Tradutor

domingo, novembro 14, 2021

Os contributos da Ordem dos Economistas ao crescimento sustentável da economia portuguesa

Os contributos da Ordem dos Economistas para o crescimento sustentável da economia portuguesa 
Campanha de Pedro Reis, candidato da Lista A a Bastonário da Ordem os Economistas
Renovar na Continuidade 
1. Renovar e abrir a Ordem a novos membros e novas parcerias 
2. Dinamizar o trabalho interno da Ordem e parcerias, observatórios 
3. Afirmar a posição externa da Ordem de forma isenta sobre temas prioritários das agendas macro e micro da economia, como a competitividade, o crescimento, a equidade, a sustentabilidade, etc. 
4. Promover a discussão de novas questões e soluções 
5. Apoiar, defender e acrescentar valor ao desenvolvimento professional dos membros da Ordem 
Mariana Abrantes de Sousa, 
Lista A para a Mesa da Assembleia da DRCA Direção Regional Centro e Alentejo 



Foto de grupo da Lista A liderada por Pedro Reis, ex-presidente do AICEP


sábado, novembro 13, 2021

EU Tax Tricks - Concorrência fiscal abusiva castiga muitos para favorecer alguns

Este artigo importante  de Der Spiegel detalha praticas fiscais abusivas de alguns países membros, toleradas pelos outros. 

European Tax Havens The EU’s Decades of Tax Trick Tolerance

Many EU member states use low tax rates to attract large corporations, depriving countries like Germany of billions in revenues. A trove of hundreds of classified documents now reveals for the first time how Europe is failing in the fight against harmful tax competition.
VER https://www.spiegel.de/international/europe/the-eu-s-decades-of-tax-trick-tolerance-a-dcfe7b16-04c8-430a-aa9e-53850405ce78?sara_ecid=nl_upd_1jtzCCtmxpVo9GAZr2b4X8GquyeAc9&nlid=bfjpqhxz 

domingo, outubro 10, 2021

Donativos SMART produzem mais impacto

The Economist publicou um artigo interessante sobre as tendências da filantropia americana:

Os doadores parecem  concentrar-se mais na identidade dos beneficiários do que nos resultados e impacto?

https://www.economist.com/united-states/2021/09/04/american-philanthropy-turns-left

O projeto Escolas Rosenwald, apresentado em uma das sessões online da SMF, parece oferecer um modelo para alcançar tanto a equidade na concessão de bolsas tanto como os resultados de aproveitamento desejados: Mais escolaridade para as crianças afro-americanas no Sul dos Estados Unidos na primeira parte do século XX. 

Estes são os donativos ou subsídios SMART

S - Especificos

M - Mensuráveis (measurable)

A- Acordados (agreed

R - Realistas 

T - Limitados no tempo (time-bound

Favor ver: SMF online 2020.10.25 Rosenwald Schools https://youtu.be/rFY7tEo1GpE

Aronson 2011, Impact of Rosenwald Schools on Black Achievement  https://www.jstor.org/stable/10.1086/662962 

Em Portugal tivemos as Escolas Conde Ferreira, mas não se conhece a avaliação de impacto.

Mariana Abrantes de Sousa, Economista

sábado, setembro 04, 2021

A Europa, os vizinhos e a realidade dos fluxos migratorios

 A Europa e os vizinhos

Vejamos a realidade dos fluxos migratórios

PUSH factor> A taxa de natalidade ronda apenas 1,7 filhos por família na Europa e ronda 7 filhos por família nos países da Vizinhança, de Marrocos ao Afeganistão e à Africa do Sul. 

PULL factor> A diferença da prosperidade económica e da oferta de serviços públicos é ainda mais acentuada, mesmo entre os países europeus mais pobres e os países africanos mais ricos.

Combinando estes e outros fatores PUSH e PULL, que empurram os potenciais migrantes da margem sul para a margem norte, o Mediterrâneo transforma-se em autoestrada marítima. Por isso ELES continuarão a arriscar quase tudo para chegarem CÁ ao El Dorado europeu.

Recordemos que também os portugueses  fugiram, a salto, da guerra e da pobreza. Ninguém os conseguiu parar, só mesmo a descolonização é que os obrigou a retornar.

Certo, a diferença cultural entre a Portugal e a França era mínima comparada com a diferença entre o Afeganistão e a Alemanha. Mas todos tiveram que passar por um processo de aculturação e assimilação, quer os migrantes recém chegados, quer os residentes.

A tolerância e a "boa convivência" implicam alguma aculturação, mas principalmente respeito por outras práticas culturais minimente aceitáveis, com algum distanciamento cultural rotineiro de início e posterior integração.

Os migrantes e refugiados geralmente querem  instalar-se nos países mais ricos. Sítios como a Tunísia são pobres demais até para os locais. Veja-se o fluxo depois da Primavera árabe.

Migrantes e refugiados que vêm para países mais pobres como Portugal ou a Grécia acabam por pernoitar apenas o tempo suficiente para retomarem o caminho para a França, Alemanha ou Inglaterra. Muitos migrantes e refugiados nem procuram aprender português. Mas todos os estrangeiros devem ter de adquirir algumas “boas maneiras” cívicas e sociais europeias, tais como não olhar embasbacado ou assediar as mulheres de minissaia.

Os mais problemáticos são geralmente os homens solteiros desempregados entre os 15 e 30 anos que representam um risco em qualquer sociedade (veja se os estudos do Undercover Economist sobre as taxas de criminalidade nas cidades dos EUA).

Ou como D. Umbelina, a minha professora da escola primária, nos mandava escrever 20 vezes "A ociosidade é a mãe de todos os vícios”.

Mas a radicalização de migrantes e refugiados não deverá ser causado apenas do choque cultural de ver mulheres com braços e pernas ao leu na Europa ou de ameaçar aa autoridade patriarcal (visão de sociologia). Bem mais prejudicial para a integração pode ser a exclusão económica de NÃO ter acesso a empregos melhor remunerados (visão de economia ), nem representação politica.

Mariana Abrantes de Sousa, economista

VER por onde passam, mas não param, os refugiados 

https://expresso.pt/internacional/2016-12-23-Dez-paises-acolhem-56-de-todos-os-refugiados.-Nenhum-e-europeu

sábado, agosto 21, 2021

Trade not aid: comprar é melhor que dar, mas alguns só querem vender

Um artigo em The Economist de 31-Julho-2021 recorda as teorias de  crescimento económico baseado na industrialização e no comércio internacional

A transição da economia agrária, para a economia industrial e depois para a economia de serviços parecia a caminho natural para o desenvolvimento económico;  os trabalhadores rurais excedentários tornavam-se mais produtivos nas fábricas exportadoras, e educavam os seus filhos e netos para a economia de serviços passando a importar produtos de outros países de salários mais baixos. 

China Balance of Trade 25 years
Segundo o artigo, a China resistiu a esta tendência de diversificação porque optou por uma politica de auto-suficiencia. A sua economia continua muito mais dependente do sector industrial do que seria de prever de acordo com os seus níveis de rendimento. 

Germany Balance of Trade 25 years 
Mais do que a auto-suficiencia, esta contenção das importações reflete uma cultura de "exportação uber alles" dos países que fazem tudo para defender os seus excedentes comerciais internacionais. 

Crescer por via das exportações era mal visto como um politica comercial predadora de "beggar-thy-neighbor" que passou agora a ser praticada pelos grandes países exportadores  e que parece ter-se tornado aceitável nesta era de divergencias e 
desequilibrios persistentes
no comércio internacional.

Resta recordar que o impacto destas políticas para os pequenos países importadores com economias frageis é bastante mais negativa, para quem a convergência económica por via da industrialização vai ficando cada mais distante.  O empobrecimento persistente instala-se em alguns países em desenvolvimento em Africa e em muitos outros que nunca conseguem  "apanhar o comboio" dos outros.

China ...Germany 
Current Account as Pct GDP
Noutros tempos, a politica de exportar, Exportar, EXPORTAR chamava-se mercantilismo e não era bem vista. 

Neste contexto, para muitos países, a promessa de convergência e a conversa de "inclusive growth" acaba por ser mesmo só... conversa. 

quinta-feira, maio 13, 2021

Portugal's debt Iceberg drowned the economy

 They call it Government Contingent Liabilites now.  https://www.imf.org/external/np/fad/trans/

In 2008, I called it the ICEBERG, volumes of hidden debt in plain sight, funded by imprudent creditors. The pure arrogance and the abuse of bargaining power is still shocking more than a decade later.    http://ppplusofonia.blogspot.com/2009/12/encargos-extra-orcamentais-com-servicos.html





quarta-feira, maio 05, 2021

Mensagem de António Guterres, secretário-geral da ONU, para o Dia Mundial da Língua Portuguesa

Seria muito bom se o Português passasse a ser considerado uma língua oficial das Nações Unidas, para facilitar o acesso da Lusofonia aos trabalhos importantes dos organismos da ONU.  

quinta-feira, março 11, 2021

Forest Management in Portugal and California

UC Berkeley and FLAD today offered a lively conversation reaching from the West Coast of Europe to the West Coast of the US, from Portugal to California. 

Theme:  Forest Management 

Date: 11-March-2021 

Guest Speakers:

J. Keith Gilless - Dean Emeritus & Professor Emeritus of Forest Economics, UC Berkeley

João Miguel Cardoso Pereira - Full Professor of Natural Resources, Environment and Land – School of Agriculture, University of Lisbon

Henrique Pereira dos Santos, MONTIS – Association for Nature Conservation (NGOE, Portugal)

Moderators: Deolinda Adão; Duarte Pinheiro

In recent decades, both Portugal and California have shared the tragedy of cyclical devastating forest wildfires. This event brings together two experts in the field of Forest Management as well as a representative from a citizens’ grassroots organization who will discuss strategies and policies for the prevention and control of forest fires. The discussion will particularly focus on methods of re-organization that aim of increasing the economic value and profitability of the forest while decreasing the risks of uncontrollable fires. In parallel, the event will juxtapose research being conducted at the University of Lisbon and at the University of California, Berkeley, with the actions of citizen groups in the critical area of Forest Management and Preservation.

Mar 11, 2021 11:00 AM in Pacific Time (US and Canada)