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sexta-feira, junho 14, 2019

Tas Anvaripour on Energy Projects: CEO Infrastructure Project Developers...





Que bom encontrar a antiga colega Tas Anvaipour no encontro da ALER !

terça-feira, junho 04, 2019

Quando a qualidade de serviço falha

Os prestadores de serviços dão musica e cobram por isso no 707.
Mas o e-mail é o unico canal de comunicação que permite ao client manter o registo do processo de um pedido ou reclamação.
Quanto mais mais canais e mais informatizado menor a qualidade de serviço.
Que fazer quando 
- o Apoio a Cliente por telefone é inadequado,
- o portal do cliente não permite dialogo
- o prestador de serviços não oferece um email para contactos e registo de pedidos e respostas ?

O cliente pode deslocar-se e fazer uma reclamação no antigo Livro Amarelo ?
Devia ser obrigatório ter um um e-mail de contacto, pois este é o únkco canal de comunicação permite ao cliente manter um registo do seu processo.

quinta-feira, maio 30, 2019

Portugal País Florestal - sustentabilidade essencial.

Exportação de pasta e papel de US$2.09 Biliões representavam 3,4% das exportações em 2017, mas com um nivel de VAB valor acrescentado nacional bastante mais elevado do que outros setores como o automóvel.

 portugal exports paper paperboard articles pulp paper board


Portugal Exports of Paper and paperboard, articles of pulp, paper and board was US$2.09 Billion during 2017, according to the United Nations COMTRADE database on international trade.

Necessitamos uma campanha contra o minifundio e por uma floresta sustentável. 

Eleitor - Circulos uninominais para maior representatividade

Como conhecer e acompanhar a ação do "seu" representante no parlamento ?

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Circulos uninominais ou plurinominais, com voto  no candidato e não apenas no partido, seriam importantes para aproximar os deputados representantes dos eleitores representados.

Mas necessitam de uma formula simplex, mais linear e transparente e menos "matemática".

Ou será o cálculo proporcional pelo  método de Hondt o equivalente moderno do "direito divino dos reis absolutistas" do antigamente?



Ver mais sobre a campanha "Por uma Democracia de Qualidade"  https://www.facebook.com/DemocraciadeQualidade/ e em https://ionline.sapo.pt/622524?source=social


quarta-feira, maio 29, 2019

Floresta - Serviços ecossistémicos essenciais compensados com subsídios

o O que são os serviços ecossistémicos 
Serviços ecossistemicos são atividades de gestão florestal essenciais à sociedade (com externalidades positivas, por reduzirem riscos ou protegerem bacias hidrográficas, biodiversidade, paisagens, etc) mas que não rentáveis em termos económico-financeiros, justificando-se serem compensadas e subsidiadas.
- Quais as atividades e as áreas florestais a serem compensadas?

o Quem presta os serviços ecossistémicos 
Os serviços ecossistemicos podem ser prestados por agricultores e profissionais da floresta, e podem incluir “limpeza de matas”, retirada de biomassa, descontaminação de fontes de água, plantação de árvores para combater a erosão, etc.

o Quem paga os serviços ecossistémicos
A compensação tem de ser feita por terceiros, através de receitas fiscais gerais, ou de tarifas ou donativos específicos e dedicados.
Na Finlandia, propõe-se que “o financiamento deve basear-se em pagamentos voluntários de visitantes à floresta e apoio adicional obtido de empresas de turismo” em função do “valor recreativo” da floresta.
A remuneração dos serviços pode ser paga por empresas, em possível compensação da sua pégada de carbono ou CO².

No Peru, propõe-se um incremento na tarifa de água urbana para compensar os serviços ecos sistémicos prestados por populações rurais em redor do lago que abastece a cidade, envolvendo as duas comunidades num diálogo e colaboração ambiental.

Estes Estudos de Caso do projeto SINCERE têm um tema comum: explorar novos meios para melhorar os serviços ecossistêmicos florestais de forma a beneficiar proprietários e gestores florestais, bem como atender a necessidades sociais generalizadas.

Ver mais em https://sincereforests.eu/paying-for-watershed-services-to-cities-in-peru/ e https://sincereforests.eu/bcsd-portugal/

Necessitamos uma campanha contra o minifundio e por uma floresta sustentável

domingo, maio 26, 2019

Eleitor- Quem quer votar para uma Europa mais equilibrada, vota HOJE


Os votos dos portugueses serão ouvidos no Parlamento Europeu?

Resultado de imagem para parlamento europeu edifícioDizem alguns eleitores (abstencionistas) e comentadores políticos que as eleições europeias não servem para nada, senão para "legitimar a concentração de poder nos grandes partidos dos grandes países membros".
Talvez, mas isso não justifica ficar em casa hoje.  
De facto, mesmo se os portugueses votassem todos no mesmo partido, os nossos 21 Deputados seriam sempre diluídos nos 751 Membros do Parlamento Europeu em Estrasburgo. 

A União Europeia ainda é uma federação jovem, com pouca tradição de representatividade. Compare-se o PE com o Congresso da federação americana, um modelo desenhado para ser mais equilibrado com um parlamento de duas câmaras, em que ambas têm que aprovar toda a legislação.  O número de Representantes para câmara baixa, a House of Representatives, depende da população do Estado, e são eleitos pelo nome, não pelo partido, por mandatos de 2 anos. São apenas 435 no total, de maneira que cada Congressman pode ter bastante mais influencia. O Senado tem 2 Senadores por Estado com mandatos mais longos de 6 anos.  Assim, o Alaska tem (2-1=)3 representantes em Washington, e a California tem (53+2=)55 representantes seus em Washington, todos eleitos em círculos uninominais. Mais, cada eleito tem liberdade de voto na legislação, os votos, os votos desalinhados dos partidos são frequentes e conhecidos pelos eleitores. 

Não havendo modelos ideais em democracia, uma federação diversa e dispersa necessita de mecanismos desenhados para encurtar distâncias e  aproximar e aumentar a representatividade entre os eleitos e os eleitores.  

O Winston Churchill teria razão quando disse um dia que "a democracia é o pior dos regimes, à exceção de todos os outros".  Mas as democracias não são todas iguais, e todos estamos interessados em que funcionem e governem cada vez melhor.

Mariana Abrantes de Sousa 


segunda-feira, maio 20, 2019

EU-UE - Quem quer votar ... vota de CRUZ ?

Quem não vota não conta.
Eu vou votar nas Eleições Europeias para escolher o próximo Parlamento Europeu, que eu considero uma das eleições mais importantes dos últimos anos. 

Mas como não gosto de votar apenas segundo os logotipos dos partidos,  fui ver as listas dos candidatos. Isto é, "a lista" porque em Portugal só há uma lista nacional, e torna-se difícil saber quem está mais "ligado à terra" e pode representar melhor o meu distrito de Viseu. 

Eu gosto de conhecer os candidatos.
Curiosamente a lista de candidatos ao Parlamento Europeu não é publicada pela CNE, mas sim pelo MAI, num .pdf interminável de 17 páginas, manhoso e inviesado, que não dá para fazer "copy-paste" para poder mais fácilmente ser divulgado.  Uma falha evidente de "eGov".
Cerca 17 páginas de nomes para eleger os 21 Deputados de Portugal para um Parlamento Europeu de 750 membros.    Parece desenhado para promover a abstenção.

Vamos desafiar a CNE Comissão Nacional de Eleições a corrigir a lacuna e divulgar. correctamente a lista de candidatos a Deputado Europeu 2019?
Não tendo tempo para transcrever as 17 páginas, deixo aqui o primeiro nome que aparece...
1. Paulo Teixeira de Morais, partido NC- Nós Cidadãos
2....VER a lista completa em
https://www.sg.mai.gov.pt/…/Parlame…/Documents/ListasDAM.pdf

domingo, maio 12, 2019

Aforrador - Quem quer brilhantes ... vai a um BANCO ?

Eu "sou do tempo" em que quem queria comprar joias ia a uma joalharia, não ia a ... um banco.

Os bancos NÂO DEVEM financiar a compra de joias com depositos cobertos pelo Fundo de Garantia de Depositos. 
Os desvarios da gestão bancária e da supervisão prudencial continuam em Portugal. O crédito ao consumo (inprodutivo), volta a bater novos picos, e a poupança dos portugueses novos minímos.   

Não aprendemos NADA em Portugal com as sucessivas crises bancárias e financeiras?

As Comissões de Inquérito parlamentares não nos protegem, 
NEM aos aforradores, 
NEM aos contribuintes. 

Precisamos de uma campanha contra o crédito ao consumo, talvez liderada pelo Mediador do Crédito do Banco de Portugal. 
A falta de Literacia Financeira é evidente desde o consumidor, ao gerente da agência, aos administradores dos bancos e aos  supervisores bancários. 

Quando rebentar a próxima crise bancária (sim, e não tarda), nenhum administrador bancário se vai recordar de ter aprovado tolice nenhuma. 

Se não fosse trágico, seria cómico.

Mariana Abrantes de Sousa 
Economista e ex-gestora bancária 

Ver mais em Literacia Financeira circa 2012 https://ppplusofonia.blogspot.com/2012/02/falta-de-literacia-financeira-promoveu.html

domingo, abril 07, 2019

Relatório OCDE sobre as “Dinâmicas do Desenvolvimento em África: Crescimento, Emprego e Desigualdade”

Apresentação do relatório da OCDE sobre as “Dinâmicas do Desenvolvimento em África: Crescimento, Emprego e Desigualdade”8 DE ABRIL DE 2019
, 11h 


SEDE DA CPLP - LISBOA
APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO OCDE SOBRE “DINÂMICAS DO DESENVOLVIMENTO EM ÁFRICA: CRESCIMENTO, EMPREGO E DESIGUALDADE”
O Secretariado Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e o Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. vão apresentar a edição em português do relatório elaborado pelo Centro de Desenvolvimento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), em parceria com a União Africana, intitulado 

Relatório “Dinâmicas do Desenvolvimento em África: Crescimento, Emprego e Desigualdade”, 
no dia 8 de abril de 2019, pelas 11h00, 
no Palácio Conde de Penafiel, rua S. Mamede ao Caldas em Lisboa  (antigo Palácio do Correio Mor pero da Sé Catredal de Lisboa) ) 

A sessão tem início com as intervenções do Secretário Executivo da CPLP, embaixador Francisco Ribeiro Telles, e da Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal, Teresa Ribeiro, seguido da apresentação do relatório, a cargo do Diretor do Centro de Desenvolvimento da OCDE, Mario Pezzini, de um momento de debate aberto, encerrando com a intervenção do Presidente do Camões I.P., Luís Faro Ramos.


Apresentação do relatório da OCDE sobre as “Dinâmicas do Desenvolvimento em África: Crescimento, Emprego e Desigualdade”

sábado, março 09, 2019

Figura de corpo presente sai caro aos contribuintes

Não necessitamos de saber muito de crédito nem de intermediação financeira para fazer perguntas importantes sobre os negócios propostos. Os membros de um coletivo de decisão são pagos para estudar os dossier fazer perguntas. E não há perguntas más.  Falta mesmo é ter coragem, ter  uma cultura de confronto cordial e profissional, "willingness to dissent".

A governação com base em  "homens de confiança", que "fazem figura de corpo presente", e que "entram mudos e saiem calados" sai bem cara aos contribuintes.

Figura de corpo presente https://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/carlos-costa-nao-participei-nos-25-grandes-creditos-que-geraram-perdas-para-a-cgd    via @revistasabado

Entrar mudo e sair calado sai caro aos contribuintes. Ex-administrador do BES que chegou a ter 17 administradores a ganhar, quando mandava só um: “Eu sabia tanto de bancos como de calceteiro”
https://observador.pt/2014/09/05/ex-administrador-bes-sabia-tanto-de-bancos-como-de-calceteiro/  via @observadorpt

Prescisamos urgentemente de uma campanha de responsabilização (accountability). 

quinta-feira, fevereiro 28, 2019

Nos PALOP, projetos bancáveis precisam-se

Em Africa, os projetos bancáveis não se encontram, fazem-se, constroiem-se, montam-se.
O mesmo foi feito em Portugal nos anos 1990's quando foi necessário criar a LISBOR para poder financiar em moeda local os projetos de muito longo prazo como a Tejo Energia.

CIP 005Esta dura realidade subjacente ao dilema de quem trabalha  para o desenvolvimento nos países emergentes é ainda mais aguda nos países da Lusofonia.

Na sessão de apresentação do BEI e da SOFID de ontem 27-Fev-2019 no CCB,  organizada pela CIP, houve uma troca de comentários significativos:


--Só estamos interessados em projetos bancáveis, disse um participante...

-- O que não falta  é dinheiro para financiar projetos, disse outro, há dinheiro a rodo, mas os países não oferecem condições...

-- Falta dinheiro mas é para a preparação e desenvolvimento de projetos, disse outro... 

-- O que falta são dossiers bem preparados e estruturados de acordo com os ODS Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para atrair os investidores e financiadores... 

-- É necessário investir na preparação,  "incubar" os projetos...

Resultado de imagem para SOUTHERN AFRICA CLIMATE FINANCE PARTNERSHIPSIM, sim  todos têm razão, e nunhum tem a razão toda.

Senão vejamos o que fazem os outros países, como no caso da Southern Africa Climate Finance Partnership, a parceria para o financiamento de projetos climáticos na Africa austral.

DfID, o Departament for International Development do Reino Unido, aplicou GBP 4.9 milhões (EUR 5.7 milhões)  como "capital semente" de um  progama regional de desenvolvimento e preparação de projetos climáticos para alguns países da Commonwealth,   Botswana, Lesotho, Namibia, South Africa, Zambia and Zimbabwe.

O objectivo é  criar uma carteira de (dossiers de) projetos  que possam ser candidatos ao financiamento concursado do novo Fundo Verde do Clima, Green Climate Fund (GCF).  Com um investimento, modesto mas imprescindível, na identificação e preparação de vários projetos, o Reino Unido vai ajudar alguns países a passarem à frente na corrida ao Fundo Verde do Clima.

É que tudo começa pelo início: Sem e dossiers bem estruturados de projetos ditos "bancáveis", não há financiamento, não há investimento, não há impacto para o desenvolvimento sustentável.  E criar um bom dossier de projeto, visionário, tanto ambicioso como rigoroso, leva meses e anos, custa milhares e milhões...

Sem o capital semente, na forma de subsídios a "fundo perdido" mas bem aproveitados, no final acabamos  sempre no mesmo BECO sem saída - a falta de projetos ditos "bancáveis, prontos a financiar, com tudo que isso exige.  E os países  vão ficando cada vez mais ultrapassados pelos seus vizinhos.   

E os PALOP, os países da Lusofonia, como vão financiar este  "trabalho de casa" de identificação e formulação, de estudos prévios, e toda a preparação de candidaturas aos financiamentos disponiveis ?

Mariana Abrantes de Sousa
Economista e Consultora Financeira 

Ver mais em: 
Southern Africa Clima Finance Partnership - https://southsouthnorth.org/portfolio_page/southern-africa-climate-finance-partnership-sacfp/
DfID - https://www.gov.uk/government/organisations/department-for-international-development
LISBOR - http://ppplusofonia.blogspot.com/2012/08/os-indexantes-de-taxas-de-juro-ou-as.html
Como financiar projetos climáticos - http://ppplusofonia.blogspot.com/2018/11/como-financiar-projetos-climatico-nos.html
Fundo Verde do Clima (GCF) - http://finance.southsouthnorth.org/

A CIP – Confederação Empresarial de Portugal, em parceria com o BEI – Banco Europeu de Investimento e a SOFID – Sociedade para o Desenvolvimento do Financiamento, está a organizar o Seminário “Investment Financing in Africa“, que terá lugar no próximo dia 27 de fevereiro 2019, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, entre as 9h00 e as 13h00.  
O evento tem como objetivo a apresentação dos instrumentos financeiros do BEI para a região ACP – África, Caraíbas e Pacífico, destinados às empresas europeias. 
Programa:  http://cip.org.pt/financing-investment-in-africa-27-fevereiro/

A Gulbenkian e outras fundações tiveram um Mecanismo de Apoio à Elaboração de Projetos bastante bem sucedido com um efeito catalizador e multiplicador notável. https://gulbenkian.pt/project/mecanismo-de-apoio-a-elaboracao-de-projetos/

segunda-feira, fevereiro 18, 2019

Saude.pt 2019 ADSE como Seguro de Saúde

ADSE
Se a ADSE funciona como um seguro de saúde facultativo (e complementar do SNS) de alguns funcionários e ex-funcionários publicos, porque é que necessita de continuar a ser um Instituto Público? 
O Instituto de Proteção e Assistência na Doença, I.P. (ADSE, I.P.) é um instituto público de regime especial e de gestão participada, integrado na administração indireta do Estado, com dupla tutela do Ministério da Saúde e do Ministério das Finanças, dotado de autonomia administrativa e financeira e património próprio. 
A ADSE, I. P. tem por missão assegurar a proteção aos seus beneficiários nos domínios da promoção da saúde, prevenção da doença, tratamento e reabilitação.
Recordemos que a "autonomia financeira" não garante a "sustentabilidade financeira" do programa admnistrado por um Instituto público, nem mesmo os lucros de um qualquer ano, quando se assumem encargos futuros.  Apesar de estar dotado de "autonomia adminstrativa e financeira" e fazendo parte do SPA Sector Publico Administrativo e do Orçamento do Estado, o ADSE, Instituto Público usufrui, na practica, da garantia implicita para os riscos atuariais crescentes dado o envelhecimento dos seus segurados, um "aval do Estado" que teria que passar a ser explicito no caso de uma privatização.  Sendo um seguro complementar ao SNS, Serviço Nacional de Saúde, semelhante aos outros seguros de saúde em Portugal, a sustentabilidade e rentabilidade da ADSE depende (i) das necessidades de cuidados de saúde dos seus utentes, (ii) dos preços que paga aos prestadores de serviços de saúde em ambiente concorrencial, e (iii) de como consegue optimizar a partilha de encargos com sáude, com os próprios utentes através do copagamento e/ou prémio calculado em função do seu rendimento;  e especialmente, com o contribuinte como "terceiro pagador", quando os doentes são obrigados a recorrer ao SNS para situações clínicas mais complicadas. 

Os sistemas de seguros avaliam-se mais pela análise financeira e atuarial do que pela análise politica e ideológica.  A tentativa de privatizar a ADSE seria certamente muito elucidativa dos riscos atualmente suportados pelos contribuintes.  Vamos lá fazer as contas ! 

Mariana Abrantes de Sousa 
ex-Controladora Financeira do Ministério da Saúde 

Ver também neste blog: 
Mais recursos para a saúde ? 
Que venham os turistas e pensionistas, mas ... BYOHI - Bring Your Own Health Insurance  http://ppplusofonia.blogspot.com/2012/11/que-venham-os-pensionistas-com-seguro.html  

E outras fontes: 
Jornal de Negócios Não são os privados o problema da ADSE
Expresso  ADSE a capturar ou a privatizar ? 

 

segunda-feira, dezembro 10, 2018

Africa XXI - Substituição de Importações



Resultado de imagem para McKinsey how to win in business in AfricaDoze anos atrás, a Nigéria importavatodo o seu cimento.


As licenças de importação foram eliminadas ao longo de 4 anos, quando foram construídas fábricas de cimento locais. Avanço rápido: hoje a Nigéria é um exportador líquido de cimento.

Resultado de imagem para how to win in Africa
Twelve years ago, Nigeria imported all of its cement.  
Import licenses were phased out over 4 years, as local cement plants were built. Fast forward: today Nigeria is a net exporter of cement. 

The right strategy can unlock strong, profitable growth, explain the authors of Africa’s Business Revolution.

 McKinsey senior partners Acha Leke and Georges Desvaux about the opportunity before companies to develop and grow their businesses in Africa.
Source:  https://www.mckinsey.com/featured-insights/middle-east-and-africa/how-to-win-in-africa 

terça-feira, novembro 27, 2018

Medlive. Plataforma médica só em português

Medlive. Plataforma médica só em português



Telemedicina ao vivo mas em português apoia PALOPs

Portugal valente - Empresários criaram novos negócios em fábricas abandonadas

Abandonaram o país mas surgiram novos negócios

BEI e FEI multiplicam investimento

BEI. Portugal é o 3º melhor do plano Juncker



- Portugal é o 3º melhor do plano Juncker



https://www.dinheirovivo.pt/economia/bei-portugal-e-o-3o-melhor-do-plano-juncker/


terça-feira, novembro 20, 2018

Demografia é destino (2) - Retornados do século XXI



A população de Portugal tem vindo a descer desde 2010, mas menos, apenas -0,18% em 2017.

O saldo migratório negativo desde 2010 finalmente passou a positivo em 2017 com 36 639 entradas contra 31 753 saídas (36 639 - 31 753 = 4 886). Segundo o INE, 81% dos imigrantes recém-chegados eram pessoas em idade ativa e 38% tinham nascido em Portugal.  Isto é mais de um terço dos imigrantes são retornados.

No entanto, o saldo positivo da Diáspora portuguesa não foi foi suficiente para compensar o  saldo natural negativo da nossa população envelhecida, com 109 758 óbitos versus apenas 86 154 nascimentos   (86 154 - 10 9758 -23 604) em 2017.

Estima-se que a crise demográfica continue ainda por décadas, não apenas em Portugal, como em toda a Europa, cuja pirâmide etária deixou de ser pirâmide e virou jarra, com grandes consequências sociais, económicas e politicas.

http://ppplusofonia.blogspot.com/2016/11/demography-is-destiny.html