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quarta-feira, dezembro 17, 2014

Projecto hidrológico no Limpopo, Moçambique

OPPORTUNITY: CDKN Invitation to Tender: TAAF-0048a Building Climate Resilience in the Limpopo Basin, Mozambique

The deadline for submitting proposals is 12pm UK time on the 19th December 2014.
CDKN is seeking to contract a supplier to support the Government of Mozambique with the design and development of a large-scale water infrastructure project in the Limpopo Basin that would provide a significant long-term response to the challenges posed by climate change and hydrological variability.
The planning, financing and construction of large-scale water infrastructure requires addressing several social, environmental, technical, economic and climate change challenges through a comprehensive set of pre-feasibility, feasibility studies and assessments.
The selected supplier will provide, in particular, technical assistance to ensure that climate resilience is integrated across all stages of project development. By climate-proofing the selected water infrastructure project, the supplier will not only contribute to the sustainability of the project and the well-being and livelihoods of vulnerable communities in the Limpopo Basin, but also provide the necessary analysis to help ARA-Sul leverage investment for construction and implementation, including access to climate finance.
CDKN’s support and contribution to the overall delivery of the Limpopo Basin project will complement other sources of funding from the Africa Water Facility, the Fund for African Private Sector Assistance and the Government of Mozambique.
Please contact mark.h.gaston@uk.pwc.com (copying in cdknetwork.procurement@uk.pwc.com) to receive the tender documents.
Fonte: http://cdkn.org/2014/11/building-climate-resilience-in-the-limpopo-basin-mozambique/?loclang=en_gb

segunda-feira, dezembro 15, 2014

INA concurso

Parceria para o Desenvolvimento

 banner site concurso RS2015

InícioPrémioRegulamentoJúri e AtasCandidate-se aqui

Enquadramento
Considerando que a Direção-Geral da Qualificação dos Trabalhadores em Funções Públicas (INA):
• Como entidade de formação profissional, contribui há 35 anos para o desenvolvimento da Administração Pública (AP), através da qualificação dos seus trabalhadores e dirigentes;
• Tem uma responsabilidade acrescida junto da sociedade civil, decorrente do impacto da sua missão de âmbito transversal na AP;
• Tem capacidade para contribuir para a formação e desenvolvimento de instituições, disponibilizando conhecimento técnico em diferentes áreas essenciais na gestão de projetos;
promove-se a realização do Concurso Parceria para o Desenvolvimento.
Esta iniciativa encontra-se inserida no âmbito de uma Política de Responsabilidade Social a desenvolver em 2015.
Objetivo
O Concurso “Parceria para o Desenvolvimento”, promovido pelo INA, tem por objetivo apoiar, através de formação profissional, instituições de solidariedade social que desenvolvam projetos e ações continuadas de intervenção social, designadamente de capacitação de pessoas, para a integração na vida ativa.

Destinatários
São elegíveis para esta atividade instituições de solidariedade social que desenvolvam projetos de apoio à comunidade e à integração na vida ativa no território nacional.

Para avaliar o mérito das entidades serão utilizados critérios como a relevância e objetivos da instituição, as populações-alvo e o carater inovador da sua missão.

Candidatura
A candidatura é efetuada mediante o preenchimento online da ficha de candidatura e submissão do formulário, com correta e integral indicação de todos os elementos solicitados.

Serão admitidas candidaturas apresentadas até às 23h:59 do dia 25 de fevereiro de 2015.


Parceiros:
logos

Esclarecimentos - Divisão de Comunicação e Relações Públicas: dcrp@ina.pt | T. 214 465 365

Aceda às Peças de Comunicação e ajude-nos a divulgar! 

quinta-feira, dezembro 04, 2014

Piketty, Acemoglu and how to avoid the next economic crisis in Portugal

Lutando para superar um legado de subdesenvolvimento, Portugal tem sofrido repetidas crises financeiras,a  de 1890,  a de 1970 e 1980, e a de 2010 em diante, que parece interminável. 


Em primeiro lugar, temos de procurar a verdade e olhar para autores como Piketty (Capital no Século XXI ,  e  Acemoglu (Por que  falham as Países)

  • Para entender as origens das crises financeiras atuais e passadoas, e
  • Para criar soluções que possam  evitar problemas semelhantes no futuro

Para isto,  temos de ter a coragem e a vontade política de realizar ações coletivas essenciais e suficentes para implementar as mudanças necessárias na governação econômica em todos os níveis.

Se não o fizermos, estaremos condenados a repetir os erros históricos e a voltar a sofrer as mesmas consequências

Piketty, Acemoglu and how to break the pattern of economic crisis in Portugal
Mariana Abrantes de Sousa
PPP Lusofonia
PWN Lisbon Annual Conference
20-Nov-2014
Ver a apresentação em  http://www.slideshare.net/marianaabrantes169/abrantes-2014-piketty-acemoglu-and-portugals-financial-crisis-v3f 
. 

Natal Nacional é Bom - Haverá bacalhau no Tejo ?

Recordando  que dar um presente nacional dá-se duas vezes:  um vez a quem recebe,  outra vez a quem produz, eis algumas respostas ao desafio de um Natal mais nacional.   

Parece que o grande dilema é o nosso fiel amigo que ganhou a cidadania portuguesa por mérito, sem necessitar de um  visto dourado - o BACALHAU.  

Se ao menos a salga e secagem ainda continuassem a ser feitas em Portugal, teria um pouco de VAB valor acrescentado nacional.  

Eis uma sugestão muito completa:   

Respondendo ao apelo para uma festa de Natal tradicional E nacional - esperemos que, em nome da tradição e dos verdadeiros produtos portugueses, se esqueçam as dietas .....

Entradas:
Mais típico que um bom queijinho da Serra ou de Azeitão + um chouriço de carne ou paio Beirão ou Alentejano em finas rodelas,  com pão alentejano ou de Mafra cortado em pequenos pedaços, é difícil ....
Temos também (mais light) um bom requeijão de Seia com doce de abobora com nozes ou mel e nozes servido com tostinhas.
  
Jantar:
Os pratos tradicionais portugueses para o Natal recaem em 4 ingredientes base:
- Bacalhau - tradicional mas, infelizmente, importado
- Polvo
- Cabrito
- e também temos o Perú, como uso importado das Américas mas de produção nacional

Existe ainda a possibilidade de um Lombo de Porco recheado com Ameixas ou Peito de Peru recheado

Eu recomendaria um Peito de Peru recheado com farinheira e espinafres, acompanhado de um arroz solto de legumes e esparregado ou salada

Sobremesas:
- Bolo Rei  ! 
- Os fritos tradicionais: filhós, sonhos, rabanadas, coscorões, azevias
- As broinhas de espécie e castelar
- arroz doce ou leite creme
- Bolos: Tronco de Natal e castanhas, Tarte de Amendoa, Torta de Laranja, Torta de Ovos
- e não poderiam faltar os doces conventuais .....

Bebidas:
Vinho branco/tinto - seja de onde for porque se há coisa que temos bom e reconhecido neste país são os nossos vinhos. Preferência: 1º Douro - 2º Alentejo

Aperitivos/Digestivos: Moscatel Setúbal / Favaios / Vinho do Porto

Mais sugestões:
- pasteis de bacalhau - incontornáveis; bem sei que o bacalhau não é pescado no Tejo, mas bom...
- algo com batata doce, uma descoberta recente que ainda por cima é boa do ponto de vista da nutrição; funciona desde o mais simples, fritas em rodelas grossas, até ao mais trabalhodos como broas castelares.
- as couves são óptimas, salteadas, com manteigas de sabores (ou de ervas ou picante, com malagueta, anchovas e alho); alternativa fria: coleslaw.
- pão de rala - ovos (muitos) amêndoa e açúcar 

Já pensaram quanto do vosso Natal é importado? 

PPP Marrocos, Casablanca, 9-Dezembro-2014

ADEREE, a  Agência Nacional para o Desenvolvimento de Energias Renováveis e Eficiência Energética, em parceria com a UNECE, Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa, a Confederação Geral das Empresas de Marrocos e do Centro Marroquino para Produção Limpa está a organizar uma conferência  sobre o tema "Parcerias Público-Privadas (PPP): ferramenta de desenvolvimento sustentável",  9 de dezembro de 2014   em Casablanca.

Esta conferência irá lançar luz sobre um modelo de financiamento que, hoje, é uma ferramenta ideal para a realização dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, que visam promover a modernização da infra-estrutura e melhoria dos serviços públicos, especialmente nos países desenvolvidos do que nos países em desenvolvimento .abaixe as janelas

ADEREE e UNECE  tencionam consolidar a sua cooperação durante esta conferência, o lançamento do Centro de Excelência em PPP desenvolvimento de energia sustentável. Estabelecido para explorar as iniciativas realizadas em parcerias público-privadas, e divulgar informações sobre as melhores práticas identificadas na área, o centro vai ser alojado em ADEREE  na sequência de um pedido da UNECE.

Fonte:  http://www.aderee.ma/index.php/en/press/actualites-en/512-09-12-aderee-unece-cgem-parlent-ppp,       contact@aderee.ma

domingo, novembro 30, 2014

Défice de governação por trás dos défice orçamental e externo



JUIZ CARLOS ALEXANDRE EVOCA OS TRÊS MOTIVOS PARA PRISÃO PREVENTIVA DE SÓCRATES ETV Conselho Consultivo de 26-Nov-2014 com a análise de Mariana Abrantes de Sousa, economista, Jorge Ribeirinho Machado, professor da AESE, e Hélder de Oliveira, Ordem dos Economistas, num programa conduzido por Marta Rangel. Mariana Abrantes de Sousa - Temos que saber a verdade sobre como chegámos ao buraco em que estamos, 410 mil milhões de Divida Externa Bruta, que dificilmente conseguiremos pagar. Temos um grave défice de governação, subjacente ao défice orçamental e ao défice externo.

Subprime à moda suiça

Milhares de famílias da Europa central, especialmente da Hungria e Polónia estão em risco de bancarrota pois não podem reembolsar créditos à habitação em francos suíços que prometiam ser baratos e revelaram ser muitíssimo caros.

Os bancos internacionais responsáveis querem evitar assumir as perdas deste "empréstimos subprime à moda suiça".  Mas fazer empréstimos em moeda estrangeira para as famílias sem rendimentos  nessa moeda pode ser visto como uma pratica predadora e um abuso de poder e de informação assimétrica, uma vez que os bancos internacionais poderiam ser responsabilizados pela avaliação e cobertura do risco cambial do negócio, e escolheram passar o risco cambial para os clientes incautos.

Quem faz crédito subprime, abusivo, deve estar preparado para sofrer as perdas.

Outro bom exemplo de  má regulamentação e supervisão bancária, isto  é  de falha de regulação.

Ou um exemplo de quando o barato sai caro.
VER mais sobre a Hungria hipotecada em http://pt.euronews.com/2014/07/04/hungria-hipotecada/
e artigo no Economist http://www.economist.com/comment/2584688#comment-2584688 

Clustering of exporters seems to improve their survival

O recent paper by Olivier Cadot et al seeks to identify the KSF key success factors in exporting, how some exporters grow their exports quickly to one or more markets. They conclude  that  "clustering of exporters seems to improve their survival".  
Read more in 
Source:  http://www.theigc.org/wp-content/uploads/2014/09/Cadot-Et-Al-2014-Working-Paper.pdf  ou http://www.novasbe.unl.pt/images/novasbe/files/Research_Papers/olivier_cadot.pdf

A união faz a força ... também nas exportações 
Um estudo recente apresentado na Universidade Nova de Lisboa conclui que um  cluster de exportadores ajuda todos a exportarem mais. 

sábado, novembro 29, 2014

UNESCO reconhece Capoeira e Cante Alentejano como património da humanidade


Capoeira, manifestação cultural afro-brasileira que mistura artes marciais, dança e música, entrou nesta quarta-feira para a lista de Património Cultural Imaterial da Humanidade, após aprovação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
A manifestação cultural "tem raízes africanas que devem ser cada vez mais valorizadas por nós. Agora, é um património a ser conhecido e praticado em todo o mundo", destacou a ministra interina da Cultura do Brasil, Ana Cristina Wanzeler, que acompanhou a votação.

http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/unesco-reconheceu-capoeira-como-patrimonio-cultural-imaterial-da-humanidade-1677559
O cante do Alentejo já é património mundial e UNESCO chamou-lhe "exemplar"

 27/11/2014 - 10:17

O cante do Alentejo já é património mundial e UNESCO chamou-lhe "exemplar"


terça-feira, novembro 25, 2014

Os países não são todos iguais

No fim de semana em que os jornais saíram com edições especiais e títulos garrafais sobre a detenção do ex-primeiro ministro, sobre  a detenção de responsáveis pela emissão de vistos dourados, sobre as  fracas explicações do colapso da PT e do BES, sobre as condenações no caso BPN...

... o blog PPP Lusofonia tinha,  para não variar,  um pequeno artigo sobre a DIVIDA EXTERNA BRUTA de 410 biliões de Euros a Setembro 2014, 240% do PIB, um número de nos fazer cair da cadeira.   (ver  http://ppplusofonia.blogspot.pt/2014/11/ged-ttip-and-supplier-diversity-in.html)

Se há alguma notícia que merece títulos garrafais, é  a DIVIDA EXTERNA BRUTA, o horror  por trás de todas as outras histórias.  Pois é a divida que os nossos netos e bisnetos estarão ainda a pagar quando já ninguém se recordar de quem cortou as fitas e de quem assinou os contratos da nossa desgraça.   

Não há prosperidade com endividamento excessivo, há apenas bancarrotas sucessivas, três em Portugal desde 1890. Se queremos que a bancarrota de 2010 seja a primeira e última do século XXI, temos que enveredar por uma gestão financeira muito mais prudente, com tolerância zero para com a corrupção, e temos que manter viva a memória da crise como VACINA  contra novos abusos e governação  imprudente. 

É pelo prisma da bancarrota, bem visível por trás da ilusão e negação colectiva de devedores e credores, que este nosso povo de brandos costumes,  deve olhar de frente as verdades que agora vêm ao de cima,  por muito asquerosas que sejam. Mais do que AGUENTAR, temos que superar os erros da nossa história. 
  • Para onde foi TODO o dinheiro que dizem que devemos?  
  • Para além dos políticos corruptos e devedores imprudentes, onde está a co-responsabilidade dos credores externos igualmente irresponsáveis?
  • De que forma é que estes eventos tóxicos podem servir para transformar a crise numa oportunidade para dar um salto qualitativo na governação de Portugal ? 
  • Houve imprevisibilidades, negligência ou apenas corrupção mascarada de incompetência,  “erros” fraudulentos e intencionais destinados a passar a factura ao contribuinte incauto ?  

Os países, como os políticos, não são todos iguais.  
Alguns países são bastante mais pobres que outros, geração trás geração. 
Se continuarmos com a mesma governação, se não conseguirmos mudar, bem podemos preparar os netos e bisnetos para para segunda e a terceira bancarrota do século XXI. 

Já dizia Acemoglu (Why Nations Fail, 2012):  Os países POBRES são POBRES porque quem os governa escolhe opções que criam pobreza, frequentemente de propósito.  

Já dizia Piketty (Capital in the XXI Century 2013): O aumento em desigualdade de rendimentos e riqueza nos últimos 200 anos deriva sobretudo da crescente desigualdade entre países ricos (credores) e países pobres (devedores).     


Já dizia o povo:  Quem não tem dinheiro não tem vícios, mas quem tem crédito a mais tem os vícios todos.  

Mariana Abrantes de Sousa 
PPP Lusofonia 

domingo, novembro 23, 2014

GED, TTIP and Supplier Diversity in Europe

Portugal's Gross External Debt keeps rising by leaps and bounds, to EUR 410 billion as of Sept 2014 (vesus EUR 370 billion at the end of 2009) .   As  credit analysts, we must  focus on Gross Liabilities which are set in concrete since Gross Assets are more ephemeral and  have a tendency to disappear or fall sharply in value in a crisis.
Portuguese companies" borrowing to invest" in the US would be another  foolish mistake of the type that brought  Portugal Telecom  to its knees. 

 Portugal and its creditors seem to be  suffering from a bad case of  "collective denial" .  Thinking that Portugal could ever began repaying  this debt, which serves only the original "foolish creditors who lent to much",  the European version of the subprime bubble.   

Of particularly concerne is  Portugal's  Current Account Balance turning  negative again.
We have few options:   we either export goods, we  export services    or ..... we export people.  
If we  can't export more and import less, the interest on our  huge external debt will have to be paid in kind:   bottles of wine and hotel vouchers.   

This brings us to another and more optimistic suggestion:  Supplier Diversity in Europe. 

Supplier Diversity:  All Portuguese exporters are "disadvantaged" by their size and their lack of access to credit, technology, etc, but the big European clients and creditors could care less.  Or rather, they quite like having one less miniscule competitor.  

One valuable contribution of the TTIP negotiations would be to bring Supplier Diversity concepts to Europe, to give a boost to the severely disadvantaged   suppliers from  the highly indebted Eurozone countries.   It is encouraging to learn that TTIP promises to boost Portugal GDP, but we must recall that similar promises of benefits failed us in the past, so we should review the assumptions carefully.  

Otherwise, Portugal and the other smaller countries may not  benefit from TTIP if  most  of the gains from trade accrue to the bigger suppliers and trading partners.   

We must avoid the repeat of the negative consequencees of the  Single Market and the Single Currency which have given "free trade" a bad name,  as the weaker partners have become hightly indebted and empoverished.  


Mariana ABRANTES de Sousa 
PPP Lusofonia 

SEE
Gross External Debt   https://www.bportugal.pt/pt-PT/Estatisticas/IndicadoresEstatisticosPadronizadosSDDS/sddspaginas/Paginas/extdebt.htm    

TTIP and Portugal http://www.flad.pt/wp-content/uploads/2014/09/201407-ttip-impact-portugal.pdf

Supplier Diversity  http://ppplusofonia.blogspot.pt/2014/10/diversificar-fornecedores-favorece.html

Testing the limits of divergence http://ppplusofonia.blogspot.pt/2011/12/eurozone-crisis-tests-limits-of.html

Erros da Troika   http://ppplusofonia.blogspot.pt/2014/08/portugal-erros-com-troika.html

segunda-feira, novembro 17, 2014

Pequenos agricultores crescem em Moçambique

Ver video sobre pequenos agricultores  em Moçambique
A Empresa de Comercialização Agrícola (ECA) é uma empresa agro-alimentar, que trabalha com cerca de 5 mil pequenos produtores sendo o elo de ligação entre estes e o mercado. A empresa fornece aos agricultores insumos (sementes, fertilizantes, etc.) a crédito e garante apoio nos serviços de extensão por forma a possibilitar-lhes melhores colheitas de milho, amendoim e soja.



http://www.enterprisefordevelopment.org/2014/06/23/efd-funds-a-video-about-eca-mozambique/

quinta-feira, novembro 13, 2014

Project Finance more dependent on Government support

Here is the link to the World Bank webinar on project finance trends in 2014. It shows increasing recourse to  Government support for project financing which creates direct and contingent liabilities for the Government concedent. 


Date: November 11, 2014




This webinar will discuss the current state of project finance markets globally in the context of public-private partnership projects, specifically in Asia, Europe and Africa, focusing on market characteristics and project structure. It will also discuss whether governments can change market dynamics substantially through policy initiatives, including key reasons why project finance has not taken off to any significant extent in large PPP markets (for example in India) where there is still significant recourse to the corporate sponsor. In addition, it will briefly look at the potential presented by emerging PPP markets in Africa. 

INA forma em Cooperação para o Desenvolvimento 2014

Diploma de Especialização em Cooperação para o Desenvolvimento (DECODE) 2015

DECODE2015 1
O Diploma de Especialização em Cooperação para o Desenvolvimento (DECODE) é um curso de formação profissional, com equilíbrio entre o saber e o saber fazer, que tem como objetivo geral conferir aos seus participantes uma qualificação que lhes assegure uma visão holísta em matéria de Cooperação para o Desenvolvimento, bem como capacitá-los com os instrumentos operacionais destinados à promoção das ações das instituições, organizações não-governamentais, fundações e empresas que intervêm, ou venham a intervir, nas áreas da cooperação internacional, independentemente da área específica da sua atuação.
O INA já formou cerca de 500 profissionais na área da Cooperação para o Desenvolvimento, dos quais 134 concluíram o DECODE.
O DECODE tem a duração de 120h presenciais (com suporte de uma plataforma e-learning).
Ver mais em    www.ina.pt   e o video   
Contactos   ina@ina.pt 

sexta-feira, novembro 07, 2014

Engenharia do Técnico de Lisboa entre os melhores do mundo

Muitos Parabéns !  

IST - o Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa   foi considerado uma das melhores Escolas de engenharia de mundo de acordo com o Best Global Universities Rankings (BGUR), divulgado a 28 de outubro de 2014.
O BGUR, supervisionado pela Thomson Reuters e divulgado pela U.S.&World Report News, disponibiliza uma lista com as 500 melhores universidades de 49 países, tendo por base dez indicadores de desempenho que avaliam a investigação e a reputação a nível regional e global.
Nesta 1.ª edição do BGUR, a ULisboa é a melhor universidade portuguesa, colocada em 265.º lugar, sendo a 113.ª europeia, destacando-se neste  ranking a área de  Engenharia que coloca o Técnico na lista das 15 melhores Escolas de engenharia europeias
http://tecnico.ulisboa.pt/pt/noticias/2014/11/Tecnico_na_lista_das_melhores_Escolas_de_engenharia_do_mundo_