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terça-feira, maio 12, 2015

Semana do Desenvolvimento, 13-17 Maio, Forum Lisboa

O desenvolvimento somos nós ! 
Evento:  A Semana do Desenvolvimento
Datas:  13 e 17 de maio 2015 
Local:   Fórum Lisboa, Avenida Roma 14-L, 1000-265 Lisboa
Organização:   Plataforma Portuguesa das ONGD e  suas associadas  com diversos apoios
Contactos Tel: 218872239, 
skype: plataformaportuguesadasongd
Entrada livre 
Esta inicativa  enquadra - se nas comemorações do Ano Europeu para o Desenvolvimento, e procura promover uma reflexão crítica sobre as questões do Desenvolvimento e criar oportunidades concretas para a mobilização dos cidadãos e cidadãs.
Seminários, workshops e tertúlias, sessões de cinema, exposições e várias outras atividades de cariz cultural para todas as idades, marcam esta semana que pretende envolver todos na construção de soluções para os problemas globais.
Venha explorar como pode contribuir para o desenvolvimento dos países da Lusofonia

segunda-feira, maio 11, 2015

WPO Mulheres chefes de empresa unem-se para ir mais longe

Acesso a capital é principal dificuldade das empreendedoras diz a WPO Women Presidents' Organization 



O acesso ao capital é o principal problema das mulheres empreendedoras. Elas recebem apenas 4% do total dos empréstimos e 7% do venture capital. Com o objectivo de partir o chamado tecto de vidro que impede as mulheres de chegar ao topo das empresas foi criada a The Women Presidents’ Organization que representa empresas de mais de um milhão de dólares. Esta associação acaba de lançar um capítulo em Lisboa liderado por Mariana Abrantes de Sousa. "Capital Humano" de 16 de Março de 2015.

sábado, maio 09, 2015

Inputs Outputs Outcomes Impact- Education

See in English below  
A mais recente evolução nos mecanismos de pagamento por serviços públicos é quase uma revolução na gestão das finanças públicas. O Estado tradicionalmente pagava os recursos   necessários para a prestação dos serviços públicos  entradas (inputs, salários dos professores, salas de aula, livros) ou às vezes a produção (outputs, número de alunos, horas de aula).  Agora alguns Governos passaram a pagar por resultados (outcomes, aproveitamento escolar dos estudantes, desempenho nos exames nacionais e internacionais).  

Claro, o que realmente importa nos serviços públicos é o impacto, os benefícios a longo prazo de mais e melhor educação, a nível pessoal e em termos  sócio-econômicos tais como a  empregabilidade, a versatilidade, a produtividade ea  remuneração da força de trabalho.  Estes resultados finais raramente podem ser medidos no contexto do   ciclo de orçamental  anual.

 O que sabemos é que mais professores (recursos) e mais horas de aula (produção) não é garantia de melhores resultados de aprendizagem, nem de maior impacto em termos emprego e crescimento económico.
Como o artigo abaixo indica , os alunos portugueses passam mais tempo em sala de aula, mas esse esforço extra não se reflecte em melhores resultados em testes internacionais.

Portugueses são os que têm mais aulas de matemática da Europa
Fonte:   http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=772054

The latest evolution in the mechanisms for paying for public services is nearly a revolution in public financial management.  Where the State traditionally paid for inputs (teachers' salaries, classrooms, books) or sometimes for outputs (number of students taught, class hours),  it is increasingly paying for  outcomes or results such as student academic perfomance in national and international testing.

Of course, what really matters in public services is impact, the long term personal and socio-economic benefits of more and better education in terms of employability, versatility, productivity and remuneration of the labour force, but these cannot be measured in the context of the annual budget cycle.

What we do know is that more teachers (inputs) and more class hours (outputs) is no guarantee of better outomes (learning and test results), nor of greater impact (employment and economic growth).
As the  article  above  reports, Portuguese students spend more time in class, but this extra effort is not reflected in better results on international tests.


Técnicos sénior Mais-Valia nos PALOP candidaturas até 8-maio

A Fundação Calouste Gulbenkian lança dia 8 de abril uma nova edição do Mais Valia, o projeto de voluntariado para maiores de 55 anos que atua na área da cooperação para o desenvolvimento nos PALOP.

O Mais Valia junta profissionais experientes que voluntariamente se oferecem para integrar projetos já em curso, respondendo às necessidades identificadas pelos parceiros que atuam nos países africanos de língua oficial portuguesa.

Os candidatos deverão ter idade superior a 55 anos, formação académica ou técnica especializada, experiência profissional, e disponibilidade para integrar missões com um período previsto de dois meses.

Nesta edição serão privilegiadas as competências na área da Saúde, Educação, Agronomia e os diversos ramos da Engenharia, áreas que podem dar um maior contributo no reforço institucional e na resposta às necessidades encontradas no terreno.

As candidaturas podem ser submetidas de 8 de abril a 8 de maio aqui
http://www.gulbenkian.pt/Institucional/pt/CanalFCG/Noticias/Noticia?a=6445 
O processo de seleção desenrola-se em três fases: a análise do boletim de candidaturas, a entrevista pessoal e formação intensiva e só os candidatos selecionados em cada uma delas serão contactados.

Ver também http://www.tvi24.iol.pt/economia/medicos/gulbenkian-recruta-qualificados-para-voluntariado-nos-palop

Gulbenkian recruta qualificados para voluntariado nos PALOP Técnicos têm de ter mais de 55 anos

quinta-feira, maio 07, 2015

TAP - Gaivotas em terra anunciando tempestade


O direito à greve foi conquistado ainda no século XIX pela grade maioria de trabalhadores maltratados e abusados. 

Mas agora no século XXI, o direito à greve passou a ser abusado pelos empregados mais bem pagos de empresas monopolistas,  como os transportes e a aviação. Só nestes sectores é que os empregados conseguem apropriar-se de algum do poder monopolista dos seus patrões para capturar mais algumas regalías, frequentemente em detrimento não dos capitalistas mas dos utentes ou consumidores.  
E mesmo nas empresas publicas monopolistas, cujas perdas são suportadas pelos contribuintes como accionistas acidentais, apenas os empregados mais especializados  tais como os maquinistas os pilotos ou os médicos conseguem exercer este “direito”, que virou um privilegio de uma minoria exclusiva.

Podemos continuar a falar de direitos de todos, ou passamos a falar de privilégios de alguns? 

Quantos trabalhadores por conta própria conseguiriam exercer o direito à greve, por um único dia que fosse? 

Afinal de contas, são os  operários indiferenciados, os pequenos empresários, os trabalhadores independentes que suportam os custos das greves em termos de inconveniência para os clientes e em termos de perdas para os contribuintes, para que os "bem empregados" possam acumular ainda mais regalias e mais direitos.

Direitos que deram para o torto. 

Mariana Abrantes de Sousa

quarta-feira, maio 06, 2015

Comércio Justo apresentado na FCSH da Nova, Av de Berana,

Sabe o que é o Comércio Justo?
Num mundo de oportunidades desiguais face às cadeias nacionais e internacionais de distribuição dominantes nos mercados, as organizações e redes de Comércio Justo promovem práticas de produção e transação enraizadas em imperativos éticos, visando a sustentabilidade não só ambiental, mas também económica e social das populações. Venha aprender mais sobre o que é, como funciona, com que objetivos - e como envolver-se.
DIA DO COMÉRCIO JUSTO
8 de Maio, 10h
FCSH, Departamento de Sociologia, UNL 
Av de Berna 26 C, Auditório 1, Piso 1, Torre B
Entrada livre 
Tel: + 351 21 790 83 74  | Ext.: 1265
Organização:  O Departamento de Sociologia,  e o CIDAC - Centro de Documentação Amílcar Cabral 
Dia do Comércio Justo consiste de palestras, vídeos e debate por investigadores, ONGs, produtores, distribuidores e consumidores de produtos transacionados através de práticas de Comércio Justo.  

terça-feira, abril 28, 2015

Ouvir o que dizem os números da economia com Piketty

Ao ouvir o economista Thomas Piketty, o autor do livro-sensação "Capital no Século XXI recordamos a importância de recolher analisar os números da economia.
Assumindo-se como seguidor de Simon Kuznets, Piketty e os seus colegas têm recolhido e estudado os números de cada vez mais países. 

Exportar vai ser o desafio da década


PS apresenta relatório "Uma Década para Portugal" e a reacção dos empresários
A análise de Mariana Abrantes de Sousa, economista, Hélder de Oliveira, Ordem dos Economistas, e Hugo Miranda, gestor, num programa conduzido por Marina Conceição. "Conselho Consultivo" de 22 de Abril de 2015.

quarta-feira, abril 01, 2015

Brasil quer relançar cooperação económica com São Tomé e Príncipe

Brasil quer relançar cooperação económica com São Tomé e Príncipe: O Brasil quer relançar a cooperação económica com São Tomé e Príncipe, anunciou na capital santomense o ministro brasileiro das Relações Exterior, Mauro Viera.

Brasil e Moçambique assinam acordo de estímulo a investimentos

Brasil e Moçambique assinam acordo de estímulo a investimentos: Os governos brasileiro e moçambicano assinaram um acordo para facilitar os investimentos entre os dois países. Os dois países iniciarão projetos de internacionalização, focados na cooperação industrial, por meio de um grupo de trabalho bilateral que antecipará algumas parcerias do acordo, como a diversificação da presença empresarial brasileira em Moçambique e o estímulo às exportações.

Não haverá regresso às PPP com risco para os contribuintes

Passos Coelho: 'Não haverá seguramente nenhum regresso às PPP' com risco para os contribuintes - Economia - Jornal de Negócios

O Governo anuncia investimento total do plano Juncker para Portugal no valor de 31,9 mil milhões de euros e as PPP ascendem a 13,6 mil milhões, mas promete o nosso "plano de investimento Juncker" não contempla parcerias público privadas (PPP) que sejam danosas para o Estado português.

Esperemos bem  que tenhamos aprendido a seleccionar, realizar e monitorizar projetos inteligentes em Portugal,  com os erros do investimento inprodutivo anterior, francamento "burro" que contribui significativamente para as crises duplas do baixo crescimento e do sobre endividamento. 

Bancos já aprovaram seis acordos para reduzir custos das PPP - Transportes - Jornal de Negócios

Bancos já aprovaram seis acordos para reduzir custos das PPP - Transportes - Jornal de Negócios

terça-feira, março 31, 2015

Candidate-se a participar no evento da Diaspora Africanca, 9-10 Junho, Viena


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‪#‎VAS‬ is pleased to inform you about our event “African Diaspora Youth Forum in Europe” that will take place the 9-10 June 2015 in Vienna.
The aim of the Forum is in function of sharing of experiences and best practices to empower youth by building their capacity, leadership skills, responsibilities and providing access to information in policy making and project initiatives, so they can truly actively participate in our societies. The Forum is the first of its kind held in Europe and presents a significant opportunity for African leaders and youth to network and work closely together in order to coordinate international dialogue amongst important stakeholders for African development. Specifically, through panel discussions, lectures and training session, conference will tackle topics such as: access to quality jobs, entrepreneurship, economic development etc. We aim for the Forum to gather experts, leaders, change makers and 200 of young people from all around Europe – toward development of African continent, as well as better position of African youth in diaspora.
This project is supported by: UNIDO (United Nations Industrial Development Organization), the partnership of Austrian Development Cooperation/Agency (ADA) and African Diaspora Youth Network in Europe (ADYNE).
More details about us and our work can be found here
If you would like to participate, please refer to the attached Call for participants and the Application Form for more details. We would be happy to provide you with further information and reply potential questions by email (corinne@vas-oesterreich.at), if you decide to honor us with your participation.

From 2015-06-09 to 2015-06-10 at Vienna, Austria
Link: http://www.vas-oesterreich.at/youth-conference/a-d-y-c-e-2015/
Deadline: 2015-04-15
Eu participei no evento  Angolanos na Diaspora, Luanda, 2004 

domingo, março 29, 2015

Euro illusions - How wrong was that ?

Analyses of the European Single Market  and the Euro as the Single Currency, then and now, suffer from a fundamental analytical error about the sustainability of external debt denominated in Euro, a currency not controlled by the Single Currency members.

Already in 1990 (see below) the DG ECOFIN  was telling us the intra-EU external imbalances wouldn't matter within the Single Currency.  And we foolishly beleived them.  

Reality in the diverging Eurozone turned out to be radically worse: A country's CAB Current Account Deficit is financed by increases in External Debt, which has to paid by net exports, as if it was FX-denominated.

Resultado de imagem para eurozone imbalancesNot only did the external constraint not disappear, it became nearly uncontrolable as the smaller countries lost access to the traditional balance of payments adjustment instruments, like devaluation or capital controls.

In effect, for a Eurozone country, the Euro functions as a foreign currency, so its debt can be considered FX denominated.

In 2015, 25 years later, we see   intentional confusion between exiting the Euro or defaulting on debt repayment.  A weakened debtor country may be unable to repay its external debt and forced to default, regardless of whether it stays or leaves the single currency.
.
Credit risk is currency-blind, so risk analysts need to be very clear eyed.

"CEC 1990: The problems arising from external current account deficits that may occur from the fixing of exchange rates before inflation rates have converged should only be of a transitional nature. After the initial adjustment period the expectations that underlie the process of wage and price formation should adjust and inflation rates should converge. However, the countries with initially high inflation might have accumulated in the mean time a considerable stock of external debt because they will have had a current account deficit in the mean time. In EMU an external debt should net create any particular problems by itself since the intra-Community balance of payments constraint will disappear. But the debt service will, of course, reduce the standard of living of the population, unless the debt has been used to finance productive investment."

Source:  CEC 1990  One Market  One Money pg 95 DIRECTORATE-GENERAL FOR ECONOMIC AND FINANCIAL AFFAIRS http://ec.europa.eu/economy_finance/publications/publication7454_en.pdf
See also Big creditor and 16 Hong Kongs http://ppplusofonia.blogspot.pt/2012/12/the-big-creditor-and-the-16-hong-kongs.html

quinta-feira, março 26, 2015

PPP Lusofonia celebra 9 anos entre as PPP e a Crise.

Este blog PPP Lusofonia foi criado em Março 2006, 

num espírito de serviço público, para partilhar,  em português, a experiência e notícias sobre PPP e o financiamento de infraestruturas públicas,  

Com o rebentar da crise de sobre-endividamento em 2010, a Crise na Eurozone passou a ser o tema quente, e muitos dos artigos passaram a inglês, para que possam ser lidos também pelos credores internacionais.

Os dois temas  PPP e a Crise estão bastante inter-relacionados, pois os contratos PPP foram mesmo uma das grandes causas do sobre endividamento externo de Portugal.
O grande número de contratos PPP pecaram pelo excesso de quantidade e pela falta de qualidade do investimento, sobretudo pela falta de "tráfego".

Depois de 9 anos e de quase 200.000 visitas de páginas, vamos continuar a oferecer informações e opiniões sobre estes temas importantes:
  • PPPs e financiamento de projectos de infra-estrtutura
  • Gestão bancária 
  • Finanças públicas 
  • Balança de pagamentos 
  • Crise de sobre-endividamento de Portugal e da Eurozone
  • Países PALOP 
  • Oportunidades de consultoria 






Foi você que vendeu gato por lebre ?

Comissão BES/GES: Governador do BdP admite perdas para os clientes lesados
A análise de Mariana Abrantes de Sousa, economista, e Hélder de Oliveira, Ordem dos Economistas, num programa conduzido por Sandra Xavier. "Conselho Consultivo" de 25 de Março de 2015.  http://videos.sapo.pt/ac6lrryVlKyAefEMACWM
O caso dos investidores que compraram papel comercial do GES aos balcões do BES demonstra mais uma vez a importância de segregar o negócio de banca de investimento do negócio de banca comercial simples, de depósitos bancários e de crédito bancário. A desintermediação financeira é interessante, mas não é para todos. Deve ser reservada apenas para profissionais e outros investidores sofisticados.

Cabe ao supervisor bancário proteger as poupanças dos aforradores particulares comuns (widows & orphans), assegurando o seu acesso a depósitos bancários cobertos pela garantia de depósitos.

Já no caso do BPP, os aforradores ambiciosos mas inexperientes e imprudentes tinham sido levados a aplicar os seus fundos em tudo menos depósitos bancários.

O caso do papel comercial do GES vendidos pelo BES  a aforradores não
sofisticados de retalho é mais um exemplo das falhas de regulação que são a principal causa da crise financeira.  Por isso, justifica-se ser o  Fundo de Garantia de Depósitos a proteger os aforradores mais vulneráveis.

Ver mais sobre a separação de banca comercial de banca de investimento e o Glass Steagall Act de 1933 em  http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_Glass%E2%80%93Steagall
e outra legislação do New Deal http://ppplusofonia.blogspot.pt/2012/06/new-deal-essential-to-overcome-european.html 

segunda-feira, março 16, 2015

Folia dos Fiados - 2015

O aumento excessivo do crédito ao consumo e o sobre-endividamento das famílias portuguesas foi uma das principais causas diretas da crise financeira e da acumulação de dívida externa de Portugal.
A DECO diz que as famílias sobre endividadas estão no limite quando finalmente pedem ajuda. 
Até algumas das notícias da violência doméstica referem o desespero do sobre endividado.

Infelizmente, parece que os Reguladores, e os próprios devedores, aprenderam pouco ou nada com a má gestão da política de crédito, que é um dos poucos instrumentos de ajustamento que restam às autoridades nacionais dentro do espartilho do Mercado Único e da Moeda Única. O alerta e a recomendação de aumentar a carga fiscal do crédito ao consumo,  que tem sido repetida numerosas vezes neste blog PPP Lusofonia, nem sequer são discutidos.
O crédito ao consumo  financia sobretudo a importação de bens e serviços de luxo, e o sector das SFAC, do crédito ao consumo e dos importadores de bens de consumo duráveis é muito forte. Afinal, são esses gastos  publicitários que sustentam a comunicação social.

Por isso, a concessão de crédito a particulares voltou a crescer, especialmente no sector automóvel.
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“Financiamento para a compra de automóvel explica o aumento na concessão de crédito ao consumo no arranque do ano. Praticamente metade do valor concedido pelas instituições financeiras é crédito sem fim específico.
O crédito ao consumo voltou a aumentar no arranque deste ano. Em Janeiro, face ao mesmo mês do ano passado, o montante concedido pelas instituições financeiras registou um crescimento de 15%, evolução explicada em grande parte pela maior procura por financiamento para a compra de automóveis. Contudo, a maior "fatia" destes créditos continua a ser a de empréstimos sem fim específico.” diz Jornal de Negócios

Não há crédito à exportação, mas o crédito à importação é abundante. Os importadores agradecem, e voltam a ser elogiados como grandes empresários. 
Com as taxas de juros internacionais artificialmente baixas, a FOLIA dos FIADOS voltou, e em força

Mariana Abrantes de Sousa 

domingo, março 15, 2015

Islândia prefere ficar de fora da EU

Islândia desiste da entrar na União Europeia, considerando que os seus interesses nacionais são melhor servidos fora da União.

Islândia retira candidatura de adesão à União Europeia - Globo - DN

“Iceland’s interests are better served outside the European Union,” Gunnar Bragi Sveinsson, the Icelandic foreign minister, said in a letter to the European Commission and the Latvian presidency of the Council of the EU.
Iceland, along with Norway, is part of the European Economic Area (EEA), which gives it access to the EU single market. In return, Iceland must follow most areas of EU law, but it does not get a vote in deciding those laws because it is not an EU member.
http://www.europeanvoice.com/article/iceland-drops-eu-bid/