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quinta-feira, julho 16, 2015

Euro wears NO clothes

O Euro vai NU, nu de respeito, nu de equilíbrio, nu de solidariedade.
Acabaram-se as ilusões de convergência e prosperidade para todos na Europa.

Os credores tontos, que fizeram credito a rodos, à Lagardère, no pico da bolha de 2005-2009, demonstraram todo o  seu poder sobre os devedores ainda mais tontos que acreditaram na ilusão da prosperidade fiada, paga com juros sobre juros,pelas gerações futuras.

Resultado de imagem para moinho  beijósE ainda dizem que querem "manter o EURO como ele está", enredado em "regras" feitas por e para os credores, independentemente das consequências terríveis para as outras partes.

Deve ser muito confortável continuar na mó de cima.

Na mó de baixo, a experiência  é bem pior e a NÂO REPETIR.

A Moeda Única  passou irremediavelmente a ser vista como parte do problema da divergência, não parte da solução de convergência. Acabaram-se as ilusões de que a Europa poderia ser um Mercado Único harmonioso e equilibrado.

O EURO perdeu mais apoiantes nos primeiros 15 dias de Julho 2015 do que em todos os 15 anos da sua existência.  

Eu estou a ver-me cada vez mais grega. 

Mariana ABRANTES de Sousa 
PPP Lusofonia

ps.
The best one can say about the financial management of the Eurozone is that it focuses on the wrong metrics for a Single Currency zone with no external adjustments mechanisms left.
The Eurozone regulatory architecture focuses on Excessive Budget Deficits, which were hidden  in several countries due to the temporary increases in revenues from  property transfer taxes revenues and stamp duty on bank loans, both inflated by unsustainable external credit bubbles.
Even after 5-years of balance-of-payments and external debt crises and external insolvencies, there is as of yet no focus on the "metrics that matter" in a monetary union, namely the sustainability of the Trade Balances in goods and non-factor services, and   the divergence CAB Current Account Imbalances among the Eurozone members.  

It seems that we in the Eurozone have learned less in these 5 years of crisis than an  undergraduate student can learn in an introductory courses in  International Trade Theory and International Finance.