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quarta-feira, fevereiro 18, 2026

Bolsas - Arqueologia em Portugal

 Património Cultural, I.P.

👉 𝐀𝐛𝐞𝐫𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐜𝐚𝐧𝐝𝐢𝐝𝐚𝐭𝐮𝐫𝐚𝐬 à 𝐁𝐨𝐥𝐬𝐚 𝐃𝐀𝐈 𝟐𝟎𝟐𝟔 - Arqueologia em Portugal
Estão abertas as candidaturas à Bolsa de Investigação do Instituto Arqueológico Alemão para o ano de 2026.
No âmbito dos acordos de colaboração entre o Instituto Arqueológico Alemão (IAA) e o Património Cultural, Instituto Público (PC, IP), foi instituída a 
Bolsa Portugal do Instituto Arqueológico Alemão.
Esta bolsa destina-se a projetos relacionados exclusivamente com Portugal, nas áreas de Arqueologia Pré e Proto-Histórica, Arqueologia Clássica,
 História Antiga e Arqueologia Medieval.
Este ano serão atribuídas duas bolsas de estudo no departamento de Madrid.
As candidaturas, impreterivelmente entregues até 06.04.26, deverão ser submetidas, nos termos do regulamento, através do endereço eletrónico bolsadai@patrimoniocultural.gov.pt.
𝐒𝐀𝐁𝐄𝐑 𝐌𝐀𝐈𝐒 👉 https://lnkd.in/eysmkhWR
@dai_madrid_1954
#patrimonioculturalip #patrimoniocultural #arqueologia #daimadrid #sempassadonãoháfuturo

terça-feira, dezembro 29, 2015

Educação e o passado e o futuro da Lusofonia

É bom que os historiadores olhem para trás, entre as brumas da memória, e nos ajudem a compreender a história da Lusofonia.  

As declarações do ex-Presidente Lula da Silva, sobre o atraso relativo do Brasil colonial em relação às colónias espanholas, merece toda a atenção.  Segundo um artigo recente do historiador Diogo Ramada Curto no Público, Portugal procurou educar as elites brasileiras em Portugal em vez de criar universidades nas colónias como fez Espanha.  

        "A boa notícia é que Portugal tem feito enormes progressos na melhoria da alfabetização nas últimas décadas. 

        Em relação ao que se passou em tempos anteriores a 1822, quanto à não existência de ensino universitário no Brasil colonial, importaria voltar às análises de Sérgio Buarque de Holanda. De facto, em Raízes do Brasil (1936), o maior historiador brasileiro do século XX considerou que a cultura brasileira anterior ao século XVIII tinha sido determinada por políticas que proibiram a instalação de tipografias e a criação de universidades, ao contrário do sucedido na América Espanhola, nomeadamente no México e Peru. Assim, o mercado do livro e a frequência dos mais altos níveis de ensino fizeram com que a colónia ficasse submetida à metrópole."

Mas os economistas olham mais para a frente, procurando ajudar a construir um futuro melhor.  


A realidade é que em termos de literacia Portugal continua bem abaixo da média europeia e de outros países de tamanho similar e nível de desenvolvimento, de modo que o investimento em educação  continua a ser prioritário.O mesmo se pode verificar nos outros países lusófonos.  

Este blog PPP Lusofonia tem procurado promover esta importante discussão para focar o que precisamos de fazer para ultrapassar o  atraso relativo da educação em cada um dos países lusófono em comparação aos seus países vizinhos.  

O passado, passado está, podemos compreender mas não o podemos negar.  Mas o futuro pertence a quem o souberconstruir,  investindo fortemente na educação dos povos lusófonos, aluno a aluno, aula a aula.  

Mariana Abrantes de Sousa 
PPP Lusofonia 

Diogo Ramada Curto no Público, Legado colonial de Portugal no Brasil http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/o-legado-colonial-de-portugal-no-brasil-entre-a-culpa-e-a-redencao-1718464

A iliteracia da Lusofonia http://ppplusofonia.blogspot.pt/2009/05/improving-literacy-must.html

segunda-feira, junho 09, 2014

Oldest Ally helps to understand XX Century Portugal

Um livro publicado em 1961, poucos meses após o sequestro do navio Santa Maria por Henrique Galvão, ajudou a entender o Portugal do século XX, a partir da perspectiva de sua antiga aliança política e comercial com a Inglaterra. 

Este livro "O Aliado mais Antigo, um retrato do Portugal de Salazar, foi uma revelação para uma jovem estudante universitária   circa 1970, procurando entender porque é Portugal era muito mais pobre do que o norte da Califórnia, apesar de o mesmo clima ameno. Ao reler o livro, recorda-se que a divergência entre parceiros comerciais, ditos aliados, não é uma novidade do século XXI e da era do Euro. Já vem dantes. 
A procura continua... 

Title:  Oldest Ally, a Portrait of Salazar's Portugal 
Authors:  Peter Fryer and  Patricia McGowan Pinheiro 
Published by:  Dobson Books Ltd, London, 1961 
See bio of Peter Fryer,  http://scissors-and-paste.net/peter_fryer.html 

 A book published in 1961, a few months after the highjacking of the ship Santa Maria by Henrique Galvão, helped to understand Portugal in the XX century, from the perspective of its oldest political and commercial alliance with England. 
This book was an important  revelation to a young college student at circa 1970, struggling to understand why Portugal was so much poorer than northern California, despite the same lovely weather. 
Still tying...
See also the article The Oldest Ally: Britain and the Portuguese Connection, 1919-1933, which says  calls attention to divergence among trading partners in previous eras. ... "as senior partner in the Anglo-Portuguese alliance for most of its history British governments had consistently interpreted their commitments to Portugal in terms of their own interests, notably strategic and economic ones, and had reserved their position when called on to render assistance to their oldest ally...".

VER http://www.mod-langs.ox.ac.uk/files/windsor/8_stone.pdf, e 
Glyn Stone, No Way to Treat an Ancient Ally,  http://eprints.uwe.ac.uk/11755/2/Anglo-PortugueseRelations1920s.pdf

This important book seems to have been translated into several languages, but not into Portuguese 
21. Oldest Ally. A portrait of Salazar's Portugal. By Peter Fryer and Patricia McGowan Pinheiro.London: Dennis Dobson, 1961. 8vo. pp. 280. Plates. BL: 10196.tt.10.
22. Oldest Ally. A portrait of Salazar's Portugal. By Peter Fryer and Patricia McGowan Pinheiro.Westport, Conn.: Greenwood Press, 1981. 8vo. pp. 280. Plates. Library of Congress: DP680 .F7 1981.
23. [Oldest Ally.] El Portugal de Salazar. [With additional material.] By Peter Fryer and Patricia McGowan Pinheiro. Translated by Ernesto Mendoza. Paris [Swiss printed]: Ruedo ibérico, 1962. 8vo. pp. xiv+201. Plates. Bibliothèque Nationale: 8- G- 17096 (1); BL: 08042.cc.46.
24. [Oldest Ally.] Le Portugal de Salazar. By Peter Fryer and Patricia McGowan Pinheiro. Paris: Ruedo ibérico, [1963]. 8vo. pp. xiv+203. Plates. BL: 10494.b.18.
25. [Oldest Ally.] Salazarovo Portugalsko. By Peter Fryer and Patricia McGowan Pinheirová. Translated by Zdenek Hampl and Sylva Pavlíková. Prague: Nakladatelství politické literatury, 1965. 8vo. pp. 271+[2]. Plates. BL: X.708/1192.

terça-feira, dezembro 03, 2013

Angolanos na Diaspora circa 1619

Jamestown, a primeira colónia inglesa na América, recebeu os primeiros africanos em 1619.
Em Abril daquele ano,  dois navios fortemente armados (inglês e holandês)  capturaram  nas Caraíbas um navio mercante português  São João Baptista que transportava angolanos para o Mexico.     Incluídos no saque retirado do navio Português foram cerca de 100 africanos, muitos dos quais foram vendidos aos  comerciantes mais ricos de Jamestown.

O navio português  considerado os africanos capturados em Angola como escravos. No entanto, porque a escravidão tinha sido eliminada como qualificação no direito Inglês, os africanos tiveram de ser legalmente classificados como "servos", ou trabalhores vinculados por periodos definidos.
Mais tarde a escravatura generalizou-se nas colónias americanas no sul.
Ver http://www.project2019.com/blkmayflower.htm
http://www.encyclopediavirginia.org/Virginia_s_First_Africans e http://historyisfun.org/pdf/Curriculum-Materials/AngolanConnection.pdf
Malungu - http://www.eclectica.org/v5n3/hashaw.html

segunda-feira, abril 15, 2013

Sefarditas podem recuperar nacionalidade portuguesa


NOVA LEI DA NACIONALIDADE APROVADA POR UNANIMIDADE na AR 


NOVA LEI DA NACIONALIDADE APROVADA POR UNANIMIDADE - DESCENDENTES DE JUDEUS PORTUGUESES PODEM PEDIR NACIONALIDADE PORTUGUESA
Foi na última sexta-feira aprovado por unanimidade na Assembleia da República o Projecto de Lei nº 373 que altera a Lei da Nacionalidade e que permitirá aos descendentes de judeus sefarditas portugueses, outrora obrigados a abandonar Portugal, pedir a nacionalidade portuguesa.

O projecto foi apresentado pela Deputada Maria de Belém Roseira ( Presidente do Partido Socialista ) o que só reforça o significado dado à iniciativa.

Portugal faz assim justiça legal, moral e ética ao Decreto de D. Manuel I, que a partir de Dezembro de 1496 permitiu a expulsão e a perseguição de cidadãos portugueses.
Depois de 500 anos e após o pedido de desculpas formal feito em 1989 ( Castelo de Vide ) pelo então Presidente da República Mário Soares encerra-se um processo legal que tantas consequências negativas trouxe ao país.

O Projecto contou  com a discussão global em plenário no dia 11 de Abril e aprovação no mesmo no dia 12, data que ficará registada na História de Portugal.

Destaca-se também a intervenção no plenário, do Deputado José Ribeiro e Castro ( CDS/PP) bem como o parecer técnico do Deputado Paulo Simões Ribeiro ( PSD ) e o da Comissão de Assuntos Constituições, Direitos, Liberdades e Garantias, presidida por Fernando Negrão ( PSD ).

A Rede de Judiarias de Portugal agradece igualmente a todos os parlamentares que, de todos os partidos, votaram com a unanimidade referida, esta decisão histórica. Agradece também a presença simbólica no debate do dia 11 do Sr. Embaixador de Espanha em Lisboa, D. Eduardo Junco.

Anexa-se a intervenção em vídeo da Deputada Maria de Belém Roseira em: http://youtu.be/ecvxQLnLXZg

A DIRECÇÃO DA REDE DE JUDIARIAS DE PORTUGAL


quarta-feira, setembro 19, 2012

Aqueduto das Águas Livres pago pelo Povo de Lisboa

O Aqueduto das Águas Livres é a maior ponte de pedra do mundo, ostenta o maior arco em ogiva do mundo ( está no Guiness por tal razão)  guarda um conhecimento, saber, únicos, uma obra hidráulica notável, o único monumento câmara escura jamais construído (permite o reflexo da paisagem exterior, um jogo de cor, luz, sombra, aromas que toca o sagrado e que jamais nos separa do Todo) , um sistema de distribuição de água duplo de 58 km de comprimento, descida gravítica, em média 3mm em cada metro, que os Portugueses deixam á humanidade.

Foi o único monumento que ficou incólume durante o Terramoto de 1755, dominante  numa Lisboa destruída  tornou-se o símbolo do futuro dos Portugueses porque a nova cidade seria construída com o mesmo conhecimento e saber. Foi inteiramente pago pelo Povo de Lisboa através do imposto Real da Água
  •  Pelo facto de a construção do Aqueduto das Águas Livres ter sido paga com o dinheiro do povo, D. João V mandou colocar no Arco da Rua das Amoreiras uma placa que dizia em Latim:

      No ano de 1748, reinando o piedoso, feliz e magnânimo Rei João V, o Senado e povo de Lisboa, à custa do mesmo povo e com grande satisfação dele, introduziu na cidade as Águas Livres desejadas por espaço de dois séculos, e isto por meio de aturado trabalho de vinte anos a arrasar e perfurar outeiros na extensão de nove mil passos.
  • Quem conta esta história é o Professor José Hermano Saraiva no livro «História Concisa de Portugal».
    Conta também que esta inscrição, actualmente já não existe. E porquê?
  • Porque anos mais tarde, o Marquês de Pombal a mandou substituir por outra que não dissesse que tinha sido o povo a pagar a obra.
    A inscrição que se lê agora no Arco da Rua das Amoreiras diz:

      Regulando D. João V, o melhor dos reis, o bem público de Portugal, foram introduzidas na cidade, por aquedutos solidíssimos que hão-de durar eternamente, e que formam um giro de nove mil passos, águas salubérrimas, fazendo-se esta obra com tolerável despesa pública e sincero aplauso de todos.
Fonte:  http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Portugal&ID=1689

Aproveite para conhecer numa visita guiada especial da EPAL a 25-Setembro-2012

terça-feira, janeiro 17, 2012

quarta-feira, abril 14, 2010

Bolsa de doutoramento em estudos lusófonos (cultura e história) no Reino Unido

Espirito Santo PhD studentship in Portuguese and Lusophone African Studies, 2010-2013.

The Department of Portuguese & Brazilian Studies ar King’s College is delighted to announce it is offering a fully-funded PhD studentship for 2010-2013. Applicants are invited to apply for this PhD studentship in any field of the Culture, Literature and History of Portugal or/and the Lusophone African World. The award is for GBP 45,000 over three years, including College fees and student grants. The deadline for receipt of completed applications has been extended to 12 May 2010.

For further information and to apply, please visit our website: http://www.kcl.ac.uk/schools/humanities/depts/pbs/prospective/grad/funding/department.html

Department of Portuguese and Brazilian Studies
Room S 8.05, Strand Building
King's College London
Strand, London WC2R 2LS
T: +44 (0)20 7848 1078
amber.burrow-goldhahn....kcl.ac.uk
www.kcl.ac.uk/pbs

domingo, janeiro 31, 2010

O que foi a revolta do 31 de Janeiro?

O que foi a revolta do 31 de Janeiro? - Artes - DN

Entre as datas que marcam a implantação da República, o 31 de Janeiro de 1891 destaca-se. A razão é simples: foi a 31 de Janeiro de 1891 - que se verificou o primeiro movimento de cariz militar para derrubar a monarquia.

As concessões de Portugal ao velho aliado britânico, no que respeita às pretensões de ligar Angola a Moçambique, contrariadas com o Ultimato Inglês em 1890, promovem as circunstâncias para emergir uma revolta do exército perante a "vergonhosa capitulação".

Na madrugada de 31, o Batalhão de Caçadores N.º 9 encaminha-se para o Campo de Santo Ovídio (actual Praça da República). O Regimento de Infantaria também se subleva, tal como uma companhia da Guarda Fiscal, seguindo pela Rua do Almada até à Praça D. Pedro (actual Praça da Liberdade), onde se localiza a Câmara do Porto. É daqui que as tropas revoltosas pretendem, após concentração e convocação de apoio popular, ocupar instalações oficiais e declarar início à nova fase política na História portuguesa.

Durante algum tempo, ouviu-se um dos protagonistas, Alves da Veiga, anunciar o Governo provisório da República e assistiu-se ao hastear da bandeira vermelha e verde. Entre os que lideraram a revolta estão: os militares Amaral Leitão, Rodolfo Malheiro e o tenente Coelho; da cultura, o actor Verdial, João Chagas, Aurélio dos Reis, Santos Cardoso, Sampaio Bruno e Basílio Teles, alguns entre muitos.

O desfecho da revolta é violento. Enquanto o desfile popular se dirige para a Praça da Batalha, onde pretendem tomar os Correios, a Guarda Municipal reage e mata 12 pessoas e fere 40, sob cerrado fogo de artilharia. Conselhos de Guerra julgarão mais de 500 militares e bastantes civis e 200 envolvidos têm condenações de anos.

Com a implantação da República em 1910, esta data passa a fazer parte do calendário das comemorações e a ser nome de muitas ruas. Por isso as comemorações do Centenário da Repúlblica Portuguesa começam hoje.
Fonte: DN

segunda-feira, outubro 19, 2009

Velhos do Restelo Acrescentam Valor

"Please feed the bears", diz o editorial de The Economist de 3-Outubro-2009, reconhecendo que os investidores pessimistas contribuiem para a eficiência da economia, ao contestar as subidas mais exuberantes dos mercados que alimentam os "bulls" e ao apontar os riscos e complicações imprevisíveis.

O artigo recorda também que as autoridades apressam-se a resgatar os investidores mais optimistas quando a bolha rebenta, mas ninguém ajuda os pessimistas. Esta assimetria da actuação dos reguladores promove riscos excessivos e falta de prudência.

Diz o ditado que dos vencidos não reza a história, mas nós continuamos a falar dos "Velhos do Restelo", os pessimistas que não auguravam nada de bom para as armadas dos descobridores Vasco de Gama e Alvares Cabral, quando as naus portuguesas zarpavam rumo ao desconhecido.
De facto, o que nos dizem hoje as melhores práticas de "risk management" é que é importante escutar bem os pessimistas, a fim de identificar os riscos, e de antecipar e precaver o que pode correr mal para tirar melhor proveito do que vier a correr melhor.
A análise e mitigação do risco, baseados nas opiniões divergentes, são essencial à boa gestão.
O excesso de conformismo leva-nos a ignorar riscos, a ser apanhados de surpresa, o que se paga bem caro.

Por isso os Velhos do Restelo continuam a fazer um contributo valioso, passados 600 anos.
Quem avisa, amigo é.
VER alerta da Moody's

sexta-feira, setembro 11, 2009

Cidade Velha como Património Mundial

Cidade Velha, Cabo Verde foi classificada como Património Mundial da Humanidade a 26 de Julho de 2009

A UNESCO decidiu a sua inclusão na lista de Património da Humanidade, respondendo positivamente aos apelos da maioria dos países presentes e ultrapassando resistências do ICOMOS, que pretendia adiar por mais um ano esta deliberação. A favor da candidatura da Cidade Velha estiveram, entre outros, Espanha, Brasil, Kenya, Nigéria, Suécia, Madagáscar, Cuba, Israel, Marrocos, Tunísia, Barbados, Barhein, Egipto, Estados Unidos, Peru, China, Austrália.

A Cidade Velha, a 15 km a oeste da Cidade da Praia, a capital de Cabo Verde, é considerada a primeira cidade construída pelos europeus, neste caso os portugueses, nos trópicos.
A cidade foi construida no século XV para servir de ponto de abastecimento para o comércio marítimo de escravos entre a Europa, África e a América.

Assomada premiada na Gala Mais Portugal Cabo Verde
Fonte: IGESPAR

sexta-feira, junho 19, 2009

Governar com um olho na economia e outro nas sondagens


A situação de crise exige medidas corajosas e políticas concertadas.

É inutil tentar governar com um olho na economia e outro nas sondagens.

sábado, maio 30, 2009

Votar nas Maravilhas Portuguesas no Mundo

A grande História de Portugal ainda hoje se pode ver além frontreiras, nos lugares onde os portugueses marcaram a sua presença. Os portugueses foram os protagonistas na primeira grande odisseia global dos Descobrimentos e do encontro de culturas.
Portugal é o país do mundo cujos monumentos estão mais dispersos em termos geográficos. Para recordarmos, reconhecermos e apreciarmos esta vertente mundial da história portuguesa, vamos saber mais sobre os 27 monumentos de origem portuguesa que são classificados como Património Mundial, participando e votando no concurso para seleccionar as 7 Maravilhas Portuguesas no Mundo,
http://www.7maravilhas.sapo.pt/
...
Alguns dos monumentos a concurso são:
- Cidadela de Fasil Ghebi, Etiópia
- Ilha de James, Gâmbia

-Fortes e Castelos, Accra, Gana
- Mazagão (El Jadica), Marrocos
- Ilha de Moçambique
-Iha de Goreia, Senegal
- Ruínas de Kilwa de Songo Mnara, Tanzânia
- Missões Jesuitas dos Guarani, Brasil e Argentina
- Centros históricos de Salvador, S. Luis, Diamantina, Góias, Olinda, Ouro Preto, Brasil
- Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas, Brasil
- Missões Jesuítas de Trinidad do Paraná Jesus de Tavaranque no Paraguai
- Bairro histórico da Colónia do Sacramento, Uruguai
- Sítio arqueológico de Qal'at al-Bahrain, Bahrain
- Centro histórico de Macau
- Igrejas e conventos, Gôa, India
- Cidade velha de Galle, Sri Lanka
- Cidade Velha de Santiago, Cabo Verde


VER http://www.7maravilhas.sapo.pt/
e Blog de Viagens às Maravilhas Portuguesas no Mundo