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sábado, abril 19, 2014

Cortes orçamentais permanentes sem bailout para os contribuintes

O vai e vem de notícia da semana gira em tornos dos cortes orçamentais adicionais de €1,4 Bn  em 2015.  Cortes orçamentais permanentes, e não apenas temporários, só surpreende quem não tenha feito as  contas, pois os défices  orçamentais e externos de -10% do PIB eram, obviamente,   insustentáveis.  
O que se vai sabendo sobre 2015
  • Governo vai manter em  as contribuições, actualmente aplicadas, sobre a energia, as telecomunicações e a banca
  • Cortes de salários públicos e redução do número de funcionários continua 
  •  Contribuição especial solidária (CES) sobre as pensões mantem-se, se não se agravar
  • Cortes nas pensões de apenas  € 600/ mês e aplicação de cortes a pensões de sobrevivência em função dos rendimentos dos beneficiários (means tested) 
Num dos países mais envelhecidos da Europa, os cortes sucessivos nas pensões mais baixas põe em  causa a condição de sobrevivência mínima de muitas famílias (safety net). É inaceitável que em Portugal haja famílias que não conseguem sequer pagar necessidades básicas como a alimentação ou a água e a electricidade. 

Tem sido notável o nosso ajustamento unilateral, e merece reconhecimento o grande esforço dos português 
  • Saldo orçamental primário (antes de juros) positivo em 2014 pel a primeira vez desde 1997
  • Aumento de poupança das famílias , que duplicou de 2008 para 2013 para 13,6%
  • Desalavancagem das famílias
  • Desalavanagem dos bancos, credito/depósitos <120 span="">  T3/2013
  • CAB/BTC em superavit em 2013 (tal como na Irlanda, Espanha e Inglaterra) pela primeira vez desde os 1960s
  • Divida publica “domesticada” (colocação externa reduzida de 63% em 2009 para 36% agora)
  • Boa gestão da dívida pública com novos produtos para os aforradores d locais e recompras e gestão das maturidades

 Mas não podemos ignorar alguns grandes riscos, os "senãos"
  • Aumentos de encargos com juros  (agora 9,7% da despesa corrente) que rivalizam com os aumentos com encargos e benefícios sociais (agora 51% da despesa corrente), tornando cada vez mais difícil agradar a credores e   pensionistas
  • De 2011 a 2013, os financiamentos especiais da EU/FMI foram absorvidos pelo reembolso de divida e pelos defices externos;  a acumulação de divida externa continua
  • Em 2014, os financiamento da EU/IMF vão ser inferiores aos reembolsos de dívida   de MLP pela primeira vez desde 2011 ( €7,8 Bn versus €11 Bn),  mesmo depois das recompras
  • Financiamento do FMI de apenas 7.5 anos começa a reembolsar em  2015, quando Portugal precisa de financiamento de muito longo prazo e taxas muito mais baixas 
  • Necessidades de financiamento de cerca de €15 Bn/ano são bastante mais difíceis de conseguir no mercado aberto  em  contexto de rating BB+,pois são bastante superiores aos volumes de cerca de €12 Bn/ano obtidos  nos ”anos da bolha” e da ilusão do rating AA.
  • Mas o consumo  (de bens duráveis importados) está a recuperar mais depressa que investimento,  que continua em pouco mais de metade dos níveis históricos.  

Assim,  continuamos a endividar-nos para comprar carros de alta cilindrada e maquinetas de cozinha, isto num país com bolsa de passe-vite.     
Sem financiamento e crédito direccionado ao investimento produtivo, a recuperação e crescimento baseado nas exportações pode esgotar-se e falhar.   A politica de crédito, que depende das autoridades portuguesas, ao contrário da politica cambial e monetária, não está adequada às necessidades da economia portuguesa.  Por politica de crédito intenda-se a tributação e restrição do crédito ao consumo e às importações, e a canalização de crédito para o sector exportador. 

Por isso, seria altamente irresponsável, quer do Governo português quer da parte dos credores, não contratualizar uma linha de crédito contingente (o tal programa cautelar ou stand-by) para o período pós-troika. 

Sem  uma linha de “crédito para as ocasiões”, e sem renegociação dos prazos da divida vincenda, os portugueses ficam sujeitos a sofrerem novos “apertos de cinto” bruscos em qualquer momento que os credores se assustem e não participem na substituição normal da divida 

segunda-feira, abril 14, 2014

Oportunidades - Cabo Verde

O Escritório do PNUD em Cabo Verde leva ao conhecimento do público que a “ILO – International Labour Office” (Orgranização Internacional do Trabalho - OIT) tem aberto um concurso para o preenchimento da vaga de “Expert Technique BIT”, correspondente à categoria profissional FT, nível NOA.
Os e as interessadas poderão solicitar os Termos de Referência na recepção do prédio das Nações Unidas em Achada Sto António - Praia, nas horas de expediente das 8 às 16 horas ou nos links abaixo.
As candidaturas deverão ser entregues em envelopes fechados indicando a referência do concurso “Expert Technique BIT” juntamente com CV, copias do(s) diploma(s) e demais documentos pertinentes, endereçados a:
Operations Manager – Escritório Comum do PNUD, UNFPA e UNICEF em Cabo Verde
Edificio das Nações Unidas – Ave. OUA B.P. 62,
Meio de Achada Sto António – Praia – Cabo Verde
Serão contactados apenas os(as) candidatos(as) pré-seleccionados(as).
Data provável do recrutamento: Maio/Junho 2014
Tipo de contrato: FT
Data limite de entrega das candidaturas: 24 de Abril de 2014, até às 16 horas 

sábado, abril 12, 2014

Conferência Europa-Africa, 29-Abril, Gulbenkian, Lisboa

ojogoglobalmudou
Conferência internacional sobre as relações UE-África. Esta conferência pretende analisar a implementação da parceria UE-África e trocar opiniões sobre as oportunidades e desafios das relações entre os dois continentes, agora e nos próximos anos, num contexto de dinâmicas continentais e globais em rápida mutação.

O JOGO GLOBAL MUDOU

QUAL O PAPEL DAS RELAÇÕES EUROPA-ÁFRICA?


Data:  29- Abril2014,   9h30
Local:    Fundação Calouste Gulbenkian 
Organização: CEI-IUL fernanda.alvim@iscte.pt,  tel  +351 210 464 029

THE GLOBAL GAME HAS CHANGED


WHAT ROLE FOR EUROPE-AFRICA RELATIONS?

Fonte:  http://cei.iscte-iul.pt/eventos/evento/conferencia-o-jogo-global-mudou-qual-o-papel-das-relacoes-europa-africa/
Programa: http://cei.iscte-iul.pt/wp-content/uploads/2014/03/ConfEuropaAfrica-Folheto_final.pdf


quinta-feira, abril 10, 2014

Curso sobre financiamento de projectos em países emergentes - oportunidades


Curso:   A contratação de projetos em país em vias de desenvolvimento: o financiamento através de agências multilaterais e bilaterais
Data: 5 e 6 Junho de 2014, m horário laboral 
Local:        IST-UTL 
Organização:   FUNDEC    Prof. Rui Cunha Marques (IST) e Prof. Carlos Oliveira Cruz (IST)
IST - DECivil - Gabinete 1.42 (1º piso)
E-mail: fundec@civil.ist.utl.pt
Tel: (+351) 218 418 042
Fax: (+351) 218 418 193

Junto enviamos a ficha de inscrição no curso, para mais informações consulte o link para o curso aqui
Início

 FUNDEC – Associação para a Formação e o Desenvolvimento em Engenharia Civil e Arquitectura,  é uma associação entre o IST e várias entidades nacionais do mundo empresarial na área da Engenharia Civil e enquadra-se na estratégica do IST em promover a ligação Universidade – Empresas.

Um dos objetivos da FUNDEC é institucionalizar ações de formação contínua com a finalidade de valorizar e requalificar as pessoas e as empresas que se dedicam ao domínio alargado da Engenharia e apoiar as empresas na formação para mercados internacionais.
Ver também:   Manual de financiamento para os mercados lusofonos 
http://ppplusofonia.blogspot.pt/2009/07/manual-de-financiamento-para-os.html

Europaid financia consultoria - oportunidades

Para os profissionais em fase de transição, é necessário investigar muitos caminhos antes de encontrar a saída certa. 

Há consultoras procuram  pessoas com experiência internacional  para projectos de consultoria em "private sector development" dentro dos contratos-quadro ( framework contracts) da Europaid  http://ec.europa.eu/europeaid/work/framework-contract/beneficiaries-2013/documents/detailed_description_all_lots.pdf

Ver a lista de consultoras pre-qualificadas 


O CV tem de ser apresentado no  formato  de consultoria 

Haja vendas- Vender mais e melhor para aumentar rendimentos

Aumento do salário mínimo nacional pouco resolve 




A análise dos comentadores do ETV Mariana Abrantes de Sousa e Hélder Oliveira, num programa conduzido por Marta Rangel. "Conselho Consultivo" de 9 de Abril de 2014.

http://videos.sapo.pt/aBfJjUdkznItfHTU5di8 
Salário mínimo e produtividade
O aumento do salário mínimo é uma medida mais política do que económica, pois não resolve praticamente nenhuns dos problemas dos baixos rendimentos, da baixa produtividade e da falta de competitividade das empresas portuguesas. 

Temos um problema grave de baixos rendimentos, ligado à baixa produtividade, mas o que precisamos é de aumentar os salários médios com as empresas portuguesas a venderem mais e melhor, a exportar e a substituir as importações, para fazer crescer o PIB. 

Produzir é fácil. O difícil é vender mais e melhor, com melhores margens, e depois cobrar.  Para aumentarmos rendimentos, temos que reorientar a actividade empresarial para as vendas e para acção comercial. Não basta produzir mais, e criar um problema de "escoamento".  É preciso vender mais, dominar o "marketing mix"  e os canais de distribuição.  As empresas portuguesas, pequenas, devem juntar-se para vender no exterior.  

Como dizem em Silicon Valley:   Sales cure all (Haja Vendas!) 

O Rendimento Mínimo, improdutivo,  acaba por fazer parte do problema, pois desocupação e desemprego não fazem currículo, não melhoram a empregabilidade do trabalhador.  

Os mini-jobs subsidiados na Alemanha põem as pessoas a trabalhar e fazem concorrência desleal com os salários baixos nos outros países da Eurozone.
Um salário mínimo europeu acabaria por beneficiar os países com produtividade mais elevada e prejudicar países como Portugal, pois ninguém quer pagar 100 a que produz apenas 46.  

A rede de apoio para evitar a pobreza extrema devia ser europeia não apenas nacional. 

O elevado nível de desemprego é um  sinal do desequilíbrio estrutural  insustentável na Eurozone.  

Desemprego europeu  NY Times 
Mini-jobs subsidiados na Alemanha  
http://www.reuters.com/article/2012/02/08/us-germany-jobs-idUSTRE8170P120120208 

Too big to fail or to big to bail - limit bank size and leverage

The IMF has published reports on the risks to little countries with big banking systems, like Iceland, Ireland and Cyprus, where bank crashes drag sovereign ratings down.

But the problem of banks that are "too big to bail" is even more critical in the big countries, because the systemic impact is not just local but international, and the bailout of the foolish creditors causes moral hazard on a much bigger scale.  This is hapenning in the Eurozone where the costs of bad credit decisions are forced almost entirely on the borrowers.

That's why Sheila Blair of the  US FDICcapaigned to place an overall limit on bank leverage.  They have finally succeeded with the new rule dated 8-April - 2014:

US Agencies Adopt Enhanced Supplementary Bank Leverage Ratio 

The Federal Reserve Board, the Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), and the Office of the Comptroller of the Currency (OCC) on Tuesday adopted a final rule to strengthen the leverage ratio standards for the largest, most interconnected U.S. banking organizations.

We need a Sheila Blair in Europe. 

Source:  Heroes in banking reform and prudential supervision 
See also http://www.bairblog.com/sometimes-more-is-less-when-it-comes-to-making-regulations-more-effective/

quarta-feira, abril 09, 2014

Finpro em processo de recuperação

Finpro, sociedade gestora de um fundo de PPP controlada pelo Estado, Banif e Américo Amorim, vai recorrer ao Processo Especial de Revitalização (PER) para ultrapassar problemas de solvabilidade financeira,  segundo noticias recentes.  
A continuidade do fundo de investimento especializado em infraestruturas de serviços públicos está agora dependente do voto favorável da Caixa Geral de Depósitos (CGD), o terceiro maior acionista e detentora de mais de metade do passivo da Finpro.
O fundo de investimento recorria à alavancagem para investir em "infra-estruturas maduras não cotadas", apostando em activos geradores de "cash flows" estáveis considerado de reduzida volatilidade e indexados à inflação, como as britânicas Cory e Thames Water e a espanhola TCB.
No seu último pico de aquisições, em 2007, a Finpro procedeu a um aumento de capital de 100 milhões de euros  137,5 milhões de euros.  Agora tem  222 milhões de euros de passivo.   

Eis mais um caso dos malefícios da alavancagem e do endividamento excessivo.  Se vai sobrar para a CGD, virá a sobrar para os contribuintes ? 

Fontes:  
http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=468589

segunda-feira, abril 07, 2014

Provérbio de um povo do mar

O pessimista reclama do vento
O otimista espera que ele mude
O realista ajusta as velas

Estamos no limite da carga fiscal



A carga fiscal, medida pelo peso da receita fiscal no PIB foi de 43,1% do PIB em 2013, abaixo  distante do pico de 45% atingido no país em 2011.
O peso  das receitas no PIB em Portugal permanece  abaixo da média dos países da Zona Euro (  em torno de 46,6% do PIB)  em parte porque Portugal tem maior défices. 

Ver  http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/fmi_antecipa_ligeira_reducao_da_carga_fiscal_em_2014.html

Só com mais financiamento e menos carga fiscal as empresas nacionais conseguirão vencer, Mirante.pt, 06-02-2013O estudo aponta que Portugal continua a ser um país pouco competitivo em termos económicos face à média europeia e a única forma de dar a volta à situação é possibilitando aos empresários o acesso a novos mecanismos de financiamento, que lhes permitam investir. As conclusões são de José Ferreira Machado, diretor da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, e de Manuel Caldeira Cabral, professor da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. Os dois oradores foram convidados para comentar o relatório de competitividade das empresas portuguesas, na sessão que decorreu em Lisboa.

terça-feira, abril 01, 2014

Oportunidades - PFM Moçambique

Oportunidade A - Três TOCs técnicos oficiais de contas  com experiencia em PFM e PEFA  para projecto de auditoria das despesas orçamentais em saúde  em Moçambique para os doadores incluindo as União Europeia, 20 dias de trabalho entre Abril e Maio 2014 

Oportunidade B - Programa de Gestão de Finanças Públicas orientado para Resultados (GFPR) 

Direcção Nacional do Tesouro,  Ministério das Finanças
SOLICITAÇÃO DE MANIFESTAÇÕES DE INTERESSE até 21-Abril

Título da atribuição: CONTRATAÇÃO DE 5 (CINCO) COACHES SENIORES ESPECIALIZADOS EM MATÉRIA DE DESENVOLVIMENTO DE CAPACIDADES DE GESTÃO DA MUDANÇA 
O Governo de Moçambique (GdM), com o apoio do Banco Mundial, iniciou um programa inovador de Gestão das Finanças Públicas orientado para Resultados, com uma duração de 4 anos,com o objectivo de aprofundar a execução das reformas da Gestão das Finanças Públicas (GFP/PFM), reforçar a gestão do sector público e melhorar a transparência e a responsabilização nos sectores alvo da Saúde e da Educação. 
O objectivo da Consultoria, a iniciar no mês de Junho de 2014 é de reforçar a capacidade de gestores de áreas-chave dos Ministérios da Educação e da Saúde para identificar os obstáculos que limitam o desempenho e prejudicam a realização dos objectivos organizacionais concernentes à melhoria da cadeia de fornecimento, armazenamento, distribuição e disponibilidade de medicamentos, e de uma gestão escolar mais transparente e responsável, ao nível das escolas primárias completas. 
O Governo de Moçambique, vai recrutar um grupo de 22 indivíduos para constituírem facilitadores nacionais, com a intenção de desenvolver e integrar os conhecimentos em matéria de gestão nas instituições governamentais e, a longo prazo, apoiar melhorias nas práticas de gestão do sector público. Os coaches seniores especializados irão desenvolver trabalho de formação, treinamento e gestão dos 22 facilitadores nacionais de mudanças. 
A Direcção Nacional do Tesouro do Ministério das Finanças convida todos os interessados elegíveis a expressarem o seu interesse na provisão dos serviços acima descritos, para um Contrato-inicial de 6 (seis) meses renovável baseado no desempenho. 
Os interessados deverão prestar informação demonstrando que possuem as qualificações requeridas e experiência comprovada para desempenharem o serviço descrito supra. 
A participação no processo do Concurso propriamente dito será restrita à lista curta a apurar pela Entidade Contratante, nos termos do artigo 126 do Regulamento de Contratação de Empreitada de Obras Públicas, Fornecimento de Bens e Prestação de Serviços ao Estado, aprovado pelo Decreto nº 15/2010, de 24 de Maio. 
Os interessados poderão obter os Termos de Referência através do Endereço electrónico/E-mail: gestaofpr@mf.gov.mz, 
ugea@sistafe.gov.mz ou consultar nos seguintes Websites: www.cedsif.gov.mz, http://Jobs.undb.org.cj. Os Termos de 
Referência e demais Documentação do Concurso podem ser consultados na Direcção Nacional do Tesouro do Ministério das 
Finanças, na Av. 10 de Novembro, nº 929, 2º andar, na Repartição de Apoio Geral (RAG), na Cidade de Maputo – Moçambique. 
O prazo de apresentação da Carta de Interesse é de 21 (vinte e um) dias, contados a partir da data do último dia de publicação 
deste Anúncio. 
A resposta deverá ser enviada em carta fechada, com indicação do título da atribuição, acompanhada de Curriculum Vitae para o endereço acima indicado, à atenção da Sra. Dra. Emília Silvestre, Coordenadora do Programa GFPR, até ao dia 21 de Abril de 2014, até às 10:00 horas, hora de Maputo. 
Maputo, 27 Março de 2014 

EU - quem paga manda

Os fundos do próximo Quadro Comunitário de Apoio não pode utilizado para financiar quaisquer  infra-estruturas rodoviárias em Portugal, nem sequer as chamadas ligações de “last mile” (de fecho de rede) entre vias e equipamentos estruturantes
A EU define apenas quatro objectivos para o investimento: 

  1. Inovação e investigação 
  2. Agenda digital  
  3. Apoio às pequenas e médias empresas 
  4. Fomento da economia baseada num baixo nível  e na mitigação de emissões de carbono
Até aqui tudo bem.  De facto, se Portugal ainda tem redes de transportes incompletas depois de quase 30 anos de financiamento europeu,  não é por falta de dinheiro certamente. 
Mas as frases  soltas como a "agenda digital" indiciam mais a importação de bens de informática do que a utilização de Internet para a exportação de bens e serviços. 

A grande lacuna é mesmo a orientação para a exportação e a substituição de importações.  
E aí, os fundos comunitários têm sido parte do problema, ainda não passaram a ser parte da solução. 

EU Africa Investor Meeting, 1-April, Brussels

ACP Business Climate
A session on investment pitches – dubbed EU-Africa Investor Meeting – will give selected African countries a unique opportunity to profile their investment opportunities. This meeting will take place in the afternoon of the second day of the forum – April 1st, 2014.
Source:  http://acpbusinessclimate.org/wordpress/the-eu-africa-business-forum-offers-african-governments-and-project-promoters-a-unique-opportunity-to-promote-their-investment-opportunities/