Tradutor

domingo, fevereiro 22, 2026

Centro histórico devoluto anuncia declínio urbano

Porquê continuar a construir casas na periferia, quando existem tantas habitações devolutas no centro de cidades como Viseu, de vilas e até de aldeias? Se Comprar para Alugar não é atrativo para investidores privados, o Setor Público pode bem compensar essa "falha de mercado". Centro histórico em ruínas, com todas as infraestruturas menos estacionamento, não serve nem para turistas.

https://www.jornaldocentro.pt/camara-de-viseu-avanca-com-compra-de-50-casas-para-habitacao-social-e-assim-cumprir-prazos-do-prr/

Câmara de Viseu avança com compra de 50 casas para habitação social e, assim, cumprir prazos do PRR

quarta-feira, fevereiro 18, 2026

Bolsas - Arqueologia em Portugal

 Património Cultural, I.P.

👉 𝐀𝐛𝐞𝐫𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐜𝐚𝐧𝐝𝐢𝐝𝐚𝐭𝐮𝐫𝐚𝐬 à 𝐁𝐨𝐥𝐬𝐚 𝐃𝐀𝐈 𝟐𝟎𝟐𝟔 - Arqueologia em Portugal
Estão abertas as candidaturas à Bolsa de Investigação do Instituto Arqueológico Alemão para o ano de 2026.
No âmbito dos acordos de colaboração entre o Instituto Arqueológico Alemão (IAA) e o Património Cultural, Instituto Público (PC, IP), foi instituída a 
Bolsa Portugal do Instituto Arqueológico Alemão.
Esta bolsa destina-se a projetos relacionados exclusivamente com Portugal, nas áreas de Arqueologia Pré e Proto-Histórica, Arqueologia Clássica,
 História Antiga e Arqueologia Medieval.
Este ano serão atribuídas duas bolsas de estudo no departamento de Madrid.
As candidaturas, impreterivelmente entregues até 06.04.26, deverão ser submetidas, nos termos do regulamento, através do endereço eletrónico bolsadai@patrimoniocultural.gov.pt.
𝐒𝐀𝐁𝐄𝐑 𝐌𝐀𝐈𝐒 👉 https://lnkd.in/eysmkhWR
@dai_madrid_1954
#patrimonioculturalip #patrimoniocultural #arqueologia #daimadrid #sempassadonãoháfuturo

segunda-feira, fevereiro 09, 2026

Build Back Better, antes do próximo ciclone

 BUILD BACK BETTER!  Antes que chegue o próximo ciclone.  


O ciclone Kristin e o  "comboio de tempestades" vindos do Atlântico continuam a fazer danos no centro de Portugal, mesmo depois do vento e da chuva torrencial abrandarem.  

A reparação da redes de serviços públicos, de electricidade, telecomunicações e estradas, vai  exigir muitos trabalhadores qualificados, vai levar meses e anos, e vai custar milhões de milhões. 

A tormenta continua  para muitos, com terrenos ensopados que cedem debaixo do pavimento e debaixo de casas particulares.  
Entretanto o Governo anuncia uma auditoria à engenharia das Grandes Obras Públicas.  O LNEC e a Ordem dos Engenheiros não vão ter mãos a medir para nos garantir que as novas construções e reconstruções vão conseguir resistir às tempestades e ciclones vindoures.  O Conselho Superior de Obras Públicas... esse está inativo desde 2024. 

Aqui na aldeia ainda há memória do ciclone a 15-Fevereiro-1941. Ainda não se falava de alterações climáticas. Se o próximo ciclone "perder o comboio" agora, certamente não vai esperar 85 anos. 
Mariana Abrantes de Sousa, Economista 

  

domingo, fevereiro 08, 2026

Depois do ciclone Kristin, FAZ o que eu DIGO...

Depois do ciclone KRISTIN a 28-Janeiro-2026, o Socorro ainda tarda em chegar a muitas famílias e empresas e o Risco do "comboio de tempestades" apenas abrandou.   

Será que já podemos  Pensar Bem na Boa Re-Construção?     Build Back BETTER ! 

AVISO à Re-Construção: Faz o que eu digo, não o que eu faço.

A rua da Murgueira na zona do Zambujal/Alfragide, Amadora está situada numa zona identificada como sensível e condicionada por questões hídricas.
Documentos técnicos que analisam a zona referem a ocorrência de "cheias e inundações a jusante" e a existência de um histórico de cheias frequentes nas proximidades, nomeadamente relacionadas com a Ribeira de Alcântara e seus afluentes. 
Trabalhos académicos sobre o concelho da Amadora destacam a zona do Zambujal como uma área onde inundações ocorreram no passado. O contexto geográfico do Zambujal nesta parte da Amadora inclui áreas inegavelmente suscetíveis a fenómenos de cheias pluviais e fluviais.

Parafraseando Warren Buffet, só se descobre quem tem andado a construir "sem caução" quando chove CHUVA, as barragens fazem DESCARGAS e a maré ENCHE. ("Só se descobre quem andou a nadar "sem calções" quando a maré baixa", expondo comportamentos de risco).

Mariana Abrantes de Sousa 
Economista 
Beijoz, Carregal do Sal 
8-Fevereiro-2026