-Digital
Campanha contra a malaria
Investimento na água potável
Mais Guiné-Bissau e Bissau

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Espanha, Reino Unido, França e Alemanha devem ser apostas estratégicas para Portugal

A estratégia de desenvolvimento do turismo português deverá passar pela aposta em quatro mercados prioritários (Reino Unido, França, Alemanha e Espanha), defende um estudo da consultora Roland Berger, que traça linhas fundamentais de actuação para o sector.
O estudo, apresentado durante a conferência "Thinknomics", promovida pelo Ministério da Economia, considera fundamental que Portugal reforce as acessibilidades aéreas com as cidades/regiões com maior potencial turístico em cada mercado.
Além de identificar (nos quatro mercados prioritários) ligações aéreas directas internacionais com destino a Lisboa que deverão ser promovidas e expandidas, a consultora aponta, no caso alemão, a necessidade de criar quatro novas ligações directas (Berlim, Hamburgo, Hannover e Dortmund).
No Reino Unido, Portugal deverá apostar em ligações directas com as cidades inglesas de Birmingham e Liverpool e as escocesas Edimburgo e Glasgow.
Além dos mercados estratégicos, a Roland Berger destaca um conjunto de mercados que Portugal deverá tentar desenvolver (Irlanda, Escandinávia, Bélgica, Holanda, Estados Unidos, Itália, Brasil e Japão) e outros oito em que deverá existir uma aposta de crescimento.
São eles o Canadá, Rússia, Suiça, Áustria, China, Hungria, República Checa e Polónia, conclui a consultora.
Além da definição dos mercados estratégicos, este estudo elenca outras medidas que deverão nortear os esforços de desenvolvimento do sector turístico português.
Entre elas a necessidade de dinamizar o canal Internet na promoção do turismo nacional e enfoque no relacionamento com os principais operadores e agências de cada mercado.
A qualificação de serviços e recursos humanos e a criação de uma cultura de profissionalismo e qualidade de serviço deverá ser outra das apostas.
A Roland Berger advoga ainda a dinamização de um calendário de eventos que assegure a notoriedade, a construção dos destinos e o enriquecimento da experiência do turista.
Outro dos esforços deverá passar pelo desenvolvimento de novos pólos turísticos, diversificando a oferta em termos geográficos, refere o estudo.

Este estudo aponta novos horizontes para o sector do turismo em Portugal, reforçando a aposta em quatro países que tradicionalmente são fornecedores de turistas para o nosso país, como é o caso da Espanha, o principal, Reino Unido, França e Alemanha, que embora constituam uma fatia importante dos turistas que entram em Portugal, por vezes optam por visitar Espanha em detrimento de Portugal. Desta forma, Portugal deve continuar a apostar numa boa oferta turística, mais ampla e com maior qualidade a fim de poder cativar os turistas que se deslocam ao país vizinho, aumentando a sua estadia com uma incursão a Portugal.
Segundo dados do INE (Espanha e Portugal), o número total de dormidas de estrangeiros em Portugal de Janeiro a Setembro de 2006 foi de 20752. Contrastando com Espanha, que no período de Janeiro a Outubro de 2006, nas oito principais regiões turísticas (Costa de Alicante, Costa Brava, Costa Cálida, Costa del Sol, Costa Valenciana, Palma-Calvia, Sur de las Palmas e Sur de Tenerife) a taxa de ocupação hoteleira atingiu um total de 950 630.
Ver artigo "Ibéria atinge 10,6 % da receita mundial de turismo"
http://mercadoespanhol.blogspot.com/2006/04/ibria-atinge-106-da-receita-mundial-de.html

Fonte: Agência Lusa (2 Novembro de 2006)