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sábado, outubro 22, 2016

I Agroforum da CPLP, 28-Outubro, 8h30, FIL


I Agroforum da CPLP reúne especialistas e responsáveis da segurança alimentar para focar as necessidades e oportunidades do sector agro-alimentar nos países lusófonos

Data:     28-Outubro-2016, 8h30 
Local:   Grande Auditório da FIL
            Parque das  Nações, Lisboa 
Contactos: Tel: +351 213 018 426
                 info@agroforum.pt,     
     
 
PortugalAgro             Ver program e inscrição em  www.agroforum.pt 
 
⦿ Mais de 1200 congressistas
⦿ Apresentação de estudos de caso
⦿ Ministros da Agricultura e do Comércio de todos países da CPLP
⦿ Embaixadores acreditados em Portugal dos países da CPLP
⦿ Embaixadores portugueses acreditados nos países da CPLP
⦿ 8 salas temáticas por país
⦿ 8 agências de investimento estrangeiro dos países da CPLP
⦿ Delegados da AICEP nos países da CPLP

CAL Câmara Agrícola Lusófona é membro da Conferência Empresarial da CPLP e apoia o 
Mecanismo de Facilitação da Participação do Setor Privado no Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

sexta-feira, outubro 21, 2016

Mozambique appoints new energy minister ahead of huge gas deals

Resultado de imagem para gas moçambiquePresidente de Moçambique Filipe Nyusi nomeou a empresária Leticia da Silva Klemens como a nova Ministra da Energia.  

Leticia Klemens foi presidente do maior banco comercial de Moçambique, o Banco Internacional de Moçambique, e também dirigiu a Associação Moçambicana de Negócios.



Seu predecessor Pedro Couto foi  recentemente nomeado como presidente da empresa de energia de Cahora Bassa de Moçambique.



Moçambique tem grandes reservas de gás offshore,  cerca de 85 trilhões de pés cúbicos, uma das maiores descobertas da década.

Mozambique appoints new energy minister ahead of huge gas deals: Her predecessor Pedro Couto was changed positions in late September.



Ver mais em  http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=255843

quinta-feira, outubro 20, 2016

First UN Rapporteur for Water Rights speaks about Water and Sanitation for All, 28-Oct

American Club of Lisbon invites us to hear: 

Catarina de Albuquerque
Executive Chair at Sanitation
and Water for All
Lisbon and New York
« Challenges and Opportunities in Sanitation and Water for All »
12:15 - 3:00 pm
Friday October 28th
Sheraton Lisboa Hotel and SPA
Photo
Catarina de Albuquerque
The ACL joins PPA - the Portuguese Water Partnerhsip in celebrating the  achievements  in the water sector, Catarina de Albuquerque will offer remarks in Portuguese on the progress thus far and the challenges still facing us in making this most fundamental Human Right to clean water a reality for all.

  Portuguese Water Partnership
 Please E-mail your reservation to office@americancluboflisbon.com  

Access to clean water and sanitation is now, rightly, considered a Human Right but it still remains is a major problem in many parts of the world, for more than one in ten people. In this context, Portugal has the capacity and the will to help change this for the better, with water companies and professionals joining together in the PWP Portuguese Water Partnership to offer Portugal’s water sector expertise where it can have the greatest impact.


Catarina de Albuquerque, the first United Nations special rapporteur on the human rights to water and sanitation has recently been recognized with the Global Water Award 2016 of the International Water Association for her “exceptional role as the driving force behind the recognition of the Human Rights to Water and Sanitation". Seen as a visionary leader and advocate influencing policy makers who has had a significant impact on the world of clean water, she helped to enshrine the right to water and sanitation in the Sustainable Development Goals, in order to align all our efforts.

Do join us ! 
Mariana Abrantes de Sousa, President, American Club of Lisbon 

Conferência sobre Necessidades e Oportunidades em Marrocos, 16-Nov, Uni Lusófona



Conferência sobre Oportunidades de Negócios em Marrocos
Data: 16 -Novembro- 2016, 15:30
 Local:Universidade Lusófona, em Lisboa

Nesta conferência estará presente como Keynote Speaker, o Dr. Samir Labdi, um dos mais influentes advogados, conhecido facilitador de negócios no país e parceiro exclusivo do OLAE para negócios em Marrocos.

A economia de Marrocos tem perspetivas de rápido crescimento económico, grandes projetos de investimento e apresenta enormes oportunidades para a realização de negócios com o país.

A participação de pessoas não detentoras de convite implica o pagamento do valor de entrada, no montante de 50,00 Euros.

Para beneficiar futuramente de convites exclusivos, para entrada gratuita ou descontos especiais, em eventos organizados pelo OLAE, adira ao Grupo LinkedIn do OLAE – Observatório Lusófono de Actividades Económicas.
Link: https://www.linkedin.com/groups/3148198

No dia 17 de Novembro, o Dr. Samir Labdi estará disponível para serem agendadas consultas/reuniões bilaterais, com a duração de uma hora cada, com vista à exploração de oportunidades de colaboração em negócios com Marrocos.  

O agendamento de reunião terá um custo de 225,00 Euros para detentores de convite e de 450,00 Euros para outras entidades.
Para agendar reunião, envie um mail para confidencial@olae.pt 
Ver mais em Facebook: https://www.facebook.com/observatorioolae


 
 
 


Seminário sobre Autarquias educação e desenvolvimento, Gulbenkian, 3-4 Nov

Seminário “Autarquias locais rumo a 2030: diálogos para o desenvolvimento”

O Instituto Marquês de Valle Flôr, a Câmara Municipal de Loures, a Câmara Municipal do Seixal e a Rede Intermunicipal de Cooperação para o Desenvolvimento promovem o seminário “Autarquias Locais Rumo a 2030: Diálogos para o desenvolvimento”. Este seminário realiza-se de 3 a 4 de novembro de 2016, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
O evento congrega alguns dos principais atores europeus da cooperação intermunicipal e “pretende ser um espaço de partilha, aprendizagem, reflexão, debate e ação com o objetivo de contribuir para que a estratégia de Desenvolvimento das autarquias seja inclusiva, participativa e eficaz”.
Esta atividade enquadra-se no projeto de Educação para o Desenvolvimento (ED) “Redes para o Desenvolvimento: Educação Global para uma Cooperação Mais Eficiente”, que envolve organizações e municípios de Portugal, Alemanha, Holanda e Espanha.
A intervenção conta com o financiamento da Comissão Europeia e do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., no quadro da linha de cofinanciamento para projetos de ED.

Jorge Moreira da Silva vai liderar a Cooperação na OCDE

 

  tleft fleft gkResponsiveO Ministério dos Negócios Estrangeiros congratulou-se com a eleição de Jorge Moreira da Silva como Diretor da Cooperação para o Desenvolvimento da OCDE, que classificou como um “justo reconhecimento de um relevante percurso profissional” nestas áreas.         A missão da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) é promover políticas que melhorem o bem-estar económico e social de pessoas em todo o mundo.        Através de parcerias inclusivas para o desenvolvimento, o Comité da OCDE de Ajuda ao Desenvolvimento (CAD/DAC ) ajuda a garantir uma vida melhor para as pessoas no mundo em desenvolvimento .         VER  http://www.oecd.org/dac/




quinta-feira, outubro 13, 2016

Conferência Guiné Bissau, 20-Outubro, Uni. Lusófona Lisboa

Resultado de imagem para bandeira bissauConferência «Guiné-Bissau: Porta de Entrada da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental»

A Câmara de Comércio e Indústria Portugal Guiné-Bissau (CCIPGB), a Embaixada da Guiné- Bissau, a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias e o Observatório Lusófono de Actividades Económicas (OLAE), com o apoio da RTP África e da AICEP Portugal Global,promovem a 
Conferência internacional intitulada «Guiné-Bissau – A Porta de Entrada da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental» 
Data:   20-Outubro-2016 
Local:  Auditório Agostinho da Silva da Universidade Lusófona
Alguns temas abordados na conferência; 
A taxa de bancarização da Guiné-Bissau é de apenas 20%.  Crédito mal parado está a ser reduzido. 
Portugal é o segundo fornecedor depois do vizinho Senegal. Os países da CPLP importantes nas exportações portuguesas. 
Carvão continua a ser o principal combustível utilizado nas cozinhas guineense.  
Guiné-Bissau precisa de um porto de águas profundas.   
O ajuda ao desenvolvimento vai  passar de apoio orçamental geral para o financiamento de projetos específicos,  o financiamento por resultados (results based financing).  Isto implica a necessidade de eleborar projetos que respondem às necessidades das populações e acompanhar e avaliar a sua execução. 
Vai ser publicado brevemente um Guia de Investimento na Guiné-Bissau.  
A instabilidade politica não se reflecte em instabilidade social.  
Ver mais noticias em   http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=255900 
Conferência «Guiné-Bissau: A Porta de Entrada da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental»

sábado, outubro 08, 2016

Comércio intra-EU ajuda a explicar Brexit


File:Intra-EU trade balance by Member State, 2013 (EUR 1 000 million).png
Os saldos comerciais intra-EU variam fortemente entre os países, como se vê nesta figura:
 Intra-EU trade in goods balance by Member State, 2013 (EUR 1 000 million)- 
Source: Eurostat (TET00039)

Convém recordar que a equação fundamental da economia, C+I+G+(X-M)=PIB fovorece os exportadores e penaliza os importadores, e que as importações representam uma "leakage", um dos buracos por onde se pode ir perdendo a prosperidade de um país.
O saldo externo positivo (X-M) é também essencial para os países que têm dívida externa a reembolsar.

Se a lista dos grandes exportadores e dos grandes importadores for variando de ano para ano, todos têm oportunidade de ficar na mó de cima.  Se forem sempre os mesmos a ganhar e os mesmos a perder, algo vai ter que mudar.

Que esperar dos países como a Grécia, Croácia, Portugal e o Reino Unido que são  persistentemente deficitários, quer com os parceiros europeus quer com o resto do mundo ?   Estes importadores crónicos, ou compensam os défices de mercadores com superavites de serviços como o turismo, ou sofrem crises de balança de pagamentos.
 

Fonte:  http://ec.europa.eu/eurostat/statistics-explained/index.php/Intra-EU_trade_in_goods_-_recent_trends



quinta-feira, outubro 06, 2016

Portugal florestal - floresta como bem público


Portugal é dos países europeus com menos floresta pública, e provavelmente com mais area florestal privada abandonada pelos seus proprietários, o que não aproveita a ninguém. 

Os serviços ambientais prestados pelos ecossistemas incluem: 
a purificação da água  a purificação do ar, amenizar os fenômenos climáticos violentos (como ciclones, tornados e tufões) e proteger contra desastres naturais (por exemplo, tsunamis e deslizamentos de terra); decompor o lixo, manter os solos férteis e ajudar no controle de erosões. Animais, como as abelhas, vespas e formigas, polinizam as plantas que, enquanto crescem, sequestram carbono da atmosfera. Outros, como a cotia e o mico-leão-dourado, ajudam as florestas e matas dispersando sementes. As fezes animais fertilizam o solo. Por sua vez, as florestas fornecem madeira, alimentos, substâncias medicinais, fibras e produzem recursos genéticos (qualquer material de origem vegetal, animal ou microbiana que contenha unidades funcionais de genes e apresentem valor econômico real ou potencial). Os sistemas fluviais disponibilizam água doce, o mais essencial dos recursos, movem hidrelétricas para produzir energia, quando navegáveis substituem estradas e são usados como áreas de lazer. As zonas úmidas costeiras filtram os resíduos, mitigam as cheias e servem de viveiro para a fauna marinha, o que permite a pesca comercial. Todos estes são exemplos de serviços ambientais.  Ver http://www.oeco.org.br/dicionario-ambiental/28158-o-que-sao-servicos-ambientais/ 

terça-feira, outubro 04, 2016

Seminário sobre Agua e São Tomé, Porto, 18-Outubro

Outubro 18

2.ª Missão P3LP – São Tomé e Príncipe

No âmbito do Projecto P3LP – Pontes e Parcerias nos Países de Língua Portuguesa realizar-se-á, entre os próximos dias 17 a 21 de Outubro, uma missão técnica e empresarial de um conjunto de dirigentes e altos quadros do sector da água de São Tomé e Príncipe.Estão previstas um conjunto de actividades repartidas entre as regiões de Lisboa e do Porto.
O programa da missão prevê visitas técnicas, reuniões bilaterais com Associados da PPA e a realização, no dia 18 de outubro, do Seminário Público “2.ª Missão P3LP – São Tomé e Príncipe e o sector da água, na Casa do Infante, no Porto (Rua da Alfândega, 10). A participação no seminário é livre mas sujeita a inscrição e confirmação prévias. Para o efeito, p.f. contacte a PPA através do geral@ppa.pt. Pode consultar o programa aqui.
O projecto P3LP insere-se numa plataforma institucional e empresarial lusófona dinamizada pela Parceria Portuguesa para a Água. Constituída por entidades públicas e privadas com actividade no sector da água, tem como principal objectivo facilitar e promover iniciativas centradas na partilha de experiências e na divulgação do conhecimento nos temas da água entre entidades públicas e privadas nos países de língua portuguesa. Para mais informações clique aqui.

domingo, outubro 02, 2016

Portugal - Superavite externo positivo

Segundo um artigo na revista Sábado de 29-Set-2016,  "na passada semana, num evento para clientes institucionais realizado num hotel de luxo em Lisboa, um analista do JPMorgan disse preferir a dívida de Chipre à de Portugal."


Com um défice externo de -4.8% do PIB,  Chipre estará mesmo melhor do que Portugal que conseguiu um superavite externo com grande esforço ?  Portugal poderá levar 390 anos a reembolsar a sua divida externa, mas outros países nem isso. 

                                      Cyprus Portugal 
Public Debt /GDP                 109% 129%
CAB  EUR Million ­               -39.1 1018
Current Account CAB/GNP -4.8% 0.7%
External Debt   EUR Million    101 709     397 042   
External Debt/CAB years             …. 390

domingo, setembro 25, 2016

PMEs criam mais postos de trabalho com acesso a clientes e a capital

As PMEs são o principal motor da criação de emprego em quase todos os países.    Na União Europeia, 85% dos novos postos de trabalho no período 2002 a 2010  foram criados por pequenas empresas, inclusive pelas  micro-empresas com 9 trabalhadores ou menos.   
Em alguns países, as mulheres têm sido ainda mais empreendedoras. Quando a economia americana entrou na “grande recessão” a partir de 2007, as empresas detidas por mulheres continuaram a expandir, enquanto as empresas detidas por homens contraíram.
(Center for Women’s Business Research. (2009). Biennial Update 2008, Businesses Owned by Women in the United States)
Mas nem todos os novos negócios são bem sucedidos.  Menos de metade das novas empresas criadas na EU em 2008  ainda estavam a laborar ao fim de 5 anos.   
As principais dificuldades enfrentadas pelas PMEs são
- a angariação de  clientes,   
- o acesso  a financiamento, e
- a contratação de colaboradores qualificados a um custo comportável.
Considerando a importância das E empresas detidas e geridas por mulheres (WOB Women Owned Businesses)  para o crescimento e a criação de emprego,  ajudar as mulheres empreendedoras a vencer os desafios da criação dos novos negócios pode ser  um grande contributo para a recuperação económica e a segurança financeira das famílias.  

As empresas detidas e geridas por mulheres que se destacam pela positiva, que conseguem ultrapassar as dores de crescimento são aquelas que estabelecem objetivos ambiciosos,  baseados em planos de negócio cuidadosos e indicadores de desempenho mensuráveis  e que são (2) mais  são eficazes na gestão financeira, usando o capital com frugalidade e eficiência.    

Nos Estados Unidos, como  fornecedores desfavorecidos as PMEs têm boas  oportunidades comerciais no grande mercado americano  graças aos programas de Supplier Diversity (Diversidade de Fornecedores).   O Office of Small & Disadvantaged Business Utilization serve mesmo para ajudar as pequenas empresas a tirar proveito das compras publicas.  
Nos pequenos países da Europa, onde não há preferências de Supplier Diversity, as questões comerciais são mais prementes e urgentes do que o acesso a capital.

Como dizem em Silicon Valley, "Sales cure all".    Sem vendas, não há quem  queira financiar.
Os financiadores olham primeiro, antes e depois para o volume de negócios, para os resultados e para a quota de mercado e de exportações.  No sector das PMEs, os financiadores precisam de  avaliar bem as empresas e os seus gestores e ir ajustando o financiamento à situação da empresa, o que é mais fácil de fazer num banco do que no mercado de capitais.

Por isso os programas para promover o acesso das PME ao mercado de capitais não convencem. Seria muito mais importante promover programas de acesso a clientes, de preferências de Supplier Diversity que iriam ao cerne da questão:  a procura de um "mercado com saída. 


Eis o perfil das mulheres empresárias, segundo o Global Entrepreneurship Monitor
- mulheres usam menos capital que os homens, apenas $10.000
-mulheres  dependem mais da família para financiar os seus negócios
- mulheres começam os seus negócios mais tarde, por volta dos 40 anos, enquanto os homens começam por volta dos  30 anos

As mulheres lançam-se nos negócios com mais idade, mais encargos familiares e com menos dinheiro.  Mulheres d'Armas, todas elas.

A Embaixatriz Kim Sawyer que criou um negócio inovador de serviços jurídicos em Boston, vai ser a Convidada de Honra do American Club of Lisbon no almoço de  segunda-feira, 26-Setembro, onde vai falar,  em inglês, sobre o programa de Connect to Success da Embaixada Americana. que apoia mulheres empresárias em Portugal desde 2014   (Favor contactar events@americancluboflisbon.com)

Ver mais: 
Acesso de PMEs ao mercado de capitais 
https://www.dinheirovivo.pt/empresas/governo-quer-facilitar-acesso-das-pme-ao-mercado-de-capitais/ 
Supplier Diversity http://ppplusofonia.blogspot.pt/2016/08/supplier-diversity-in-europe-decades.html 
Women start businesses later and with less money
https://womenpresidentsorg.wordpress.com/2016/08/05/new-york-magazine-women-can-start-a-business-with-half-as-much-money-as-men/

sexta-feira, setembro 23, 2016

Ordem da Liberdade para Aristides de Sousa Mendes - NOTÍCIAS - PRESIDENCIA.PT

Ordem da Liberdade para Aristides de Sousa Mendes - NOTÍCIAS - PRESIDENCIA.PT: O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa anunciou a intenção de condecorar o antigo cônsul de Portugal em Bordéus com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.

Presidente Marcelo - Ordem da Liberdade para Aristides de Sousa Mendes

Ordem da Liberdade para Aristides de Sousa Mendes - NOTÍCIAS - PRESIDENCIA.PT: O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa anunciou a intenção de condecorar o antigo cônsul de Portugal em Bordéus com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade, durante a visita à exposição no CJH, Center for Jewish History in New York a 22-Set-2016

quinta-feira, setembro 22, 2016

BEI procura avaliador

Job of the week! We are looking to hire a Junior Evaluator to join our Operations Evaluation Division. Do you have 3 years of experience in evaluation, banking or economic research ? Do you want to support the implementation of the independent evaluation function of the EIB Group ? If so, we would like to hear from you! Apply here: http://bit.ly/2cX7ZOo

Moçambique quer 'agendas firmes' na CPLP

Moçambique quer 'agendas firmes' na CPLP: 'A língua é a que nos une, mas não é essencial porque nós tradicionalmente somos povos que já nos conhecemos e convivemos. Temos é que a nível de governos desenhar programas concretos e exequíveis, ver a monitoria e avaliação concretas e se exploramos todas as oportunidades que os nossos países têm', diz o presidente de Moçambique, Filipe Nyusi.

Exportações de Portugal para Angola recuaram 34% em 2015

Exportações de Portugal para Angola recuaram 34% em 2015: As importações de Angola de produtos 'made in Portugal', em 2015, recuaram para os 1,142 mil milhões de euros (1,606 mil milhões de euros em 2014), com o saldo da balança comercial favorável a Portugal a cair para 957 milhões de euros.

Moçambique quer 'agendas firmes' na CPLP

Moçambique quer 'agendas firmes' na CPLP: 'A língua é a que nos une, mas não é essencial porque nós tradicionalmente somos povos que já nos conhecemos e convivemos. Temos é que a nível de governos desenhar programas concretos e exequíveis, ver a monitoria e avaliação concretas e se exploramos todas as oportunidades que os nossos países têm', diz o presidente de Moçambique, Filipe Nyusi.