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sábado, julho 11, 2015

Euro rules ignore best principles

Eurozone discussion is full of hypocrisy, posturing, deceit and threats.  Creditors have now taken to hectoring about following "the rules".  

Really?  Which and whose rules are we to follow ? 
Should these all-important "rules" be followed blindly with no thought to the consequences?
  • The BASEL I and BASEL II rules which allowed creditor banks to reach leverage of 60X while making  subprime loans to countries deemed corrupt and mismanaged even then? If the creditors are so smart, why did they make so many stupid loans to begin with, sabotaging any effort at good financial management in the debtor countries. 
  • The umbalanced EU rules that penalize countries with external deficits, but ignore the problems caused by external surpluses?  
Can we afford to follow these creditor-driven man-made "rules"or should we abide by more fundamental principles?
  • Like the  principle of prudent credit management, not lending more than the borrowers effectively need and can afford to pay back? 
  • What about the principle of limiting   external imbalances within an single currency zone since countries lack adjustment intruments?  
  • Not to mention the principle that the ends should not be confused with the means.  
The EURO is a MEANS  for promoting prosperity and convergence, it is not an END in itself.
This EURO  has proved to be not fit-for-purpose, but the creditors insist on keeping as it is. For the smaller countries, the EURO can be seen as a Trojan Horse.
The Cecchini  1992 report on the Single Market was terribly wrong, badly overestimating the benefits (promissing GDP growth gains of 5-7% , actuals only around 1%) and failed to address altogether the unequal distribution of these smallish gains among the member countries.  

Resultado de imagem para imagem euro break upWe wonder, what did Denmark foresee , the smart little country that could,  when it voted to stay out of the Euro, that none of the other small countries saw ?

See also Harold James:  For a  global system based on values as opposed to rules  https://lapa.princeton.edu/people/harold-james

A discussão da crise da Eurozone está cheia de hipocrisia, postura, engano e ameaças. Os credores aproveitam para dar sermões sobre o cumprimento de "as regras".

A sério ? E quais as regras é que devíamos cumprir?
As "regras" são assim tão importantes que se devem  seguir cegamente sem nenhuma preocupação com as conseqüências?


  • Vamos seguir as regras de Basileia I e II  que permitiram que os bancos credores atingissem alavancagem de 60X ao fazer empréstimos subprime para devedores já então considerados corruptos e mal administrados? Se os credores são agora tão inteligentes, por que fizeram tantos empréstimos estúpidos, sabotando qualquer esforço local de boa gestão financeira nos países devedores?
  • Ou as regras desequilibradas da União Europeia  que penalizam os países deficitários e devedores, mas que ignoram os efeitos perversos causados pelos superavits  nos países credores?

Podemos nos dar ao luxo de seguir estas "regras" artificiais impostas pelos credores ou devemos respeitar princípios bem  mais fundamentais?

  • Como o princípio da gestão prudente de crédito,  de não emprestar mais do que o mutuário necessita e que   efectivamente  reembolsar?
  • E sobre o princípio de limitar os desequilíbrios externos dentro de uma união monetária uma vez que os pequenos países membros carecem de mecanismos de ajustamento?
  • Para não mencionar o princípio de que os FINS não devem ser confundidos com os meios. 
O EURO  tem se ser visto apenas como um MEIO para a promoção da prosperidade e da convergência na Eurozone, não é um FIM em si.   Este EURO  provou não ser adequado  aos FINS a que se propunha, mas os credores querem manter tudo como está. Para os países mais pequenos, o EURO  pode ser visto até como um cavalo de Tróia.

Agora vê-se o erro gritante do relatório Cecchini de 1992 sobre o Mercado Único que sobrestimou os benefícios: ganhos de crescimento de 5-7% do PIB de, comparado com uma média de apenas 1% na realidade.  Pior, não se identificaram nem se precaveram bem os riscos de divergência, da  distribuição desigual desses pequenos ganhos.

Seria bom recordar o que levou a Dinamarca a votar par ficar   fora do Euro.  Que riscos  é que aquele  pequeno país inteligente sentiu  que nenhum dos outros países pequenos previu?

Mariana Abrantes de Sousa 
PPP Lusofonia